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Ficha de Reclamação - Dylan Pierce.

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Ficha de Reclamação - Dylan Pierce.

Mensagem por Dylan Pierce em Qua Jun 18, 2014 10:09 pm



Dylan Santiago Pierce



   

   
Dados do personagem


   NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES):Dylan Santiago Pierce.

   IDADE: 17 Anos.

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Dylan é um garoto cujos cabelos são negros como a noite e os olhos azuis como o céu durante o dia. Sua pele é branca como as nuvens e, embora tenha os músculos um tanto definidos, possui cerca de um metro e setenta. Seu corpo é composto de uma ou outra tatuagem, mas estas não são vísiveis, ou pelo menos não ficam a maior parte do tempo.

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Tranquilo, pensativo e bastante sonhador. O garoto nunca se arriscou em sair em uma aventura de verdade, apenas em sonhos, jogos e histórias. Por maior que seja sua dificuldade com a leitura, sempre gostou de ler um livro ou outro. Na escola, não é um cara muito esperto mas, devido ao hábito de leitura, sempre conseguiu manter as notas medianas ou próximo a isso. Gosta bastante de ficar sozinho mas nunca nega uma companhia a qual possa conversar e passar o tempo.  

   PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Aaron Johnson.

   COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Pesquisando “Percy Jackson Rpg” na formeiros.


   
Dados da reclamação


   QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Lord Hipnos.

   POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Hipnos é um deus ao qual, diga-se de passagem, sempre admirei. Sua história, seus filhos e também os seus domínios são algo que realmente chamam a minha atenção. Desejo não só me tornar filho dele mas, fazer parte disso. O mundo do sono, ou mundo astral, por mais que não pareça, pode ser extremamente perigoso assim como poderoso. Tenho certeza que com o treinamento adequado, me tornarei um bom semideus, assim como usarei meus poderes para o bem.

   CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)

30 de Julho de 1996.

A mulher possuía gotículas de suor em sua testa, fazendo com que os cabelos de sua franja ficassem levemente grudados ali. Seus gritos faziam os quadros da casa estremecerem e seu marido ficar cada vez mais preocupado. Um filho, um bastardo, um caso fora do casamento. Algo que iria fazer sua mulher se arrepender pelo resto da vida, ou talvez não. “Tudo depende da importância que você dá”.

Não demorou muito para que os membros presentes ali na sala ouvissem o choro do recém nascido. Um garoto. Os olhos azuis como o do suposto pai porém, com os cabelos negros e sedosos como sua mãe. Tudo estava indo bem, bem até demais e não demorou para que as enfermeiras presentes naquele quarto percebessem que a mãe daquele jovem garoto estava inerte em sua cama. Quando o pai da criança presenciou a mesma cena, segundo depois, teve de tomar uma decisão que sabia que teria de ser definitiva.

Tomado pelo ódio, pela raiva e pela mágoa por ser traído por aquela que tanto amava, o homem saiu carregando o bastardo em seus braços, enrolado apenas em uma manta de cor azul celeste e o deixou na calçada de uma igreja. Sem bilhete, sem descrição, assim como sem nenhum pedido de ajuda. Ele o havia abandonado. Ele havia sido o primeiro, mas não o último.

14 de abril de 2002.

O jovem Dylan estava voltando da escola, que ficava na mesma rua que a igreja, onde poucos anos antes o garoto havia sido deixado por um viúvo desesperado. Desde então, os padres haviam se sensibilizado com a história e vinham cuidando do garoto.

Ao atravessar uma das poucas ruas que separavam sua escola de sua “casa” o garoto sentiu alguém lhe chamando. Parou subitamente e olhou para um lado e para o outro. Ninguém. Por mais que coisas estranhas já tivessem acontecido com ele, ouvir coisas não estava incluído no pacote. Ignorou o som a pouco ouvido e continuou sua caminhada como se nada houvesse acontecido.

Um novo som. O mesmo chamado. O garoto parou e olhou novamente, não havia absolutamente ninguém. Continuou sua caminhada e quando passou em frente a uma ruela o som invadiu seus tímpanos novamente e dessa vez ele sabia para onde olhar. Seus olhos lhe entregaram o autor de tantos chamados misteriosos. Um homem. Ao qual, o garoto sentia uma certa lembrança mas nada além disso, apenas como uma impressão.

Lembrando-se que não deveria socializar com estranhos, o garoto continuou caminhando em direção a igreja. Novos chamados vieram mas dessa vez, foram ignorados pelo garoto que apenas aumentava o passo em resposta.

6 de dezembro de 2007.

O Natal se aproximava e com ele a ansiedade para ganhar presentes. Toda criança fica ansiosa em épocas como o natal. Todos menos Dylan. Morar em uma igreja tem seus benefícios porém, não todos. O garoto de então onze anos iria se mudar no dia do natal. Seria como um presente a uma família que sempre buscou um filho e que nunca o conseguira. Um presente da igreja para doadores da fé. Pobres homens que vivem para acreditar que um Deus possa realizar seus mais secretos desejos em troca de moedas de vinte e cinco centavos.

Isso era ótimo para os padres, para o casal mas, péssimo para Dylan. Embora o garoto tivesse de viver sobre rédeas curtas, ele se sentia bem ali. Suas maiores lembranças estavam guardas ali e infelizmente tudo seria arrancado dele, assim como seus pais e assim como todo o resto de sua vida.  

25 de dezembro de 2007.

Os padres decidiram arrumar logo as coisas do garoto para que quando o casal chegasse, não houvesse mais perda de tempo. Todos estavam ansiosos, menos Dylan. O garoto estava triste e amuado em um canto nos fundos da igreja olhando para o nada e pensando em uma forma de pelo menos uma vez na sua vida ter algo estável. Impossível. Assim como não sabia quem era sua verdadeira família iria passar mais tempo ainda longe da verdade com essa nova.

- Dylan, hora de ir, filho. - Era o Padre Frederick, o favorito do garoto pelo simples motivo de poder ficar conversando e comer doces mesmo quando os outros padres diziam ser errado.

O mais novo assentiu o seguiu até a entrada da igreja, onde os outros padres já aguardavam a chegada do casal com suas bagagens. Dylan foi acolhido por abraços e beijos de despedida, assim como fora acolhido por seus novos pais quando chegaram.

Uma nova vida o aguardava mas o que ele mais queria era poder voltar aos primórdios.

11 de setembro de 2011.

Ensino médio. O momento da sua vida em que se decide o que são loucuras e se realmente quer enfrentá-las de cara. Para o jovem Dylan, não fora nenhum pouquinho diferente. Fã de várias bandas de rock conhecidas e também de um bom cigarro de maconha, o garoto frequentava as mais diversas festas. Horas pela música, pela droga ou simplesmente pelas garotas.

Amigos não lhe faltavam, eram muitos até. Se sentia o popular dentre muitos, não tão disposto mas isso não o fazia inferior. Nesse momento de sua vida, os livros e o estudo decidiram dar espaço para outras coisas e devo informar que o sexo era uma das principais.

Seus pais, logicamente, não aprovavam nada do que se passava na vida ocultada pelo filho mas, temiam reclamar com o garoto ou por ele de castigo e de repente perdê-lo.

Mas, nessa época de mudanças, as coisas estranhas voltam a acontecer. Ou será que elas realmente haviam parado?

Pessoas na rua começam a chamá-lo com mais frequência, sonhos estranhos, sensações também estranhas e tudo isso já estava começando a afetar o garoto. Seu grande medo seria que alguém descobrisse. E como todos os medos das pessoas, isso iria acontecer numa época não tão distante.

4 de junho de 2014

Um dia de tempestade. Não só no tempo mas também na mente. Um temporal capaz de devastar tudo. Dylan acordara cedo naquele dia, estava sem sono mas o cansaço lhe causava náuseas. Levantou-se e caminhou para o banheiro em busca de um bom e longo banho capaz de lhe tirar todo o torpor.

Quando desceu as escadas para tomar café da manhã, se deparou com sua mãe e seu pai adotivos parados na sala conversando com um homem portador de alguma deficiência, ou seja, um cara em uma cadeira de rodas. Ele se aproximou e o homem sorriu para ele surpreendendo-o ao reconhecê-lo de um de seus sonhos esquisitos.

- Olá Dylan, sou Quíron. - O homem falou fazendo com que todos na sala virassem em sua direção.

- Er... Oi. - Respondeu o garoto ainda com o pé atrás.

- Esperamos muito para dizer-lhe isso e chegou a hora. Aqui não é mais o seu lugar. - O homem continuou. - Você não é quem pensa, seu pai é um deus garoto e você tem sangue divino correndo em suas veias.

Sangue divino? Filho de um deus? O garoto não estava entendendo nada.

- O que quer dizer com isso?

- Quero lhe dizer que você é um meio sangue. E seu lugar é com outros jovens iguais a você.

- Onde fica isso? - O garoto perguntou por último.

- Acampamento meio sangue.


   
PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.
PPS: Templates nos teste para deus são terminantemente proibidos.
   

   
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Re: Ficha de Reclamação - Dylan Pierce.

Mensagem por Hipnos em Qua Jun 18, 2014 10:59 pm




 Não tenho muito que dizer, sua ficha está muito boa. Eu gostaria de mais informações sobre sua história, mas esse mistério faz parte dos principais motivos por ela ter me agradado. Percebi que no final os detalhes começaram a sumir, presumo que tenha ficado cansado ou quisesse terminar sua ficha o mais rápido possível. Recomendo manter a boa qualidade do início ao fim de todo texto.


Reclamado

Parabéns, meu filho.



-RECLAMAÇÃO E REGISTROS ATUALIZADOS POR APOLO-


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