Percy Jackson Olympian Alliance

Concurso para Cannon's

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Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Dom Mar 31, 2013 8:46 pm



Teste para Cannons

 

NOME: Seu nome aqui

NOME DO CANNON DESEJADO: Nome do cannon aqui

APENAS PARA CANNONS DO LIVRO - O QUE SABE SOBRE O PERSONAGEM? Aqui

Porque ser este cannon e no que ele te assemelha? (Mínimo 5 linhas). Aqui

Qual PP vai utilizar no perfil do Cannon? Aqui

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas.
Aqui




NENHUM TESTE FEITO SEM TEMPLATE SERÁ ACEITO




Código:
<br><link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Lily+Script+One' rel='stylesheet' type='text/css'> <center><div style="border-right: 1px dotted #F0571F; border-left: 1px dotted #F0571F;border-radius:20px 20px;"> <br><div style="font-family:Lily Script One; font-size:50px; color:#F0571F; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Teste para Cannons </b> </div> <br>
 
<div style="font-family:arial; text-align:justify; letter-spacing:2px; font-size:12px; color:#696969;padding:8px; opacity:0.9;"> [b][color=#1A93F0]NOME:[/color][/b] Seu nome aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]NOME DO CANNON DESEJADO:[/color][/b] Nome do cannon aqui.<br>
[b][color=#C7C7C7]APENAS PARA CANNONS DO LIVRO - O QUE SABE SOBRE O PERSONAGEM?[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]Porque ser este cannon e no que ele te assemelha? (Mínimo 5 linhas).[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]Qual PP vai utilizar no perfil do Cannon?[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas.
[/color][/b] Aqui <br>
<br></div></center>



Última edição por Nyx em Sex Jun 14, 2013 7:24 pm, editado 8 vez(es)

Ártemis
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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Skyler Winderson em Qua Abr 10, 2013 8:37 pm

Nome do Personagem?
Skyler Winderson

Nome do Cannon que deseja se tornar?
Quíron

O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)
Quíron seria filho do Titã Chronos com a Ninfa Filira. Conta a mitologia, que Chronos haveria assumido a forma de um centauro, para enganar Reia, e se encontrar com a Ninfa, que mais tarde daria a luz ao centauro.

Porém após o seu nascimento, a mãe sente muita vergonha do filho, e resolve abandona-lo no monte Pélion, pedindo para os deus do Olimpo, que o transformacem em uma arvore chamada Tília. Quíron, após abandonado pelos pais é encontrado, pelo deus Apolo, e é adotado pelo mesmo. Apolo então passa a ensinar ao centauro todos os conhecimentos que possuía, como: artes, filosofia, ética, poesia, música, profecias, terapias curativas, ciência. desta forma o centauro fora criado no monte olimpo, longe dos outros de sua raça. Quíron, por possuir uma esmerada educação, dada por Apolo e Ártemis, passa a ensinar aos filhos dos deuses, pois o mesmo transmitia aos príncipes, valores espirituais e lhes ensinava o respeito pelas leis divinas.
Por que deseja se tornar esse cannon?
Gosto do jeito que ele trata os semideuses e sua responsabilidade de cuidar do acampamento meio-sangue e também por ele ser filho do Titã Chronos em outras palavras é meio irmão de Zeus,poseidon e Hades
O que te assemelha a esse personagem?
Adora se esforça em treinamentos

Gosta de crianças

também sou simpático

PP que irá utilizar no perfil do cannon?
Chuck Norris

Narre um treino na arena do acampamento contra algum dos monstros do bestiário sem usar nenhum poder. Mínimo 25 linhas.

Era de madrugada quando os meus sonhos perturbados começaram. Já fazia tanto tempo que eu não tinha paz a noite... Mais o.k, aquilo era necessário. Em um desses sonhos, e para o meu susto, recebi a visita de Héstia pedindo ajuda a min.

- Meu caro Quíron, você foi a mais apropriado para o caso que encontrei, afinal eles são seus campistas... Espere que a próxima noite chegue e faça uma visita á sala da lareira, assim eu te mandarei para lá. Leve o que quiser levar, será uma luta difícil mesmo eles sendo semi-deuses são seus melhores no acampamento. – Disse e depois sumiu. Depois daquilo eu não consegui dormir mais. O Resto do dia foi estranho.

Eu já estava vestindo minha armadura do Espaço-Tempo. A espada de Campe e a do Tempo iam às bainhas nas minhas costas, formando um ‘X’. Eu calçava meu all-star alado, usava meus dois colares, meus dois anéis, meu bracelete e minha pulseira. Eu não sabia o que esperar mais queria estar totalmente preparada. Na minha mochila ia o resto dos meus itens.

Ao cair da noite eu já estava indo para o Templo de Héstia. A lareira brilhava intensamente e antes mesmo que eu pensasse em olhar para trás, eu já estava em uma cidade movimentada. Não muito longe dali eu ouvia o som de tropas. Pessoas marchando e correndo com velocidade me dirigi à origem do som.

- Meus Deuses. – Sussurrei. Eram mais de quarenta guerreiros armados com espadas e escudos, todos eles eram meus Alunos... Suspirei uma vez e olhei para os lados. Eles tinham escolhido um bom local para se preparem. Longe de tudo e de todos. Fiz meu anel se tornar o arco e, tirando da mochila uma flecha de luz, mirei no meio de todos. Puxando o cordel e depois o soltando, ela saiu na velocidade da luz. O guerreiro foi acertado na armadura e caiu desmaiado.

Alguns segundos depois tudo explodiu em brilho. Os homens gritaram indignados por estarem cegos e eu parti para o ataque.

Tirando as duas espadas das bainhas, as agitei juntas. Bem, os próximos momentos aconteceram como um borrão.

Eu acertava o punho da espada na cabeça do guerreiro, deixando-o atordoado e depois enfiava um soco em seu peito, fazendo ele ficar caído rapidamente. Eu parecia um animal enquanto os nocauteava. Minha armadura estava suja de terra e por mais que isso não me alegrasse, eles eram agressivos e precisavam ser detidos.

- Eu estou voltando a ver! – Gritou um homem que já apontava para mim. Ele pegou a espada e o escudo e veio em minha direção, tentando me atacar, mais, por favor, aquilo não era nada. Desviei seu golpe com a espada do tempo e em um giro, cortei com a da Campe em sua bochecha. Não deu tempo para ele defender com o escudo. O chutei para trás. Em pouco segundo ele estaria morto rendido.

Olhei em volta. Se eu fosse matar um por um assim seria complicado e então uma ideia se formou em minha mente. Todo o tempo desacelerou. Eles pararam no ar no meio do ataque. Um por um eu fui enterrando o meu soco em seu estomago. meu punho agora estava vermelho. Suspirei quando todos estavam caídos e depois olhei para as minhas mãos. Eu não queria fazer aquilo de novo e eu não poderia deixar aqueles garotos ali.

- Limpeza. – Um buraco negro se formou e os meus Campistas começaram a ser sugados para outra dimensão, bem como tudo os que lhe pertencia. Guardei as espadas na bainha e abaixei a cabeça. Cansava ficar tanto tempo socando. Quando a levantei de novo, Héstia estava parada diante de mim.

Sorri e ela estendeu a mão, para eu pegar acho. Não hesitei eu me sentia bem perto dela, como se estivesse com minha mãe. Quando pisquei, já estava novamente no acampamento.

Narre uma batalha contra três cães infernais usando as habilidades desse cannon; no caso de semideuses podem usar os poderes do progenitor divino do cannon até o level 20. Mínimo 35 linhas.
e_e decidi deixar em branco já que Quíron não tem poderes

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Dom Abr 14, 2013 5:45 pm

Teste recusado.
Você deve tirar suas dúvidas com o autor e não simplesmente eliminar uma pergunta de crucial importância no momento da avaliação sem perguntar. Bem, o teste foi modificado, se desejar pode tentar fazê-lo novamente, mas dessa vez por completo.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Rebekah M. W. Götze em Seg Abr 15, 2013 5:53 pm

Nome do Seu Player?
Nyx

Nome do Cannon que deseja se tornar?
Alicia Harvey

(APENAS PARA CANNON'S DO LIVRO) O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)

Por que deseja se tornar esse cannon?
Porque me identifico bastante com essa personagem e adoraria possuir suas habilidades. Além do mais, acho sua história bastante interessante e acho que estou apta a interpretar essa cannon.

O que te assemelha a esse personagem?
Minha personalidade é muito parecida com a dela. Gosto da liberdade e gosto de poder, e convenhamos, não sou uma das pessoas mais generosas do mundo. Também admiro muito a deusa Nyx e adoraria ser uma de suas proles.

PP que irá utilizar no perfil do cannon?
Taylor Momsen

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas.

Sendo eu, Héstia, a deusa do lar, me preocupo com o bem-estar das pessoas e da sociedade e acabo de ser informada de um acontecimento que pode ser catastrófico: Um ciclope resolveu tirar um cochilo no meio de uma estrada onde daqui há uma hora irá passar um ônibus escolar com crianças entre 5 e 7 anos de idade. Se o ciclope acordar vai comer todas as criancinhas, e como se não bastasse ainda têm suas amiguinhas empousai e um cão infernal. Você deve ir até a avenida, derrotar o ciclope e seus amigos e livrar as crianças do cruel destino que lhes aguarda.

Naquela tarde eu simplesmente decidira que não faria nada. Isso mesmo, passaria o resto do dia deitada no gramado contemplando a paisagem enquanto meus companheiros de acampamento se esforçavam debilmente na arena. Ah que maravilha! Um dia inteirinho somente para olhar o tempo passar; seria o dia perfeito, sim, mas sempre tem um deus que resolve se preocupar com os humanos e quer que nós semideus intervenham para eles já que eles mesmos não podem fazê-lo. Agora, eu estava definitivamente irritada por Héstia ser a deusa do lar, afinal, por que é que ela se importava tanto? Suspirei e reprimi os pensamentos egoístas tentando pensar nas criancinhas inocentes que morreriam caso eu não interferisse no sono do ciclope.

Chegando a Nova York logo vi o dorminhoco; ele se deitara no meio da estrada bloqueando qualquer chance de alguém tentar passar por ali; morcegos voaram em meu estômago somente por pensar na idéia do ônibus das crianças passar por ali enquanto aquele ciclope fedorento ocupava a estrada. Dei de ombros e decidi que seria melhor começar o meu trabalho de uma vez.

Aproximei-me do ciclope lentamente e o cutuquei com a ponta da espada um pouco receosa; ele emitiu um ronco alto e se virou de costas para mim. Revirei os olhos, nunca pensei que me irritaria tanto ao ver um ciclope dormindo. Cutuquei o mais uma vez, dessa vez com mais força, mas nada dele acordar. Por fim, me irritei de verdade e cravei a lâmina no braço no ciclope com vontade. Ele era tão grande que sem precisar olhar eu sabia que ele acabara de abrir seu único olho vermelho e estava fitando o asfalto cinzento com raiva; afastei-me alguns metros postando-me ao lado de uma árvore.

O ciclope levantou-se com dificuldade e fitou o ferimento em seu braço enorme com sangue nos olhos; olhou para trás e me focalizou com seu único olho que parecia ser vesgo, mas é só um palpite. Permaneci ereta e ergui a espada e o escudo com confiança. O ciclope avançou em minha direção; ele rugiu de forma demoníaca e levantou seu bastão tentando me acertar com força, mas eu desviei a tempo e vi o grande buraco que se formou no asfalto da ruela. Engoli em seco e ergui a espada com a mão esquerda enquanto mantinha o escudo na mão direita.

Mais uma vez ele tentou me atacar com seu bastão, mas agora fui mais esperta; me defendi com o escudo e o impacto contra o escudo se voltou contra o ciclope que cambaleou para trás. Ele caiu de joelhos e eu tentei alcançá-lo, mas o monstro me deu uma rasteira de uma maneira que eu não entendi muito bem. Me vi caída no chão enquanto o ciclope se erguia com seus muitos metros de altura.

Investi contra ele a espada, mas ele se defendeu com o bastão e a espada ficou presa no objeto de madeira, ainda assim eu não a soltei, e o que aconteceu foi algo que eu bem poderia ter imaginado, ele ergueu o bastão no alto e eu me vi pendurada pela espada. O ciclope aparentemente não havia percebido nada, pois parecia estar me procurando lá embaixo.

Aproveitei sua distração e fiz um esforço para pousar em seu ombro. Agarrei-me em seu pescoço com força, a espada agora em mãos embora ainda com um pouco de dificuldade. O ciclope começou a se mexer sem parar e batia com o bastão nas costas tentando me derrubar, mas eu só fazia desviar, embora já estivesse ficando cansada. Por fim, ele se jogou no chão e começou a rolar enlouquecidamente, por vezes seu peso quase me esmagava.

Meu pássaro roca apareceu voando com suas majestosas asas negras. O pássaro mergulhou na direção do ciclope e o ergueu no ar com o bico. Puxei a espada das profundezas da pele do grandalhão e me segurei em seu ombro com dificuldade; olhei para o chão, parecia uma queda terrível. Suspirei, talvez eu pudesse contar com algum poder camarada mais uma vez. Larguei o ciclope e cai no chão de joelhos. Corri para longe enquanto meu mascote atacava o pescoço do ciclope com seus dentes de cerra. O sangue pastoso do ciclope escorria sem cessar.

Sauron derrubou o ciclope no chão e eu vi o sangue vermelho nas patas do roca, mas eu não podia parar, o ciclope ainda não fora derrotado. Chamei Sauron e montei em seu lombo; ele sobrevoou ao redor do ciclope e eu o açoitei com a espada, uma, duas, três, quatro... Milhares de vezes, até que ele não aguentou mais e cambaleou para trás virando pó.

Olhei ao meu redor e me vi cercada por três empousa asquerosas. Bufei irritada e ergui a espada com vontade. Desferi o primeiro golpe contra a da esquerda; segurei-a pelo pescoço com força enquanto as outras estavam tentando perfurar minha pele com suas presas sem resultado; cravei a lâmina da espada na barriga da empousa e ela se transformou em pó. Virei-me na direção das outras e desferi um golpe contra o rosto de uma fazendo-a arfar de dor, então girei a lâmina e cravei a espada afiada bem aonde deveria estar seu coração; então voltei para a última que sabiamente recuara alguns passos, avancei rapidamente e ela se virou para correr, então eu lhe dei uma rasteira derrubando a mesma no chão e cortei sua calda com a ponta da espada para então decepar-lhe a cabeça.

Corri, então para acudir Sauron e outras três empousai se colocaram em meu caminho; bufei com raiva e cravei a espada na cabeça de uma das empousa fazendo-a virar pó, depois me voltei para outra e investi com a espada, mas ela desviou de um golpe na barriga e de outro no ombro, a empousa abriu um sorriso largo e eu a fitei furiosa e então me voltei para sua amiga que estava maravilhada com a companheira e cravei a espada em sua barriga escamosa, mais uma que virou pó. A última empousa me fitou com raiva e tentei mais uma vez investir contra ela; tentei no pescoço e ela se abaixou, na perna e ela se afastou, no braço e ela derrubou minha espada tomando o cuidado para não encostar na lâmina. Fuzilei-a irritada e então lhe dei um chute com toda a força que possuía, ela tentava se levantar, mas não conseguia; resgatei a espada do asfalto e cravei no meio de sua testa; ela virou pó.

Mais uma vez tentei me aproximar de Sauron e os outros dois monstros e finalmente obtive resultado, infelizmente não necessariamente o cartão de visitas que eu esperava, mas ok. O cão infernal não me deu muito tempo para pensar e me derrubou no chão impiedosamente, senti uma dor considerável quando minha coluna encontrou o chão, mas ao invés de reclamar me esforcei para afastar o animal; o cão tentou morder meu braço, mas desistiu quando percebeu a pele dura como rocha, tudo isso graças a minha eterna rainha da noite, a deusa Nyx, patrona dos vampiros e dos filhos revoltados.

Sorri sarcástica para o animal enquanto via de esguelha Sauron se aproximar com raiva e dar uma bela... Mordida, era isso que as aves faziam? Pois bem, um tipo de mordida com seus dentes de cerra nas nádegas do cão; reprimi a risada e o empurrei para longe vendo o sangue escorrer de sua parte de trás, quase parecia uma cadela menstruada - me arrependi de pensar isso no mesmo momento.

O cão uivou odiosamente e me fuzilou com precisão; correu na minha direção, eu ainda me recuperava. Quando tentei acertá-lo com a espada ele desviou; Sauron foi mais rápido e o empurrou com a cabeça, o cão caiu atordoado, mas se reergueu antes que eu pudesse chegar perto o suficiente para atacá-lo. Ele pretendia me alcançar novamente, mas Sauron mostrou-se um ótimo bichinho de estimação mais uma vez e o segurou pelo pescoço com seu bico forte, encarei-o perplexa enquanto ele pressionava o pescoço do cão até que o sangue inundou sua boca e ele largou o mesmo no gramado; o cão simplesmente virou pó.

Abracei o roca arfando pesadamente. Deixei-me cair no chão extremamente cansada e sorri ao ver o ônibus escolar alcançando a esquina e passando pela avenida com as belíssimas crianças que se encontravam ali dentro.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Apolo em Ter Abr 16, 2013 6:33 am

Aprovada

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Convidad em Qui Abr 18, 2013 2:29 pm

Nome do Seu Player? Perséfone

Nome do Cannon que deseja se tornar? Britany Rousseau Chevalier

(APENAS PARA CANNON'S DO LIVRO) O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)

Por que deseja se tornar esse cannon? Tenho muito em comum com a personagem, me identifico bastante com sua história de vida e sua 'bipolaridade'. Acho que faria um bom trabalho interpretando-a.

O que te assemelha a esse personagem? Como dito acima, principalmente o transtorno 'bipolar', já que quase nunca consigo me para em um único humor por muito tempo. Bridget é o tipo e garota que sempre procura o caminho mais difícil a se percorrer, eu também prefiro isso, assim posso trazer a tona meu lado 'detetive'. Opto sempre pelo que acho que me está fora de alcance, para assim superar minhas próprias capacidades, sem jamais desistir até que consiga provar o que convém.

PP que irá utilizar no perfil do cannon?
Amy Lee

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas.

Eu jamais imaginaria receber tal presença. A lua estava sob o céu estrelado em seu quarto crescente e fiquei a observá-la por um longo tempo, admirando o seu delicado brilho, me deixando hipnotizar pela beleza desconhecida, uma beleza... dos deuses! Mas, eu mal podia imaginar o que estava por vir. Um turbilhão de cores inundou minhas órbitas e só consegui ouvir aquele tilintar suave me dizendo o que deveria fazer:
- Jovem heroína, sei que não é comum os deuses descerem do Olimpo para contatos imediatos como este, porém vejo que é uma situação incomum. Eu preciso que faça-me um favor, em nome de todos os que olham por ti. Nas terras além da qual nossos olhos podem enxergar um jovem príncipe está perdido em seus pensamentos, em estado catatônico, buscando se encontrar. A escuridão está próxima dele, mas Ahren - afinal, é este seu nome - não consegue temê-la. Seres foram mandados das trevas para atormentá-lo, e sua morte seria uma coisa rápida sem ninguém para ajudá-lo. Algo que é essencial para a tal preocupação com esta criança foram as palavras proferidas pelo Oráculo de Delfos.
Dentro de si mesmo, o jovem está perdido
Buscando se encontrar em um mundo desconhecido
O medo, não teme, a dor não pode sentir
Seus olhos se cerram, e sua boca sorri.
Num futuro não tão distante, será ele herói!
O salvador da pátria, do mundo, dos deuses!
As moiras tecem seu destino na meada da vida
E este está nas mãos da garota prometida
Agora tenho que ir, contando com você, Bridget, para a salvação dos tempos. A propósito, sou aquela que poucos conhecem, Selene, a Lua. -
e foi com estas palavras entrelaçadas umas nas outras que vi a mim mesma, boquiaberta e confusa. Eu não sabia quanto tempo tinha, nem por onde começar, apenas sabia que tinha de fazê-lo, então suspirei fundo e disse olhando para o alto:
- Que os deuses me protejam!

❅ ❅ ❅


Minha mochila estava nas costas, recheada de suprimentos necessários para a minha missão. Cobri-me com o manto sagrado que ganhara de minha mãe e orei baixinho pedindo sua proteção. Agora eu não tinha mais escolha, havia chegado a hora de partir em busca daquele cujo o rosto era desconhecido por mim. Comecei minha busca pela floresta próxima ao
acampamento, mas a deusa havia me dito que ele estava além de onde nosso olhos podem ver. Passei alguns minutos pensando sobre isto, até chegar a conclusão de que os "Nossos olhos" que ela se referia, significavam os olhos dos deuses,
e pelos meus conhecimentos, apenas um lugar em todo o mundo não estava sob a proteção das divindades sagradas.Olhei para o cajado que segurava em mãos bati com ele no chão:
- Para o Alasca, por favor - e tive a sensação de estar sendo destorcida, puxada e repuxada, dobrada ao meio, todas as dores do mundo se apoderaram de mim,

quando finalmente cai com um baque no chão macio e branco. Aqui estava eu, uma garota perdida, mandada para salvar alguém mais perdido ainda.

A busca poderia ter sido mais rápida se eu conseguisse usar meus poderes, mas meus dentes batiam uns nos outros sem parar e antes de fazer qualquer coisa, foi preciso que eu parasse em uma loja de Suprimentos de Todos os Tipos para comprar um grosso casaco de lã e botas para se andar na neve. Paguei o balconista com alguns trocados mortais que trazia comigo e comecei a caminhada. Fiz várias perguntas as pessoas que passavam, mesmo sabendo que isso era inútil, afinal se Ahren estava perdido, ninguém deveria saber dele. Resolvi então me aventurar na parte mais deserta do lugar, aonde a temperatura era muito baixa. Eu estava me arriscando e sabia disso, da mesma forma que sabia que era preciso fazer...

Minhas pernas estavam dormentes e meus dentes batiam uns nos outros, sem parar. Eu estava cansada e a ponto de desistir de tudo, quando prendi a atenção em uma escultura nada comum, formada a partir de estalactites e estalagmites. Parecia muito com um túnel, e uma pessoa de estatura média conseguiria ficar sentada lá dentro, tranquilamente. Meus instintos se aguçaram e abaixei de modo a ver se tinha alguma coisa lá dentro; não me surpreendi ao ver um garoto de pernas cruzadas e cabeça encostada em uma das paredes do 'túnel'. Suas feições eram muito bonitas, ele era moreno e tinha o rosto bem desenhado, seu cabelo era da cor do carvão, e sedoso, um sorriso estava estampado em seus lábios e as vestimentas não me deixaram ter mais dúvidas. Um manto rubro com adornos dourados cobria seu corpo, e na bainha ele trazia uma reluzente espada: "Ahren" pensei comigo mesma.

Eu estava ajeitando a mochila em um canto para poder resgatar ele, e fui tola ao achar que tudo seria tão simples. Ouvi um caminhar bem lento e suspeito, ao virar-me deparei com dois ciclopes, não muito altos, que poderiam ser confundidos com caras normais de quase dois metros, exceto, é claro, pelo único olho redondo e amarelo que olhavam de um lado para o outro.

Eles não pareciam ter me visto e cheiravam o ar. Estavam atrás de Ahren, só podia ser isso; fui obrigada a sair do meu esconderijo. Tirei a faca da bainha e passei a mão pelo pescoço para me certificar de que o colar estava ali. Não demorou muito até que eles vissem o brilho bronzeado da arma. Olharam um para o outro - talvez tentassem discernir o que acontecia - e deram um grito horrível, levantando as mãos para o alto. Só então notei os grandes porretes de madeira que cada um trazia consigo, maravilha, só mais um obstáculo. Eu não tinha para onde correr, vendo também que seria impossível de se locomover com a rapidez necessária na neve, então apenas esperei, com um plano em mente, com o pé e sem fazer nenhum barulho, coloquei no caminho um galho de árvore um pouco grosso e me prostrei na atrás dele. Eu só tinha que calcular bem o tempo, e... agora! saltei para o lado, me jogando de bruços e senti o chão tremer quando as duas criaturas não tiveram tempo para brecar antes de tropeçarem e caírem uma por cima da outra, eles eram mesmo uns burros! E demorariam um tempo até tomarem posição de ataque novamente, então eu tinha alguma chance.

Pensei em escalar eles, mas vi que seria improvável e não sane, pois poderia ser esmagada na primeira tentativa, optei por ativar minha espada e esperar para a luta. Um deles se levantou, mas sua clava ficou enterrada na neve; ele nem deve ter sentido falta do objeto pois veio de mãos limpas para cima de mim, eu coloquei a lâmina na diagonal e seu olho brilhou; ele estava com medo! Assim, seria mas difícil se concentrar em atacar, desferi um golpe no seu braço esquerdo, em seguida em sua perna e por último finquei a espada na barriga, sangue de monstro começou a escorrer e ele tentou se locomover. O ciclope número dois já se levantava e eu tinha que por um fim nisso logo, ele estava curvado, de costas para mim, o que me permitiu um golpe certeiro na sua perna, fazendo-o cair de novo. Senti uma mão tocar meu obro e me virei com a lâmina apontada para frente. O ciclope nº 1 não resistiu a dois golpes seguidos no estômago e voltou ao Tártaro. Menos um!

O outro já estava de pé, parecia ser mais forte e menos burro que seu companheiro, mas eu ainda era mais esperta; finquei o punho da minha espada na neve o mais rápido que pude, de modo que a ponta ficasse voltada para cima, andei de ré com cuidado para não cair e deixei que ele viesse; tudo saiu como o planejado, ele pisou com força na faca (que ficou presa na sua pele) e começou a pular num pé só, eu queria rir mas não podia; o monstro perdeu o equilíbrio e pela terceira e última vez, beijou o chão. Eu então aproveitei a oportunidade para cravar a espada no meio da sua cabeça e vê-lo virar pó. Depois de ter recuperado minha faca, não fiz outra coisa senão adentrar a pequena caverna, para o meu alívio, Ahren continuava intacto; me arrastei até ele e sentei-me do seu lado; aquilo estava me chamando muito a atenção, o que será que acontecerá para deixá-lo imerso desta forma? Quem sabe se um dia ele acordasse, eu soubesse... Porém a questão agora era como eu iria tirar ele daqui. Com certeza muitas outras criaturas estavam a caminho:

- Ah, por favor - falei bem baixinho - acorde. Seja quem for você, precisamos sair daqui. Eu prometo que vou te ajudar, mas acorde - Ele não me ouvia, ou se o fazia, não aparentava sinais disso, parei para pensar em algo, e recostei minha cabeça na parede também, virei o pescoço para admirar Ahren, aquele jovem e belo príncipe perdido... Queria ajudá-lo a se encontrar, mas como? Sua respiração era fraca e tranquila, como se estivesse em um lindo sonho do qual não queria despertar; ele precisava! Hey, mas o que era aquilo ali no pescoço dele? Um medalhão verde, a única peça que estava fora de cogitação ser usada por um príncipe. Ela era pesada e feia, tinha um ar sombrio e medonho... Não resisti e com cuidado abri o fecho. Aquilo era muito estranho mesmo, talvez fosse alguma joia de família ou...

- Hãm? O que é isto aqui? Eu, estou com dor de cabeça e... - A voz fez meu coração acelerar. Tive medo de olhar para o lado e estar tendo alucinações, só podia ser isto - Quem é você? - Completou ele com a mão na cabeça e uma expressão muito confusa.

- Pelos deuses! - exclamei - Você está... está acordado, você está vivo! - Eu olhei para ele, prestando demasiada atenção no único detalhe que ainda não vira: seu olhos eram duas pedras de âmbar legítimas, verdadeiras preciosidades.

- Como assim, estou vivo? Claro que estou, acabo de sair em uma caçada, e porque não se ajoelha diante de mim, plebeia, sabes por acaso quem sou... - ele parou no meio da frase. Olhou por um momento aonde estava e voltou a me olhar - Como ousa sequestrar sua majestade real, o príncipe? Vou jogá-la no calabouço aonde passará a eternidade, com os vermes e os ratos - ele jogava as palavras sem nenhum sentimento, e eu não duvidava que cumprisse, mas estava tão feliz por aquele ser que nunca vira antes na minha vida ter acordado, que joguei os braços em volta do seu pescoço e abracei-o - Co-como ousa? Largue-me atrevida! E explique-me o que se passa aqui - falou, e automaticamente me afastei, Fiz uma reverência desajeitada:

- Ah, Ahren, não sabe como é bom tê-lo acordado. Não sei quem é nem o que aconteceu com você, mas fui mandada pela Lua ao seu encontro. Você estava preso em si mesmo, foi o que ela me disse, e disse também que precisava que eu te acordasse. Eu não sei como fiz isso, eu... - então me lembrei - o colar! foi isso! Desculpe-me a pergunta, mas aonde conseguiu o medalhão?

Ele pensou um pouco:

- Ganhei de uma senhora no caminho. Ela me parou para pedir informações, mas claro que não lhe disse nada. Era uma velha feia e suja, eu não me misturo com pessoas dessa laia. Ela então teve uma estranha reação, se jogou aos meus pés e me ofereceu um lindo colar de ouro, eu o aceitei, não era mais do que o seu dever presentear sua majestade e a partir dai, não me lembro de mais nada...

- Agora entendo tudo! Você foi castigado por ser arrogante e orgulhoso, por achar que o mundo gira apenas ao redor de ti. Aquela senhora era com toda a certeza, uma deusa disfarçada, ela queria te testar e a tratou com total desprezo. Vendo isso, ela soube que não seria possível você salvar o mundo algum dia com o temperamento de egoísmo, por isso te deu um colar, enfeitiçando seus olhos para achar que era uma joia. Você dormiu, apagou, e se perdeu. Ela pretendia deixa-lo assim até que se acertasse...

- Cale a boca! Não fales mal de mim, ou então... -

- Ou então o quê? Vai me matar? Cuspir na minha cara? Pisar em cima de mim? Desde o princípio eu deveria ter recusado essa missão e ter deixado os dois ciclopes te esmagarem. Seria melhor para todos, o mundo não merece ter uma criatura como você, que só se importa com si mesmo - eu me alterei - Quer saber, que você morra aí, um exército está a caminho para te matar e eu nada vou fazer a respeito. Adeus senhor Arrogância - me dirigi para fora do lugar. Como pude ser tão imbecil? Não me importava, eles ão de achar um herói para substituir esse monstro. Segurei meu cajado e já me preparava para partir

- Hey, espere - ele falou - Eu... - e segurou meu braço - Agora eu me lembro de tudo - fui forçada a olhar em seus olhos - eu lembro que está senhora disse algo muito semelhante ao que você fala. Parando para pensar, ela se parecia com você. Não que você seja feia, muito pelo contrário, você é linda, mas, os seus olhos - eu estava com raiva e vergonha ao mesmo tempo - são, muito parecidos com os dela, como se todas as estações do mundo se concentrassem neles, como se você fosse capaz de hipnotizar qualquer um. Seu jeito também parece com o dela, a pele coma aroma de flores! Isso! Foi somente por isso que não a deixei falando sozinha, sua pele era como um jardim e...

- A mulher a qual você insultou e tratou como lixo, era a minha mãe - eu desviei o rosto, não iria chorar agora.

- É... eu não costumo dizer isso, mas, me desculpe... Eu não sabia...

- Mas você não tinha que saber. Era essa a intenção. Perséfone te testou, por isso a profecia falava da garota prometida... Eu ainda não acredito que te libertei da maldição, deveria tê-lo deixado morrer aqui

- Não diga isso, agora eu vejo a gravidade do problema, vejo que estava errado. Perdoe-me, de verdade. Esqueça os insultos que te disse antes, por favor, eu confesso que nunca fui uma das melhores pessoas, mas vou mudar se deixar - e de olhos fechados, disse - Perséfone, deusa das estações, rainha do submundo, me desculpe majestade, eu pagarei pelos meus erros, eu servirei em tudo o que desejares

Eu não sabia se era verdade o que ele falava, ou puro teatro, mas estava decidida a ir, quando ele fez algo que me surpreendeu, se ajoelhou diante de mim:

- Mais uma vez peço desculpas, princesa do submundo. Não me abandone agora, me leve para que eu siga o destino, me castigue pela eternidade. - Achei ter vistos lágrimas nos olhos dele, eu realmente fiquei confusa, não sabia o que fazer, mas já ouvia as passadas ao longe

- Levante-se, eu não te castigarei, os deuses o farão, mas por hora teremos que partir daqui, a menos que queira morrer. - Ele já havia levantado, segurei seu braço e bati o cajado no chão - para falar a verdade, tentei bater...

O sibilar da língua bifurcada já estava perto demais, a monstra havia lançado seu bumerangue, fazendo nosso meio e transporte ir parar longe... Olhei para Ahren e ele parecia estar preso em um pesadelo, é claro que nunca vira antes uma dracaena:

- Espere um momento aqui, parado. Deixa que eu acabo com ela, ok? - Ele acenou desajeitadamente.

Mais uma vez ativei meu colar, agora no seu 'modo surpresa'. Falei algumas palavras, baixas o bastante para que só alguém que estivesse dentro de mim ouvisse, e como eu já esperava ouve uma explosão de luz dourada e em seguida a cobra se enroscava e meus pés: "Como é bom vê-la de novo, amiguinha, pronta para matar?". Ela fez aquele barulho esquisito que só as serpentes conseguem fazer: "Vamos lá, então!" eu olhei para a criatura que já tinha seu bumerangue em mãos de novo. Estava em vantagem, afinal, minha faca estava caída a uns três metros de distância. Tinha de distraí-la e mantê-la longe do garoto... O manto! :

- Hey, Ahren, se cubra com isso, e me espere em algum lugar, certo? - joguei pra ele o manto que eu ganhara de minha mãe, assim ele ia ficar invisível e a mulher-cobra teria de lutar comigo antes de qualquer coisa.

Olhei para o animal no chão:" Já sabe o que fazer? Então vai lá!" era como se ela pudesse reproduzir meus movimentos antes que eu completasse-os. A dracaena já tinha visto, mas nada fez. Minha serpente mordeu seu calcanhar e ela se desequilibrou por um momento, tempo o bastante para eu correr até aonde estava minha faca. Agora estávamos kits. Ela jogou seu bumerangue na minha direção e eu abaixei automaticamente, ele passou reto, mas esperei até fazer a volta para me levantar. Estávamos frente a frente; levantei os braços, fingindo atacar em cima, e dei-lhe uma rasteira, ela se estatelou. Cravei a faca no seu ombro direito enquanto ela tentava voltar a posição normal. Ela gritou. Bom, estava quase no fim. Ela segurou meu pé com a mão esquerda e eu fiquei presa. Acabei caindo. Minha fiel companheira estava atrás da sua 'amiga de espécie' eu olhei para ela e não tive dúvidas de que saberia o que fazer. Ela deu o bote e se enrolou envolta do pescoço do monstro, apertando cada vez mais, até que senti meu pé liberto. O rosto da criatura estava mais pálido do que de costume, ela segurou a cobra com as mãos tentando se libertar, mas era tarde demais:

-Adeus! - e lhe matei com uma facada no coração. - Ahren, pode sair agora, onde está você? - Perguntei recolhendo a serpente e fazendo-a se tornar um cola novamente. Uma forma surgiu da neblina, era o príncipe.

- Mas... o qu... o que foi aquilo? - seus olhos estavam esbugalhados - você matou aquela... coisa? - ele franziu a testa

- Ah, isso não é nada comparado ao que eu faço todos os dias, agora precisamos mesmo ir. Não sei aonde você vai ficar depois que chegarmos no acampamento, mas sei que preciso te levar para lá. Talvez Quíron arranje uma solução para isso, ele sempre tem uma solução para tudo.

Desta vez deu tudo certo. Recuperei meu cajado e segurei o braço do garoto, dei três batidas no chão e aquela sensação de despedaço recomeçou. Só me lembro de ter visto o rosto do príncipe mais metido, mais chato e mais lindo do mundo, antes de que a magia do cajado nos levasse para o acampamento.







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Convidado


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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Sab Abr 20, 2013 4:46 pm

Aprovada
Convencimento nível: para de tentar imitar meu ego inflado u.ú

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Charles M. Walker em Dom Abr 21, 2013 12:09 pm

Nome do Seu Player: Henry Carter Smith

Nome do Cannon que deseja se tornar: Alex Harvey

Por que deseja se tornar esse cannon: Pois foi o que me agradou mais e o que mais parece com meu personagem em outros fóruns, e também que na hora que eu vi a descrição sobre ele eu já sabia exatamente qual PP usar, acredito que ele seja o personagem que eu poderia interpretar melhor.

O que te assemelha a esse personagem: A personalidade dele e a aparência é muito idêntica a dos meus personagens nos fóruns, gostaria muito de poder interpretá-lo por isso, pois tudo o que se descreve nele, tem nos meus personagens.

PP que irá utilizar no perfil do cannon: Alexander Ludwig

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas.

A cidade de Nova York estava em perigo, um lestrigão, um manticore e uma empousa estavam soltos por lá e estavam a procura de semideuses, os mais fracos morreriam na mão de algum deles, então eu, Apolo, procurei o único semideus que poderia me ajudar naquele momento, Alex Harvey, filho de Nyx.

Estava anoitecendo no acampamento meio-sangue, Alex havia acabado de finalizar seus treinos e estava jantando a mesa do chalé de sua mãe Nyx. Ao fim do jantar, ele levou seu prato para a cozinha e foi andando para seu chalé, afinal, ele estava cansado depois de tantos treinos na arena.

Logo ele se deitou em sua cama e adormeceu por algumas horas, até que seu sono foi interrompido por um sonho, ele viu um homem alto, forte e de cabelos dourados... aquele era Apolo. O deus explicou que havia três monstros soltos por Los Angeles e que Alex deveria ir atrás deles e derrotá-los.

Então o mesmo se levantou, assustado e suando frio. A única coisa que ele sabia é que ele deveria ir para a saída do acampamento e tomar rumo a Los Angeles, talvez lá ele recebesse instruções mais detalhadas sobre o que fazer. O garoto pegou seu grimório e leu cada feitiço, para ter certeza de que tinha todos os que sabia bem decorados. Logo depois ele pegou sua varinha, guardou o grimório e colocou sua caneta-tinteiro no bolso.

Ele saiu do chalé de Nyx a passos rápidos, logo o semideus se encontrava no portal de entrada do acampamento meio-sangue. O sol estava nascendo, o filho da noite não teria muita vantagem em suas lutas, mas sabia que poderia fazer aquilo. Ele pediu que Argos o levasse para a cidade de Nova York, que era praticamente grudada com Long Island.

Depois de algum tempo, Alex desembarcou da van e se viu sozinho em uma das cidades mais populosas do mundo, sim, isso era estranho. Ele foi caminhando pela cidade, as pessoas passavam por ele normalmente, o ignorando completamente. Algumas vezes ele recebia olhares de garotas que por ali passavam, mas ele estava mais preocupado em encontrar algum sinal do deus do sol.

Alex viu um papel no chão, bem, a cidade de Nova York tinha papeis espalhados por todos os cantos, mas aquele tinha um brilho especial, ele se abaixou e tocou rapidamente no papel, quando viu que era seguro, o virou. Em letras douradas, havia um endereço. As pessoas lhe indicaram que ele estava no Booth Sexagésima segunda avenida, o papel indicava que ele deveria ir ao Kissena Park, onde ele encontraria os três monstros.

Por meio de pressentimentos, Alex foi andando em frente por alguns metros, até chegar em um velódromo. Depois de parar pra descansar, seguiu mais em frente, arfante. Até que avistou várias árvores e o papel começou a queimar em seu bolso, ele estava no Kissena Park.

O local era maravilhoso, haviam ciclistas, pessoas fazendo caminhada, um casal de velhinhos namorando em um dos bancos e crianças brincando próximas ao lago, Alex também viu uma família reunida, fazendo um piquenique. Mal sabem esses mortais sobre o perigo que eles corriam. Alex pegou sua caneta-tinteiro e a transformou numa espada altamente venenosa. Com a outra mão, ele pegou sua varinha e adentrou as árvores do parque.

O local era escuro, não havia nenhum mortal por ali, pois tinham medo do que poderia ter por ali, sabendo do perigo que corria, Alex também sentia um pouco de medo, mas ele sabia muito bem como controlar suas emoções para que não atrapalhassem ele na batalha que ele teria pela frente. E foi então que ele ouviu um barulho de galhos se quebrando e um rosnado bem baixo.

De repente, uma bela moça pulou na frente dele, realmente era muito linda. Alex sentiu vontade de lhe dar “uma cantada” só para poder conquistá-la, a garota sorriu e chamou Alex para vir mais adentro da floresta, por algum motivo, o garoto seguiu a bela.

Atrás dele, algo rosnou de novo. Ele se virou e viu um monstro enorme, tão feio que era difícil de descrevê-lo, tinha uma cara de leão, olhos queimando, asas enormes e um rabo de escorpião... realmente era alguma coisa muito feia. O monstro pulou em cima de Alex, por um reflexo, ele apontou sua varinha e gritou:

-Ignem!

Três bolas de fogo foram em direção ao monstro, que teve seu ataque interrompido por elas. Então Alex se tocou: aquele era o manticore de que Apolo havia falado em seu sonho, aquele monstro que havia acabado de cair no chão era seu primeiro desafio. Logo o manticore se levantou e sacudiu sua cauda, jogando espinhos em direção a Henry, mas ele se abaixou e conseguiu desviar dos projéteis.

-Cresplan! – Gritou Alex

Cipós começaram a agarrar a cauda do manticore que lutava ferozmente para se libertar, logo sue corpo também começou a ser coberto. Sem pensar duas vezes, o garoto correu até o monstro e desferiu um golpe certeiro com sua espada na cauda de escorpião daquele monstro terrível. A cauda fora cortada e o monstro ficou praticamente indefeso. Henry supirou e mais uma vez usou seu feitiço favorito do grimório de Nyx.

-Ignem!

Assim que Alex apontou sua varinha, o monstro explodiu em fogo ao ser acertado pelas bolas que foram lançadas pela magia do semideus. O primeiro desafio havia sido cumprido, agora lhe restava o lestrigão e a empousa. Depois da derrota do manticore, tudo o que Apolo havia comunicado ao semideus em seus sonhos havia ficado muito claro e a missão de Alex estava começando a fazer algum sentido. Ele agora sabia que estava derrotando três monstros para poder livrar os semideuses novatos de serem devorados por eles e assim salvando a cidade.

Alex ainda não havia percebido, mas uma das árvores estava em chamas e essas chamas estavam se alastrando rapidamente, o garoto precisava sair dali. Ele foi correndo para dentro da mata, até que encontrou olhos brilhantes.

-Alex... venha aqui, estárá seguro! – Disse uma voz doce

Alex seguiu a voz, um tanto desconfiado.

-Pode confiar em mim, não lhe farei nenhum mal, sou boazinha.

Então o garoto ouviu um ranger de metal, algo que ele sabia que era muito comum de ser ouvido quando se estava enfrentando uma... empousa. O garoto começou a seguir a voz e para não ser seduzido mais uma vez, excalmou:

-Sillentium!

A empousa calou-se, mas ele ainda ouvia o ranger de metal da perna dela, o local estava escuro demais, mesmo para sua boa visão noturna. O fogo se espalhava rápido demais pela floresta, ele foi seguindo em frente, mas sentiu uma sensação de estar sendo seguido. Alguns metros adiante, ele se virou e lá estava a empousa, agora em sua forma verdadeira.

Ele correu até o monstro com sua espada em mãos e tentou lhe decepar a cabeça, mas a empousa também tinha suas defesas e parou o ataque do semideus com um escudo que ela empunhava. Logo ela tentou bater na cabeça dele com o escudo, ela acabou acertando o braço dele, por não estar enxergando nada.

-Paralysis!

A empousa ficou parada assim que Alex apontou sua varinha para ela. Então ele finalemente teve a chance de cortar a cabeça da empousa e assim reduzi-la a um monte de pó.

-Onde está o lestrigão? – Ele perguntou
-Não está na floresta – Respondeu o monstro, depois de ter sido liberta do feitiço do silêncio lançado por Alex.

-Ótimo.

Então com força, o garoto cortou a cabeça da ex-moça bonita. Ela caiu no chão, assim como o corpo dela. Logo ela se transformou numa nuvem de pó dourado que se dissolveu no meio do... fogo?

Sim, aquilo era fogo, Alex havia se esquecido completamente do incêndio e não sabia nenhum feitiço de teleporte. O garoto foi atravessando as árvores, correndo desesperadamente pela floresta, enquanto o fogo se alastrava ferozmente pelo local, até que Alex pôde ouvir os gritos desesperados dos mortais, aquilo não parecia ser coisa boa, mas pra ele era, pois queria dizer que ele estava saindo da mata.

O garoto finalmente conseguiu sair do meio das árvores e se jogou no chão, como numa cena de filme clichê, as últimas árvores pegaram fogo. Os mortais corriam para todos os lados, Alex sabia que o lestrigão estava naquela floresta, afinal, que tipo de pessoa confiaria na palavra de uma empousa. O garoto só havia perguntado, pois sabia que o monstro mentiria pra ele e falaria onde o lestrigão estava dizendo que ele não estava nesse determinado local... acho que dá pra entender, não?

O garoto esperou, saiu do Kissena Park e ficou rodeando a cidade de NY, esperando que os mortais controlassem o incendio do parque. Isso foi algo que demorou o dia inteiro e só era seguro entrar naquele lugar que já tinha sido uma bela floresta por volta das 23h, quando a lua estava brilhando em meio a todos os prédios da cidade tão grande. O cheiro de fumaça era algo insuportável e várias pessoas saíram das casas ao redor, provavelmente foram para a casa de parentes ou algum conhecido para fugirem daquele cheiro horrível.

Alex se sentia mal, não queria ter causado tudo aquilo aos mortais, mas tinha sido apenas para o bem dos semideuses, o garoto estava com muitas dúvidas sobre o que estava sentindo, mas de qualquer modo, não importando como ele se sentia, ele teria que ir derrotar o lestrigão que ainda se escondia no meio dos restos de árvores da não-floresta.

Todo o cansaço de Alex havia passado depois que o sol tinha dado seu lugar a lua. Afinal, ele era sempre fortalecido quando a noite chegava. O garoto então, correu para dentro das árvores queimadas.

-Monstro, apareça! – Gritou Henry

Do meio das árvores um lestrigão com a pele toda vermelha pulou na frente dele, destruindo as árvores compeltamente carbonizadas que apareciam em seu caminho. Assim que olhou para o semideus, o lestrigão abriu sua bocarra e gritou algo parecido com “Comida!”.

Alex fez sua caneta virar espada novamente, ele não estranhou o fato do lestrigão não ter morrido no meio do incêndio, já que ele era imune ao fogo, assim como muitos outros monstros.

O monstro avançou para cima do semideus, ele apontou sua varinha para o monstro e gritou mais um feitiço.

-Somnus!

O monstro pareceu desistir do ataque e recuou lentamente, ficou cambaleante e muito lento. Aquilo significava que a magia do sono havia dado certo, Alex só nãos abia por quanto tempo, mas sabia que tinha que ser rápido. Avançou na direção do monstro e lhe desferiu um corte com sua espada venenosa e tentou chutá-lo, mas o mosntro segurou a perna de Alex o jogou para a frente.

Alex voou por alguns metros até parar em um tronco que havia se mantido firme, ele estava morrendo de dor, tanto que não conseguia pensar direito no que faria, quando viu o monstro vindo lentamente na direção dele para matá-lo. Ele sabia que seria uma morte lenta, pois o lestrigão já estava sentindo o efeito do veneno da espada e sua força não estava digna de um monstro, então digamos que demoraria muito tempo pra ele conseguir matar Alex.

O garoto perdeu sua varinha ao cair e não sabia onde ela estava, só sabia que lhe restava apenas sua espada, que estava do seu lado. Com muita dificuldade, Alex se levantou e pegou a espada, ele não podia correr contra o mosntro ou ele acabaria dando de cara no chão, por conta da dor que sentia.

Então assim que o mosntro tentou golpear Alex com um soco, o semideus lhe desferiu um golpe com a espada em seu pulso, decepando a mão do mosntro, que rugiu ferozmente, se livrando de seu feitiço do sono. Porém o veneno da espada ainda fazia efeito e bastava um golpe mais forte do garoto que aquele lestrigão seria reduzido a pó assim como o manticore e a empousa.

Se recuperando, Alex correu na direção do lestrigão, desferindo-lhe um corte na barriga, o monstro colocou a mão que ainda tinha na barriga e caiu no chão. Em alguns minutos ele começou a se desfazer em pó e Alex foi atrás de sua varinha. Depois de dez minutos procurando, finalmente a encontrou.

O garoto teria que esperar o sol para poder mandar uma mensagem de Íris para o acampamento, então decidiu dormir em um dos bancos do parque.

Alex passou por uma noite fria, mas graças aos deuses, não foi atacado por nenhum monstro, ou ele estaria morto. Assim que o sol nasceu novamente, Alex foi até o lago do parque e jogou seu único dracma de ouro no arco-íris que se formava acima do local cheio de água.

-Ó deusa, aceite minha oferenda.

Então Alex comunicou a Quíron que havia tudo dado certo em sua missão e que ele precisava voltar para o acampamento, Quíron assentiu e disse que a van do acampamento apareceria em breve.

Como dito, a van apareceu com o motorista de cem olhos. Alex entrou e voltou para o acampamento, ao chegar lá, foi cumprimentado pelos seus companheiros de chalé e entrou no chalé de Nyx para descansar de verdade em uma cama de verdade. Em seus sonhos, Apolo o parabenizou...

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Perséfone em Dom Abr 21, 2013 2:09 pm

Aprovado

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Billie Turner em Seg Abr 22, 2013 6:30 pm

Nome do Seu Player? Chandler L. Yank

Nome do Cannon que deseja se tornar? Billie Turner

Por que deseja se tornar esse cannon? Achei-o interessante. Faz o meu estilo e interpretá-lo, além de ser divertido, seria uma honra, pois simpatizei muito com o personagem logo de cara.

O que te assemelha a esse personagem?
Gosto de animes, bandas de rock, do “preto básico”. Sou magro e bem “desligado” também.

PP que irá utilizar no perfil do cannon? Skandar Keynes

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas.

Eu estava em uma casa de aluguel, vivia sem ninguém. Ah, já ia me esquecendo, sou Cornelius Billie Turner, mas me chamam de Billie. Aquele dia foi um dia gravado na memória.
Era uma sexta, voltava de um rock bar que gostava por ali. Três caras, que lembravam muitos os valentões da escola, estava vindo do outro lado da rua. Quando me viram, deram algumas risadas, sussurrando entre si e vieram em minha direção.
“Arranjadores de confusão... nunca aprendem.”
- Olha, só... jaquetinha maneira, hein, cara! Acho que ela ficaria muito melhor em mim, não acha – perguntou o mais alto deles, me provocando.
- Não – disse sem sentir nada. Nem medo, nem superioridade, apenas queria sair dali.
- Olha, ele é corajoso... e essa camiseta? O que é? Legião Urbana? Você escuta isso?
- Sim, cara. Agora vou indo – passei por eles e continuei meu caminho.
- Você acha que vai sair assim? Não me faça rir – ele riu e eu não dei atenção a ele. Acho que ele ficou irritado, pois alguns segundos depois, os outros dois grandalhões me pegaram, um em cada braço e me arrastaram até o “líder” deles.
- Você não me ouviu? Acho que agora você vai me dar esta jaqueta – ele preparou um soco. Eu não queria confusão, não queria agredir ninguém, apenas dormir. Porém, o que mais eu poderia fazer num momento como este?
Puxei o braço esquerdo para o lado direito, fazendo com que um dos grandalhões que me seguravam ficasse em minha frente e levasse o soco por mim. Funcionou. Logo após, joguei o outro no chão. Empurrei o grandão socado em cima de seu “liderzinho”. Os três levantaram e ficaram juntos, um do lado do outro, me encarando. Ia deixá-los com medo, mas antes de fazer isso já estavam correndo pra longe, gritando alguma coisa como:
- Pé grande! Pé grande! Corre gurizada!
Virei-me e vi o porquê. Era um ciclope. Com a névoa, não sei o que os outros viram. Estavam um pouco bêbados, então não dariam muita importância a isso no outro dia. Eu estava desarmado.
“O que um ciclope faz aqui numa horas dessas?”
Eram 4 horas da manhã e eu queria dormir. Com certeza, alguém estava me querendo morto. Sem espada e escudo, não podia lutar de igual para igual. Eu não era de subestimar monstros, apesar de ser alguém com grande potencial.
“Ok, vamos ver se está frio aí em cima!”
Minhas roupas eram mágicas, se transformavam junto comigo. Eu me concentrei e comecei a aumentar de tamanho e mudando de aparência. Estava a altura do ciclope, quando só tinha um olho e a transformação estava completa. Agora eu era um ciclope também, porém com treinamento, mais agilidade e muito mais inteligência. Apliquei golpes de luta que todos sabem, mas que não podem aplicar em um ciclope sendo um humano. Com toda a força chutei os pés do ciclope (alguns chamam isso de “rapão”) deixando o no ar por um segundo. Agarrei o pescoço dele e o coloquei contra o chão. Soquei-o até deixá-lo inconsciente. Voltei ao normal e continuei andando.
“Que noite, hein!”
Achei que aquilo era tudo, mas estava enganado. Um minotauro e uma fúria juntos. Como dupla esses monstros eram bons, pois a Fúria era muito rápida, qualquer distração e você podem acabar com três garras no pescoço em segundos; um acerto em cheio de um minotauro em você pode se dar muito mal. Como cuidar dos dois? Por sorte eu podia criar um clone, ou seja, uma cópia exata de mim com as mesmas habilidades. Não pensei duas vezes. Minha sombra se partiu formando duas e uma delas levantou do chão tornando-se um humano igual a mim. Quando terminei, ordenei ao “Billie 2” que, por enquanto, apenas distraísse o minotauro.
Eu, então, passei a prestar atenção na Fúria. Ela veio em minha direção numa velocidade monstruosa, me atirei para o lado no chão, rolei e fiquei de pé. Agora ela estava batendo as asas e me encarando. Ela pecou muito ao fazer isso, era como se implorasse a mim que a torna-se pó. Meus olhos faiscavam. Eu imaginava seu interior pegando fogo e, alguns segundos depois, ela pegava fogo por completo. Parte da missão estava cumprida.
Ter um clone às vezes é complicado, pois ele não pensa, apenas faz o que você manda. Até agora ele estava, apenas, distraindo o minotauro, desviando de ataques, mantendo distância e jogando bolas de fogo em sua cara, porém ela havia conseguido deixar o monstro bem cansado. Eu mais uma vez me transformei em um ciclope, pois eles possuem uma força tremenda. Peguei uma placa de trânsito e bate na cabeça do minotauro que ficou cambaleando. Foi fácil já que ele não tirava os olhos do “Billie 2”. Derrubei-o no chão, fechei a mão, dei algumas marteladas na cabeça e, como fiz com a fúria, o incinerei. Meu clone foi desaparecendo se se tornando, novamente, uma segunda sombra minha e, logo, se fundindo com a original.
Mais a frente avistava alguém de capa com um capuz. Ela batia palmas.
“Ah, sério? Alguém me quer morto, só pode ser isso.”
Não deveria ter pensado nada, nem baixado a guarda. Em menos de dois segundos, a pessoa do capuz estava na minha frente pronta para arrancar a minha cabeça com uma espada. Abaixei-me e por pouco não me confundem com a “mula-sem-cabeça”. Nesse momento saltei pra trás, dei uma pisada forte no chão, que estremeceu e se abriu onde ela estava. Ela pulou e rolou para o lado.
Não via seu rosto, mas ao falar comigo, me pareceu uma garota:
- Vi sua luta com o Ciclope... você pode se transformar em monstros, é isso?
- Você viu, deve saber a resposta.
- Hmm, que afiadinho - ela deu uma risada um tanto sexy – como se chama?
- Billie. Por quê?
- É Filho de Caos, não é? O pai de todos? Seu controle com os átomos... não, tenho mais dúvidas.
- Como...? Quem é você?
- Não importa agora!
Senti que ela estava me testando, não queria me matar ou algo do tipo.
- Então não vai me dizer quem é... O que você quer comigo?
- Por enquanto nada, apenas queria ter certeza de quem você era, ou o que era. Eu segui você.
- Você é uma semideusa também?
- Sim. E antes que pergunte, é só isso que vou dizer. Talvez você descubra mais coisa, mas não agora.
- Então é isso. Eu poderia tentar fazer você falar, mas não vou... acho que você voltará em breve, não sei bem o porquê.
- Hm... Andou sonhando comigo por acaso – perguntou dando aquela risada mais uma vez – pressentindo algo?
- Talvez... Agora se não se importa, irei tomar meu rumo.
- Ok, eu também. Minha missão aqui acabou... por hoje.
- Por hoje, é?
- É – ela sumiu diante de meus olhos.
Eu poderia ter a feito falar, por que não a fiz? Era uma semideusa como eu, porém não sabia muito mais dela. Algo me dizia que não demoraria muito para eu entender tudo aquilo e vê-la de novo.
“Vou para casa, afinal, amanhã é outro dia!”

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Seg Abr 22, 2013 6:47 pm

Aprovado.
Confesso que pensei um pouco em te aceitar, mas pelo que vejo você escreve bem, sem muitos erros e com detalhes. Só o alerto para que aumente a dificuldade de suas lutas, pois apesar de ser poderoso você ainda é um semideus e o grau de dificuldade pode te ajudar a ganhar mais recompensa em treinos. Se for necessário, opte por monstros mais poderosos para que a luta tenha maior desenvolvimento.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Aria R. Bouvier em Ter Abr 23, 2013 1:42 pm

Nome do Seu Player?Aria R. Bouvier e fake da Deméter

Nome do Cannon que deseja se tornar?Sarah Annelise Harker

(APENAS PARA CANNON'S DO LIVRO) O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)

Por que deseja se tornar esse cannon? Pois foi com a Sarah que eu mais me identifiquei, a achei interessante, intrigante, enfim, ela foi o cannon que mais gostei.

O que te assemelha a esse personagem?É difícil admitir isso, mas sempre quero tudo do meu jeito, isso é uma das coisas que me assemelha a Sarah. As pessoas passam por cima de você para conseguir o que querem, porque não fazer o mesmo? Se você quer algo, tem que lutar, não importa a que custo. Persuadir e manipular são as melhores formas de se conseguir seus objetivos,Se você quer algo tem que lutar não importa a que custo. Persuadir e manipular são as melhores formas de se conseguir seus objetivos porque não fazer isso?

PP que irá utilizar no perfil do cannon?Chloe Moretz

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas. (Sem template ou size)

Sarah estava acabando de se arrumar, acabou de se enfiar na justa camisa do CHB, uma filha de Deméter havia aviso a pouco que Quiron a chamava na Casa Grande. Assim que estava devidamente vestida, se apressou em direção a casa grande, a ultima coisa que queria era deixar o centauro esperando, a garota não tardou a chegar em seu destino, antes mesmo de entrar percebeu uma presença forte, o aroma adocicado podia ser sentido de longe, com certeza Quíron não estava sozinho. Uma mulher estava sentada em uma cadeira a frente de Dionísio, tendo apenas a mesa os separando, o centauro estava ao lado, os dois ouviam impacientemente o deus do vinho reclamar do acampamento e seus campistas.

-Savanah Annabel - Dionísio, o primeiro a avistar Sarah, exclamou.

-É Sarah Annelise, senhor - A garota tentou corrigi-lo com um suspiro, que foi ignorado, ja que o mesmo repetiu seu nome errado novamente, balançando a mão como um jeito de desdenho.

A mulher levantou, virando para a menina, que soube na hora de quem se tratava, fez um reverencia meio desajeitada, afinal, não é bom aborrecer a deusa do amor. Diante de Sarah parou a mulher mais linda que ja vira, os cabelos mudavam constantemente de cor, a garota não sabia dizer se ela era loira, morena ou ruiva, so sabia dizer que eram brilhantes, os olhos também chamavam a atenção, a cada piscada eles mudavam de cor. Por um segundo Sarah permitiu-se sentir inveja, o que não poderia conseguir com aquela beleza? Teria todos satisfazendo a seus caprichos, sejam eles qual for.

-Em quase todos os momentos isso é bom, querida - Afrodite disse sorrindo, exibindo todos seus dentes branquíssimos. Claro, ela é uma deusa, sabe ler pensamentos. Sarah revirou os olhos mentalmente - Ola, filha de Hemera - A deusa acrescentou

-Sarah, querida, temos uma missão para você - Quíron tomou a frente, em vista que ninguém falava, a loira apenas balançou a cabeça em concordância - Precisamos que ache e traga em segurança dois filhos de Afrodite.

-Mas esse não é o trabalho dos sátiros? - A menina não estava nem um pouco afim de arriscar sua vida para ajudar dois semi-deuses, que provavelmente serão ignorantes e cheios de si. Afrodite lançou um olhar reprovador para a garota. Ah, ler pensamentos, esqueci.

-Já foi mandado 2 sátiros, nenhum voltou ate agora e não conseguimos contato com eles.

-Peço que parta o mais rápido atras de meus filhos, uma menina, a mais nova, e um menino - Afrodite sorriu ao sobre os filhos, eram especiais - Eu sei que não é normal os deuses terem mais de um filho com o mesmo mortal, anão ser que sejam gêmeos. Mas seu pai é especial, assim como nossos filhos - Aquilo despertou a curiosidade em Sarah, como assim especiais? A garota resolveu não perguntar já que o tom de voz da deusa do amor indicava que aquele assunto terminava ali.

-Você partira ao entardecer, sem demora, eles precisam de você

Sarah assentiu, fez uma singela reverencia e se retirou do local, mas não sem antes ouvir Dionísio murmurar um "Que nenhum dos três voltem, menos bastardos para me atormentar" Ainda era de manha, então a filha de Hemera tinha um tempo razoável para arrumar tudo, depois do almoço a menina já estava com tudo pronto para sua partida. Ela se encontrava na entrada do acampamento, acompanhado de Quíron e Argos.

-Sarah, irei tentar explicar tudo resumidamente, o garoto mais velho já sabe sobre quem é, Afrodite so esperava a menina completar 13 anos para traze-los ao acampamento, o aniversario dela sera daqui 2 dias, seu cheiro é forte, assim como de seu irmão, os monstros logo iram atacar, seja não o fizeram. Ambos tem um colar de proteção em forma de lua, eles se completam, esses colares foram feitos por Hefesto e abençoados por Nyx para manter-los fora de perigo, escondendo seu cheiro da maioria dos monstros - O Centauro percebeu o rosto confuso de Sarah, pois sorriu e diminuiu o ritmo, falando mais devagar - Você ira entender quando encontrar-se com eles. Eles moram em Washington, estudam em um colégio integral, você saber como acha-los.

Sarah não questionou, Quíron estava sempre certo, ou 99% das vezes, pegou as passagens, uma de ida e 3 de volta, e partiu na van do acampamento em direção ao aeroporto. Argos a deixou na porta, faltava apenas meia hora para o avião partir, então ela tinha que apressar-se, fez o check-in e embarcou, sem tempo.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Sarah suspirou, talvez Quíron não estivesse certo dessa vez, a garota já estava em Paris a um dia e não achara nem sinal dos semideuses. Ela suspirou novamente, bebericou um pouco de seu café amargo, ajeitou a mochila no ombro, e passou a observar as pessoas a sua volta, sua busca estava apenas no começo e ela já estava cansada. A garota estava prestes a levantar e ir para o hotel onde estava hospedada quando sentiu algo diferente, quando se é filho de um deus você aprende a confiar em seus sentidos. Sarah correu os olhos por todo o parque em que se encontrava, a mão foi direto para a bolsa, onde sua espada se encontrava, não demorou para perceber o que despertara seus sentidos, uma mulher muito bonita a olhava de longe, encostada em uma arvore e acariciando um pequeno cachorro. Poderia ser uma coisa normal, afinal, muitas pessoas encaravam Sarah por ser tão nova e bonita e estar sentada a horas num banco, sem nada fazer, mas a garota sentia uma presença diferente naquela mulher e por um segundo, jurou vir presas de vampiro no instante que a mulher sorriu para ela. Aquilo não era um bom sinal, a mulher loira vestia um vestido vermelho com rendas pretas e salto alto, dava para se ouvir o barulho do choque do solo de terra com o sapato da mulher, ela caminhava em direção a Sarah, que a essa altura estava estava com os pelos dos braços eriçados, a mulher cheirava a perigo.

A mulher já não era tão bonita quanto antes, de antiga mulher nada sobrara, seus cabelos antes negros como o carvão agora chamuscavam labaredas de fogo ao redor de seu rosto, no lugar das unhas perfeitamente pintadas de vermelho estavam longas e afiadas garras, a curta saia que exibiam longas e esbeltas pernas agora mostravam uma perna de bronze e uma de burro, mas o que mais chamava a atenção era os dentes, era presas afiadíssimas sujas de sangue, de semideuses e humanos sem sorte, Sarah supunha. A garota estava animada, aquela missão estará sendo fácil demais, e derrotar uma Empousa seria fácil.Mas como sorte de semideus é passageira, Sarah estava enganada. Não tardou para o cachorrinho, de aparência tão inocente, se transformar em um cão infernal maior que a garota.

As poucas pessoas que ali estavam pareciam alheias ao perigo que a pequena garota corria, apenas viam uma doce menina conversando e 'brincando' com uma mulher e seu cachorro. Pobres mortais, enganados pela nevoa, não sabiam os perigos que reinavam ao seu redor, nunca saberiam do mundo paralelo que os cercava, mundo esse que para eles é irreal.

Perfeito! A feiosa tem um amigo. Sarah revirou os olhos mentalmente, um seria fácil de derrotar, dois já era mais difícil. Tudo para atrasa-la, claro. A garota tirou a mochila do ombro e pegou sua lança curta, esta que tinha apenas 40 cm, cabia perfeitamente ali, a mulher vampira sibilou, apontando suas longas garras para Sarah.

-Estou com tanta fome, mas isso pode esperar, irei primeiro brincar com você - Um sorriso maligno brotou nos lábios dela - Então seja boazinha e me de uma boa luta, quem sabe assim não te darei uma morte rápida.

Sarah revirou os olhos, menas palavras e mais ação, era isso que ela queria, não podia demorar com aquilo, ainda tinha dois semideuses "importantes" para achar. Sem tardar a garota avançou para cima da empousa mas foi interceptar pela cão infernal, que aparentemente estava protegendo sua 'dona', o monstro derrubou Sarah no chão, e tentou abocanhar seu rosto, a menina usava toda sua força para mandeu sua cabeça a salvo, segurando a cara do monstro o mais afastado que podia, coisa que estava sendo fácil, em vista que ele era muito mais forte que ela. A boca do chão infernal estava aberta, fazendo com que baba de monstro escorresse e caísse no rosto da filha de Hemera, simplesmente nojento. A menina agradeceu aos céus por o sol estar em seu auge, fazendo com que sua força ampliasse, já estava cansada daquilo, então chutou barriga do cão com o joelho, ele se afastou um pouco com a força do golpe, ela era pequena e magra, mas nunca poderiam subestimar sua força. Sarah levantou as mãos e fez com que fios de luz saíssem deles, prendendo o cão infernal, o garota o chutou novamente, fazendo com que ele tombasse para seu lado esquerdo, ela se pós de pé em um salto, pronta para dar o ultimo golpe no monstro, mas foi interrompida novamente, dessa vez pela empousa, que ate aquele momento apenas observava tudo, crente que seu bichinho de estimação daria conta do recado.

Se Sarah não tivesse bons reflexos teria sido decapada pelas garras da mulher-vampira, ela abaixou na hora certa. Aproveitou que estava abaixada ao lado do monstro, que ainda tentava se livrar dos feios de luz, e enfiou a lança em sua cabeça, fazendo-o se transformar em pó. A menina se virou para a empousa, ela parecia irada, afinal, Sarah acabara de matar seu 'mascote', a mulher-vampira estava com as presas sujas de sangue para fora, e em posição de ataque, a menina se colocou de pé, mas logo foi ao chão, acertada pelas garras do bicho, que acertou um pouco a baixo do pescoço, por sorte foi algo superficial, Sarah observou os pequenos filetes de sangue saindo de quatro riscos que rasgaram a parte de cima de seu vestido florido, aquilo ardia, mas nada muito irrelevante.

Olhos de Sarah se voltaram para a empousa, eles que normalmente são arroxeados, como ametistas, estavam brilhantes como o sol, a mulher-vampira não desviou os olhos, ficara encantada com a luz, que ficava cada vez mais intensa. Por alguns instantes esqueceu que estava ali para come-la literalmente, mas o encanto pela bela luz que saia dos olhos da menina não durou muito tempo, a luz ficara bem mais intensa, queimando os olhos da mulher-vampira. Esta rugiu irada, começando a se debater, uma cena no minimo patética.

-Quem dizia mesmo que iria me fazer de almoço? - Sarah perguntou divertida, enquanto um sorriso malvado brotava em seus lábios rosados.

A cena não passara despercebida aos olhos mortais, não viam a real situação, mas sim uma briga, onde uma mulher mais velha 'batia' em uma pequena menina.

-Por favor, não faça isso - A mulher-vampira suplicou, bem, ela ja não era tão vampira, voltara a sua forma de disfarce, os longos cabelos pretos pendiam ate o final de suas costas, as pelas pernas bronzeadas, os olhos, antes azuis, estavam brancos, dignos de um cego.

Fora uma tentativa falha de enganar Sarah, é claro que ela não iria cair nessa, a menina revirou os olhos, os monstros subestimam nossa inteligencia. A empousa se debatia ainda, a garota tentou se aproximar, mas acabou com a barriga arranhada e mais um pedaço de seu vestido estragado. Sarah desistiu de usar sua arma, os poderes sempre são mais eficazes. A garota esticou as duas mãos, fez com que duas enormes bolas de energias surgissem em suas palmas e as lançou em direção ao monstro, que não teve como fugir, ja que nem enxergara de onde o golpe veio.

Sarah caiu no chão, usar seus poderes sempre requer de si. Ela respirou fundo e foi analisar o estrago, ignorando os olhares tortos que algumas pessoas lançavam para a mesmo. A garota desviu o olhar de seus machucados para uma menina que a observava assustada, sua expressão denunciava que vira mais que todos os outros mortais, ela encarava Sarah com os olhos arregalados e a boca entreaberta, como se tivesse visto toda a luta. Seria sorte demais para uma semideusa se aquela garotinha fosse quem procuro.

Sarah analisou primeiramente o rosto da menina, seus traços eram perfeitamente desenhados, emoldurados por longas madeixas negras, que entravam em contraste com sua pele de boneca, os olhos eram no minimo curiosos, mudavam de cor todas as horas, era como um arco iris, mas as cores que mais predominavam era o castanho claro e o preto, da cor de seus cabelos. Suas características não eram as normais de filha de Afrodite, mas sua beleza não negava. Só para confirmar, Sarah direcionou seu olhar para o pescoço da garota, onde pendia um pingente de meia lua, bingo! Ao menos uma vez na vida a sorte estava ao seu lado. A filha de Hemera se pós de pé em um salto, e, sem descrição nenhuma, correu em direção da garota, que não pareceu sentir medo.

-Obrigada - A provável filha de Afrodite sussurrou assim que Sarah estava perto o suficiente - Aquela mulher e seu cachorro me perseguiram da escola ate aqui. Obrigada por mata-la - Ela acrescentou ao ver a confusão estampada no rosto da garota.

Antes que Sarah pudesse pensar em uma resposta, surgiu um garoto, ele corria desesperado em direção das duas, mesmo com a respiração ofegante e suado se percebia a beleza do menino, muito parecido com sua irmã mais nova, os cabelos negros e os olhos da mesma cor que os da garota, a pele branca e sem imperfeições, alto e forte. Em seu pescoço estava o colar, um pingente em forma de meia lua, que completava o de sua irmã. O garoto chegou se a menina estava bem, antes de lançar um olhar assassino para Sarah, um silencioso aviso.

-Quem é você? - Seu tom de voz era agressivo, não se importava se ela era uma menina, se tivesse encostado um dedo em sua irmã se veria com ele.

-Sou quem salvou sua irmã de alguns monstros. De nada - A menina satirizou, revirando os olhos, não gostara de seu tom de voz - Agora sem demora, vamos para o acampamento. Já estou cansada.

-Não vamos para esse acampamento, já dissemos isso para os dois homens-bodes - O menino puxou sua irmã mais nova para trás de si, não confiava na filha de Hemera

-Vocês não vai querer me fazer obrigar-lhes a ir, não? - Sarah suspirou pesadamente quando não obteve resposta da parte de nenhum dos dois, tentaria uma abordagem mais suave - Olha, você me parece bem sensato, garoto, então me escute bem. Sua irmã teve sorte de eu estar aqui, ela estava sendo perseguida por dois monstros, e se não tivesse interferido você teria um bom motivo para chorar. Se não quer que nada de ruim aconteça a ela, e nem a você mesmo, é bom aceitar o fato de que tem que ir para o acampamento, os dois. E nem venha com o papo de que você protege ela, pois não estava aqui quando ela precisou. Resumindo, ou vocês vão comigo para o bendito CHB ou não vão ter chances de sobreviver a todos os monstros.

Sarah não precisou de mais argumentos para convence-los a ir com ela, ambos se preocupavam muito um com o outro para sequer pensar na possibilidade de acontecer algo com ele. A menina cuidou de seus ferimentos com ambrosia e néctar e partiu em direção a cara dos irmãos, que descobrira se chamar August e Anastácia, com 17 e 13, ou quase isso, respectivamente. A curiosidade coroia a loira, queria saber porque os dois eram tão especiais, já que ate ela pode sentir uma aure forte saindo deles.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


Sarah estava sentada em uma cadeira de balanço, já na casa dos dois irmãos, com a roupa trocada e tomando chá, o pai dos filhos de Afrodite foi bem receptível com ela, ate admirava que a garota tivesse convencido seus filhos a irem para o acampamento. O homem estava a sua frente, com August e Anastácia a seus pés, ouviam atentamente enquanto Sarah contava sobre o CHB. Fernando, o pai deles, era silencioso, quase nada falava, os cabelos igualmente negros como os dos filhos, os olhos da mesma cor, pálido, os anos foram generosos com ele, não aparentava seus 40 e poucos anos.

-Então, aposto que todos vocês estão curiosos para saber tudo - O homem começou, levando a chiçara ate sua boca e bebericando o chá, pelo visto nenhum dos dois sabiam quem era sua verdadeira mãe, apenas que não eram como todos os adolescentes - Eu conheci a mãe de vocês em uma festa, não em uma festa qualquer, uma festa no Olimpo - Com aquilo ele conseguiu pender a atenção de todos - Sim, eu também sou um meio-sangue, isso é que faz vocês tão especiais, filhos de um semideus filho de Nyx com a deusa do Amor, Afrodite. Comemorávamos o fim de uma longa guerra, alguns monstros fortes conseguiram escapar o Tártaro, e sobrou para nos, semideuses, concertar tudo. A mãe de vocês surgiu, tão linda com um vestido vermelho, estava cansada das brigas com Ares e Hefesto, ainda não sei o que ela viu em mim - Fernando suspirou, perdido em pensamentos, eram lembranças boas - Não preciso contar como aconteceu, não é? August nasceu, e ela teve que ir embora. Em seu aniversario de 4 anos ela veio te visitar - Ele agora olhava diretamente para o filho mais velho - Não preciso dizer o que aconteceu. Anastácia esta ai como prova do que aconteceu aquela noite. Zeus ficou furioso, não é certo um deus ter dois filhos com um mesmo mortal. Afrodite me contou mais tarde que uma profecia fora lançada sobre nossos filhos, estavam predestinados a algo grande, mas a profecia não foi revelada a mim, apenas sera para vocês quando chegarem no acampamento meio-sangue. Prometi a mim mesmo que não interferiria em suas decisões, mas o melhor a se fazer é mesmo ir com Sarah.

Aparentemente o que Fernando contou foi o suficiente para que os irmãos concordassem plenamente em ir com Sarah, sem discutir. Já era 10 horas da noite e todos estavam prontos para partir, não iriam mais de avião, Anastásia tinha medo ou fobia, ou sei la o que, Sarah tentou convence-la, mas a menina era dura na queda. A historia que o pai dos filhos de Afrodite contara não sairá da cabeça de binguem, cada um pensava em um ponto especifico da historia. Fernando deu sua antiga espada para o filho mais velho, e uma caixa pra a mais nova, e pediu que ela abrisse só no outro dia, que seria seu aniversario. Estavam todos os três acomodados no carro de August, sob os protestos de Sarah.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~


Sarah olhava pela janela, já estava cansada de brigar com August, o vento bagunçava seu cabelo, ela suspirou pesadamente, aquele não era o caminho mais rápido, já era de noite, 3 semideuses juntos atrairia muitos monstros, mas ele não queria parar.

-Vamos voltar, devíamos ter virado a ultima esquerda - Sarah revirou os olhos, mesmo que ninguém visse por esta de óculos escuros.

-Quem esta dirigindo sou eu, então não se entrometa, baixinha - August disse rispidamente, a filha de Hemera bufou com raiva, desde que descobrir que ela não gostava que falassem de sua baixa estatura, ele passou a chama-la assim.

Anastásia era silenciosa, trocara uma duzia de palavras com eles, as vezes não sabia-se estava dormindo ou entrara em coma com os olhos abertos. Mas é claro que ela não falaria nada, ninguém nunca pedia sua opinião, era como se ela fosse algo relevante. An fechou os olhos, estava cansada da discussão dos dois, pareciam crianças birrentas, e olha que ela era a mais nova ali. A briga de Sarah e August prossegui por um longo tempo, sendo interrompida por um grito vindo da parte de Anastásia. Seu irmão mais velho desviou a atenção de Sarah para a estrada, encontrando um homem, ou assim aparentava, de 2 metros e meio, ou mais, com uma maça em uma das mãos, August tentou desviar, mas acabou perdendo o controle do carro e bateu o carro em uma arvore. Graça aos deuses todos esta de sinto, e não foram feridos gravemente, Sarah não sabia se estava com vontade de bater no filho de Afrodite ou sair do carro e matar o monstros, ambas opções pareciam tentadoras. A menina estava prestes a enganar o August quando o monstro rugiu, ele poderia esperar para morrer, o monstro não. Ela conferiu se os irmãos estavam bem, August tinha um pequeno corte na testa causada pela batida do rosto contra o volante, Anastácia estava com o lábio cortado, mas nada demais.

Sarah puxou sua bolsa, ignorando a dor na cabeça, que estava aos seus pés, podia sentir o sangue escorrer por sua testa, mas esse também fora ignorado, ordenou que os irmãos se escondessem na floresta enquanto ela cuidava do monstro. Ambos protestaram, mas foi ignorado pela garota, que, com certe dificuldade para, conseguiu abrir a porta do carro. Sarah, sem pressa, saiu da floresta onde o carro entrara, com a lança na mão esquerda e a Sabre na direita, na intenção de acabar com o monstro e sem seguida matar August, depois se veria com Afrodite. O monstro já estava entrando na floresta quando a filha de Hemera conseguiu sair de la, e ir para o asfalto, a garota teve que berrar e balançar os braços acima da cabeça para chamar atenção do brutamontes, sem duvida, a garota reconheceu o Lestrigão, ele a olhava com fome, sorrindo, exibindo os dentes podres, amarelados e com resido de sangue e restos de um semideus desafortunado. Sarah gritou mais alguns insultos para atrai-lo para ela e afasta-lo da floresta, o que deu certo, o monstro rugiu e avançou para cima da garota.

Não foi difícil para Sarah escapar do golpe da maça devido a sua falta de estrutura alta, para não dizer que ela era baixinha, quase que sem dificuldade a menina passou por baixo das pernas, que estavam abertas, do monstro feioso. Ele podia ser forte, mas isso não ajudava-o, era burro como uma porta, a inteligencia, naquele caso, era mais importante que a força. O Lestrigão avançou sobre Sarah novamente, mas ela conseguiu desviar como antes, ele não desistia de tentar atingi-la assim, ficaram nesse ataque e defesa por um bom tempo. Ate que em uma das vezes que Sarah foi passar por baixo das pernas do monstro sentiu algo puxando seu pé e logo estava suspensa no ar, de ponta cabeça, o Lestrigão a balançou de um lado para o outro, a garota sentiu a pouca comida que ingerira na casa dos Cipriano's quase voltar. Sarah, quando já não aguentava ser balançada daquele jeito, resolveu fazer alguma coisa.

Assim que o Lestrigão se cansou de brincar com Sarah decidiu come-la. A garota esperou estar perto o suficiente da boca do monstro para acerta-lhe o olho com a lança curta, foi um lançamento certeiro, o bicho feio rugiu e jogou Sarah longe, sem dificuldade nenhuma, como se a menina fosse uma leve boneca de pano, levando as duas mãos ao olho direito. Assim que atingiu o chão, Sarah perdeu todo o ar que tinha nos pulmões e tão pouco conseguia respirar, levou algum tempo para sua respiração ficar, ao menos um pouco, regular. Ela puxava o ar pela boca e com esforço, apenas pegando mais raiva daquele monstro.

Quando o Lestrigão conseguiu se livrar da arma no olho a jogou longe e voltou sua atenção para a menina, que ainda se recuperava, colocando-se de pé com um pouco de dificuldade e com sofrer conseguiu desviar do golpe da maça, se jogando para o lado. Voltaram para o tedioso ataque e defesa, a garota foi ferida algumas vezes, mas nada relevante, quando cansara de esquivar Sarah partiu para o ataque, abaixou-se quando o monstro tentou ferir-lhe na cabeça, e passou por baixo de suas pernas. Antes mesmo do monstro conseguir se virar para ela, a garota soltou fio quase invisíveis de luz, mas resistentes, que prenderam as pernas do Lestrigão e subiram ate seus braços, os prendendo também, deixando-o imobilizado, também, com os fios de luz, tirou a arma da mão dele. Sabendo que aquilo duraria pouco, Sarah formou um foco de luz enorme na palmas das mãos e lançou sobre o monstro, que não teve como desviar. Aquilo o afetou, dava para perceber, mas não foi o bastante, o bicho continuava de pé, e acabara de conseguir se soltar dos fios. Ele, ainda que cambaleante, partiu para cima da menina, que já estava quase totalmente curada, já que ficara quieta por muito tempo, ela estava quase recuperada, portanto era fácil para ela desviar de todas as investidas do monstro.

Sarah se abaixou quando o monstro dentou pegar-lhe pela cabeça, já cansada, resolveu acabar logo com aquilo, correu em direção a lança curta, que estava a poucos metros dela, esperou ate o monstro, com sua vagareza, chegasse ate ela e tentasse ataque-la novamente. Com a a lança curta em punhos, assim como a Sabre, Sarah partiu para o ataque, atacou-lhe primeiro a perna esquerda, o monstro, cego de um olho, tentou chutar a garota de la, mas não deu certo, ela partiu para a outra perna, fazendo a mesma coisa, e o bicho voltou a tentar chuta-la, mas com ambas as pernas machucadas só conseguiu apenas levar um belo tombo, ela aproveitou o momento e acertou ambas as armas no coração do Lestrigão, que nem forças tinha para levantar do chão, e este se desfez em pó.

A filha de Hemera nem parou para respirar, voltou correndo para dentro da floresta, não demorou nem 10 minutos para achar o carro batido e os filhos de Afrodite, August surtava pela batida de seu "bebe", Anastácia estava encostada em uma arvore abraçada as próprias pernas. Assim que avistou ela, o irmão mais velho, que andava de um lado para o outro e ao redor do carro, apontou para Sarah com raiva

-Isso é sua culpa - A garota revirou os olhos ao vê-lo apontar para o carro, com os olhos praticamente cheios de água.

-Minha culpa? - Ela bufou com raiva - Se você tivesse me ouvido já estaríamos no acampamento e eu não ia precisar ariscar minha vida para salvar a de vocês.

Antes que August pudesse responder ou Sarah pudesse executar seu plano de mata-lo, Anastácia, que ainda estava encostada e de cabeça baixa, se intrometeu.

- Eu juro que se vocês voltarem a brigar, dou um jeito de mandar os dois para o tártaro.

Ambos ficaram quietos, não queriam deixa-la irritada, não por medo, talvez por do, seu doce rosto estava marcado por lagrimas recentes. Sarah cuidou de seus ferimentos e depois do dos irmãos, e disse que teriam que ir andando para o CHB daquele ponto em diante, nem August discutiu. Eles não tiveram problemas com o escuro, a filha de Hemera iluminava por onde passava, os irmãos deixaram ser guiados por Sarah, sem nenhum protesto.

-Argh, vocês andam muito devagar - August, sem nem saber o caminho, andava mais rápido e na frente delas, incomodado com a presença de Sarah, aposto - E eu já estou cansado de andar

-Se quiser nos carregue no colo, caso contrario, continue quieto - Sarah suspirou, foram as melhores 2 horas da vida dela que chegavam ao fim, duas horas interruptas de silencio - Se você tivesse me ouvido não estaríamos aqui, eu já estaria livre de você.

-Porque eu deveria escutar você? - O neto de Nyx rebateu.

-Talvez, só talvez, por eu saber onde é o acampamento meio sangue e seu GPS idiota não, alias, o GPS só não é mais idiota que você - A essa já haviam parado de andar e estavam gritando um com o outro.

-Olha aqui garota - August chegou mais perto de Sarah, que nem em seu ombro batia, mas ela não se deixou intimidar - Toma cuidado como você fala comigo.

-Para mim já chega - Anastácia, que observava a briga em silencio, explodiu - Hoje é meu aniversario e como estou passando ele? Tentando evitar que vocês se matem! Eu sou a mais nova aqui, mas parece que sou a com mais maturidade, vocês dois parecem duas criancinhas birrentas. Argh, esse é meu pior aniversario.

Anastácia se jogou no chão e se desmanchou em lagrimas, o lado dela era compreensivo, descobrira que era uma semi-deusa, que tinha uma mãe, que havia uma profecia sobre ela e seu irmão, tinha que ir para um acampamento desconhecido e ficar longe de seu pai. Demais para a cabeça de uma menina de 13 anos. Sarah apressou-se em sentar ao lado da garota, com um suspiro forte, usou seus poderes para acalmar os sentimentos de Ann.

-Me desculpa, Anastácia, é que seu irmão consegue me tirar do serio - Sarah sentia a menina mais calma já - Prometo não brigar mais com August, nem que ele tente me tirar do serio, juro pelo rio Estige - Um rapio partiu o céu, que já estava clareando, selando a promessa - Agora temos que ir, antes que mais monstros resolvam aparecer.

Ambos os irmãos concordaram. O resto do caminho foi silencioso, apenas trocavam poucas palavras, ninguém reclamou, afinam, isso era bom para todos. Nem 3 horas pois já se podia ver a entrada do acampamento, é claro, 3 horas tirando as paradas que fizeram para descansar. Assim que passaram pelo portal, Sarah pegou a mão de cada um e os guiou ate a Casa Grande, onde foram recebidos com alegria por Quíron e com um muxoxo por parte do Dionísio.



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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Perséfone em Seg Abr 29, 2013 8:44 pm

Bom, vamos lá! Não vou mentir, a one-post tem erros de ortografia, mas nada muito grave, erros comuns de digitação que podem ser relevados. Sua criatividade é muito boa, a história consegue prender a atenção do início ao fim. Gostei bastante do seu teste, e os erros vão sumindo com o tempo e com uma boa releitura. Parabéns.

APROVADA!

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por James Di Angelo em Seg Abr 29, 2013 10:03 pm

Nome do Seu Player?
James Di Angelo

Nome do Cannon que deseja se tornar?
Conrad William

(APENAS PARA CANNON'S DO LIVRO) O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)

Por que deseja se tornar esse cannon?
Porque esse cannon se parece muito comigo e sei que já que somos tão parecido o representarei bem.

O que te assemelha a esse personagem?
Ele tem o temperamento forte, e isso eu também tenho, seu estilo é muito parecido com o meu, e se alguém o irrita muito fica com a cara bombardeada se socos, se assemelha comigo.

PP que irá utilizar no perfil do cannon?
Kellan Lutz

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas. (Sem template ou size)


Era noite quando estava deitado em minha cama no chalé de meu pai quando aparece uma luz muito forte e vejo o deus Apolo no centro do chalé, minha espada estava embaixo do travesseiro e rapidamente a peguei e fiquei com ela apontada para o deus que logo percebi que era uma espécie de holograma então Apolo fala:

- Conrad tenho uma missão pra você, quero que resgate o medalhão do sol, um objeto de diamante amarelo importante para mim e que foi roubado.

Olho para o mesmo e levanto ainda com a espada na mão giro a mesma com muita habilidade e falo com um meio sorriso:

- Aceito a missão Lord Apolo, aqui está um tédio mesmo, bom é que terei diversão.

- Então Conrad preste bem atenção, só vou falar uma vez o que você tem que fazer.

- Estou atento Lord.

- Será preciso que você saia em busca do medalhão, só tenho uma pista eles o levaram para fora do pais.

- Quando o Lord diz eles, está se referindo ao que especificamente?

- Não sei Conrad, mais sei que você é um bravo guerreiro e irá se divertir com essa aventura, espero que sobreviva e volte com o medalhão.

Nesse momento ele some e fico olhando para o lugar onde há pouco tempo Apolo falou comigo, caiu na real e penso, tenho que me preparar, não posso perder tempo não vejo a hora de uma aventura. Pego todas as minas armas e algumas roupas, apenas o suficiente e saio do chalé olhando para os lados, claro que eu não ia à casa grande avisar que “o deus Apolo apareceu em frente a minha cama e disse que eu tinha uma missão” eles não iriam acreditar, então chamo com a voz baixa meu cão infernal:

- Guerra! Vem aqui garoto.

Logo ele aparece e faço o pouco de carinho nele e falo:

- Posso precisar de você garoto, quando eu chamar não demora tá.

Com a mochila nas costas, faço aparecer um par de assas de sombras e saio voando, olho por cima os chalés e todo o acampamento poderia ser a ultima vez que estaria vendo-o. Ao se aproximar da cidade pouso, pois não queria causar repercussão, imagina se as pessoas vissem um homem com assas passando por cima de suas cabeças, entre um beco escuro fazendo logo com que as assas sumissem e saio andando pelas ruas sempre com cara fechada as pessoas passavam por mim e ficavam olhando mais eu não ligava estava mais preocupado em ter alguma pista de onde o medalhão foi parar, e isso não seria nada fácil, continuava a andar pelas ruas até um ponto de ônibus onde tinha dois garotos que me olharam, fiquei a encara-los e logo o mais forte e com cara de raiva fala:

- Qual foi cara, porque está me encarando?

Então fecho a cara e me aproximando do cara com o queixo erguido dando sinal de superioridade e falo encarando-o:

- Qual foi o que moleque, vai encarar?

Nesse momento o outro garoto de se aproxima mais ficando um pouco atrás, dando a entender que se meteria se preciso, já que estava na chuva era pra se molhar então empurro o cara que tenta me acertar com um soco que desvio facilmente e acerto um cruzado em seu estomago, o cara começa a se encolher e a cair no chão e nesse momento o amigo do mesmo tenta me acerta um chute que defendo com o braço esquerdo, dou um chute sem sucesso nele que desvia e me acerta um soco em meu rosto, nesse momento sinto muita raiva e acerto uma sequencias de socos e chutes, fazendo o garoto cair no chão olho de um garoto para o outro, o primeiro estava tentando se levantar enquanto o amigo estava quase inconsciente, pego o celular do garoto e saio andando, só tinha uma forma de eu conseguir informação e eu sabia como consegui-la, efetuo uma ligação para um numero qualquer que chama até cair, então penso, pronto agora é só questão de tempo até que algum monstro venha até mim, continuava a andar pelas ruas quase pedido as deuses que me mandassem algum monstro e não demorou muito quando estava andando por uma rua percebo que estava sendo seguido por alguma coisa, não sabia o que, talvez por causa da névoa eu também não queria chamar a atenção de quem passasse, então entro em um beco e percebo que seja lá o que fosse fez o mesmo andei mais um pouco e me virei e logo percebi que o monstro era nada mais nada menos que o minotauro, então tiro meu isqueiro do bolso e falo com uma cara de decepção:

- Queria um mostro que não fosse digamos... tão barra pesada, afinal estava querendo algumas informações e você não pode me dizer, mais fazer o que já que chamei tenho que assumir as consequências não é grandão?

Nesse momento o monstro corre em minha direção com um machado em mãos o que eu não tinha visto, salto para o lado e consigo me esquivar da investida e falo:

- Vou entender isso como um sim.

Imediatamente ativo meu isqueiro que se transforma em minha lança Duo Vultus que logo surge em sua ponta chamas azuis, giro ela nas mãos com bastante habilidade enquanto o minotauro volta a ficar de frente para mim e corro na direção do mesmo com a lança erguida, ele faz o mesmo e logo se encontramos e nossas armas bateram um na outra causando faíscas, estávamos bem perto um do outro então ele em uma rápida investida acerta um chute em minha perna fazendo com que abaixasse a guardo tempo suficiente para acertar um soco em meu peito fazendo com que eu caísse junto sobre umas latas de lixo, levanto sentindo um pouco de dores nas costelas olho para ele com cara de ódio absoluto e falo:

- SEU DESGRAÇADO, VOCÊ ME PAGA!

Tiro a mochila das costas e abro a mesma e dela tiro meu escudo e levanto pronto para dá continuação a batalha (a mochila é aquelas que montanhistas usam, grande que cabem muitas coisas) corro na direção dele com a lança erguida e ele com o machado que tenta me acertar mais defendo com o escudo e acerto a lança no peito do mesmo causando um ferimento e fazendo o minotauro recuar, aproveito isso e com muita agilidade ar remeço na direção do mesmo que desvia e minha lança crava na parede atrás dele e nesse momento penso, agora ferrou tudo estou desarmado, o minotauro corre em minha direção com os chifres apontando para o meu peito desvio deles mais minha camisa não teve sorte foi arrancada e parte do meu peito estava sangrando, nesse momento corro e tento tirar a lança mais ela estava presa continuava tentando tirar e quando consigo já era tarde, mau seguro a lança a solto imediatamente quando sou atingido pelas costas e bato com força na parede e ficou me imprensando quando lembro de minha adaga que estava na cintura começo a crava-la em todo o corpo do minotauro que urge de dor e sai andando para trás, levanto sentindo muita dor nas costelas pego a lança e em um único que acerta a cabeça do monstro que morre e instantaneamente se transforma em pó.

Sem perder tempo uso o poder da regeneração e curo os ferimentos pelo simples fato de está nas sombras em seguida ando até a bolsa tiro uma camisa preta e a visto, a luta tinha me deixado com fome e com muita raiva, pois parecia que obter informações seria mais difícil do que esperava, já estava amanhecendo quando entro em uma lanchonete que estava vazia e sou atendido por uma garota que fala sorrindo:

- Em que posso ajuda-lo senhor?

- Quero um sanduiche e um café por favor.

Ela sai e com pouco tempo volta com o meu pedido, como despreocupadamente quando entra dois motoqueiros e a moça vai atende-los, estava resolvido a sair sem pagar mais quando olho para trás e vejo um dos caras tentando agarrar a moça e que ela não estava gostando daquilo meu sangue ferve na hora, era o bastante para que eu virasse e fosse de encontro os motoqueiros, quando chego perto deles falo com uma cara de raiva:

- Solta ela cara.

A garota olha pra mim com cara de preocupada mais ao mesmo tempo pedindo ajuda, o homem olha pra mim e solta a garota levanta e chega bem próximo de mim fazendo seu rosto ficar frente a frente do meu, estava obvio que ela tinha ingerido bebida alcoólica, o cheiro de bebida era forte e ele não estava mais do que dez centímetros do meu rosto quando fala:

- E seu eu não solta garoto, o que vai fazer?

Dou um sorriso e falo:

- Estava esperando você falar isso.

Logo dou um soco com bastante força no rosto dele que sai cambaleando para trás e cai junto das mesas ali próximo, o outro cara levanta e tenta me acertar e rapidamente desvio e dou um soco no nariz dele que sangra quando ele se abaixa um pouco acerto uma joelhada no seu rosto que cai e fica segurando o nariz e então falo:

- Melhor ficar no chão, seu amigo já está tirando o belo de um cochilo e acho que você não vai querer também, e digo mais, tenho certeza que vocês são encrenqueiros e nem chamaram a policia por uma briga banal dessa.

Me abaixo e retiro uma faca que não deu tempo de usar da cintura e dos bolsos deles as carteiras e vejo seus documentos e falo:

- Pronto, já sei os nomes de vocês se voltarem a tentar alguma coisa com a garota vocês estarão verdadeiramente ferrados.

Logo tiro na faixa de uns duzentos e cinquenta dólares das carteiras e falo sorrindo:

- Esse é o preço por se meterem no meu caminho.

Pago o meu lanche a garota que me agradece com um sorriso e fala:

- Obrigado, nem sei como te agradecer se não fosse você nem sei o que...

- Tudo bem, deixa isso pra lá, me chamo Conrad Willian se não for pedir demais, não comenta nada do que aconteceu aqui tá.

Ela Sorrir e fala:

- Sou Annalice, pode deixar não comentarei nada, daqui a pouco ocorre a mudança de turno e fica tudo bem, esse é o meu numero me liga Will.

Ela passa um numero escrito em um guarda- napo que pego e com um sorriso falo:

- Vou tentar, tenho eu ir até outro dia.

Quando saio o dia já estava claro então caminho até uma rua muito suja e bato em uma porta e com pouco tempo sou atendido:

- Will é você mano? Quanto tempo

Sou abraçado por Carl então com um pequeno sorriso falo:

- Sou eu mesmo mano, como está?

- Bem Wil, vamos entre entre.

Entro e depois de conversarmos falo:

- Mano, não tenho nenhum lugar seguro para dormir um pouco, queria saber se poderia ficar aqui durante uns dias até... resolver uns problemas.

- Claro que pode Will, te devo muitas coisas, mais só tem o sofá, posso pegar um lençol e acho que dá pra dormir.

- Fico muito agradecido mano, está ótimo, mano se eu sair e você não estiver não se esqueça de mim em, posso voltar.

- Tudo bem mano.


No Dia seguinte acordo perto do meio dia quando acordo tomo um banho vou até a cozinha e vejo que meu mano tinha deixado almoço pra mim, como e resolvo sair em busca de alguma informação mais a cidade era grande eu não tinha conseguido nenhuma informação então que me surge uma ideia, vou até um prédio que pelo visto estava sem moradores e logo quando entro deparo com um ciclope dormindo, logo retiro minha adaga e ponho no pescoço do ciclope e falo com muita arrogância:

- Acorda caolho, vamos preciso te fazer algumas perguntas.

No momento em que ele abre os olhos faz gesto de mim atacar então aperto ainda mais a adaga no pescoço dele e falo sorrindo:

- Há há continua, não tenho nenhum receio de cortar sua garganta ciclope.

Ele desiste do ataque e volto a falar:

- Me fale sobre os monstros que roubaram o medalhão do sol, para onde o levaram?

Ele olha para mim com cara de desgosto e fala:

- não sei do que está falando semideus.

Meu sangue logo esquenta e falo com tom alterado:

- Vai ser do modo difícil não é, tá legal.

Retiro a adaga do pescoço do mesmo e faço um ferimento rápido e profundo no peito do ciclope que grita e reage com m soco que acerta meu rosto então fala:

- Nunca vou te falar nada!

Sorrio e falo:

- Vamos ver se não vai caolho.

Ponho a adaga na parte de trás da cintura e retiro do bolso meu isqueiro que logo ativo que se transforma em uma lança, giro ela com muita habilidade e corro na direção do ciclope que o acerto com força no ombro, ele revida com socos me fazendo recuar , respiro e dou um pequeno sorriso e contra-ataco com a parte da lamina da lança cortando os nervos principais do corpo dele que logo fica paralisado e cai, me aproximo e piso na cabeça do mesmo com cara de muita raiva falo:

- Fala!

- Não!

- Então vai morrer!

Ele pensa um pouco e logo fala:

- Tá bom eu falo, eu falo, vi um grupo de monstros de vários tipos , tinha dracaenae o minotauro a hidra o brasílico e outros, o que ouvi era que estavam indo para a América do Sul , Brasil, se não me engano Rio de Janeiro.

- Não está mentindo pra mim ciclope?

- Não! É tudo o que sei.

- Tudo bem.

Giro a lamina e ergo no alto e o ciclope fala:

- Você disse que se eu falasse...

Sorrio com cara de mal e falo:

- Nenhum momento eu disse que ia te deixar viver, e será bem melhor pra ti ciclope.

Desço a lança na cabeça dele atravessa o crânio, o mostro logo se transforma em pó e sio dali e volto a casa Carl onde pego uma grana e deixo um recado em um folheto dizendo que iria lhe pagar depois. Já era noite quando pego um avião com destino Rio de Janeiro Brasil, a viagem foi tranquila, saio andando pelas ruas em busca de alguma coisa mais nada, já estava com sono quando vejo uma casa com uma placa na porta á vagas, sabia que não poderia gastar muito dinheiro então entro ali mesmo e peço um quarto e logo entro no mesmo, era modesto as paredes eram brancas tinha um guarda roupas, uma escrivaninha perto da cama de casal, o quarto tinha um banheiro que era limpo e bem bonito até, mais detalhes insignificantes para mim já que estava ali em uma cassada e não para passeio. Na manhã seguinte depois de um banho e comprar alguma coisa pra comer saiu cedo em busca de novas informações, depois de andar muito me deparo dentro de uma favela continuo andando por ela quando em um dos becos vejo uma movimentação estranha e ao me aproximar me deparo com uma mata densa consigo saber que o que vi foi uma dracaenae, ela ao me ver correr para dentro da mata e sem perder tempo corro atrás dela retirando minha lança e continuo correndo quando a perco de vista, sem saber onde ela se meteu me encosto em uma pedra e fico olhando para ver se a encontrava quando viro de costa ela estava a menos de dois metros de mim, rapidamente deixei a lança entre nos dois o que atravessou o ombro dela, a mesma grita de dor então a derrubo no chão e falo depois de lhe dá um chute no rosto e com muita raiva.

- Sua desgraçada como ousa me atacar pelas costas.

Ela sorrir e fala:

- Não vejo nenhum problema nisso semideus.

Dou mais alguns chutes no rosto dela e falo:

- Sei que você está com o grupo que roubaram o medalhão de Apolo, onde está vamos diga!

Ela sorrir e fala:

- Não sou como o ciclope que você matou semideus, não vou falar nada pode fazer o que quiser comigo mais não vai ter nenhuma informação.

Olho ela e penso, como ela sabe que eu obtive informações do ciclope.

- Então sendo assim vou acabar com o seu sofrimento desgraçada traiçoeira.

Giro a lança no ferimento dela e a mesma grita de dor então sorrindo pisco um dos meus olhos e surgem chamas negras que queimavam o monstro que gritava de dor e eu apenas observando e sorrido enquanto estava encostado na rocha, após ela morrer queimada se transforma em pó então olho para a mata adentro e penso, ela estava correndo nessa direção então é por aqui que devo seguir, corro com a lança em mãos e sempre muito alerta quando ouso vozes então paro e me encosto sobre uma roxa mais dessa vez estava olhando para trás, não queria se pego de surpresa novamente, logo escuto o que eles estavam falando:

- Estamos sendo seguidos por um semideus desde os Estados Unidos, Com certeza Ele está atrás do medalhão.

Olho de espreita pela rocha e vejo o medalhão no peito de um cara, quando observo melhor a realidade cai com muito peso sobre mim, era Rick outro semideus que estava comigo quando estávamos em busca do acampamento, e foi por causa dele que Mel tinha morrido durante o percurso e até eu estava achando que Rick tinha morrido já que a queda do penhasco não daria chances para ele, depois de pensar nisso tudo o ódio tomou conta de mim e retiro da bolça minha armadura e logo a ponho, e coloco em meu antebraço o escudo e em seguida levanto com a lança em mãos e falo ainda de dentro da mata:

- Rick seu desgraçado como pode trair dessa forma os deuses, trair a mente de Mel e minha amizade por você.

Escuto Rick falar:

- Essa voz é de... De Willian, você não sabe de nada Will, não sabe o que passei como posso respeitas os deuses se nem meu progenitor que não sei se é um deus ou uma deusa me reclamou, e a morte da Mel foi um acidente não tive culpa.

Escutava aquilo como se cada palavra dele fosse uma lamina me cortando então falo:

- Desgraçado como pode falar isso da Mel, a culpa foi sua dela ter morrido.

Tudo fica em silêncio então Rick fala:

- Vem aqui Will pra gente conversar.

- Não venha querer brincar comigo Rick, se você acha que eu vou ai pra ser atacado por esses monstros está muito enganado.

Olho por cima da rocha e vejo Rick fazendo gestos para os monstros virem atrás de mim então sorrio e falo:

- Porque você mesmo não vem atrás de mim Rick, há sei porque, você nunca foi capaz de mim derrotar.

Ele rir e fala:

- Meus homens cuidaram de você Will.

Vejo-o saindo as presas e os monstros entrando na mata em minha busca, saio correndo e faço surgir em minhas mãos uma fina camada de vácuo, estava correndo quando vejo uma dracaenae sorrio e falo enquanto corria na direção dela:

- Matei sua amiga rapidinho, e você será mais rápida ainda.

Mal ela teve tempo de erguer a lança que estava em suas mãos quando ponho minha mãos esquerda na barriga dela que se desfaz em pó instantaneamente. Paro e olho o pó cuspo e volto a olhar em busca dos próximos adversários, enquanto corria fala:

- Onde vocês estão desgraçados, não tenho tempo a perder.

Depois de correr por alguns minutos não encontro nada, então decido que seria a hora de ir atrás de Rick mais quando saio da mata vejo o grupo de monstros fechando o meu caminho e quando olho para trás a mesma coisa cada vez eles estavam se aproximando, estavam a menos de cinco metros de mim em um circulo logo me concentro e abrindo meus braços sugo as sobras dos monstros que caem em um estado inconsciente, me sentia muito forte já que cada sombra aumentava tudo em mim, olho eles no chão e sorrio pensava em mata-los mais isso faria com que eu perdesse mais tempo o que seria ruim. Saio correndo com a lança em mãos pela orla da floresta quando a frente me deparo com uma hidra de sete cabeças, então paro um pouco para admirar aquilo já que não é todo dia que um semideus ver uma hidra e logo ataco a mesma que revida com uma de suas cabeças em busca de me morde mais me defendo com o escudo e cravo a lança na cabeça dela que urge de dor retiro a lança e logo sou atacado novamente mais com a lança me devendo e outra cabeça vem ao meu encontro mais ponho o escudo no meio evitando a mordida, agora era minha vez de contra-atacar, em um golpe rápido corto a uma das cabeças e imediatamente faço surgir com um piscar de olhos chamas no lugar da mesma e penso, ainda faltam seis imediatamente vejo vindo em minha direção uma rajada de fogo que logo para na superfície do meu escudo e novamente corpo outra cabeça que estava próximo a mim e com um piscar de olhos chamas surgem no lugar onde a cabeça estava, agora restavam cinco, fui pego de surpresa e vejo uma cabeça tentar morder meu braço esquerdo que antes que acontecesse desvio e a cabeça passa direto, o bastante para que eu cortasse ela, e imediatamente pus fogo no lugar, agora estava ficando mais fácil só que também mais complicado já que a hidra tinha perdido três cabeças estava mais esperta e agressiva, continuamos por uns minutos nisso de atacar e defender então em uma das investidas dela de me morder desvio e corto outra cabeça e ponho fogo no lugar, em um contra ataque dela desvio das duas cabeças em um salto passando entre elas corto as duas e faço surgir fogo no lugar delas, agora era uma cabeça estava um pouco afastada dela quando corro na direção da mesma e escorrego passado por baixo dela e com a lança corto sua barriga, ela urgia de dor e mandava rajadas de fogo para todo lado, desvio de uma dessas rajadas e de outra com o escudo enquanto corria na direção dela e em um golpe ágil corto a cabeça restante e ponho fogo. Paro um pouco e respiro olho meu estado e vejo que estava sujo e com as roupas chamuscadas observo ao meu redor e vejo um grupo de Pégasos presos por corrente logo caminho até ele e falo:

- Não se preocupem não vou causar nenhum mal a vocês, vou liberta-los.

Após liberta-los falo para o maior e forte:

- Será que você pode me dá uma carona até onde o Rick está grandão?

Ele faz gesto que sim com a cabeça e com um rinchado logo considerei como um sim então monto nele e saímos voando, eu não sabia para onde estávamos indo apenas estava dando confiança ao Pégaso quando vejo em um terreno Rick e seus compassas quando falo para o Pégaso apontando para um lugar mais isolado:

- Me deixa ali grandão.

Ele pousa faço um pequeno carinho no mesmo e volto a me preparar para dá continuação à batalha, observo que Rick não está com muitos aliados, talvez pensasse que os que tinham deixado para me enfrentar seria o bastante para me matar. Saio caminhando curvado para evitar ser visto quanto entro no terreno que dava acesso a Rick me deparo com uma quimera então falo com cara de cansado.

- Há não, de novo não, já basta à hidra.

A quimera ruge então falo:

- Cachorro que late não morde bicho feio.

O monstro corre em minha direção e tenta me morder mais desvio e falo:

- É acho que esse aqui morde.

Salto para trás e fico com um joelho no chão e olhando para a quimera levanto corro em sua direção e salto sobre caindo atrás do monstro, o rabo por sua vez que era uma cobra tenta me morder mais desvio e corto a mesmo, logo sou atingido por uma das patas dele fazendo com que eu caísse com as costas em uma possa de água, o monstro se vira e tenta me morder mais me defendo com o escudo e acerto várias vezes minha lança no pescoço do mesmo que recua levanto e percebo que minha respiração estava ofegante, também tinha razão com tantas lutas era o mínimo, corro na direção dele que acerta as garras na armadura me levando ao chão desvio dos golpes mais em uma das tentativas de me morder ele acerta meu braço esquerdo, a dor era terrível quando o monstro tenta me morder novamente cravo minha lança na garganta do mesmo que começa a sangrar sobre mim, então falo com muito ódio:

- Morra desgraçada!

E empurro ainda mais a lança que atravessa a garganta do monstro que se transforma em pó sobre mim, ao levantar olho para meu estado e falo:

- Preciso de um banho urgentemente.

Olho o ferimento em meu braço e vejo que acabei de ganhar uma cicatriz, uso o poder regeneração e logo o ferimento estava bom.
Saio agachado a procura de Rick depois de um tempo o observo sozinho essa era a minha chance, tinha que recuperar o medalhão agora, corro na direção dele que ao me ver fica com cara de assustado mas eu já estava próximo o bastante para acertar meu escudo no rosto dele e foi isso o que fiz, ao acerta-lo Rick dá passos para trás e falo:

- Achou mesmo que se safar dessa assim tão fácil?

Ele olha para mim com cara de ódio e limpa o sangue que escorria pela boca quando fala:

- Pelo visto eu mesmo terei que me encarregar de você Will.

Giro a lança na mão direita e falo:

- Então vem, quero ver se consegue.

Logo Rick ativa o anel que estava na mão direita que se transforma em uma lança depois ativa o bracelete que estava no pulso esquerdo que se transforma em um escudo sorrindo ele fala:

- Não é só você que tem brinquedinhos Will.

Sorrindo falo:

- Que bom que também tem, assim não ficarei pensando no que fiz depois que te matar.

Corro na direção dele e ele faz o mesmo na minha, nossas lanças ao se encontrarem causam faíscas, estávamos com os rostos bem próximos e cheios de raiva quando acerto um soco no rosto dele que revida com um chute nas minhas costelas, nos afastamos e ficamos se encarando quando falo:

- Antes de ti matar quero te dá uma surra pelo que fez.

Solto minha lança e meu escudo no chão e ele vendo isso sorrir e fala:

- Você continua com o temperamento forte Will, isso pode acabar te matando.

Enquanto ele soltava as armas falo:

- É pode ser, mais não hoje e não aqui.

Então nos aproximamos e ataco-o como socos seguidos de chutes que eram defendidos e desviados pelo mesmo, agora Rick revida mais desvio dos socos e defendia os chutes quando seguro uma das pernas dele e dou um chute na outra fazendo ele cair, sorrio em ver Rick no chão que era o lugar dele, agacho e acerto vários socos no rosto de Rick que sangra muito, o mesmo consegue inverter as coisas agora eu estava deitando no chão e tomando socos no rosto, cinto o supercílio abrir e o liquido escorrer sobre meu rosto mais não fiquei muito tempo assim, mais uma vez rolo fazendo ele fica deitado no chão e levanto rapidamente evitando assim novos socos, enquanto ele estava no chão acerto um forte chute em sua barriga fazendo ele se encolher com a dor, mais no momento em que ia tirar o medalhão do pescoço de Rick ele me ataca com uma adaga corta meu pescoço de raspão, me afasto pondo a mão no lugar que estava ferido e olho com ódio para Rick falando:

- Vejo que aprendeu a ser mais covarde e desleal com seus amiguinhos não foi.

Ele sorrir e já em pé gira a adaga com habilidade então retiro a minha que estava na parte de trás da armadura e falo:

- Vamos continuar.

Corro para dá continuação a luta e tento acerta-lo mais o mesmo desvia e acaba me ferindo no ombro esquerdo, um ferimento não muito grave, logo revido e consigo ferir Rick no rosto, um ferimento que pegava a parte de toda a bochecha mais ele revida acertando meu rosto na parte esquerda, parecia que ele estava me provando que também poderia fazer o que eu fazia, sinto gotas de meu sangue cair sobre minha roupa então sorrindo falo:

- Bom, nisso tenho que admitir você melhorou, já que era um fracasso total.

Rick com cara feia me ataca mais desvio e em um golpe rápido corto a garganta dele que ao cair tentando estancar o ferimento que jorrava sangue na tentativa de estancar fala:

- Me mata logo, pelos velhos tempos Will.

Olho para ele e falo:

- Você escolheu esse destino Rick, não queria que terminasse assim mais como sou diferente mostrarei piedade e vou acabar com seu sofrimento logo.

Ergo a adaga e cravo a mesma no peito de Rick que morre, em seguida tiro o medalhão dele e ponho em meu pescoço, quando estava saindo dali olho para o corpo dele e penso, mesmo com tudo que você fez Rick não merece ser deixando apodrecendo assim, saio pela floresta em busca de lenha para crema-lo e depois de alguns minutos encontro o suficiente para o serviço, como não sabia de quem ele era filho não tinha uma mortalha para representa-lo apenas o ato de pedir piedade pela alma dele, quando olho para o céu vejo o Pégaso se aproximando e quando pousa falo:

- Pode me dá uma carona até o aeroporto grandão?

Ele faz gesto que sim então olhado para meu estado falo:

- Tenho que tomar um banho e trocar de camisa essa está muito suja.

Caminho até um riacho onde tomo banho e da bolsa tiro uma camisa preta que a visto em seguida sai voando montado no Pégaso, voávamos por entre as nuvens para que as pessoas não nos vissem e quando estava perto do aeroporto pousamos em um terreno de um prédio em construção, agradeço ao Pégaso que sai voando rapidamente e vou ao aeroporto, alguns olhares para mim, nada que eu não pudesse ignorar, pego o avião e viajo para Nova York, a viagem foi tranquila e ao descer pego um ônibus e volto para o acampamento e ao chegar estava o diretor me esperando então conto tudo o que aconteceu quando Apolo surge em minha frente me ajoelho e retirando o medalhão do pescoço entrego a ele. Apolo fala algumas palavras e diz que meus serviços foram de muita importância para ele e que eu era um grande guerreiro e depois disso some, vou para meu quarto no chalé de meu pai depois de comer muito caio no sono.

OBS: os poderes e as armas que usei foram passadas por Erebo para mim.
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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Hades em Ter Abr 30, 2013 8:01 pm


Aprovado!! Pode criar a conta.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Convidado em Sex Maio 03, 2013 10:00 pm

Nome do Seu Player? Bianca Nigthmare

Nome do Cannon que deseja se tornar? Nicolle Underwood

Por que deseja se tornar esse cannon? Nicolle foi a semideusa que mais me chamou à atenção, principalmente seu estilo e jeito de ser. Algumas de suas caracteriticas, interessantes devo ressaltar, foi o que mais me chamou à atenção. Simpatizei com a personagem e acho que estou apta para à interpretação da mesma.
O que te assemelha a esse personagem? Isso pode parecer mentira (pois você pode achar que estou falando isso só para ganhar pontos), mas não é. Nicolle é quase uma versão minha, a diferença é que não estou sempre bem humorada e sou explosiva. Sou desencanada com a vida e seu jeito (o de Nicolle) de surfista foi o que mais me cativou.

PP que irá utilizar no perfil do cannon? Sasha Pieterse

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas. (Sem template ou size)

Resgate ao semideus


Eu acordei muito bem, sabe? Num daqueles dias em que você acha que nada vai te fazer ficar para baixo, me sentindo muito bem. Mas nem sempre esse sentimento acarreta num dia como esses. Hoje mesmo é uma prova disso. Eu não estava num dia tedioso. Estava trabalhando pesado, literalmente. Estava transportando caixas de morangos com alguns campistas e dentre eles estavam alguns de meus irmãos.

- Acho que já acabei. - falei exausta, sentando no chão.

Demorou algum tempo, mas eu consegui reunir coragem para levantar. Era a hora do almoço. Nham, nham. Delícia. Mas lógico que eu tomei um bom banho antes de ir almoçar. Foi bom, porque quando saí do branho, limpa e fresquinha, de short, blusão do scooby e os velhos all stars de sempre, eu ainda encontrei algumas de minhas irmãs que estavam indo almoçar, então fui com elas.

Nenhuma de nós era muito tagarela, bem, normalmente elas seriam, mas deviam estar tão cansadas quanto eu, além do que o silêncio é algo extremamente agradável aos meus ouvidos. Sentei com as minhas lindas irmãs na mesa do chalé de Eros, como sempre, e me servi. Estava comendo, muito feliz da vida, meu pedaço de churrasco light, quando Quíron me chamou.

- Nicolle - ele disse ao passar por mim - Depois de comer, quero que passe na casa grande, certo? Quero falar com você.

- Claro. -
falei.

Apesar da minha calma aparente, eu fiquei nervosa. Sabe como quando uma pessoa fala que quer conversar com você, aí automaticamente seu cérebro te manda tudo o que você já fez de ruim desde o momento do seu nascimento? Pois é, foi mais ou menos assim que eu me senti. Ele não pedia para falar comigo quase nunca. Será que ele descobrira que eu ando escondendo comidas nada saudáveis no meu quarto no chalé de Eros?

Depois dessa, perdi meu apetite. Enrolei um pouco na mesa, escutando algumas conversas desconexas e comentários engraçados dos meus irmãos, mas eu não ria tanto, estava preocupada.
Quanto mais a mesa se esvaziava, mais eu ficava nervosa. Chegou ao ponto que eu não pude adiar mais. Quando Lucy, uma das minhas irmãs, me deixou sozinha na mesa com um vazio "Até logo", eu decidi que era covardia minha ficar assim.

Isso não quer dizer que eu me senti menos nervosa ao rumar para a casa grande. Na verdade, eu sabia que era covardia e uma voz no meu cérebro me falava para que eu ficasse calma, mas outra parte do meu cérebro estava concentrada em rever tudo de ruim que eu fizera desde que eu chegara no acampamento. Será que se pode ser expulsa daqui? Bem, eu nunca tinha ouvido histórias como essa. A primeira a ser expulsa.

Ah, isso era tão a minha cara, principalmente pelo fato de eu ser bem relaxada. Então, nervosa como peru em noite de natal, eu me lavantei e rumei até a casa grande, as mãos nos bolsos, os dedos cruzados dentro deles. Quíron estava logo na sala, em sua cadeira de rodas que escondia sua metade cavalo, jogando cartas com o Sr. D, ou o Dionísio. Era a décima vez que eu via Dionísio e eu ainda não me acostumara com seu... Hm... Estilo.

- Com licença, Sr. D. - falei - Quíron.

- Olá, Nathalia Wood. -
me cumprimentou Sr. D.

- Nicolle Underwood, Sr. D. - falei.

- Tanto faz. - ele abanou a mão.

Eu abri a boca, mas dei de ombros e a fechei. Ele era apenas mais um deus idiota. Quíron parecia desconfortável. Ele se mexeu na cadeira de rodas mágica, pouco à vontade.

- Algo errado, Quíron? - perguntei.

- Bem, recebemos notícias de que existe um semideus em Las Vegas e... Bem... - ele me olhou preocupado.

- Você quer que eu o resgate. - falei, assentindo - Bem, sabia que essa hora chegaria.

Ele ficou meio confuso e eu lutei para manter o semblante calmo. "ERA SÓ UMA MISSÃO, EU NÃO VOU SER EXPULSA, É ISSO AÍ, É ISSO AÍ, AHAM, AHAM, AHAM... AHAM, AHAM, AHAM..." eu estava tão feliz que não sei como não comecei uma dança da vitória bem ali. Não pude deixar escapar um sorriso.

- Acho que você não entendeu, Ellen. - disse Quíron sério - É perigoso sair do acampamento, principalmente para alguém como você... uma semideusa.

- Eu estou de boa. Não que eu vá ser negligente, Quíron, mas eu gosto de ajudar. -
isso não era mentira - Eu vou trazer o semideus.

- Bem, então estamos acertados. Ele é um semideus especial, por isso tome cuidado. -
ele me disse.

Eu até perguntaria alfo como 'O que? Semideus especial?', mas eu estava lutando para não balançar minha cabeça e começar a cantar "Sou foda" bem ali na frente de um centauro que era meu instrutor geral e de um deus olimpiano. Hoje eu estou bem controlada!

- Eu vou fazer as malas. - falei.

- Boa sorte. - disse Quíron e cutucou o Sr. D.

- Ah, claro, boa sorte e tudo o mais, Nathalia. - Sr. D disse.

- Até mais, Quíron e Sr. G. - errei o nome do Sr. D de propósito para ver como ele se sentia e então virei e saí rapidinho.

Dirigi-me até o chalé e então comecei a fazer uma dança da vitória.

- AHAM, AHAM, AHAM! - eu rebolei - AHAM, AHAM, AHAM!

Então eu ouvi a porta bater e Jhon estaava ali. Ele me olhou por alguns segundos e ergueu as mãos.

- Eu não vou nem perguntar. - ele disse e saiu rapidinho do chalé, mas voltou e me lançou algo que caiu na minha cama. Uma faca. Olhei para a faca de meu irmão e procurei por ele que já havia sumido. Decidi pegá-la e embainhei-a rente a minha coxa.

Então eu comecei a rir sozinha. Balancei a cabeça e vasculhei os armários até achar uma mochila negra. Peguei-a e fui até meu baú. Sentei-me como um índio na frente dele e o abri. Observei por um momento meus pertences. Bem, alguns salgadinhos eu deveria levar, claro, mas isso eu coloco por último. Primeiro, as armas. Pus meu anel de ruby e fui ver as outras armas. Vesti minha armadura do amor e coloquei minha aljava com suas flechas de ouro em minhas costas.

Eu olhei para o baú, a procura do meu anel de ruby. Virei um pouquinho, nada dele. Para o outro lado, nada. Comecei a me preocupar. Olhei dentro da mochila, embora tivesse certeza de que ele não estava lá. "Lascou-se", pensei. Coloquei as duas mãos na frente da boca, horrorizada. Só eu mesmo para perder um anel que se transformava em um arco de ouro e que fora presente do meu pai... Mas espera...
Eu coloquei a mão direita na testa. O anel estava bem na minha mão e eu não tinha percebido. "E o prêmio de semideusa mais lerda vai para... Nicolle!" pensei.
Suspirei e peguei meu boné preto dos Yankees e o coloquei na cabeça usando o fechamento de velcro para prender meu cabelo num rabo de cavalo. Fechei o baú e fui até os armários.Por fim, peguei minha adaga e embainhei-a na minha cintura.

Peguei uma trouxa de roupas e alguns artigos indispensáveis de higiene. Por cima, coloquei um pote de plástico com alguns salgadinhos. Bem, eu não esquecera de nada, esquecera? Armas, comida, roupas... É, acho que está tudo aqui. Rumei novamente até a casa grande. Quíron e Sr. D ainda jogavam.

- Senhores, eu já vou. - anunciei.

- Ah, venha até aqui. - disse Quíron.

Ele levantou-se, a parte cavalo agora visível, e rumou para dentro da casa. Fui até o lado do Sr. D, mas permaneci ali. Quíron não demorou. Voltou com uma bolsinha de couro.

- Aqui estão alguns dracmas e algum dinheiro mortal. - ele me entregou a bolsa.

- Ahm... - fiquei sem graça - Obrigada... Quíron.

- Argos vai te levar até a estação ferroviária mais próxima -
ele me sorriu.

- Claro. Subterrâneo, monstros, terra desabando em cima de mim... - dei de ombros - Me sinto ótima em baixo da terra.

Ele parou por um momento, analisando se meu comentário era sarcástico ou não, provavelmente. Eu dei um soco de leve no seu ombro.

- Não se preocupe, Quíron. Voltarei logo e bem. - prometi.

Então eu saí da casa grande e fui até o pinheiro de Thalia. Argos me esperava lá, vestido como um motorista, os olhos me seguindo e me dando arrepios. Olhei alguns segundos para ele e ele me olhou então fomos silenciosamente para o carro que estava ali. Era bonito, não sei dizer nada sobre ele, nunca me interessei por carros. Sentei no banco de trás e observei o acampamento ir desaparecendo enquanto Argos acelerava.

...

Eu estava no trem, com a mochila na mão, quando paramos. Consegui chegar a uma cidade de distância para Vegas sem nenhum problema e isso me deixava feliz e ao mesmo tempo preocupada. Eu deveria ser um alvo tentador para os monstros, então cadê eles? Será que eu sonhara o acampamento? Não. Se eu sonhasse o acampamento, pelo menos eu sonharia um namorado para mim. Assenti sozinha e então respirei fundo. Estava quase indo tirar uma soneca quando senti uma pessoa me olhando.

Virei-me, meio incomodada. Era uma mulher. Bem, a metade superior era uma mulher, com um porte atlético, pele morena, olhos castanhos e cabelos que iam até um pouco abaixo dos ombros, lisos e pretos e ele usava uma regata vermelha. A metade inferior era bem reptiliana. Uma dracaena. Rápido, lembrar o que tinha escrito no bestiário sobre eles. Eu lembrava que elas eram ageis e eram ótimas em habilidades combativas e isso não era lá muito animador. Eu ainda encarava a mulher.

As pessoas no trem liam ou dormiam, totalmente calmas. Ah, mas como eu queria ser uma mortal nessas horas. Mas eu não sou. Pense, Nick, vamos. Ela parecia bem calma e nada disposta a atacar ali. Quando o trem parou, eu nem pensei. Peguei minha mochila e dei o fora rapidinho. A estação na qual eu saltei não parecia Vegas. O teto acima de mim não fora projetado para não parecer que estávamos debaixo da terra. Parecia que estávamos numa gruta, com o teto nu desse jeito, mas eu gostei.

Não estava nem movimentada. Tinha somente uns dois turistas tirando fotos na frente de algumas placas. Tinha um café perto de mim, com as mesas e cadeiras organizadas e bonitinhas, mas não parecia atrair muitos clientes. Os funcionários conversavam monotonamente. Senti tanta pena deles que resolvi ir comprar um café. Respirei fundo, orgulhosa de mim mesma ao me dirigir para o café. Bem, eu até que era boa em escapar de monstros e essas coisas, certo?

Errado.

- Filha do deussss cupido. - sibilou a monstra.

Eu franzi a testa. Não parecia certo. Eu entendia o que ela falava, mas parte do meu cérebro insistia em dizer que eu não deveria entender aquilo.

- Te conheço? - ergui a sobrancelha.

Tudo bem, ela não parecia muito feliz com a minha resposta.

- Eu sou o seu pior pesadelo. - ela disse.

- Você é a nova diretora do orfanato, senhora? - perguntei. - Por que não me avisaram que a palhaça tinha chegado?

Eu estava me divertindo abusando a dracaena, mas eu sabia o que Quíron diria: "Não seja negligente". Se bem que ela viera para me matar, então eu acho que tenho o direito de o perturbar, nem que seja só um pouquinho. Com um grito de ódio, ela avançou para mim.

No último momento, desviei do monstro com um giro, como costumava fazer nos treinos do acampamento (um rolamento para o lado direito).
Então joguei a mochila para longe e desembainhei minha adaga. O bronze brilhou na minha mão e eu sorri diabolicamente. Ela avançou novamente. Eu desviei com um giro mais uma vez.

- Você quer brincar? - perguntou - Então vamos brincar.

Ela, a monstram foi até o café, pegou uma cadeira e arremessou contra mim. Eu me joguei com tudo no chão e a cadeira se espatifou numa parede atrás de mim.

- MINHA VEZ! - gritei.

Eu estava sendo maluca, tratar um ser que quer te matar assim? Burrice, eu sei. Mas não pude evitar. Sorri docemente para ela, fechei os olhos e me concentrei. Comecei a dança graciosamente, alguns passos de balé e enquanto eu dançava, pétalas vemelhas comaçaram a cair em cima da dracaena, envenenando-a.

Quando ela percebeu o que estava acontecendo, grunhiu e se lançou contra mim novamente. Eu deveria estar ficando louca, mas joguei minha adaga nela. Bem, eu treinara, mas não adiantara lá muitas coisas. Ela se desviou sem dificuldades. E agora minha adaga reluzia no chão, a uns seis metros de mim. E a dracaena estava bem na frente dela.

Então, num surto de loucura e meio desesperada e influênciada por uma ira incomm, me senti mais forte. E já que não tinha mais armas de curta distância, improvisei e peguei uma de minhas flechas. Gritei e me joguei com tudo sobre a dracaena. Tentei lhe aplicar um golpe com a flecha, mas ela se desviou. Sem alternativa, dei-lhe um chute com toda a força que consegui reunir em seu tórax.

Ela foi arremessada uns bons três metros. Ela parecia estar incosciente, provavelmente não só pelo golpe como também pelo veneno das pétalas. Sorrindo diabolicamente, eu me apossei de minha adaga novamente fui, me dirigi até ela e, com muito gosto, passei minha adaga pelo seu pescoço, cortando sua cabeça.

O corpo do monstro se desfez em pó, mas a cabeça continuou ali, expelindo algo que parecia sangue, mas era ainda mais nojento. Eu embainhei minha adagas e suspirei bem mais calma, já que o efeito do pode ira já passara. Peguei a cabeça do monstro pelos seus cabelos lisos e fui até o café. Sem me preocupar com os mortais, eu a coloquei em cima de uma mesa. Me dirigi calmamente até a atendente e perguntei:

- Vocês não teriam sacos plásticos e caixas de papelão, teriam?

Rapidamente, a mulher me arranjou dois sacos plásticos e uma caixa de papelão do tamanho de um braço meu.

- Obrigada. - falei.

Eu empacotei a cabeça do monstro com a maior calma do mundo, o colocando dentro de um saco, então dentro de outro e, por fim, dentro da caixa. Fechei a caixa e fui até a moça do caixa novamente.

- Você teria uma caneta? - perguntei.

Demorou vinte segundos e ela me deu uma caneta. Eu escrevi na caixa:

Para Quíron,
Colina Meio-Sangue,
Acampamento Meio-Sangue,
Casa Grande.

Guarde meu primeiro troféu em segurança, sim?
Com amor,
Nicolle.
Me sentindo extremamente orgulhosa, bati palmas feliz e tirei peguei minha mochila que estava jogada num canto. Tirei a bolsa de dracmas e dinheiro e a esvaziei em cima da mesa. Peguei cinco dracmas e coloquei o restante na minha mochila. Joguei os cinco dracmas na bolsinha de couro e amarrei a bolsa na caixa. Então, com um Pop!, a caixa desapareceu. Suspirei, agora cansada, e saí para a cidade desconhecida.

O trânsito não parecia de cidade pequena. Era tudo barulhento e movimentado. Até os lugares mais horrorosos tinham bastante gente. Eu precisava viajar, mas não com pessoas, era arriscado demais. Bem, como uma filha de Eros, eu tinha uma alternativa: As asas de arcanjo. Mas aquilo era deveras doloroso, sem contar que esgotava minhas energias.

Depois de um bom tempo, eu achei uma placa de "Las Vegas, 100m". Meus pés doíam, mas não era nada grave. Eram nessas horas que meus treinos de sobrevivência me ajudavam bastante. Olhei em volta, estava tudo muito cheio mas com à ajuda da névoa ninguém perceberia.
Me concentrei e senti uma pontada nas minhas costas. Era como se algo estivesse rasgando minha pele de dentro para fora. Em seguida, asas de arcanjo apareceram nas minhas costas e eu alcei voo em direção à LA, pois estava bem perto.

...

De longe pude ver uma cidade. Era Vegas. Com os cassinos, os hotéis, o trânsito barulhento, o ar poluído, os turistas, os bêbados e tudo o mais. Era caótica e animada. E era linda. Eu sorri e ri, já estava chegando. Quando pousei no chão de um beco e saí, percebi mal olhares direcionados a mim.

Passei por alguns homens que discutiam sobre a qual cassino ir primeiro, por umas garotas que estavam ali pela despedida de solteira de uma delas e até por uma jovem que estava sozinha e tirava fotos de tudo, animada. Sorri e entrei numa loja de suvenirs que achei no caminho. Tudo lá parecia colorido e vivo. Até as vendedoras riam e pareciam animadas, mesmo que já fosse quase noite.

Eu achei um chaveiro lindo, que era um dado dourado e que tinha todas as seis faces, mas cinco números, porque no número um tinha gravado "Las Vegas - Nevada". Eu fui até o caixa e paguei com o dinheiro que Quíron me dera. Nesse ritmo, logo teria que trabalhar para repôr o dinheiro. Coloquei o chaveiro no bolso e saí. Logo, me dei conta de que eu deveria procurar o garoto.

Eu devia procurar um garoto, numa cidade gigantesca, sem nenhuma ideia de como ele se parecia. Eu precisava... De uma mensagem de Íris.

...

Eu. Amo. Vegas. Eu entrei num lava rápido, sem carro, suja, suada, troquei alguns dólares por centavos e ninguém nem reparou na minha existência. Sorrindo, agradeci aos deuses por ser um lava rápido coberto e com luzes de cegar e então coloquei alguns centavos para ativar o compressor. Ele começou a jogar um jato espesso na parede, que era para onde eu estava mirando.

Um arco-íris surgiu ali. Mas meus deuses, tirando os monstros, eu era bem sortuda, não?

- Íris, deusa do arco-íris, aceite minha oferenda. - falei e joguei um dracma - Acampamento meio-sangue.

Então eu me ajeitei para poder ver Quíron e o Sr. D no seu jogo de carta.

- Alô. - eu disse acenando para o centauro e mandando um beijinho.

Quíron virou para mim, surpreso, então sorriu.

- Eu recebi seu troféu. - ele anunciou.

Algo na voz dele me fez corar. Era como se ele tivesse orgulho de mim. Ninguém além de eu mesma tivera orgulho de mim.

- É, mas eu esqueci de perguntar a descrição do meio-sangue. - admiti.

- Ah, não seja por isso. - disse Quíron - Ele é alto, meio magro, só usa jeans, cabelos lisos cor de areia, olhos azuis, pele morena. O nome dele é Marcos Eduardo. Foi visto pela última vez usando uma camiseta regata amarela e um jeans esfarrapado. Não deve ser muito difícil de encontrar.

- Tudo bem. -
falei - Me deseje sorte.

- Boa sorte. -
disse Quíron.

- Até mais, Sr. L. - falei para Dionísio e desliguei o compressor rapidinho.

Eu saí do lava rápido, perguntei a um funcionário se havia visto o garoto, lhe dei a descrição e o nome, mas ele não tinha visto nada, então resolvi descansar antes de achar o meio-sangue. Eu estava exausta. Talvez uma boa pousada e uma sopa quente? Isso me parecia uma boa ideia. Eu então andei calmamente até a primeira pousada que pude achar e entrei nela. Era relativamente simples, se comparada aos edifícios lá fora. Eu me inscrevi como Michelle Wood, me perguntando o que o Sr. D acharia se soubesse meu novo nome falso.

Eles não pediram minha identidade. Não me perguntaram onde estavam meus pais. Eu já disse que adoro Las Vegas? Eu adoro Las Vegas. A mulher que me atendeu era baixa, tinha os cabelos loiros espetados e uma voz meio anasalada. Eu paguei à vista, ela anotou algo ali e então me deu uma chave. Eu lhe pedi uma sopa e ela disse que iria providenciar. Perguntei-a pelo garoto, dei a descrição, mas nada.

...

Acordei no outro dia, totalmente recuperada. O que uma boa sopa, um banho e uma linda e confortável cama não podiam fazer? Levantei sem vontade, me espreguicei e cocei os olhos. Estava tudo saindo tão bem. Eu tinha até me esquecido do menino, até que eu vi uma cortina amarela, lembrei de camisa amarela, e então lembrei do meio-sangue. "Ah, não", pensei.

Eu corri e pedi um café da manhã pelo telefone. Eles disseram que iriam trazer em vinte minutos. Eu corri, tomei um banho, me enxuguei, me vesti com um short jeans e um blusão dos padrinhos mágicos(eu dormira somente de peças íntimas), calcei meus sneakers e então penteei rapidamente meu cabelo. O serviço de quarto trouxe o café. Era pão com requeijão e café com leite. Eu comi e escovei os dentes, agradecendo aos deuses por ter lembrado da minha escova.

Então guardei minha escova na minha mochila, peguei minha mochila e desci correndo as escadas. Passei na recepção e a mulher agora era diferente. Era uma mulher alta, pele morena e cabelo loiro.

- Oi... Estou saindo. - devolvi a chave.

- Nome? - perguntou a mulher, pegando algumas fichas.

- Michelle Wood. - falei. - Por acaso viu algum garoto de cabelo cor de areia, magro, meio alto, que atende pelo nome de Carlos Eduardo aqui? - perguntei.

- Não, senhorita. - respondeu ela.

A mulher então começou a ler e passar as folhas. Eu batia os dedos ritmadamente da bancada. Estava atrasada.

- Ah, sim, quarto 51. - ela sorriu - São quinhentos dólares.

- O QUÊ? - perguntei, chocada.

- A senhorita pediu nossa sopa, que custou cinquenta. - eu engasguei com o ar [color=coral] - O café da manhã completo é cem. - eu comecei a bater no meu colo - E a estadia custa trezentos e cinquenta dólares.

- Uma sopa de verduras, um pão com requeijão, um café com leite e uma suíte de solteiro chechelenta onde nem tem Tv custam isso tudo? - perguntei, chocada.

- Sim, senhora. - disse a mulher me fuzilando com os olhos.

- Mas eu não tenho dinheiro para pagar isso! - reclamei.

- Então a senhora poderá pagar lavando louças. - a mulher disse calmamente, com um sorriso diabólico no rosto. Uma palavra: medo.

[color=coral] - Até quando? - perguntei.

- Se começar agora, que são oito e meia, e desistir do horário de almoço, poderá pagar sua dívida ficando até as quatro da tarde. - a mulher sorriu docemente.

"Lascou-se", pensei.

...

Eu estava lavando pratos. Minhas mão doíam e eu olhava regularmente para o relógio. Agora eram quatro horas. Mais meia hora. Suspirei. A cozinha era bem animada. Os funcionários iam de um lado para o outro, conversavam, cozinhavam e riam de pessoas como eu, que caíam na armadilha que era aquela pousada.

- Ah, tem um garoto tão bonito ali na entrada. - disse uma garçonete ao entrar, rindo-se.

- Sério? Como ele é? - perguntou uma outra - Mais bonito do que aquele de cabelos cor de areia, olhos azuis e pele morena que já veio faz um tempo?

Eu virei para elas, chocada. Elas perceberam e ergueram as sobrancelhas.

- Vocês disseram olhos azuis, cabelos cor de areia e pele morena? - perguntei.

- Sim. - disse a primeira garçonete.

- Ele é meu parente distante. - menti rapidamente - Por acaso vocês sabem para onde ele foi?

- Não. - falou a primeira.

- Eu o vi indo naquela direção. - a segunda respondeu e apontou.

- Muito obrigada. - falei fervorosamente e voltei aos pratos.

Quando deu quatro e meia, tirei o avental e as luvas que eu estava usando e então peguei minha mochila, indo rapidamente na direção que a garota havia indicado. Alguns turistas passavam e riam. Eu olhei dentro dos cassinos, dos bares e até arrisquei as pousadas, perguntando por algum Marcos Eduardo, mas algumas disseram que não podiam dar informações e outras disseram não haver pessoas com esse nome ali.

Estava quase indo mandar outra M.I. para Quíron quando passei por um cassino com um poder de atração fora do comum. "Hotel e Cassino Lótus", dizia a placa. "Mas é claro", pensei, "O hotel que hipnotiza as pessoas e que os faz acreditar que o tempo passa inacreditavelmente mais devagar!". Agora que eu vira o cassino, era lógico que o semideus deveria estar por lá. Corri para dentro. Um homem veio até mim.

- Oi, aqui está o seu cartão GranaLótus. - o homem me estendeu um cartão verde que eu coloquei no bolso do meu short.

- Obrigada. - falei - Você viu o meu amigo? Ele é alto, magro, cabelos cor de areia, olhos azuis, pele morena e atende pelo nome de Carlos Eduardo.

- Hm... - ele pensou por um momento - Vi, vi sim. Ele deve estar jogando nosso jogo de arco e flecha virtual agora. - ele me apontou a direção.

- Obrigada. - falei fervorosamente.

- O cassino e hotel Lótus faz tudo por seus clientes. - sorriu o homem.

Eu corri pelo cassino. Mentira, eu parava de vez em quando. A culpa não é minha. Tinham jogos muito legais, do estilo The Sims até o estilo Dance Dance Revolution. Eu encontrei o garoto, que estava andando, atrás de outro brinquedo. Vestia uma camisa amarela de mangas limpa e um jeans bem cuidado, além de um tênis novo. Eu o invejei por parecer tão calmo e sem preocupações.

- Hei, hei, hei! - gritei - Carlos Eduardo!

Ele me olhou, meio confuso.

- Eu vim te levar de volta para o Acampamento. - falei.

- Eu posso voltar sozinho. - falou - Mais um dia não faz mal. Me deixe em paz.

- Não, você não pode sair sozinho. -
falei, mas ele me ignorou e começou a jogar pinball - Escute, esse aqui é o Hotel e Cassino Lótus, ele prende as pessoas, ele faz você achar que o tempo passa mais devagar... Você sabe que dia é hoje?

- Claro que sei! -
o garoto disse sem olhar para mim - Hoje é 4 de abril!

- Não, já estamos em MARÇO! -
eu lhe alertei.

- Impossível, eu estou aqui há no máximo um dia. - ele disse.

- Parece, mas não é! - o garanti.

- Vá contar lorota para outro e me deixe jogar. - ele me disse.

- Você acha que sabe jogar melhor do que ninguém, não é? - perguntei.

- Claro! - ele sorriu, convencido.

- Ótimo. - falei - Jogue comigo. Se eu ganhar, nós vamos para fora por um minuto. Se eu perder, eu vou embora. Mas... Eu escolho o jogo.

Ele sorriu e estendeu a mão.

- Feito. - declarou.

- Ótimo. - sorri e apertei sua mão - Nosso jogo vai ser paintball. O primeiro que for acertado perde.

Ele sorriu e me guiou até um campo de paintball. Esse lugar é mesmo incrível. Ele pagou para mim com o cartão GranaLótus e então nós nos vestimos adequadamente, pegamos nossas armas e nos escondemos. Escolhi a modelidade "Sombras". As luzes se apagaram e o sinal soou.

Não teve nem graça. Assim que eu vi o garoto, acertei três tiros nele e as luzes se acenderam. Eu sorri e ergui a sobrancelha. Ele suspirou, derrotado. Fomos nos trocar e pegar nossos pertences. Ter minha mochila de volta me acalmou. Então Carlos me guiou até a saída. A cada passo que dávamos para fora o hotel parecia mais tentador.
O homem que havia me entregado o cartão lotus olhava constantemente para mim e isso me deixava receosa. Quando avistei a porta de saída percebi que os seguranças do casino vinham até nós.
- CORRE! - disse enquanto o puxava para fora do cassino. Quando finalmente passamos à porta eu travei e sem querer soltei Carlo que com o o fato de eu quem estava puxando-o foi dar de cara com o minotauro que o pegou pela gola da camisa e lançou para bem longe. Em seguida ficou dando uma da Tarzan e gritou como se fosse o rei de Los Angeles.
Arregalei os olhos, Carlos devia ter desmaiado e eu minha culpa! Fiquei lá plantada no chão igual à batata encarando a besta fera. Ele rugiu e foi aí que percebi que os seguranças idiotas do cassino Lotus haviam fugido. Quer dizer que eu estava cercada de corvardes? Grunhi junto com o minotauro, que me olhou como se eu fosse louca e eu apenas dei de ombros e transformei meu anel em um arco. Com aquele ali não dava para brincar.
Armei o arco com uma flecha de ouro e mirei no monstro que se preparava para avaçar na minha direção. Burrice dele? Não sei... Assim que ele se pôs a correr, disparei a flecha, acertado sua cabeça e saí do caminho dele.
Ele rugiu de modo lamentoso e só parou de correr quando bateu na parede no cassino, ficando com os chifres presos ali.
Peguei outra flecha e comecei a falar em grego antigo, estava encantando-a. Armei o arco novamente e me preparei para lançar a flecha. Fiquei ereta, meio de lado, e puxei a corda com a flecha, enquanto segurava firmemente a parte 'sólida' do arco. Levantei-o num angulo de 45º para compensar a ação da gravidade e lancei a flecha que foi para no bumbum do minotauro.
Este sentiu um dor profunda, provavelmente na alma. Eu havia lançado uma flecha encantada com Psiquê, ela feria á alma. O monstro se mexeu tanto que acabou quebrando os dois chifres, enquanto rugia cada vez mais de dor. Nesse momento senti uma pontada no coração, talvez não devesse, mas senti. Sabe quando você sente aquela culpa que corrói por dentro? Me sentia do mesmo jeito.
Engoli em seco, o minotauro parecia estar sofrendo tanto... Desembainhei minha adaga e me aproximei cautolosamente do mesmo. Do nada, ele pulou em cima de mim e nós rolamos pela rua. Ele havia me enganado!
Derrepente, uma íra tomou conta de mim e eu chutei o torax do minotauro tirando-o de cima de mim. Fuzilei-o com o olhar e larguei à adaga no chão. Ele ficou coiceando o chão, como se estivesse me desafiando, e avançou com os braços postos para frente, para me impedir de fugir.
Fiz meu arco surgir e armei-me com três flechas. Quando ele se pôs a corre novamente, disparei contra o monstro que por causa de tantas flechadas e pela grande perda de sangue, caiu no chão.
Virei-me e fui atrás de Carlos. Ele estava dentro de um lixão e não pareciu muito bem.
- E aí? Gostou do voo? - perguntei brincalhona, ele parecia estar um pouco tonto.
- Não, à agência de viajem era vagabunda e o voo foi turbulento. - ele sorriu e eu estendi a mão para ele, rindo.
- Até que você tem jeito para piada - ri - apesar de tosca.
- Você tinha razão. -
ele me entregou um jornal seminovo - Passei um mês lá.

- Eu avisei. -
cantarolei devolvendo o jornal.

- Muito obrigado. - disse - Meu nome... Ah, você já sabe.

- Sou Nicolle, mas me chame de Nick. - estendi minha mão e ele a apertou - Agora vamos, temos que voltar para o acampamento.

- Vocês não vão para lugar nenhum! -
gritou alguém.

Era a atendente da pousada em que eu ficara. Ela estava acompanhada de dois policiais.

- Foi ela, senhores. Ela ficou na pousada e não pagou. - ela sorriu e me apontou.

- Mas eu paguei com meu serviço! - falei, indignada - Eu lavei pratos por oito horas!

- Não, não lavou. -
disse a mulher.

- Lavei sim! - gritei.

- Então prove. - disse a mulher, erguendo as sobrancelhas.

- Você viu! - gritei.

- Mentira! - disse a mulher - Guardas! Prendam ela! E o garoto também, deve ser cúmplice!

Os homens nos colocaram algemas.

- Eu não vou mais lavar pratos! - falei, indignada.

- Então vamos para a delegacia. - disse o policial.

...

Eu estava numa delegacia, algemada, e ainda tinha metido Carlos na confusão. Ah, que ótimo. Minha primeira missão e eu já tinha problemas com a polícia. Não bastava só os monstros?

- Do que vocês falaram? - perguntou Carlos.

- Como assim? - perguntei de volta.

- Eu não entendi quando você começou a discutir com aquela mulher em espanhol. - disse ele, franzindo a testa.

- Ela falava espanhol? - franzi minha testa também.

- Sim, ela falava.- Foi aí que eu lembrei, teve uma época que eu namorei um cara e ele era espanhol. Sorri sem graça.
- Na verdade, deve ser porque sou filha de Eros. Namorei um espanhol.
-Namorou um Espanhol? -
ele perguntou confuso - E como isso se relaciona com o fato de você falar espanhol? - Senti minha face quente.
- É...é... É que eu tenho um poder... que se eu b-b-beijar alguém eu falar a mesma língua que ele...

Ele começou a rir, provavelmente por causa do meu embaraço e eu lhe mostrei a língua infantilmente.
- Sim, você quer ou não saber porque estamos presos? - resmunguei e ele fez que sim. - Estamos presos porque eu não tive dinheiro para pagar a pousada na qual dormi, então lavei pratos, mas agora todo mundo parece acreditar que eu não lavei os malditos pratos.

- Só por isso? -
ele ergueu as sobrancelhas.

- Sim, mas por que só? - perguntei.

- O cartão GranaLótus serve como cartão de crédito. - ele sorriu - É só pagar.

- É mesmo! -
eu sorri - Eu nem usei o meu. GUARDAS!

Um guarda veio até mim, parecendo carrancudo. Era meio velho, com cabelos brancos e o semblante cansado, com os olhos castanhos.

- Sim?

- Se eu pagar, vou voltar a ser livre? -
perguntei.

- Claro. - ele franziu a testa.

- No meu bolso, tenho um cartão de crédito. Se soltar uma das minhas mãos, posso pegá-lo. E pagar minhas dívidas.

Ele então franziu a testa e soltou uma de minhas mãos, porém apontando uma arma para a minha cabeça. Lhe entreguei o cartão GranaLótus. Ele sumiu.

- Até que damos uma boa dupla. - sorri para ele e parei para pensar na viajem, tudo piorou quando o encontrei. De quem será que ele é filho?

- Sim, até que sim. - a voz dele me trouxe de volta a vida.

O guarda voltou pouco tempo depois.

- Estão liberados. - ele disse.

Ele nos liberou e nos deu minha mochila. Então me estendeu o cartão, que eu coloquei no bolso, onde ele agora fazia companhia para meu chaveiro.

- Vamos lá. - falei.

Nós saímos da delegacia. Um relógio enorme numa TV marcava 18:36PM.

- Ah, perdemos o dia todo. - passei a mão na testa - Me desculpe.

- Está tudo bem. -
ele disse.

- Vamos, vamos tentar usar esse cartão para dar o fora daqui. - falei.

Então, juntos, nós tomamos um táxi para o Acampamento Meio-Sangue.

...

- É aqui. - disse o homem, olhando a colina ao longe.

- Obrigada, senhor. - falei, lhe dando todo o dinheiro mortal que me restara.

Ele sorriu e me entregou meu cartão GranaLótus de volta.

- Não há de quê. - ele falou.

Eu e Carlos descemos do táxi, cansados e famintos.

- Casa... - falei, olhando a colina ao longe.

Mas, como tudo que acontece na minha vida, as coisas não são perfeitas.

- CUIDADO! - gritou Carlos e o táxi se distanciou rapidamente.

- O quê? - perguntei, ativando minhas adagas gêmeas de ferro estígio.

- Empousas. - disse ele, olhando ao redor, parecendo extremamente assustado.

- Você não trouxe nenhuma arma? Nada mesmo? - perguntei, apavorada.

Ele balançou negativamente a cabeça.

- Trazer eu até trouxe, mas deixei em... - ele franziu a testa.

- Tudo bem, não entre em pânico. - falei mais para mim do que para ele - Corra e vá buscar ajuda. Corra.

Ele disparou colina a cima, me deixando sozinha. Eu sabia que eu tinha mandado, mas me senti muito insegura agora, sem ninguém para me ajudar. E menos segura ainda quando quatro empousas ficaram perto o suficiente para que eu as visse. Girei minha adaga na mão direita e lembrei que eu tinha outra arma, desembainhei a outra que estava rente a minha coxa (a faca de meu irmão por parte de pai -Eros-.), olhando-as ameaçadoramente. Com a pele parecendo feita de mármore branco, uma perna de bode ou burro e outra de bronze, com cascos, olhos e cabelos flamejantes, a primeira empousa avançou.

Eu dei um giro para longe e a acertei com um corte profundo na barriga, então ela se desfez em pó. A segunda foi mais esperta, atacou com os dentes primeiro. Consegui me desviar, mas não atacar. Ela quase conseguiu me morder, então eu girei para suas costas e lhe acertei com a adaga da mão direita na barriga. Ela desapareceu também.

- Quem vai ser a próxima? - perguntei, sorrindo.

Então a empousa número 3 atacou. Ela conseguiu me dar um arranhão que ardeu na minha pele sensível, antes que eu a mandasse para o espaço. As número quatro e cinco se uniram para me atacar, mas eu usei meu poder Ira. Imediatamente, me senti mais forte. Eu corri para longe delas, então voltei, acertando a número quatro na barriga e então a número cinco me deu um arranhão para que eu adicionasse à coleção, dessa vez na barriga.

- Seu ser estúpido, COMO OUSA ME FERIR? - gritei.

Então, pela segunda vez em dois dias, eu arranquei a cabeça de um monstro fora.

- Acho que eu não servi para nada. - falou Carlos, que estava de volta com Quíron.

Eu sorri para Quíron, incondicionalmente feliz de vê-lo novamente.

- Ganhei mais um troféu de batalha, não é? - perguntei e joguei o cabelo para trás me sentindo toda, mas na verdade eu ria feito criança. Corri para abraçar Quíron. Ele era um ótimo amigo e puxei Carlos para uma foto. Sim, eu tinha uma câmera e gostava de registrar os momentos! Tirei a foto e dei um beijo na bochecha de cada um.
- Agora eu só preciso de um bom e gostoso banho! - disse enquanto me dirigia em direção à area de chalés.

Monstros
Spoiler:


Dracaenaes:
Com a aparência de mulheres belíssimas na metade superior do corpo, com a metade inferior reptiliana, com duas caudas serpentinas. São ageis e possuem grande habilidade em combate. Possuem garras afiadas, mas em geral preferem o uso de armas como a lança, a rede e boleadeiras, mas podem usar outras. Em geral, usam escudo e armaduras. Com a pele escorregadia, são difíceis de serem agarradas por métodos normais, por outro lado, sua cauda é forte o suficiente para ataques constritores. Possuem pele fria ao toque, e escamosa, levemente brilhantes em padrões reptilianos quase translucidos, pupilas verticais e língua bifurcada. Em ultimo caso, podem injetar veneno no oponente pela mordida, paralisando-o, mas este é um ataque especial que gasta uma quantidade relativamente grande de mp

Empousa:
Na forma ilusória são sempre mulheres belíssimas, e mesmo sua forma monstruosa exerce uma atração estranha sobre seus alvos. Com a pele parecendo feita de mármore branco, uma perna de bode ou burro e outra de bronze, com cascos, olhos e cabelos flamejantes, exerce um charme sobrenatural nas vítimas - em geral masculinas, seduzidas mais facilmente. Suas garras são afiadas, mas em geral usam de seus poderes de conquista para hipnotizar e dominas as vítimas antes de sugar seu sangue e devorar sua carne com presas afiadas, método que faz com que sejam, erroneamente, associadas á vampiros. Contudo, seus poderes são mais limitados que os dos damphyr, e elas não possuem suas fraquezas.

Minotauro:
O Minotauro (touro de Minos) é uma figura mitológica criada na Grécia Antiga. Com cabeça e cauda de touro num corpo de homem, este personagem povoou o imaginário dos gregos, levando medo e terror. De acordo com o mito, a criatura habitava um labirinto na Ilha de Creta que era governada pelo rei Minos

Poderes
Spoiler:

*Chuva de flecha Nível 3: 10 flechas de bronze celestial ou 3 elementais/especiais.
*Encantamento de flechas Psiquê - Level 30: Você poderá afetar a alma do inimigo com flechas danificando-a e refletindo o golpe no ser físico.
*Asas Arcanjo - a partir do nível 30, meu filho poderá invocar asas de arcanjos, com cerca de 3m em cada, podendo fazer longas viagens sem se cansar e podendo carregar alguém consigo. Por ser grande, causa dor ao invoca-la.
(O poder citado na Delegacia = Beijo de Língua → Quando viajar para outros lugares, este poder lhe será útil. Com apenas um beijo (de língua, óbvio), será capaz de falar a língua da região.)
*Ira → Chega uma hora em sua vida que o amor, infelizmente, acaba e se transforma em ódio e raiva. Como és neto de Ares, não deixa passar nenhum desaforo. Usando esse poder, suas forças são ampliadas em 50x para que possa lutar e extravasar sua raiva.

*Chuva de Pétalas → Fazendo uma curta dança, começará a chover pétalas de rosas vermelhas que antes mesmo de percebidas, começam a cortar envenenando a vítima.

*Perícia com arcos → Você é tão habilidoso com arcos e flechas que é até confundido com filhos de Apolo ou caçadoras de Ártemis.


*Dança → Você, mesmo que nunca tenha ouvido a música, sempre saberá como dança-la. Meus filhos já nascem sendo mestres em Valsa e Tango.

Armas
Spoiler:

Adaga de Bronze [ Item Padrão ]
• Arco de Ouro encrustado de Ruby - É incrivelmente leve e se transforma em um anel de ouro com uma pedra de Ruby para facilitar o transporte.

• Aljava com flechas de ouro - são muito fortes, cada flecha acertada com precisão tira 80HP. [By: Eros](Obrigatório)
• Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhado com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a toca-la senão o semideus portador, ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover. [By: Eros](Obrigatorio)


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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Sex Maio 03, 2013 11:06 pm

Aprovada.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Jason Blackwood em Sab Maio 04, 2013 6:57 pm

Nome do Seu Player?
Luke Stark

Nome do Cannon que deseja se tornar?
Sebastian Drake

Por que deseja se tornar esse cannon?
Por que esse cannon têm minha cara em algumas características, é filho de um ser poderoso e sei que eu poderei desempenhar um bom pape com esse personagem.

O que te assemelha a esse personagem?
Ambos somos impacientes, talvez eu seja um pouco menos que ele, mas uma das minha características principais é impaciência. Sebastian é um guerreiro nato, olhei outros personagens e esse era um dos poucos que realmente é um guerreiro que vejo estar pronto para batalha e missões arriscadas. Os seus poderes são ótimos e armas poderosas, é realmente um personagem que me agradou desde que soube dele e estou interessado nele desde então.

PP que irá utilizar no perfil do cannon?
Taylor Lautner

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas. (Sem template ou size)

Era cedo ainda, talvez sete ou menos, sempre estive acostumado a acordar cedo agora não era diferente, mesmo que tanta coisa houvesse mudado. Solitário eu aquecia com um boneco de pano qualquer, trocava socos aleatórios, porém com eliminando minha raiva por ser ignorado pelos outros pelo meu pai divino.

Quando uma sequência tombou o boneco, notei que em um dos cantos escuros da Arena já que esse dia era de Sol fraco e dia nublado, uma dama em vestes negras, cabelos como a noite e sorriso como as estrelas observava meus movimentos calada. Deixo o boneco de lado e me aproximo com receio de ser uma armadilha. Ela então disse com uma doce e suave, parecia as frias brisa do Canadá:
-Acalme Sebastian, vim aqui para lhe pedir algo...

Cheguei mais perto agora mais seguro, olhe para outros detalhes lindo e misteriosos ao mesmo tempo. Ela usava um vestido negro longo com pontos brilhantes que reconheci algumas constelações e constantemente os pontos mudavam. Um colar prata brilhante estava pendurado no seu pescoço com um belo diamante negro principal, seus olhos eram lindos e intimidadores ao mesmo tempo e seus cabelos lisos e escuros estavam caídos sobre seu ombro direito, realmente magnífica. Olhei meio sem graça:

-Quem é você, desculpe se não a reconheço.
-Sou a noite querido, Nyx. Quero lhe pedir algo importante. Aceitaria?

Agora eu sabia por que era tão bela a mulher, era uma das deusas mais encantadoras entre as divinas mulheres, ela me olhava como analisando ou vendo se eu era certo para tal pedido o que me fez um pouco desconfortável.
-Sim, quer dizer, o que seria?
-Sebastian, eu tenho um cetro que gosto muito, fora feito por Hefesto com uma estrela que caiu dos céus. Porém ele foi roubado de um templo meu e consegui apenas descobrir que ele esta em uma casa abandonada em Nova York. Poderia fazer isso para mim?


Olhei para a mão da deusa que me entregava um papel. Quando meu dedo tocou o dela, senti um frio diferente, lembrei da minha moite mas fria, porém a noite mais feliz. Olhei para Nyx que sorria para mim e rapidamente li as letras manuscritas de um endereço. Guardei o papel no bolso e disse:
-Amanhã esse cetro estará comigo, irei mediatamente.

Com um sorriso Nyx sumiu se dissipou em fumaça e voltei a minha solidão, mas agora tinha algo para fazer e sai com pressa da Arena., indo para meu chalé. Entrei no local, era um chalé modesto e comum, não precisava mais que isso mesmo. Coloco uma calça camuflada do exército, tinhas preto e cinza misturados. Visto uma camisa cinza de mangas curtas, por cima da camisa pendia meu pingente de garfo preso a uma corrente fina. Coloquei meus braceletes de serpente uma mochila com dracmas e muda de roupa, além de um pedaço de ambrosia e sai.

Se quer contatei Quíron de minha saída, até por que sempre me virei sozinho antes e não precisava de babá o tempo todo me falando como tenho que ser cuidadoso ou me alertando dos perigos. Deixei as fronteiras avaliando o endereço do papel, eu não conhecia muito bem as cidade, sabia que todo ônibus que passava levaria para o centro e de lá perguntaria como chegar na casa abandonada.

Sentado, esperei pouco por um ônibus, entrei e observei um local onde eu poderia ficar de olho em todos na condução e sentei, mas tinha pouca gente por ainda estar cedo e por estar passando no meio da estrada. Poucas eram as paradas que o ônibus fez., mas numa delas um senhor estranho se sentou ao meu lado. Ele usava roupas simples, calça negra e uma camisa abotoada quase expelindo o botão pela grande barriga,era calvo quase completamente e tinha um óculos quadrado e uma maleta de couro.

Ele me encarou e um frio na barria instantâneo surgiu, junto com a adrenalina do meu corpo. Seus olhos eram vermelhos como sangue e seus dentes amarelos, ele apenas disse segurando meu braço:
-Semideus, não faça nada ou todos dentro de ônibus morrem e não só você.

Eu não podia ficar parado, nunca fujo de uma briga, esperei apenas o ônibus parar mais uma vez que eu apenas peguei o rapaz pelo colarinho e o joguei contra a janela e cai fora da condução junto com ele. Rolamos um pouco na estrada até atingirmos a grama. Levantei sem machucados, por que minha pele era dura como pedra e o vidro não penetrou. O rapaz mudou e já estava mais alto que eu, mais vermelho e agora tinha cabelos dreadlocks. Sua maleta agora era um martelo de aço e ele manejava com facilidade que eu não esperava. Ele sorriu e eu disse:
-Espero que queira visitar meu pai....

Fiz meu bracelete assumir sua rela forma, uma corrente negra envolta de meu braço e lancei a lâmina da ponta. O lestrigão era ágil para seu peso e tamanho e desviou fazendo minha corrente cortar uma árvore. O lestrigão quando ia me amassar com o martelo, a tatuagem do meu antebraço brilhou e um escudo de material raro e indestrutível surgiu e parou o golpe. Empurrei com o escudo o martelo dele e soquei com minha força sobre humana sua barriga e ele sentiu o golpe, depois desferi um golpe com a face do escudo em seu rosto e ele cambaleou para trás, mas recuperou rapidamente do ataque.

Peguei meu pingente e um bidente de ferro estígio surgiu em minhas mãos. Sabia que na ponta havia venenos diferentes poderosos, mas que às vezes não tinham um efeito prejudicial. Caminhei na direção do lestrigão que veio de encontro a mim com um golpe de martelo. Parei sua arma no espaço entre as duas pontas de minha arma, girei meu bidente e abri a guarda do lestrigão e estoquei sua perna. Vi o sangue esverdeado jorrar dos dois ferimentos, afastei com um passa para trás, mas o lestrigão em fúria acertou uma martelada bem no minha barriga.

Colidi com o asfalto e levantei com dificuldade, agradecendo por nenhum carro ter me atropelado. Minha barriga doía muito, provavelmente eu quebrara algumas costelas com o golpe que nem minha pele dura pode conter. Vi que o veneno aleatório de meu bidente fez com que o lestrigão tivesse uma espécie de paralisia na perna machucada e agora meu inimigo mancava de uma perna. Avancei também, mas saltei para o lado que sua perna estava ferida. O monstro tentou fazer um gio para me acertar com seu martelo, mas sua dor não deixou e eu aproveitei disso. Lancei meu bidente que acertou o peito dele e com o impacto ele deu passos para trás, meus braceletes viraram corrente com lâmina na ponta e com eles fiz um movimento cruzado contra o monstro.

Vi o lestrigão cair com um X no peito e lentamente se desfazer em poeira e ser levado pelo vento para perto de meu pai. Lentamente eu recuperei meu bidente e agora o Sol começava a cair, deviam ser pelas três ou algo assim. Usei a sombra de uma árvore como repouso e sentei, as sombras envolveram minha barriga e senti que meus ossos voltavam para o lugar e meu corpo estava com mais energia. Agradeci ao meu pai por me proteger na batalha e caminhei pela estrada esperando uma carona.

Quando um casal de senhores parou para perguntar o que fazia na estrada, falei que era um estudante e que desci no local errado, eles gentilmente me deixaram entrar e me deram ma carona até o endereço que mostrei a eles:
-Os senhores conhecem esse local?
-Sm meu jovem, é uma fábrica abandonada a tempos.


Respondeu o senhor continuando nossa viagem. Descansei meu corpo um pouco, percebi que estava em segurança e comecei a pensar o que faria quando chegasse no local,provavelmente alguém ou algo estava lá com o cetro e teria que lutar para recuperar o item de Nyx. Depois de um belo engarrafamento e andar um pouco, o senhor já apontava na rua do endereço quando um vulto, envolto já na pequena escuridão da início de noite, acertou a janela do carro o virando.

Depois de rolarmos um pouco, chutei a porta que já estava em pedaços pelo acidente, sai do carro e o senhor saia com alguns cortes ajudando sua esposa. Certifiquei que eles estavam bem e olhei para frente para ver o que acertara o carro. Ela pareca uma mulher, mas sua pele era escura e seus dentes saltavam a boca. Suas mãos tinham garras grandes que pareciam navalhas. Ela tinha asas de morcego e olhos vermelhos cor de sangue que me olhavam como sua presa:
-Uma das Fúrias, por que esta aqui?
-Vá embora semideus, o cetro não será pego.
Arrepie com sua voz e ao saber que a Fúria protegia o cetro o que mostrava intervenção de Hades ou que era o deus quem guardava o cetro. Sem falar mais sabia que uma nova luta seria travada e faço com a sombra perto de nós se materializasse em uma espada de ferro estígio e minha tatuagem virou um escudo novamente. A Fúria abriu suas garras e voou na minha direção e eu nós nos atracamos no ar por que saltei com minha espada.

Caímos contra um carro estacionado e cada um de nós rolou para um dos lados. Levantei dolorido e com cortes das garras do monstro pelo meu corpo, mas quando a mulher monstro saltou sobre o carro e vi que seu ombro direito sangrava, percebi que não era só eu ferido. Ela tentou me agarrar, mas rolei no chão e desviei. Estoquei com minha espada mas o monstro era ágil também na terra e desviou e cortou meu braço direito. Doeu suas garras penetrando minha carne, mas afastei a inimiga com um chute forte em seu quadril e depois um corte de espada em diagonal que cortou cruzado seu peito.

A Fúria voou e agora rondava minha cabeça e eu olhava para o ar, a espada virou uma lança que arremessei, minha mira era ótima por uma habilidade do Manticore que herdei do lar dos monstros, o Tártaro, mas ela apenas cortou de raspão o ágil monstro. Então eu mudei minha estratégia e esperei que a Fúria viesse para me atacar,no chão as sombras me rodeavam em um círculo sombrio, mas a noite disfarçava o meu plano e armadilha e a mulher desceu desavisada. As sombras subiram como chicotes e prenderam a mulher que ainda tentou desesperadamente sair da prisão de sombras. Tomei meu bidente e coloquei no pescoço da Fúria e disse:
-Por Hades roubou o cetro?
-Não te interessa....

Quando ela ainda terminava a frase meu bidente a decepou e ela se calou. Olhei ao meu redor, não sabia o que os mortais haviam visto ou achado então fiz um nevoeiro surgir e sai quieto para a casa abandonada. Minha mente perguntava por que Hades pegou o cetro de Nyx, havia algo estranho, mas minha missão era essa e seria feita.

Não demorei para achar a fábrica abandonada, vi que algumas janelas estava fechadas com madeira e que fora isso a parede tinha plantas,musgos e fungos ou seja lá oque for mais. Saltei a grade que cercava a construção e como já me esperavam no local, entrei pela grande porta de ferro central. Apenas a luz que entravam pela janela iluminavam o local, mas minha visão era perfeita e podia ver que o salão era espaçoso como um campo de futebol americano e em sua extensão, nas laterias haviam pilares de concreto.

Ao centro o cetro brilhava, mas um ser que pareca um espectro o vigiava com vestes negras sombrias que escondiam sue corpo por inteiro até seu rosto. Um pouco de temor subi pelo meu corpo, mas nenhum medo jamais me parou e caminhei devagar na direção do cetro. Ouvi um sibilo de serpente que me fez parar por poucos segundos e retornar a minha caminhada. Quando cheguei perto do cetro,não perguntei nada, encarei o espectro e peguei o cetro. Ele apenas disse com a a voz fria e ríspida:
-Esse cetro pertence a Hades, o poder dele é de meu Senhor.
-E quem é você?
-Sou Tânatos e só falarei uma vez, largue o cetro se não quiser morrer.

Minha mente embaralhou, estava diante ao deus da morte, quem levava as almas para Hades. Sabia que o cetro era poderoso e que Hades o queria e que para retirar o item do local teria que enfrentar a morte, literalmente. Estava prestes a desistir quando lembrei da doce voz de Nyx e quando eu disse que pegaria o cetro e não daria para trás agora. Segurei o cetro firme e disse:
-Vou levar o cetro comigo.
-Tudo bem semideus, decretou sua morte.

Tânatos se desfez em sombras e o sibilo que ouvira antes, estava mais perto. Guardei o cetro nas minhas costas e peguei meu bidente, me sentindo mais seguro, mas um ser magnífico e monstruoso surgiu na minha frente causando medo e admiração ao mesmo tempo.

Um dragão de escamas negras brilhantes como ônix surgiu. Seu pescoço ela longo com uma cabeça de focinho longo e fino, com dentes enorme, me encarava com seus olhos amarelos ouro. Seu corpo era grande e musculoso, não tinha asas, mas sua cauda balançava com uma bola de espinhos na ponta e suas garras eram do tamanho de adagas grandes de 50cm. Ele mostrou os dentes e andou na minha direção.

Minha tatuagem que também era de um dragão do antebraço brilhou e um escudo surgiu nos meus braços. Olhei para o monstro e vi que sozinho não poderia ganhar e uma fenda se abriu no chão. De dentro um Hecatonquiro surgiu já com cara de raiva e investindo contra o dragão e eu fiz o mesmo. O meu aliado entrou socando o monstro, mas sua pele era dura e parecia feita de titânio e eu percebi isso por minha própria conta quando meu bidente foi repelido pelas escamas. O dragão me acertou com um golpe de sua pata me jogando contra um pilar de concreto e o meu amigo de vários braços agarrou o pescoço da fera.

Podia ver parte das escamas sendo retiradas pelo meu amigo e ele golpeava com extrema força, até que o dragão se livrou dele por um momento e lançou chamas verdes. Eram fogo grego que consumiu o Hecatonquiro rapidamente até que elas sumiram. Abri os olhos em surpresa e o monstro virou e jogou as chamas contra mim. As sombras me rodearam e uma cúpula sólida se fez ao meu redor. Quando ela se abriu vi tudo ao meu redor queimando e destruindo com o fogo grego. Ele me olhou de novo e quando abriu a boca sai correndo e saltei para outra direção para desviar de uma nova torre de chama.

Rolei no chão e quando o dragão quis fazer algo, eu apenas abri a mão e uma bola de lava surgiu e atirei contra o réptil mágico O magma incandescente queimou com o contato e o monstro reclamou de raiva se recolhendo, aproveitei o momento e convoquei uma onda feita de magma que sai de uma fenda aberta no chão anteriormente e que acertou com força o dragão. Ele foi jogado contra a parede com alto dano e sibilava e fúria. O cansaço tomou conta de mim e uma sobra veio até mim e restaurava parte de minha energia quando o dragão levantou devagar com seu corpo todo queimado. Surpreso levantei e energia negra se concentrou nas minha frente até ficar enorme e eu disse:
-Você não morre?
A esfera colidiu contra o dragão explodindo e levando o monstro a cinzas, mas isso abalou os pilares e o teto cedeu. Usei a sombra para me locomover e tudo ficou negro. Logo depois estava no lado de fora da fábrica demolida, mas nos fundos. O cetro estava nas minhas mãos e na mesma hora a Nyx surgiu das trevas a minha frente. Enquanto em passos leves e lentos ela se aproximava, tirei o cetro das costas e estendi para que a deusa pegasse. A deusa pegou de minha mão o item e disse:
-Obrigado, agora rei lhe fazer um favor.
Ela estalou os dedos e tudo escureceu novamente e quando tudo voltou a ter cor, eu estava no meu chalé novamente. Deitei na cama por um tempo com a missão feita, sorri e dormi.

Itens usados.
Código:
Bidente Negro: Bidente feito de ferro estígio e cabo em couro negro. Ambas as pontas foram molhadas no veneno de monstros do Tártaro e podem causar danos diferentes ao inimigo, depende da sorte( Narrador escolhe). Vira um pingente de garfo. [Obrigatório]

Escudo do Tártaro: Escudo feito de ferro estígio fundido com Aço Tártaro, metal que prende os piores monstro em correntes indestrutíveis. Essa união Formou o Aço Estígio-Tártaro, leve como o ferro estígio e indestrutível como o aço, que vira uma tatuagem de um bidente que fica no antebraço do semideus. [Obrigatório]

Geminis: Dois braceletes de ouro negro com serpentes cravados que viram um par de correntes de ouro negro celestial com uma lâmina curva na ponta. Elas es expandem até que o semideus queiram e liberam uma onda elétrica quando em contato com o inimigo, causando fortes dores musculares. [Opcional]

PODERES USADOS
Spoiler:
[Level 3] Força de Ciclope. Meus filhos ganharam as habilidades dos seres que aprisionei, então têm a força de um ciclope.

[Level 7] Nevoeiro. Um aura negra surge no local que escurece tudo como a mais escura das noites.

[Level 11] Poder dos Titãs-Teia. Meus filhos têm o poder dos Titãs que estão aprisionados em mim. Um deles é Teia, deusa da visão. A visão de meus filhos é perfeita, as sombras ou qualquer magia para atrapalhar não funcionam.

[Level 29] Cura das Sombras. Meu filho pode curar totalmente sua saúde e energia e recuperar parte de um aliado.

[Level 20] Umbrecinese Avançada. Agora meu filho tem total poder sobre as sombras

[Level 30] Sombra em Ferro II. Agora meu filho pode criar armas maiores como um arco, uma lança ou um martelo.

[Level 31] Teleporte das sombras II. Meus filhos agora viajam por vinte metros

[Level 32] Invocar do Tártaro III. Meu filho pode invocar do Tártaro um Hecatonquiro.

[Level 35] Escudo de Sombras IV. O escudo agora é perfeito e absoluto, protegendo até dois aliado sem contar você.

[Level 36] Esfera de energia negra. Uma esfera do tamanho de um carro comum é lançada contra o inimigo e com o contato explode.

[Level 40] Pele de Rocha. A pele do meu filho têm solidez e dureza da rocha, sendo dificilmente ultrapassada.
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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Sab Maio 04, 2013 11:01 pm

Aprovado.
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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Convidad em Sab Maio 18, 2013 2:49 pm



Rachel E. Dare


NOME DO SEU PLAYER Perséfone/ Berit A. Njorthrbiart

NOME DO CANNON QUE DESEJA SE TORNAR: Rachel Elizabeth Dare

O QUE SABE SOBRE ESSE CANNON? Rachel apesar de mortal, consegue ver através da 'névoa'. Ruiva e com muitas sardinhas, Rachel parece uma doida por onde passa, com suas roupas gastas e sujas - apesar de ser filha de um milionário. Teve uma atração por Percy e chegou até a 'ficar' com ele, mas o relacionamento não prosseguiu. Ao final da saga, ela torna-se o Oráculo de Delfos

POR QUE DESEJA SE TORNAR ESSE CANNON? Porque, além de gostar bastante de sua história, acho que sou capaz de administrar a conta da personagem.

O QUE TE ASSEMELHA AO PERSONAGEM? Muitas coisas; gostamos de arte e tudo o que faça bagunça, ela também é fiel aos amigos e por mais complicada que esteja a situação, nunca deixa-os na mão. Ela vive cheia de preocupações e situações que não consegue compreender e eu também.

PP QUE IRÁ UTILIZAR NO PERFIL DO CANNON Jane Levy

NARRE UMA ONE-POST CONFRONTANDO NO MÍNIMO TRÊS MONSTROS MITOLÓGICOS.MÍNIMO 50 LINHAS

Como era mágico aquilo, sabe, a parte do dia em que não sabemos se ainda é dia ou se já é de noite; o céu toma uma coloração que não se pode definir. Enfim, eu estava do lado de fora da Gruta, e havia pausado minha leitura de algum livro sobre Arte só para observar aquela pontinha de magia... Fechei os olhos e deixei que o vento bagunçasse meu cabelo, que se espalhava por minha face, em seguida, ri de mim mesma, eu deveria estar parecendo uma palhaça, com aquelas roupas soltas e manchadas, olhando pro alto e rindo sem parar; gargalhei mais alto ainda, isso era demais!

Um tempo deve ter se passado, porque quando me dei por mim, a noite já chegara; aquele vestido de veludo negro vesti o céu, e as estrelas adornavam-no como pequenos e grandes diamantes, cheguei a ter a leve impressão de que a qualquer momento um grande festejo fosse começar lá em cima, uma festa de gala... Que para mim acabava agora, eu definitivamente não iria correr o risco de ser o 'jantar' de algumas harpias. Voltei para a frente da minha morada e já me preparava para ajeitar as cosias e ir dormir, quando de repente, ouvi um barulho.

Apurei a visão e vi um vulto que saia de trás do chalé 4; era uma menina! Ela se espreitava por entre as várias plantas do lugar e com certeza não iria querer ser pega, mas que sabe para onde ela estava indo. Talvez para um outro chalé, quem sabe... "Rachel, pare com esses pensamentos, ela deve estar só querendo roubar alguns morangos" eu disse a mim mesma, mas sabia bem qual morango ela estava querendo. Na tentativa falha de segurar o riso, me encaminhei até ela e coloquei a mão sobre seu ombro. A garota sobressaltou-se assustada e virou-se, olhei dentro de seus olhos e então nada mais eu vi; um frio me invadiu e eu não era mais a mesma, todo o ambiente ao redor ficou com um ar sombrio. Eu apaguei.

* * *

Meus deuses! eu sabia que não deveria ter saído do meu chalé, mas também como adivinharia que seria pega tão facilmente? Era por isso que ás vezes eu desejava ser filha de Hermes, com eles conseguiam se safar tanto?

Aquilo já estava estranho demais. a garota podia parar de agir assim, estava me deixando assustada de verdade. Está certo que eu não tinha a mínima ideia do lance que ela fazia com os olhos, eles ficaram verdes e como as fendas de uma serpente. Para falar a verdade, a menina parecia estar sendo coberta por uma cobra-fantasma gigante, que se enrolava em seu corpo. Como se já não bastasse, ela abriu a boca e começou ditar várias frases que não me faziam sentido:

"Na noite escura, uma encruzilhada; três perigos, uma ajuda
Não há como escapar agora, enfrente o que lhe foi destinado
Siga seu caminho, não olhe para trás
Prole de Deméter, não fuja, as consequências serão dadas
A sentença final está próxima"


Uau! Acho que a parada era mesmo séria, após dizer isso, ela tombou sobre meus pés e tentei ser rápida para não deixá-la bater no chão.

* * *

Minha cabeça doía muito e quase não consegui abrir os olhos. A menina que eu vira a pouco estava sentada o meu lado e parecia preocupada:

- Hey, que história é essa de me pregar peças, em garota? - ela falou e fez com que eu me sentisse uma filha de Poseidon.

- Um momento, eu não sei mesmo do que você está falando -

- Como assim, não sabe, você me olhou com aquela cara estranho, e seus olhos... eles pareciam diferentes. Além do mais você me disse um monte de coisas e...

- Espere um pouco, eu acho que... Ah, eu tenho que aprender a controlar esses ataques repentinos de visões, só pode ter sido isso

- Então você é o...

- Oráculo do Acampamento, mas conhecida como Rachel Elizabeth Dare, prazer! - estendi a mão; ela aceitou o cumprimento

- Britany, filha de Deméter.

- Hey, certo, mas que exatamente eu te disse - fiquei tipo, Poker Face, odiava não saber dessas coisas, me sentia como se eu não me conhecesse

- Eu não sei direito, mas você falou algo sobre eu seguir meu caminho e enfrentar três perigos...

- É, realmente foi uma profecia. Agora, bem, eu não posso fazer nada por você, desculpa. Tem que seguir o que ela disse, mas lembre-se de que as profecias nunca tem um único significado. Agora, quem sabe se você tivesse ficado quietinha no seu chalé, isso não tivesse acontecido...

- Aff, que droga hein?! - falou ela, sem saber o que fazer

- Desculpe-me, mais uma vez, tenho que ir. Boa sorte com os seus 'três perigos' - Adentrei a Gruta, orando para os deuses protegerem a menina, ela não tinha culpa de nada!

* * *

Isso era ruim, muito ruim. Mas como meu destino estava traçado, não podia fugir. A garota voltou para aquela caverna sem ao menos dizer 'boa noite'... Muito mal-educado da parte dela, hum! Prossegui, como a profecia indicara. Que droga!

Quando havia saído da área dos chalés me camuflei por entre as folhagens da floresta e me vi diante de uma escuridão sem fim, a única luz obtida saia do brilho do medalhão que balançava com meus movimentos, fazendo o brilho oscilar e iluminar alguns poucos pontos daquele vasto tapete verde-mato. Tentei apurar a visão, que agora já se acostumava ao escuro e distingui um grande amontoado de pedras logo a frente, e pelos meus cálculos – nem sempre certos – aquela deveria ser a localização do Punho de Zeus. Maravilha! Não consegui hesitar enquanto caminhava na direção da montanha e me deixava cair sentada suspirei aliviada e contente por ter conseguido me livrado tédio do chalé quatro. Olhei para o céu estrelado e me pus a tentar distinguir as constelações visíveis dali, com um leve sorriso nos lábios.
Mas minha felicidade não durou muito…

Ouvi alguns leves passos atrás de mim, e congelei com medo de olhar. Se Quíron houvesse me descoberto estaria em uma baita encrenca. Os passos se aproximaram agora seguidos de um ruído esquisito e não me segurei mais. Virei. Antes não o tivesse feito, ao menos eu iria morrer com a lembrança das lindas estrelas e não daquela criatura feia e horripilante, aquela mulher galinha. Uma harpia. Ela estava a mais ou menos um metro de mim, as asas negras e a cara como a de rainha má dos contos de fadas, nenhum pouco bonita. Suas unhas pareciam ter sido afiadas recentemente, como se ela previsse o nosso nada agradável encontro, então ela falou e eu pulei assustada:

- Ora, vejamos o que temos aqui. Uma campista – ela rodeava a mim passando a garra do indicador pelo meu rosto – filha de Deméter e fugitiva noturna. O que acha que está fazendo fora da cama uma hora dessas, mocinha. Sabe que eu posso te matar com facilidade, certo? – eu sentia o sangue me congelar nas veias –

- Nã… não senhora, deve ser algum engano, eu não estou fu... fugindo - Eu falei cada palavra na voz mais baixa que consegui, sabendo que era uma questão de tempo para que ela me matasse.

- E ainda tem a audácia de mentir para mim? Vocês não tem jeito, pensam que podem nos enganar… Mas vou te dar um prêmio porque hoje estou de bom humor, está uma noite tão linda, não? – Ela pousou a meu lado e olhou para o céu – Como você quer morrer? Uma morte rápida e sem dor ou uma bem lenta e dolorosa?

Ah, certo se aquilo era ela de bom humor não conseguia nem chegar perto de imaginar como seria nos dias ruins… Quanto à pergunta, eu me recusei a responder, tentando encobri-la com outra questão. Era um absurdo, sim, mas uma forma bem mais digna de se partir Hades sabe para onde:

- Que tal… lutar? Uma batalha travada bem aqui e agora, somente com as armas que eu trago comigo? Uma luta até a morte? – Pressenti que ela não cederia ao meu pedido e comecei a rezar para todos os deuses que conhecia ou não, implorando para ter ao menos um lugar nos Campos de Asfódelos.

- Hum, isso chega a ser até… interessante. Poder fazer você morrer da forma que eu quiser, tortura-la, arrancar membro por membro do seu corpo… Mas, você precisa jurar.

- Hã? Como assim, jurar? – Eu tomei cuidado, ela poderia estar me enganando e talvez nem esperasse até eu ativar minhas armas.

- Claro, jurar. Jure que quando você morrer nesta noite, mandará uma mensagem do mundo Inferior para Quíron, o avisando que foi você mesma que sugeriu a batalha e concordou com os termos. –

- Ah, certo. Eu juro pelo Estige que se morrer esta noite, mandarei uma mensagem para Quíron lhe informando que lutei por livre e espontânea vontade, ciente de todos os riscos impostos na batalha. – Um trovão ribombou e um raio dividiu – literalmente – o céu em dois. O juramento estava feito.

- Vamos querida, agora sim podemos tornar sua morte mais engraçada. Vou deixar que se coloque em posição e também me afastarei um pouco. – Ela se afastou alguns centímetros, parando a minha frente

– Ao meu sinal – Ela não cumpriu com o combinado. Felizmente, eu também não.

Antes que ela pudesse ao menos terminar a frase, já tinha transformado meu medalhão em uma longa e reluzente foice, tal como o a pulseira já não era mais uma pulseira e sim um enorme escudo no meu braço esquerdo. Dessa forma, consegui me defender quando ela passou voando por cima de minha cabeça, com as garras totalmente para fora. Coloquei o escudo acima de mim e um barulho estridente ressoou ao redor quando suas unhas se cravaram nele arranhando toda sua superfície. Eu consegui manter meu crânio inteiro, mas ela era forte e fez tanta pressão no escudo que eu não aquentei, perdi o equilíbrio e cai de joelhos. A harpia não perdeu tempo e aproveitou meu descuido para lançar um golpe bastante dolorido no meu antebraço esquerdo. No momento que me levantei percebi algumas gotas de sangue caindo no chão, mas não deixei que elas me distraíssem. Levantei a foice no ar e desferi um golpe enquanto corria da melhor maneira que pude para frente, acertando o lado de seu abdome, mas conseguindo somente com que a lâmina deslizasse, já que ela alçou voo, pairando acima de mim:

- Sua campista atrevida, não vai se livrar desta – com estas palavras recaiu mais uma vez acima de mim, pondo-me contra o chão. Eu estava cara-a-cara com aquela coisa horrorosa.

Ela havia feito prensado minhas mãos na contra o ‘chão’ e mostrava seus dentes com prazer – mesmo eles não sendo nada bonitos e mais amarelos que o Bob Esponja( o coitado nem merecia essa ofensa) Precisava pensar em alguma coisa rápido, e quando digo rápido, quero dizer em segundos de milésimos ou milésimos de segundos. Isso não importa, o fato é: minha vida tinha muito menos que um segundo de duração, a não ser que… A não ser que eu conseguisse imobilizar ela também!

Se olharmos pelo lado da força, certamente que eu já estaria estraçalhada. Mas eu poderia usar aquela porcaria de apelidinho que me deram para alguma cosia. Eu costumava ser tratada como a distraída do meu chalé, a que vive no mundo da lua e essas coisas. Bom, era uma opção. Fixei meu olhar em um ponto morto e parei de me debater, como se algo muito interessante estivesse atrás de mim. Afrouxei as mãos e deixei meu pescoço pender de lado, tentei não piscar e fazer uma cara de surpresa. A única coisa que eu não conseguia controlar, eram as batidas hiper-altas do meu coração, mas não me importei com aquilo por hora. O monstro não havia dado indícios de que caíra em meu golpe, mas eu não desisti e continue na posição de 'Olha tem algo muito legal ali’.

Ela não se aguentou e senti seus braços não pressionarem tanto meus membros. Sua boca se fechou e eu senti seus olhos grudados nos meus. Ela girou o pescoço muito pouco, mais o suficiente para que eu detivesse suas mãos e me libertasse.

Assim que percebeu que havia sido enganada, rugiu, e eu soube que agora, mais do que antes, me fazer em picadinhos era uma questão de honra. Eu diria o mesmo. Andei de costas como se estivesse recuando, e ela avançava cada vez mais. Porém eu não estava recuando coisa nenhuma, era apenas um plano. Enquanto fitava o nada senti como se uma voz falasse na minha cabeça, e um cheiro diferente encheu minhas narinas. Senti que ali perto, bem perto, tinha uma planta venenosa. Ela na verdade não era do tipo que mata, mas da uma alergia danada em quem a toca, em questão de segundos. Assim que eu me virara, consegui ver a localização desta planta, e agora, trazia a criatura para cima dela.

Estávamos muito perto uma da outra, e senti os galhos daquela planta roçando na base da minha coluna.

- Hey, aposto que não consegue me pegar aqui! – Aticei

- Como assim, só porque está perto de uma plantinha acha que eu não consigo?

- Claro que não, e essa planta? Nem me lembre dela, se tivesse visto ela ai antes não teria chegado tão perto. É uma espécie amaldiçoada para todos os filhos de Deméter. Se tocarmos nelas, morremos na hora… - Eu falei como que distraída

- Ah, é mesmo? –

- Ops, eu não deveria ter dito isso. Por favor, não me jogue nesta planta, eu imploro. Qualquer morte é menos dolorosa que esta. Por favor, não – Sorte a minha que fizera três nos de teatro, talvez minha voz fosse convincente. Ou talvez eu estivesse tão desesperada que soasse verdadeira por pura vontade.

- Garotinha, acabou. Nem mesmo precisarei sujar minhas mãos em você. Vou acabar com esse seu rostinho bonito de uma vez por todas, saia da frente. – Ela passou por mim e me deu um empurrão, mas eu não cai. Apertei o punho da foice e continuei suplicando enquanto ela me dava às costas:

- Não, me mate estraçalhada, isso não, por favor, a planta não –

Minha ânsia se viu completa quando ela agarrou dois ramos e puxou de uma vez. Eu consegui dar um risinho abafado. Ela se virou e caminhou até mim:

- Vejo um fim próximo – disse. Suas mãos começaram a inchar e seu rosto também. Suas pernas ficaram cheias de bolinhas iguais as de catapora. Ela arregalou os olhos.

- Eu também – falei cravando a foice no seu estômago e fazendo-a cair aos meus pés, ao se tornar pó.

- Finalmente! – Exclamei aliviada, mas o sangue do meu braço continuava a escorrer e minha blusa estava estraçalhada em muitos lugares, devido às garras da harpia. Por debaixo dos rasgos, alguns arranhões profundos e outros nem tanto assim. Meu joelho também estava arranhado, da vez que caíra de joelhos. Senti-me um pouco tonta e sentei sobre o solo, ainda assim feliz afinal, aquilo não era nada comparado a umas dentadas.

Ele saiu do nada, eu juro, e apareceu na minha frente. Era um pouco maior que um carro e parecia que não seria tão fácil de vencê-lo. O cão nem esperou que eu estivesse pronta para ataca-lo – é, eu sei que deveria estar delirando quando pensei que ele esperaria – e logo de entrada me deu uma rasteira com sua pata enorme. Eu caí de bruços e quando me virei, depois deem levar o apito que jazia em meu pescoço, a boca, deparei-me com aquelas bocarra aberta sobre minha cabeça e a baba escorrendo para o meu rosto, meu estômago se contorceu de medo e nojo – não sabia dizer qual das duas sensações era a pior – e eu nada podia fazer. – Lithia! – gritei em desespero, ela parecia já esperar por isso e com muito charme – que coisa besta para se perceber na hora da morte, eu sei – pousou sobre os olhos do cão. Bom, ela não somente pousou como também fez questão de enfiar suas garras com força neles, até que a criatura choramingasse de dor e se contorcesse. Aproveitei para fazer com que a adaga fizesse um ferimento mais que profundo na parte de cima da mesma pata com que ele me derrubara, então ele agiu como se tivesse virado estátua. Eu podia ouvir o seu coração batendo cada vez mais devagar, e BUM. Parou de bater quando ele virou uma montanha de purpurina e desabou no chão.

Como aquilo cansava, Lithia pousou ao meu lado e mordiscou meus dedos, porém de cordo com a maldita profecia, ainda faltava um monstro, aonde estaria ele, afinal?

Os olhos chamuscando. A boca contorcida em algo que julguei ser um sorriso irônico. Uma face bonita. Um corpo perfeito...a não ser que olhasse para baixo aonde jaziam as duas pernas anormais. Ali estava... Empousa. Não me dava bem elas. Pedi para que o monitor liberasse-a, e assim que ele saiu nós duas ficamos ali. Encarando uma a outra, ambas ansiando uma vitória. Ativei meu escudo e o pus diante do meu corpo como uma base de proteção. A faca estava em minha mão, um objeto de fácil manuseio. Ela rugiu, eu vociferei:

- Morra - A luta começou.

Meu primeiro golpe foi desferido em seu antebraço direito, mas não causou nenhum dano. Ela saltou na minha direção, mas consegui desviar rolando para o lado e ganhando um arranhão no joelho. Levantei-me novamente , a criatura sibilou e seus cabelos entraram em chamas. Eu começava a pensar que minha escolha fora um tanto perigosa, mas não desisti. Apunhalei-a no ombro, e desta vez, pude ouvir um fraco urro. Sorri para mim mesma e me animei um pouco mais. retirei minha faca do ferimento e a finquei novamente no antebraço do monstro, ela mostro os dentes, como pequenas estalactites reluzentes. Suas unhas agarraram meu pescoço e senti o ar sumir de meus pulmões. No último momento, dei-lhe um chute ela me largou por impulso, ainda repondo o ar, embainhei a faca e ativei minha espada. Ela hesitou por um minuto vendo o brilho que emanava da arma. Balancei a espada por um instante e agi. A lâmina bronzeada cortou o lado do corpo da fera, em seguida atingi sua perna de bode, pelo menos foi o que pensei. Ela me surpreendeu ao fazer surgir no ar uma espada de fogo. A empousa rodopiou - a ao lado do corpo e caminhou lentamente até mim, levantou as mãos e abaixou a arma em um só movimento. Por sorte - muita sorte - ela tinha uma mira ruim, e apensa acertou um lado de meu rosto de raspão. Levei a espada novamente a combater, ferindo aonde achava ser seu estômago, em seguida, golpeei-a na coxa de metal, o que causou um ruído irritante e nenhum machucado. mais uma vez ela usou aquele instrumento de carnificina e acertou em cheio minha perna. Começou a doer muito, e mancando eu tentei me defender, coloquei o escudo em uma posição de defesa e girei a espada por todos os lados esperando um bom resultado, mas não iria conseguir nada se ela ainda continuasse com a espada. Pensei em algo que poderia dar certo. Retirei a faca da bainha com cuidado e atirei, esperando acertar sua mão. Orei a meu pai e a Apolo, e graças aos deuses deu certo. a espada voou até o outro lado da rocha e oscilou enquanto desaparecia no nada. Ela olhou confusa enquanto seu tesouro se desfazia. Com muita dificuldade caminhei alguns passos, em cada um deles meu corpo parecia querer ceder ao cansaço. Usei a espada para acertar mais um golpe em seu braço, desta vez no esquerdo. Eu cravei - a com força, retirei e mais uma vez, desferi o golpe no mesmo lugar. Ela me chutou com a perna de metal e eu não pude evitar um grito. Me vinguei, fincando a espada no meio do tronco do monstro. Ela olhou suplicante para mim e fez um beicinho semelhante ao de um bebê que pede mamadeira. Seu corpo foi ao chão e em poucos segundos, não passava de poeira dourada. Ótimo.

Acho que era o fim... Tinha que ser, me joguei exausta na grama e fechei os olhos, gradecendo aos deuses por tudo ter dado certo.

PS: É com o consentimento de Nyx, a responsável pelos cannon's, que fiz a One-Post do ponto de vista de uma campista normal, por Rachel não ter poderes nem habilidades que fosse salvá-la em uma luta, esta somente aparece no início da narração, ditando a profecia.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Sab Maio 18, 2013 4:35 pm

Aprovada.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Lysander Scamander em Dom Maio 19, 2013 4:14 pm

Nome do Seu Player?
Nyx/Adhara C. Horváth

Nome do Cannon que deseja se tornar?
Thalia Grace

O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)
Thalia é uma filha de Zeus, que passou alguns anos de sua vida na pele de um pinheiro. Ela fugiu de casa quando ainda era muito jovem por não conseguir se entender com sua mãe. Thalia é, digamos, uma prole proibida, pois quando ela nasceu, Zeus havia quebrado o acordo que fez com Hades e Poseidon depois da 2ª Grande Guerra, de não terem filhos. Depois de acordar de seu "sono de beleza" quando deixou de ser um pinheiro, Thalia ajudou Percy em algumas aventuras e entrou para a caçada tornando-se a tenente das caçadoras de Ártemis.

Por que deseja se tornar esse cannon?
Identifico-me imensamente com essa personagem, além do mais, Thalia se mostra uma semideusa forte e poderosa, e me sinto perfeitamente apta para interpretá-la.

O que te assemelha a esse personagem?
Bem, Thalia é forte, persistente, livre e autoritária, embora não me orgulhe muito da última, tenho de confessar que possuo todas estas qualidades, e que as vezes estas podem ser um pouco inconvenientes.

PP que irá utilizar no perfil do cannon?
Kaya Scodelario

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas. (Sem template ou size)
A caçada na reserva florestal de Krasnoyarsk - Rússia - não fora tão bem sucessida quanto imaginávamos - eu fora convidada pela tenente das caçadora para fazer uma caçada em sua companhia. No fim das contas, um dos três ciclopes da família conseguiu fugir. Na janela do hotel em frente a grande reserva eu me pegava pensando por onde andaria aquele monstrengo e o que estava pretendendo. A lua banhava o céu noturno com seu brilho prateado que clareava a clarabóia e espalhava luz por todo o quarto.

Debruçada no parapeito da janela fixei meu olhar na densa floresta do outro lado da rua. Uma fraca neblina se postava diante de meus olhos, o que dificultava na hora de detectar movimentos. Respirei fundo. Me procupava o que poderia acontecer com aquelas pessoas caso não conseguíssemos prender aquele monstrengo, de todo modo, sabia que as caçadoras estavam muito cansados; foram dias e dias com poucas horas de descanço e suprimentos limitados. Fechei a janela e tranquei o fecho com o cadeado.

Sentei-me na beirada da cama de lençóis brancos como algodão. Meus ossos doíam profundamente e minhas pálpebras relutavam em se fechar. Suspirei. Fechei os olhos. Uma brisa leve fez meus cabelos negros voarem, senti meus poros se arrepiarem e uma voz melodiosa invadiu meus ouvidos.

"Você pode salvá-los, querida... Só basta querer."

Abri os olhos e uma luz forte piscava em diversos lugares do quarto como se fosse um vagalume estrelar. Era como sinos... Tão linda como a fadinha companheira de Pan. O brilho desapareceu e em forma reluzente Ártemis revelou-se diante de meus olhos azuis como o céu, seus cabelos ruivos arrumados em uma longa trança grega e seus olhos grandes e redondos como a lua cheia. Meu coração acelerou, sabia que a palpitação podia ser ouvida a quilômetros de distância.

A deusa sorriu, uma forma reluzente e encantadora. Não consegui resistir a abrir um sorriso também e senti minhas bochechas se avermelharem aos poucos quando ela se ergueu e mostrou não ter mais do que 1. 50 de altura. Ártemis caminhou até a janela e observou por um longo período a luz no ponto alto do céu.

"São 7 horas." Ela murmurou como se isso fosse extremamente importante de se saber. "Daqui há doze horas o Estúdio de Balé Madame Dorleac abrirá para o ensaio do Lago dos Cisnes de crianças entre 7 e 9 anos de idade. O ciclope está lá, possivelmente acompanhado, se você não impedi-los, amanhã as 7 horas essas crianças vão morrer... Você quer que isso aconteça, Thalia Grace?"

Senti o sangue fugindo de minha face e minha pele empalidecer. Não, é claro que eu não permitiria! Balancei a cabeça negativamente e energicamente. Ela sorriu como se realmente esperasse aquela resposta.

"Então,salve-os, menina... Mas vá sozinha..."

A deusa desapareceu em um milhão de fagulhas brilhantes e eu me voltei para meus armamentos em cima da escrivaninha. Apanhei todas as armas sem hesitar e respirei fundo antes de bater a porta do quarto de hotel as minhas costas. Meus passos ecoavam pelos corredores escuros do edifício em silêncio. Olhando para janelas no fim de cada corredor eu podia ver os pequenos flocos de neve caindo em grande quantidade.

Cheguei a recepção e me dei conta de que não sabia nada sobre a Rússia, geograficamente falando. Aproximei-me da recepcionista e perguntou sobre o estúdio. A moça, que tinha longos cabelos castanhos e olhos de um verde sobrenatural, me observou por alguns segundos sem nada dizer, depois deu um sorriso largo e seus olhos se transformaram em fendas, os dentes cresceram alguns centímetros tornando-se presas e ela pulou na minha direção com suas garras afiadas.

Eu colidi com a parede e senti um baque na minha cabeça quando ela me derrubou no chão com seu peso. Senti enorme unha da monstrenga rasgando minha bochecha e senti o ferimento arder vorazmente. Apressei-me a lhe dar um chute na barriga e me erguer novamente. Puxei a espada das costas e desferi um golpe contra a perna peluda da empousa causando-lhe um ferimento profundo. Ela me fitou furiosa e aproximou-se de mim tentando me atacar na barriga, mas eu desviei e dei uma rasteira na monstrenga, derrubando-a e subindo em cima da mesma. E largando a espada ao meu lado.

Peguei uma corda no meu bolso e enrolei ao redor do pescoço da empousa apertando até que ela não pudesse mais respirar. Resgatei a espada do chão e cravei no pescoço da criatura decepando o mesmo em um golpe habilidoso. A imagem da empousa estremeceu e ela virou pó no momento seguinte.

Sequei o suor da testa e levantei-me guardando a espada e guardando a corda no bolso. Olhei em cima do balcão por impulso e vi ali em cima um panfleto, agarrei uma amostra e lá estava: "Estúdio de Balé Madame Dorleac". Verifiquei o endereço esboçando um sorriso abobalhado nos lábios, parecia que finalmente as coisas estavam saindo como o planejado. Sai do hotel com o panfleto em mãos e depois de caminhar por algumas poucas quadras pedindo informação para alguns cidadão consegui chegar no estúdio.

Do lado de fora havia uma grande placa "Madame Dorleac", aproximando-me da porta pensei que estava trancada, mas quando levei a mão a fechadura me surpreendi ao ver que a porta se escancarou por completo. Olhei ao redor e ninguém pareceu notar nada de estranho, então adentrei no local e fechei a porta suavemente as minhas costas.

Espelhos... Eles estavam por toda parte. Para qualquer direção que eu olhasse eles estavam lá, meus olhos azuis me encaravam aterrorizados. Aquilo era, definitivamente, pior do que voar e pior do que ter de explicar porque Apolo era quente para Percy Jackson. Puxei minha espada das minhas costas e mantive a guarda aberta para qualquer ataque surpresa.

O estúdio era amplo e possuía um grande arco no centro. Atravessando o arco estava ele. O grande ciclope com seu bastão de madeira pré-histórica. Revirei os olhos, já estava mais do que na hora de deter aquele indivíduo. Com a espada em mãos avancei gradativamente, meus pés tocavam o chão com firmeza e eu fixei meus olhos nos olhos do monstro esperando que ele recuasse, o que obviamente não aconteceu, e ele marchou em minha direção com rapidez.

Estávamos a três metros de distância quando o ciclope bateu seu bastão com força no chão abrindo uma enorme cratera. Fitei a cena com horror e investi com minha espada na 'batata' de sua perna, na tentativa de fazê-lo se desequilibrar, mas isso provavelmente não surtiu muito efeito, pois ele continuou de pé e bem equilibrado. Ele ergueu o bastão mais uma vez e girou na minha direçãoa atingindo minha barriga e fazendo-me voar longos metros até colidir com um espelho que se desfez em milhões de pedacinhos e acabou por cortar minha mão direita.

Ergui-me com dificuldade e avancei na direção do monstrengo atingindo-o bem na barriga com minha espada, uma onda de eletricidade percorreu o monstro que ficou paralisado por um longo momento. Puxei o mini raio do cinto e lancei descargas elétricas na direção do ciclope fazendo-o ficar parcialmente paralisado. Escalei o monstrengo como se ele fosse a parede de escalada e quando cheguei em seus ombros finquei minha espada e ouvi seu ruído de dor. Peguei minha faca e rasguei seu pescoço vendo o pó se dissolvendo aos poucos. Mas quando eu estava prestes a dar o golpe final ele me derrubou com seu bastão e eu cai com força no chão. Minha espada caiu bem ao meu lado, mas a dor na perna era tanta que eu mau conseguia me mover. Ele veio na minha direção vagarosamente e me segurou no alto, mas eu consegui resgatar minha espada e cravei em sua mão fazendo o me soltar mais uma vez.

Dessa vez cai em pé e segurei minha espada com firmeza antes de atacar o ciclope várias vezes seguidas. Fiz vários cortes em seu tórax e em arranquei seu pé fazendo com que ele perdesse o equilíbrio e tombasse para trás. Finquei minha espada em sua testa e segundos depois ele se transformou em um monte de poeira gosmenta.

Deixei-me cair no chão derrotada quando ouvi um forte latido lá atrás. Olhei na direção do barulho por instinto e vi um cão infernal com o triplo do meu tamanho correndo em minha direção. Revirei os olhos. Só me faltava essa... O ciclope tinha um bichinho de estimação. O cão se aproximou e me atacou com suas presas afiadas. Consegui me desviar do primeiro ataque graças ao escudo, mas algo me dizia que não seria sempre assim.

Ele atacou meu braço e o mordeu com suas presas enormes, mas eu consegui me livrar dele cravando a espada em parte do seu crânio. O cão se afastou choramingando e eu vi meu reflexo de mendiga em um dos muitos espelhos do estúdio. Afastei o cão com um chute poderoso e ele ganiu de dor, mas aproximou-se de mim mais uma vez e acabou me derrubando no chão. Nós dois saímos rolando pela vastidão do estúdio como dois cachorros de rua, e eu fazia o possível para atacá-lo com minha faca no meio daquela confusão.

Eu já estava cansada e queria acabar com aquilo rápido, então pensei em algo que parecia que produziria um efeito instantâneo. Separei-me do cão com dificuldade e ganhei um pouco de altitude concentando-me em minha energia corporal. Aos poucos senti os fios elétricos me envolvendo em uma cúpula. Segurei minha espada com firmeza e voltei ao chão dando três golpes no cão. Coração, nuca, crânio. Ele se desfez em pó no mesmo instante.

Cai no chão desorientada e observei a destruição no estúdio. Ártemis teria de cuidar daquilo, pois eu já não tinha energia para mais nada. Levantei-me com dificuldade e comecei a caminhar na direção da porta de saída.

armas:
* Pequeno raio - Um raio pequeno capaz de lançar descargas elétricas que paralisam o inimigo por dois turnos. As descargas também trazem uma trovoada junto.

* Réplica do Aegis - Um escudo com a cabeça da medusa estampada, quem olha para ele fica paralisado de medo, como se realmente a medusa estivesse ali.

* Espada elétrica especial - Uma espada feita em puro bronze celestial, capaz de dar choques em quem recebe um corte dela.

poderes:
Cúpula elétrica: Você tem a capacidade de se envolver em uma cúpula feita de pura eletricidade, tudo o que a toca sofre uma descarga paralisante. Se uma arma a toca, irá ser eletrocutada e dará fortes choques em quem segurá-la até o fim da batalha.

Voar: Os filhos de Zeus podem controlar o ar ao seu redor e voar o quão alto ele quiser.

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Perséfone em Dom Maio 19, 2013 4:52 pm

Aprovada

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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por June C. Schmidt em Seg Maio 20, 2013 4:13 pm

Nome do Seu Player? June C. Smith/Íris

Nome do Cannon que deseja se tornar? Annabeth Chase

(APENAS PARA CANNON'S DO LIVRO) O que sabe sobre esse cannon? (Mínimo 7 linhas)

Annabeth Chase é uma semideusa filha de Atena. Aos sete anos ela fugiu da casa de seu pai e entrou no mundo perigoso de monstros, sozinha, até encontrar Luke e Thalia (respectivamente filhos de Hermes e Zeus), que nessa época se tornaram os seus melhores amigos. Luke até chegou a ser uma paixão sua, até que tudo mudou quando Percy Jackson chegou. Antes disso, quando eles conheceram o sátiro chamado Grover Underwood e tentavam voltar para o Acampamento, a filha de Zeus foi transformada em um pinheiro.

Depois disso, ela viveu os outros cinco anos no Acampamento até que o filho de Poseidon, Percy, foi se juntar a ela. Eles saíram em diversas missões que visavam recuperar o Raio Mestre de Zeus, recuperar o Velocino de Ouro. Em uma dessas missões, Annabeth foi raptada por um Manticore que a manteve segurando o céu durante um bom tempo até que Percy, Thalia, Zöe e a própria Ártemis foram ajudá-la a ser resgatada (lembrando que ela foi aprisionada a ficar responsável pelo papel de Atlas em carregar o céu). Ela também ajudou Percy e os outros semideuses a parar Cronos que já estava recobrando o poder.

No final disso tudo, Annabeth começou uma relação real com Percy (namorados).

Por que deseja se tornar esse cannon? Annabeth é a minha personagem favorita. Sim, todos vão pensar que é a resposta mais clichê que existe, mas é a verdade. A acho poderosa e interessante. A forma como ela age e expressa, a forma como ela pensa... Tudo me intriga e me deixa fascinada e eu quero ser ela por isso, para me fazer sentir essa mesma sensação.

O que te assemelha a esse personagem? Acho que a forma de ela tentar os sentimentos. Não é tão na cara como muitos fazem. É um jeito misterioso que eu aplico às pessoas próximas a mim, às vezes.

PP que irá utilizar no perfil do cannon? AnnaSophia Robb

Narre uma one-post confrontando no mínimo três monstros mitológicos (você deve definir os requisitos e a situação); pode utilizar as habilidades, os itens e os mascotes do cannon que escolheu. Mínimo 50 linhas. (Sem template ou size)

Ok, ok. Pense Annabeth. Você tem três possibilidades milagrosas de sair daqui. Claro que a primeira, a de sair correndo, está meio que descartada por ser um insulto à minha imagem de semideusa. Mas o problema é que vocês não entenderam a questão... Eu odeio Ciclopes! Tudo bem, tudo bem... Vai ficar tudo bem. Suspirei profunda e lentamente.

Eu estava protegida invisivelmente pelo o meu boné dos Yankees e em guarda com a minha adaga de bronze celestial erguida. Eu não estava vendo, mas a sombra do Ciclope de quase dois metros estava refletida em uma parede. Droga, droga, droga! Por que o Cabeça de Alga tinha que sair em outra missão, também sozinho, logo agora? [...]

Bom, vou explicar o que eu realmente estava fazendo aqui.

** Horas Antes **


Tudo começou quando outro semideus, filho de Hermes, havia chegado de sua missão meio louco. Ele havia dito que tinha uma casa “mal assombrada” e que ninguém conseguiria sair de lá, jamais. (Se ninguém conseguiria como ele saiu né?) Eu fiquei preocupada principalmente que já tínhamos o intuito de mandar outros campistas em missão para aquelas bandas e lógico, eu disse que iria acabar com aquilo.

Quando encontrei Rachel, não era simplesmente para uma visita formal. Era sim para ela me dizer a profecia dessa minha missão. Olhei para o lado esperando ver Percy, mas ele tinha saído na sua própria. Nossa... Ele faz muita falta. Rachel, com o seu cabelo cor de fogo, estava na sua gruta como de costume e já estava preparada para me atender.

“Sozinha você deve sair
São três monstros e um medo
E com ele você pode cair
Não há nada de estranho, nenhum segredo
É só matar e para o Acampamento retornar”

Deuses! Eu posso cair? Não... Não! Essa palavra não existe para mim apesar de ter me deixado bem curiosa e temerosa. E despedindo-me de Rachel que já tinha se libertado do Espírito de Delfos, saí correndo para o Chalé de Atena. Peguei a minha mochila cinza colocando lá o Laptop de Dédalo, um pacote e copo com, respectivamente, Ambrosia e Néctar e outro conjunto de roupas. Minha adaga de bronze celestial estava firme entre o meu cinto e a minha calça, e o boné dos Yankees estava bem guardado em meu bolso.

Quíron me deu algumas últimas explicações e também permitiu que Argos me desse uma carona até a região menos movimentada de Nova Iorque. Depois de descer da nossa van e dizer “tchau” a Argos, andei um pouco pela cidade.

Pelo o que o filho de Hermes dizia, eu estava ainda um pouco distante. Eram exatamente quatro quadras até lá e apesar de tudo isso, já tava para ver o teto embolorado e caindo aos pedaços. Suspirei lentamente e comecei ir mais rápido. A calçada estava meio molhada porque tinha acabado de chover e aquela rua era meio sombria. Durante toda a extensão do trajeto parecia haver um beco escuro e mal iluminado.

Não tirei a mão da adaga de meu cinto hora nenhuma, e fiz bem. Assim que passei em frente a um desses becos escuros, um Cão Infernal saltou das sombras em minha direção. Agachei-me para desviar do seu pulo e ele passou direto por cima de mim parando no meio da rua, babando e rosnando. Se parecia tanto com a Sra. O’Leary que quase me recusei a atacar... Quase mesmo, até perceber que o monstro me mataria.

Joguei a mochila de lado, aos meus pés, e corri ao encontro dele igual ele corria ao meu. Enquanto isso, eu analisava as possibilidades. Eu poderia saltar, mas seria fácil para ele me pegar com sua boca. Eu poderia escorregar para debaixo dele, mas o asfalto não permitiria eu ir muito longe e ele sentaria em cima de mim ou eu poderia simplesmente saltar em diagonal e tentar acertá-lo. Claro, eu fiquei com a terceira opção.

Faltando meio metro para a sua boca me atingir, eu pulei para o lado desviando de sua mordida e tirando o pé direito um pouco do chão, realizei um giro de 180º de costas (durante esse giro tirei minha adaga do cinto) e acertei a minha adaga em sua camada exagerada de pelos que compunha as suas costas com a mão direita.

O Cão ganiu de dor e eu, realizando o mesmo giro só que ao contrario, acertei um chute em seu focinho fazendo sua cabeça ser lançada para trás e ele tombar no chão. A lateral do seu corpo que eu tinha acertado sangrava levemente e o cão “chorava” de dor por causa de seu ferimento e sua cara atingida.

Fui até ele, aproveitando esse momento de dor, e parei ao lado de sua cabeça (caramba, ele tem o tamanho de um automóvel!) com a adaga em mãos. Agachei-me ao seu lado e com um movimento simples e rápido, cortei a sua garganta. Ele tentou me atingir com sua cabeça, com as suas patas dianteiras, mas eu apenas recuei e parei para assisti-lo virar pó. Sra. O’Leary novamente veio na minha cabeça, mas mandei a lembrança embora para me concentrar na missão.

Voltei para a calçada e peguei a mochila novamente, jogando-a nas minhas costas. A minha calça jeans, o tênis cinza e a blusa laranja do Acampamento já tinham se sujado um pouco e eu apenas revirei os olhos. Quase nenhum esforço e elas já se sujaram! Ótimo. Verifiquei na minha mochila se estava tudo lá (e estava) para depois eu sair andando em direção a “casa mal assombrada” novamente.

Eu não tirava a mão de minha adaga. Não depois de quase ter sido surpreendida por aquele cão infernal. Enquanto eu andava, tive pelo menos a chance de pensar melhor na profecia que tinha sido dita a mim. Eu poderia cair? Realmente “cair” não era a palavra que eu gostava que ficasse perambulada ao meu lado... E tinha a ver com meu medo. Mas que medo seria esse?

Dava vontade de bater a minha cabeça na parede, às vezes. Como eu não poderia saber a resposta para o meu simples medo? Poderia ser as aranhas, mas não, óbvio demais, apesar de que eu não excluí essa possibilidade. Tinha medo de perder o Percy, claro, mas eles não me mandariam a uma casa assombrada simplesmente para isso... Ou não.

Fiquei maquinando as possibilidades na minha cabeça e nem percebi que havia uma curva mais a frente. Não simplesmente uma curva... Era um túnel de flores e folhas. Como aquilo foi acontecer eu não sei, mas já havia sacado a adaga de meu cinto. Bom... Fiquei em posição de luta até ver que era um evento, na verdade, uma festa.

Pessoas dançavam e cantavam alegremente a apenas uma quadra da “casa mal assombrada”. Será que eles não viam? É. Certeza que não. A névoa deveria estar encobrindo. Guardei a adaga novamente no cinto e me endireitei, caminhando na direção deles para conseguir chegar ao meu destino.

Pessoas dançavam, cantavam, gritavam e me empurravam para lá e para cá. Eu apenas mantinha a cabeça baixa, esperando que aquilo acabasse logo. Era um evento de ciganos, alguma coisa assim. Eu estava tão fora de Nova Iorque ou eles que resolveram fazer bem ali? Só para me atrasar, com certeza. E com isso eu fiquei irritada.

- Venha! Venha dançar! – Chamou um homem que aparentava uns quarenta anos e puxou o meu pulso. Fiquei um pouco “desesperada”, mas logo o fitei. Ele parou de se mexer um pouco e perdeu o sorriso quando viu os meus olhos que deveriam estar de um cinza quase negro. Ele balançou a cabeça e se voltou para o seu grupo. Suspirei exasperada e segui meu caminho.

Não muito longe dali, havia uma mulher... Pelo menos era o que parecia até eu decidir que ela não estava beijando um homem mais sim tentando mordê-lo. Não simplesmente mordê-lo, naquele sentido... Sabem? Espero que sim porque não vou explicar. Era como se fosse uma vampira, ou melhor, uma Empousa. Prendi a respiração e comecei a caminhar/correr em sua direção.

- Caramba... De tantos lugares, um monstro como você vai vir parar logo aqui? – Perguntei com uma falsa cortesia. Minha adaga já estava firme na minha mão direita ao lado de meu quadril. A “mulher” murmurou alguma coisa como “semideusa, não é o que eu gosto” e se virou para mim.

- E é muita falta de sorte sua, vir tentar falar comigo. – Ela sibilou e partiu em velocidade para me atacar. Era como se fosse filmada em câmera lenta. A Empousa estava agora já em sua forma normal e não aquela “linda mulher” que era antes. Sua pele estava extremamente pálida e para o meu horror e nojo, uma perna era totalmente peluda e a outra feita de bronze. Prevendo o seu ataque que vinha pela lateral direita de meu corpo, saltei para o lado parando as suas costas e lhe dei um chute.

Voltando “tudo ao normal”, ela caiu ao chão gritando de ódio, não machucada. Ergui as sobrancelhas e ela arreganhou os dentes para mim, com fome. Ela se levantou novamente, com extrema velocidade e me jogou para trás. Ótimo. Ela teria alguma vantagem sobre mim, então eu teria que ter um plano, claro.

Nós estávamos cercados com plantas, que eram dispostas em uma parede improvisada, e essas plantas poderiam prender alguma coisa, eram bem pegajosas. Se eu conseguisse empurrar o monstro lá, seria fácil de matá-lo. Mas como eu faria isso? Eu ainda estava me levantando quando ela veio para cima de mim!

Rolando para o lado esquerdo e desviando de suas garras, ela caiu de cara no chão. Com certeza a Empousa não era nada experiente e aquilo facilitaria bastante. Com ímpeto, enfiei a adaga no seu traseiro e ela ganiu com dor. Levantei-a com força pelos ombros e a empurrei até as plantas. Eram de plástico, ou feitas de um material estranho que grudava bastante. Não perdi tempo para ver o que era realmente, só sei que ela se prendeu lá.

Com o traseiro sangrando e presa, a Empousa gania extremamente alto. Graças aos deuses a música ali naquele local também era alta e os participantes da festa estavam preocupados demais em dançar e beber. Olhei para ela, pensando na parte final de meu plano. Era a mais prazerosa, eu poderia dizer assim. Com a adaga em mãos, cortei sem dó do seu pescoço ao umbigo e rapidamente ela explodiu em pó.

Arfei cansada e ajeitei a mochila sobre os meus ombros. O homem que ela tinha atacado não havia sofrido nada, apenas me olhava assustado. O que será que a névoa esconderia? Eu não podia ficar para saber e o tempo estava passando. Saí correndo e só parei quando cheguei a frente da “casa mal assombrada”.

Era uma ótima denominação para ela. Sério. Caindo aos pedaços, porta da frente arrancada, janelas quebradas, sujeira para todo o lado e, o que não poderia faltar, sons e barulhos estranhos. Peguei o meu boné nos Yankees no bolso e comecei a andar em direção a entrada. Se eu teria que enfrentar alguma coisa, fosse pelo menos com alguma vantagem.

Já haviam se passado o que? Duas horas desde que eu saí do Acampamento? Era por aí. Tudo estava escuro dentro da casa. A única fonte de luz que entrava, na verdade, era por uma fresta da janela quebrada e que não era protegida por uma cortina. O cheiro era bem forte e fazia meu estomago embrulhar. Andei lentamente tomando o cuidado para não pisar em nada, não quebrar nada, mas infelizmente não deu certo e foi aí que eu o ouvi. Enquanto ele andava, balançava a casa inteira.

** Hora Atual (Recapitulando) **

Ok, ok. Pense Annabeth. Você tem três possibilidades milagrosas de sair daqui. Claro que a primeira, a de sair correndo, está meio que descartada por ser um insulto à sua imagem de semideusa. Mas o problema é que vocês não entenderam a questão... Eu odeio Ciclopes! Tudo bem, tudo bem... Vai ficar tudo bem. Suspirei profunda e lentamente.

Eu estava protegida invisivelmente pelo o meu boné dos Yankees e em guarda com a minha adaga de bronze celestial erguida. Eu não estava vendo, mas a sombra do Ciclope de quase dois metros estava refletida em uma parede enquanto ele andava pelo corredor. Droga, droga, droga! Por que o Cabeça de Alga tinha que sair em outra missão, também sozinho, logo agora? Apertei os olhos e comecei a analisar o local. Tinha coisas de semideuses ali. Roupas, comidas, objetos pessoais, sangue... Já deu para entender. Olhei para o Ciclope que agora estava no portal do cômodo a onde eu estava e farejava o local.

Eu tinha certeza que ele pressentia a minha presença. Ele nem parecia ser tão velho assim. Estava, digamos, em sua adolescência. O monstro urrou bem alto, chateado por não conseguir ver quem invadira os seus domínios e eu agradeci com uma prece a Atena por ela ter me dado o boné. Ele bradou com o seu bastão acima da cabeça e começou a se virar para ir embora. Era a minha chance.

Corri em direção a ele e ergui a adaga. Enfiaria-a bem nas suas costas para deixá-lo com dor e depois faria golpes sucessivos, simples. Bom, teria sido simples se ele não tivesse virado na hora “H” realizando um giro com o seu bastão e ele ter me atingido no estomago, lançando-me para trás. O boné saiu voando junto com a adaga para um lado e eu saí voando para o outro, sem ar.

Assim que o Ciclope me viu, urrou de alegria e fez uma “dancinha” da vitória sem sair do local. Meus deuses, que bebezão. Tudo bem, eu não estava em posição de ofendê-lo. Afinal, quem tinha me acertado era ele e o infeliz estava vindo me atingir novamente com a sua arma. Com todo o esforço que eu conseguir, ergui o meu rosto para ele fitando o seu único olho.

- Você não quer e não vai me atacar, Ciclope. Enquanto isso, que tal acertar a sua própria cabeça com esse bastão até você se matar? – Perguntei calmamente como se fosse vendedora de alguma coisa. Mais do que imediatamente, ele começou a fazer as coisas que eu dizia. Um vez, duas vezes, três vezes... Quinze vezes. Quinze “bastonadas” na cabeça até ele cair desmaiado no chão.

Depois de respirar melhor um pouco, fui até minha adaga e meu boné. Coloquei o segundo novamente em meu bolso e fiquei segurando a adaga, partindo para cima do corpo quase morto do monstro. Erguendo a minha arma acima da cabeça, desci-a com velocidade em direção ao olho do Ciclope. Assim que a lâmina penetrou até o punho, ele se tornou pó.

Cansada e arfante, fiquei ereta e olhei para o interior da casa. Bom, eu teria que ver tudo antes de ir. Tirando o boné do bolso, coloquei-o na cabeça e parti em uma nova excursão pelo interior da casa. Enquanto andava e verificava os cômodos sombrios, pensei novamente na profecia.

“Já foram três monstros e um medo. Esse medo era os Ciclopes e realmente com eles eu poderia cair... Bom, agora só me resta voltar ao Acampamento.” Continuei verificando até ter certeza que não tinha nada demais. Depois disso, saí da casa aliviada. Como era bom ver a luz do sol, ou parcialmente já que estava nublado, novamente. Ajeitei a minha mochila no ombro e comecei a andar pela rua, procurando um táxi.

***

Eu tinha acabado de sair da minha reunião com o Quíron para relatar o que estava quase “matando” os semideuses. Ele assentiu sério, e depois sorriu para mim, permitindo que eu saísse. Antes de ir embora, porém, virei-me para ele.

- Tem previsão para o Percy voltar? – Perguntei lentamente e o centauro apenas ergueu as sobrancelhas.

- Logo, logo ele voltará. – E com isso, eu saí meio irritada para o Chalé de Atena, já pensando em algumas estratégias para o próximo Caça a Bandeira.


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Re: Concurso para Cannon's

Mensagem por Ártemis em Qua Maio 22, 2013 12:47 pm

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