Percy Jackson Olympian Alliance

Fichas de reclamação.

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Fichas de reclamação.

Mensagem por  em Sab Fev 08, 2014 4:56 pm



Ficha de reclamação

 


Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Seu nome aqui

IDADE: Sua idade aqui

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Aqui

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Aqui

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Aqui

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Aqui


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Aqui

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Aqui

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS) Aqui



------------------------------------------------------------------------------------


NENHUM TESTE QUE SEJA FEITO SEM O TEMPLATE SERÁ ACEITO.


COPIE O CÓDIGO INTEIRO OU CONSIDERAREMOS QUE NÃO FOI USADO O TEMPLATE.
PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.




Código:
<br><link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Lily+Script+One' rel='stylesheet' type='text/css'> <center><div style="border-right: 1px dotted #d80000; border-left: 1px dotted #d80000;border-radius:20px 20px;"> <br><div style="font-family:Lily Script One; font-size:50px; color:#d80000; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Seu Nome Completo Aqui </b> </div> <br> 

<div style="font-family:arial; text-align:justify; letter-spacing:2px; font-size:12px; color:#696969;padding:8px; opacity:0.9;">
<div style="font-family:Lily Script One; font-size:30px; color:#d80000; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Dados do personagem</b> </div> <br>
[b][color=#C7C7C7]NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES):[/color][/b] Seu nome aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]IDADE:[/color][/b] Sua idade aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:[/color][/b] Aqui <br>
[b][color=#C7C7C7]5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS:[/color][/b] Aqui <br>
[b][color=#C7C7C7]PESSOA USADA NO AVATAR (PP):[/color][/b] Aqui <br>
[b][color=#C7C7C7]COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL):[/color][/b] Aqui <br>

<div style="font-family:Lily Script One; font-size:30px; color:#d80000; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Dados da reclamação</b> </div> <br>
[b][color=#C7C7C7]QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO?[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)?[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)[/color][/b] Aqui<br></div>
<div style="font-family:arial; text-align:center; font-size:11px; color:#696969; letter-spacing:2px; opacity:0.9; padding:8px;">[color=#FF0000][b]PS:[/b][/color] O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL. <br> [color=#FF0000][b]PPS:[/b][/color] Templates nos teste para deus são terminantemente proibidos.
</div>
</div></center>





Seres da Natureza

 


Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Seu nome aqui

IDADE: Sua idade aqui

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Aqui

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Aqui

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Aqui

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Aqui


Dados da reclamação


QUAL SER DA NATUREZA VOCÊ DESEJA SE TORNAR? Aqui

POR QUE QUER SER TAL SER? ("É MEU SER PREFERIDO" NÃO SERA CONSIDERADO RESPOSTA)? Aqui

NARRE UMA SITUAÇÃO/BATALHA AONDE DEMONSTRE SUAS HABILIDADES COMO O SER QUE ESCOLHEU(MÍNIMO 30 LINHAS) Aqui



------------------------------------------------------------------------------------


NENHUM TESTE QUE SEJA FEITO SEM O TEMPLATE SERÁ ACEITO.


COPIE O CÓDIGO INTEIRO OU CONSIDERAREMOS QUE NÃO FOI USADO O TEMPLATE.
PS: Os seres disponíveis são SÁTIROSNÁIADES e DRÍADES.




Código:
<br><link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Lily+Script+One' rel='stylesheet' type='text/css'> <center><div style="border-right: 1px dotted #d80000; border-left: 1px dotted #d80000; border-radius:20px 20px;"> <br><div style="font-family:Lily Script One; font-size:50px; color:#d80000; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Seu Nome Completo Aqui </b> </div> <br> 

<div style="font-family:arial; text-align:justify; letter-spacing:2px; font-size:12px; color:#696969;padding:8px; opacity:0.9;">
<div style="font-family:Lily Script One; font-size:30px; color:#d80000; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Dados do personagem</b> </div> <br>
[b][color=#C7C7C7]NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES):[/color][/b] Seu nome aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]IDADE:[/color][/b] Sua idade aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:[/color][/b] Aqui <br>
[b][color=#C7C7C7]5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS:[/color][/b] Aqui <br>
[b][color=#C7C7C7]PESSOA USADA NO AVATAR (PP):[/color][/b] Aqui <br>
[b][color=#C7C7C7]COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL):[/color][/b] Aqui <br>

<div style="font-family:Lily Script One; font-size:30px; color:#d80000; text-align:center; letter-spacing:2px;text-shadow:#000 1px 1px 1px; opacity:0.9;"> <b>Dados da reclamação</b> </div> <br>
[b][color=#C7C7C7]QUAL SER VOCÊ DESEJA SE TORNAR?[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]POR QUE QUER SER TAL SER ("É MEU SER PREFERIDO" NÃO SERA CONSIDERADO RESPOSTA)?[/color][/b] Aqui<br>
[b][color=#C7C7C7]NARRE UMA SITUAÇÃO/BATALHA AONDE DEMONSTRE SUAS HABILIDADES COMO O SER QUE ESCOLHEU(MÍNIMO 30 LINHAS)[/color][/b] Aqui<br></div>
<div style="font-family:arial; text-align:center; font-size:11px; color:#696969; letter-spacing:2px; opacity:0.9; padding:8px;">[color=#FF0000][b]PS:[/b][/color] -
</div>
</div></center>

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por April Lefevre Chevalier em Sex Fev 14, 2014 10:11 am



Seu Nome Completo Aqui

 



Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): April Lefevre Chevalier

IDADE: 17 anos

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: April tem de altura 1,68 metros , tem a pele clara e dona de olhos azuis , tem cabelos ruivos ondulados. 
5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Não gosta muito de estudar e não se envolve muito em atividades extra-curriculares mas tenta se esforçar, gosta de fazer novas amizades e sempre é sorridente e divertida , é amigável e muito amável com todos, em muitas vezes consegue ser Manipuladora e calculista, é uma boa lutadora e não sente dó quando se está lutando.

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Candice Accola

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Google


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Afrodite

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Bom,desde sempre admirei essa deusa mas admiro todos os deuses, eu me identifico com ela e a minha personalidade tem um pouco haver com ela.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS) April Lefevre Chevalier ou April nasceu na Califórnia sempre esteve sozinha nessa história de sua família , ela tinha duas melhores amigas chamadas Aline Salvatore e Dianna Bennett e April foi viajar por um tempo com o Pai e quando voltou suas amigas não se importaram mais com ela estavam andando com sua pior inimiga , Alicia Holt e como sempre quando chegou foi direto falar com suas amigas mas levou um bela de uma ignorada e as amigas diziam que ela tinha mudado e mais então April tentou esquecer esse pequeno detalhe imperfeito de sua vida, ela decidiu se reerguer bom já que não tinha conhecido sua mãe como a maioria das pessoas tinha para lhe dar conselhos e decidiu não se importar com mais ninguém exceto seu pai que sempre esteve ao seu lado e mudou completamente depois dessa decepção decidiu não confiar mais em ninguém e se possível machucar muitos corações como o dela foi machucado tanto faz se for homens ou mulheres. Sempre que passava pelas suas ex-amigas ou por Alicia, April sempre as ignorava e jurou que se achasse outras amigas seriam bem diferentes , nao deixaria as suas amigas fazerem a mesma coisa com ela isso seria totalmente proibido e falar os nomes delas seria totalmente inaceitável, Sempre se achou diferente de todos seus amigos e sempre tentava disfarçar essa insegurança para todos , sabia que seu pai escondia alguma coisa dela e sempre que tentava perguntar algo , ele mudava de assunto.
Em uma noite dos 17 anos da ruiva e seu pai passou o dia inteiro sério em um momento em que estavam conversando na sala , seu pai decidiu lhe contar toda a verdade e contou que a menina era filha de Afrodite , ou seja, a Deusa do amor e da beleza, A Menina não reagiu tão bem quanto seu pai esperava mas teria que tentar não ficar mal com isso e arrumar suas malas para no dia seguinte , sair de sua casa.
No dia seguinte, April não trocou uma palavra sequer com seu pai mas observo seu pai parar num local um pouco diferente e só o ouviu falar – Esse é seu novo lar , Minha filha. - Saberia que sua vida mudaria de agora em diante. 
O primeiro dia no acampamento não foi tão fácil assim para April , ela não sabia nada sobre ser semi- deusa e ainda sobre luta e ser filha de Afrodite , ela passou o dia inteiro aprendendo a como lutar e como se defender e ao chegar ao chalé , a loira percebeu que não seria tão fácil assim.O tempo que ficou no acampamento só a fizeram ficar mais forte mesmo assim,April queria muito poder conhecer sua mãe mas o ninguém parecia entender o que a garota queria e cada vez ficava dificil entender, mesmo com todos seus irmãos a sua volta,ela não se sentia tão a vontade assim,sentia falta de seu pai e queria conhecer sua mãe,  A garota se entristecia mas tentava ao máximo esconder isso de todos para não parecer frágil em relação a sua mãe.

PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Convidado em Sex Fev 14, 2014 10:44 am

Sua ficha ficou vaga em alguns momentos, como você chegou ao acampamento? e suas emoções? o que sentia na hora que descobriu ser uma meio-sangue? Erros de português também contam, em alguns trechos a história ficou confusa por falta de virgulas, sugiro que apenas edite a ficha nesses pontos, e será uma excelente filha de Afrodite :D

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Luno Ashwald em Sex Fev 14, 2014 6:53 pm



Luno Ashwald

 



Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Luno Ashwald

IDADE: 25 anos

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Altura média/alta e corpo definido, dono de longos cabelos negros caindo um pouco abaixo do pescoço. Olhos castanhos e barba/bigode mal feitos além de algumas pequenas cicatrizes em seu peito  

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Luno priva-se a ser alguém bravo e demonstrando-se corajoso. Suas feições geralmente não demonstram medo, porém longe de ser um louco que deseja a própria morte, apesar de ignorar boa parte dos medos que uma pessoa teria. Sabe, é claro, ser gentil com aqueles que compartilha afeto ou mesmo amor; e na presença de 'antagonistas' sua postura é séria e valente.

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Kit Harington

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Parceiros


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Ares

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? É um deus que combina com a bravura que eu quero pro meu personagem.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS) Vinte e cinco anos atrás, Capital da Grécia; Atenas. Luno nasceu em uma pequena casa de camponeses, farto de coragem e pobre monetariamente. Muitas vezes passando dias faminto sem um gole de água para beber. Sua infância provavelmente foi uma das mais difíceis dos semi-deuses. Mas desde pequeno demonstrava ser alguém corajoso e disposto a fazer loucuras para o bem de sua família. 


Criado por sua mãe e avó, era o homem da casa desde o dia em que nasceu, algo que estava fitado a fazer. A primeira vez em que tocou uma lança foi aos seus seis anos, o garoto interessou-se tanto pelo instrumento que soube manejá-lo desde a primeira vez que o tocou. Seus movimentos eram hábeis, árduos e rápidos. Passava horas fora de casa diariamente, trabalhando em espécies de tabernas desde os dez anos, junto com sua mãe pode dar uma vida melhor aos três enquanto sua avó cuidava da casa. Apesar de tudo, nunca foi mole como uma criança comum; parecia que seu nascimento havia sido fardado com á isso.


Dois anos depois, tinham dinheiro para viver suficientemente. Luno passou a pagar algumas aulas para si mesmo e passou anos aprendendo prática e teoricamente sobre a arte da guerra. Nunca recebeu mimos, pelo contrário, o único que deu-se foi o de aprender sobre isso. A vila em que morava era independente dos líderes de atenas, ou coisas relacionadas, era um pequeno povo com não mais que cem pessoas que tinha um pequeno exército de no máximo de dez homens para vigiá-la vinte e quatro horas. No começo de sua adolescência Luno alistou-se para o exército e foi menosprezado pela sua idade, mas após os testes, assustaram-se com sua persistência e o garoto foi contratado.


Para muitos, era uma chatice, mas para Luno era o orgulho de sua vida; apesar de ter noção do quão pequeno e mísero aquilo poderia ser, sentia-se confortável. Uma revolta então aconteceu após alguns meses, o comandante da vila, denominado rei, havia desaparecido por alguns dias e misteriosamente voltado com outra personalidade alguns dias depois. Luno, disposto a fazer propostas ao rei sobre o exército que aos dezesseis anos já liderava, ouviu conversas obscuras com relação a este. - Você sabe que eu não sou o rei, eu sou o irmão gêmeo dele, não ajo de acordo com o desgraçado. Vamos colocar fogo nessa vila amanhã, sem mais tardar. Seus olhos então saltaram e a verdadeira raiva pela primeira vez fora sentida em seu sangue.


Luno saltu na direção do falso rei e com sua lança em mãos perfurou o peito do homem, que morreu instantes depois. Esperto o bastante para saber que ninguém acreditaria nas palavras do garoto, mesmo sendo estas verdadeiras. Desertou o local deixando uma carta de despedida para sua família junto com dinheiro o bastante para viver uma vida plena e honesta, conseguido com seu suor no exército do rei. Passou então a morar nas ruas novamente, fazendo o que podia para sobreviver com água da chuva, poças e restos de comida que achava até mesmo nas lixeiras.


Regicida, como era chamado pelos moradores da vila após matar o falso rei, passou três anos vivendo miseravelmente como um animal abandonado, mas pela sua grande resistência não cogitou em sobreviver mesmo em condições precárias. Apesar de tudo, Luno já sabia que estava perto da morte, mas desejava sobreviver o máximo que pudesse. Em uma noite extremamente escura a luz das estrelas parecia se comparar com a do sol em seus olhos, e seu sorriso repentino foi acompanhado pela estranha aparição de um Cão Infernal. Por sorte, o rapaz estava armado e teve a chance de enfrentar justamente o monstro. Após alguns golpes, fora derrotado rapidamente pela assustadora força do cão, e foi ali que conseguiu as cicatrizes em seu peito e despertou um de seus poderes, sua aura, pela primeira vez; pela perda de sangue, desmaiou repentinamente. Após isso, o cão misteriosamente não o matou, e Luno foi levado ao acampamento meio-sangue, aonde acordou alguns dias depois.


O rapaz assustou-se por ser um lugar diferente, e sabia que não estava mais na Grécia. De imediato fora explicado tudo que era necessário. O choque foi grande o bastante para não acreditar em nada, filho de Ares ? Parecia uma loucura, até que provaram para este quando seus poderes foram totalmente revelados, inclusive sua asa que teve de ser treinada para ter a capacidade total de seus poderes. Luno familiarizou-se com o lugar, que era bom o bastante para seus treinos árduos e diários, além de lhe oferecer uma situação de vida um pouco melhor do que a que estava vivendo. Continuou a viver lá por anos, até hoje, sem ter notícias de sua família, porém crendo que seu pai protegerá esta. 

PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Hipnos em Sex Fev 14, 2014 7:53 pm

Aprovado

A história de seu personagem está realmente boa. Nenhum erro de português e ótima criatividade. Houve momentos em que poderia melhorar, como por exemplo, a morte do gêmeo do rei, a aparição do cão infernal e a chegada no acampamento meio-sangue. Sendo um filho de Ares, recomendo que narre mais suas batalhas, tanto físicas quanto psicológicas.

Parabéns.
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Levih VanHelsing em Sab Fev 15, 2014 3:06 pm




Frederico Hector Fray.




Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES):
Frederico Hector Fray.


IDADE:
16 anos.


5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
: Moreno alto, bonito, sensual, talvez eu seja a solução do seu problema, carinhoso com nível social, inteligente e a disposição de um relacionamento íntimo e discreto. (Simbolomusical) Agora sem zoa U_U. Sou alto 1,70, peso 63kg bem distribuído em um corpo bem definido, moreno, cabelos escuros e olhos de quase a mesma coloração, um tanto sombrio por assim dizer.


5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS:
: Complicado e perfeitinho (Simbolomusical) Sou complicado, marrento e chato, gosto de perturbar a todos, tenho uma fascinação pela morte e o que é oculto como magia e entre outras coisas. Claro né? Sou filho de Hécate como não poderia ser tão divo?
Gosto de torturar os outros e sou um tanto maníaco psicopata.

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Brandon Flowers

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Atraveis de amigos e eu já era daqui a algum tempo.


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO?
 Hécate – Deusa da magia.


POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Porque ela é minha mãe ué. Hécate para mim significa poder e destruição, tudo que foi criado e será criado tem um pouco de mágica tudo gira em torno da magia. Você acha que tudo surgiu do além? Não né... Tudo teve um toque de mágica.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)
A alguns anos atrás, 16 para ser exato, meu pai conheceu uma linda mulher em um baile ele ficou muito atraído por ela e chegou ao ponto de ir para a cama com ela, depois de uma noite caliente e alguns meses depois nasceu um lindo bebe – Eu \ô/ - a quem eles deram o nome de Frederico – O nome lindo cara *-* - o menino foi criado por seu pai em Nova York onde teve que aprender a estudar, mesmo tendo problemas de aprendizado. Os anos do primário até ao ginásio foram mais ou menos legal quando cheguei ao ensino médio ai que a coisa piorou, meus colegas eram um bando de bocós que só se importavam em zoar os outros e eu era sempre o mais zoado – Acho que por isso sou tão maligno – Uma tarde estávamos na aula de educação física onde iriamos jogar queimada os times foram montados em dois grupos de 12 pessoas, cada um foi escolhido um por um e adivinha quem foi o último a ser escolhido? – Você \ô/ - Claro né... Quem é que ia querer ter o garoto retardado na equipe? Até mesmo o menino melequento foi escolhido primeiro que eu. O jogo começou e os meninos foram eliminando um por um até sobre só eu e uns 8 do outro time, todos meio que de uma vez só ao comando do menino mais chato da escola lançara as bolas contra mim tão forte que quebrou meu nariz. Chorei de dor por alguns segundos e segui para o banheiro, lá eles continuaram a me zoar por muito tempo o rancor tomava conta de mim e explodi. Agarrei Leonardo pelos cabelos e o joguei no chão, subi em cima dele e comecei a socar a cara dele com muita força. Os outros meninos bocós começaram a gritar “Briga! Briga!” Leonardo se virou e me deitou no chão, ele era mais forte do que eu, me puxou pela camisa e enfiou minha cabeça no vaso sanitário. Meus olhos ficaram negros como a noite e ergui minha mãe em direção dele e uma rajada de fogo sou de minha mão queimando o menino por completo, ele sai gritando de dor pelo corredor e se meteu debaixo do chuveiro. Os meninos ficaram me olhando com cara de pamonhas e eu sai correndo. Minha mente girava, como eu tinha feito aquilo? Isso não podia ser real. Virei o corredor e dei de cara com um velho de mais ou menos 68 anos que gritou comigo dizendo” Vai mais devagar menino idiota”
Meu coração batia acelerado, pego minha bicicleta e saio pedalando até chegar em casa, chegando lá encontro um carro preto estacionado na frente da minha casa, da janela eu podia ver um homem conversando com meu pai eu nunca tinha visto aquele cara lá. Será que meu pai já estava sabendo do ocorrido na escola? E ia me mandar para um internato para doidos?
Abri a porta e ambos olharam para mim, meu pai com aquela cara de fezes boiando na água e o homem com uma cara sombria.
 - Olá Frederico, sou Elio. – Disse o homem me olhando dos pés à cabeça.
Engulo a seco e digo.
- O ... oi, pai o que está acontecendo?
Meu pai me olha com um olhar triste e se começa a falar.
- Filho eu soube do ocorrido na escola. – Fiquei branco como uma alma quando ele me disse isso. – E não se preocupe não vou lhe internar, mas antes vou lhe contar uma história... Lembra quando você era pequeno e eu lhe contava sobre monstros e seres mitológicos? – Faço que sim com a cabeça – Então meu filho, você é um semideus, sua mãe é uma deusa ela não morreu em um acidente de carro e sim teve que voltar ao seus afazeres de deusa. – Ri achando que era uma piada até o tal homem chamado Elio falou.
- Não é nada engraçado rapaz, você está em perigo, deve ir ao acampamento comigo.
De início tudo pareceu uma grande piada, mas logo isso foi tirado de mim quando Elio mostrou as habilidades dele, eu fiquei boquiaberto e sem retrucar fui com o homem para o acampamento onde estou até hoje.
 


PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Héstia em Sab Fev 15, 2014 5:19 pm

Frederico H. Fray



Sua ficha ficou confusa. Principalmente na história. 


 Vi erros de pontuação, gramatica e troca de palavras. Você colocou "mãe" ao invés de "mão", por exemplo. 
Também colocou " A alguns anos atrás."  Isso é errado. Ou você coloca "alguns anos... " ou " Alguns anos atrás..."
Sugiro que leia e releia várias vezes antes de postar. 


Além disso, você usou vírgulas em lugares onde deveriam ter outros pontos. 


outra dica : Separe as falas e narração. 


Exemplo :  Fulano de tal me olhou e disse: 


- Bla bla bla bla bla. - Sorriu e continuou - bla bla bla. 


Depois disso fulano foi embora.  


Sua história ficou rápida de mais. Tente detalhar o máximo possível. Como era a sua vida antes? Como você chegou no Acampamento? Como você reagiu a tudo ? E quem é esse cara que estava falando com você e seu pai? Seria um sátiro?  
 
Refaça o Test. Sei que você consegue. Boa sorte! :D


Reprovado
 

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Levih VanHelsing em Dom Fev 16, 2014 8:34 pm



Seu Nome Completo Aqui



   

   
Dados do personagem


   NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Frederico Hector Fray

   IDADE: 18

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
   Alto 1,80, 63 Kg, moreno, cabelos escuros e olhos de mesma coloração. Um tanto atlético.
   

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS:
   Sabe uma pessoa boa feliz, gentil e educada? Bem o Frederico não é. Ele é mesquinho, manipulador e arrogante. Gosta de ver as pessoas sofrer, seu maior prazer é observar alguém ser torturado até a morte.
   

   PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Tyler Hoechlin

   COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): amigos...


   
Dados da reclamação


   QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Hécate

   POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Porque ela é minha mãe ué. Hécate para mim significa poder e destruição, tudo que foi criado e será criado tem um pouco de mágica tudo gira em torno da magia. Você acha que tudo surgiu do além? Não né... Tudo teve um toque de mágica.

   CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)
   Resumo da ficha:
    O garoto do Brooklin desde cedo já convivia em um mundo adulto. Seu pai, Bartolomeu Fray, era um detetive da C.S.I de Nova York. Sempre ocupado resolvendo os casos que se apresentavam a ele dia após dia, mal teve tempo para cuidar do pequeno Fred. O menino sempre foi criado por babás, se é que pode chamar aquelas coisas de babás. Quase sempre era algum monstro, principalmente dracaene. Se não fosse o olhar materno de Hécate, como uma boa deusa dos partos e que nunca abandona seus filhos, o menino ele não teria sobrevivido mais do que dois anos. A deusa tinha esperanças quanto ao garoto, investia em seu futuro o mantendo seguro, desde sempre soube que Frederico seria um orgulho para ela.
   Aos 15 anos foi reclamado como filho de Hécate, no acampamento teve uma adaptação complicada, ser filho de seres do submundo sempre há um preconceito, por este motivo ele aprendeu a ser frio e maligno seu coração é mais duro que o cristal mais solido da terra. Por ser tão mal o menino sempre estava metido em confusões no acampamento e muitas vezes era penalizado. Com o crescer dos tempos o menino começou a se tornar uma pessoa detestável, ele não amava ninguém e quando fingia amar sempre tinha algum interesse envolvido, seu ódio sobre a raça humana crescia cada vez mais chegando ao ponto dele se achar superior aos humanos. A magia que lhe foi dada por sua mãe crescia dentro dele cada vez mais e com ela seus sentimentos aprisionados e contidos por seus longos 18 anos o desejo por morte e por destruição era visível em seus olhos sínicos e malignos, não se deixe enganar por este menino ele pode ser sua destruição.
   Ficha como chegou ao acampamento:
   Era inverno e Bartolomeu tinha ido trabalhar, Frederico estava aos cuidados de sua babá Emma, uma linda jovem de 20 anos, o menino estava fazendo seus 15 anos neste exato dia, Emma havia feito um pequeno bolo de chocolate para comemorar a aniversario do menino, eles em particular começam a cantar parabéns e em seguida comem do bolo, vão para a sala e começam a ver TV. O menino olha para a menina com uma cara safada a menina o olho com uma cara de dúvida e o menino do nada beijo ela, ela tentou resistir, mas logo se entregou nos braços de um adolescente. Eles começam a se agarrar e se beijar o menino toca os seios da menina e ela diz.
   - Apressado. – E afasta a mão dele.
   Eles já tinha uma intimidade um tanto grande, a algum tempo atrás ela havia prometido um presente surpresa ao menino e hoje era o grande dia.
   Eles continuaram o amasso e começam a retirar a roupa, o menina sobe em cima do menino nua e começa a se mexer quando tudo ia começar a ficar mais picante o telefone toca, ela atende e era ninguém, os corações dos dois batia forte. Eles voltam para a ação e o telefone volta a tocar, não era ninguém novamente, o filme que eles estavam assistindo era “Pânico 5” a menina olha para os lados preocupada.
   - Não é nada – Disse Frederico.
   Ele beija a menina de novo e escuta o uns sons vindo da cozinha, ele não deu a menor mínima, o sexo estava tão bom que ele não percebeu quando a menina foi golpeada na cabeça e lançada ao chão, ela desmaiou, ele abriu os olhos e viu um bicho de três metros e de um olho só, ele levou um susto tão grande e tentou sair correndo, mas foi em vão o Ciclope o pegou pela perna e levou até sua boca o menino se batia e gritava.
   Uma voz surgiu na cabeça dele “Diga expurgos!” o menino ficou muito confuso, sem saber o que fazer, a voz continuou a dizer “Diga expurgos!”
   - EXPURGOS! – Berrou o menino bem alto, faltando 10cm para ser engolido.
   Uma saraivada de flechas surgir e acertou os Ciclope por trás e o explodiu em pó, o menino caiu no chão nu seu coração parecia que ia sair pela boca, ele corre até a menina para ver se ela estava bem, seu pulso estava normal, ele agradeceu a Deus.
   Ele passou o resto da noite sentado no chão olhando o pó e a menina desmaiada, quando seu pai chegou em casa ele contou tudo a ele, exceto a parte dos amaço com a babá. Seu pai ficou boquiaberto e fez algumas ligações, contou uma velha história sobre deuses e mitologia e disse que tudo era real e meio que obrigou ao menino ir para o acampamento meio-sangue.
   

   
PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por  em Seg Fev 17, 2014 7:36 am

Sua histórica ficou boa, mas curta. O modo como chegou ao acampamento também.
Você é criativo, tem um grande futuro no acampamento, só precisa investir mais em detalhes.


- REPROVADO - 

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Levih VanHelsing em Seg Fev 17, 2014 10:14 am


   
Dados do personagem


   NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Frederico Hector Fray

   IDADE: 18

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
   Alto 1,80, 63 Kg, moreno, cabelos escuros e olhos de mesma coloração. Um tanto atlético.
   

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS:
   Sabe uma pessoa boa feliz, gentil e educada? Bem o Frederico não é. Ele é mesquinho, manipulador e arrogante. Gosta de ver as pessoas sofrer, seu maior prazer é observar alguém ser torturado até a morte.
   

   PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Tyler Hoechlin

   COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): amigos...


   
Dados da reclamação


   QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Hécate

   POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Porque ela é minha mãe ué. Hécate para mim significa poder e destruição, tudo que foi criado e será criado tem um pouco de mágica tudo gira em torno da magia. Você acha que tudo surgiu do além? Não né... Tudo teve um toque de mágica.

   CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)


A relação carnal.

Paris a doce e bela Paris a cidade do “amor” cheia de cafés lotados de pessoas ricas e divas sentadas a conversar, uma jovem de olhos verdes, pele branca afeições finas e cabelos negros. Ele usava um paletó de um tecido fino muito elegante, parecia um empresário. A noite estava estrelada e a lua estava cheia brilhando no céu, dando um ar mais romântico a cidade do amor.
Um violinista estava a tocar uma linda canção em busca de ganhar alguns trocados.
O rapaz observava o violinista a tocar Skinny Love uma música lenta, que fala de um amor muito frágil, ele se distrai tanto com a música que não percebe uma linda mulher se aproximar e sentar ao seu lado. De início ele leva um leve susto, logo depois sorri e fala:
- Olá, quem é você? O homem ficou encantado com a beleza da mulher.
A mulher sorri, seu sorriso era tão brilhante e belo de seduzir qualquer homem, seu perfume era doce e delicado como rosas vermelhas, seu vestido de seda tomara que caia de calda longa e cortada na perna esquerda a deixava sexy sem ser vulgar. Ela chama o garçom e pede um Uísque. Logo o garçom a serve, ela bebe um pouco e em seguida responde a pergunta do rapaz:
-Sou Melissa. Ela estica a mão e o garoto beija-a e sorri e afirma:
- Lindo nome, você é de Paris mesmo ou de outro lugar?
A mulher pensa por alguns segundos depois fala:

- Sou Grega. Sorri meio forçado.
Ele dá uma risada e diz:
- Você é linda como uma deusa Grega.
Os olhos da mulher se dilatam, ela sorri meio sem graça. - Muito obrigada pelo elogio.
Ele pega a xícara e a leva até a boca, bebe um pouco. Eles conversam por mais de 1 hora.

Por uma semana, todas as noites, o Jovem Brendon se encontrava com Melissa que a cada dia o deixava mais encantado e apaixonado por ela.
Uma noite o rapaz criou coragem e logo convidou a mulher para sua casa, ele serviu a ela uma dose do seu melhor vinho. Ela degustou com muito bom grado. Depois o homem coloca uma música romântica criando assim um clima entre os dois, após alguns minutos já estavam bêbados e se beijando. As coisas começaram a ficar mais apimentadas, ele a leva para a cama, retira lentamente seu vestido e a beija no pescoço, ela passa a mão nas costas dele e desabotoa a camisa do rapaz, assim deixando o peitoral dele à mostra. Alguns minutos já estavam nus e praticando um ato mais antigo e carnal do mundo, “Sexo”. Após as horas de amores a mulher pega suas roupas e sai pela porta, contudo, antes o moço diz:
- Nos veremos de novo.
Ela apenas sorri.
Os dias se passam, o rapaz volta ao seu trabalho na empresa de seu pai. Já fazia dias que ele não via Melissa, ele até pensou que a mulher só queria usá-lo. Perdido em seus pensamentos o rapaz volta a si quando um menino de no máximo 12 anos o entrega uma carta. Ao abrir a carta o remetente o surpreendeu, a carta era de Melissa e nela dizia que queria se encontrar com ele.
Ele chega na hora determinada e ao vê-la tão linda e com uma barriga avantajada, se surpreende. - Brendon venha cá preciso lhe contar algo.
O Rapaz de 21 anos chega para ela e diz:
- O que foi? E ao ver o tamanho da barriga da mulher se assusta e diz – Como isso é possível? Respirando ofegante. - Lembra quando você me disse que eu parecia uma deusa Grega? Bem, eu sou uma de verdade e este é nosso fruto de amor. Um filho metade homem e metade deus, um semideus.
O Rapaz levou alguns minutos para voltar a si e disse calmo e ao mesmo tempo um tanto quanto frenético:
- Cuidarei dele com muito amor e ele será para mostrar o quanto te amo.
As três semanas seguintes foram as mais lindas do rapaz, não sabia ele que a mulher não poderia ficar com o bebê e muito menos com ele. O grande dia chega e a mulher dá à luz a um lindo menino, ela diz ao rapaz:
- Cuide bem do nosso filho eu amarei você e ele para sempre. Beija a testa do homem e vai embora o deixando perplexo. Ele não sabia como cuidar de um bebê e seus pais eram muito rígidos com ele. Ao contar o ocorrido para o pai, o velho achou que o menino estava louco e o expulsou de casa.

Na sarjeta, o rapaz e a criança são resgatados por um tio, que era milionário e não tinha nenhum filho o mesmo morava em Nova York. O velho homem de 60 anos acolheu a criança e o rapaz com muito amor por longos 10 anos até sua morte. Para a surpresa de Brendon, que pensava que iria voltar às ruas, o seu querido e amado tio deixou um testamento onde passava todos os bens que possuía para o rapaz que se tornou um dos homens mais poderosos e montou uma agencia de investigação, que era seu maior sonho, deu o nome de C.S.I, bem ele não deu o nome e tal, mas comprou grandes ações da empresa.
Seu filho é criado com tudo do bom e do melhor, aprendeu a lutar, falar Inglês, Grego e Latim.

A Vida de Frederico:

O garoto do Brooklin desde cedo já convivia em um mundo adulto. Seu pai, Bartolomeu Fray, era um detetive da C.S.I de Nova York. Sempre ocupado resolvendo os casos que se apresentavam a ele dia após dia, mal teve tempo para cuidar do pequeno Fred. O menino sempre foi criado por babás, se é que pode chamar aquelas coisas de babás. Quase sempre era algum monstro, principalmente dracaene. Se não fosse o olhar materno de Hécate, como uma boa deusa dos partos e que nunca abandona seus filhos, o menino ele não teria sobrevivido mais do que dois anos. A deusa tinha esperanças quanto ao garoto, investia em seu futuro o mantendo seguro, desde sempre soube que Frederico seria um orgulho para ela.
   Aos 15 anos foi reclamado como filho de Hécate, no acampamento teve uma adaptação complicada, ser filho de seres do submundo sempre há um preconceito, por este motivo ele aprendeu a ser frio e maligno seu coração é mais duro que o cristal mais solido da terra. Por ser tão mal o menino sempre estava metido em confusões no acampamento e muitas vezes era penalizado. Com o crescer dos tempos o menino começou a se tornar uma pessoa detestável, ele não amava ninguém e quando fingia amar sempre tinha algum interesse envolvido, seu ódio sobre a raça humana crescia cada vez mais chegando ao ponto dele se achar superior aos humanos. A magia que lhe foi dada por sua mãe crescia dentro dele cada vez mais e com ela seus sentimentos aprisionados e contidos por seus longos 18 anos o desejo por morte e por destruição era visível em seus olhos sínicos e malignos, não se deixe enganar por este menino ele pode ser sua destruição.
 

As lutas no acampamento:

Frederico fazia poucos dias que estava no acampamento e nunca havia lutado antes com um monstro em sua vida, só com pessoas em seu treinamento físico, ao chegar a Arena, que a proposito estava lotada, pede ao Sátiro uma arma de preferência uma lança o mesmo entrega ao menino e ele entra na Arena, observa todos os campistas, até que chegou a sua vez de lutar todos os campistas que estavam sentados nas arquibancadas começaram a gargalhar e dizer coisas do tipo “Esse menino fracote vai acabar se machucando” “Ele vai se ferrar todinho” entre outras ofensas, ele respira fundo e finge não ligar para o que eles estavam dizendo, mas por dentro estava se corroendo de ódio.
Ele gira a lança 360º Graus e respira fundo apontando para onde deveria sair o monstro, o portão se abre e um enorme Ciclope de um olho só sai de dentro da “Jaula” ele tinha mais ou menos 2 metros e seu único olho era castanho escuro cheio de veias roxas na parte banca, só de olhar dava náuseas, seus dentes amarelos e podres, usava uma roupa de pele de bode. Fred ficou pensando quem foi àquele pobre bode que morre, se é que era um bode pois podia ser um Sátiro, isso o deixou com mais ódio ainda. O Gigante cai na gargalhada ao ver o menino que ia lutar com ele e falou
- Isso é uma ofensa.
O menino rosna de raiva e exclama:
- Vou te matar e arrancar sua pele como você fez com esse pobre bode. Ao dizer isso a plateia foi à loucura gritando coisas de estimulo ou de ofensa.
O monstro corre na direção do menino fazendo o chão tremer, o garoto perde um pouco do equilíbrio, contudo tentou se manter em pé, o feioso dá um golpe com seu punho fechado contra o garoto que tenta se defender com a lança que por má sorte do rapaz era de madeira e se parte em duas, ele pula para o lado desviando de futuros golpes do Gigante.
Ele pega a parte de madeira que ficou meio pontiaguda e enfia no pé do monstro e ele sente uma dor como uma farpa presa no dedo e começa a saltar em um pé só, o estrondo causado por cada salto dele fez a arquibancada tremer toda e os campistas gritão de emoção, isso deu a Frederico uma energia extra, ele corre pega a outra parte da lança e respira fundo e a arremessa contra o olho do monstro. A lança transpassa a córnea do monstro e sai do outro lado penetrando sua “massa cinzenta” o mostro cambaleia um pouco e cai no chão estrondando a arena por completa, os campistas que ficaram zoando o menino ficaram perplexos com a engenhosidade do rapaz e o parabenizou.

   

   
PS: O teste de reclamação é somente para deuses OLIMPIANOS e deuses MENORES. Filhos dos três grandes requer um TESTE ESPECIAL.
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Última edição por Frederico H. Fray em Seg Fev 17, 2014 1:03 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Momo em Seg Fev 17, 2014 10:58 am


"- Sou Grega. Sorri meio forçado."
Deu para entender que a mulher também falou a frase ‘sorri meio forçado’, então Frederico, cuidado com sua pontuação e até mesmo a acentuação, já que achei alguns errinhos. Siga o conselho de Héstia sobre separar a narração de falas. Também notei certas trocas de tempos verbais. Sua entrada no acampamento ficou a desejar, quem te levou lá? Como descobriu o acampamento de semideuses?

Sua luta ficou bastante curta e rápida. Como no começo do parágrafo você disse que fazia pouco tempo que tinha chegado ao camp, tecnicamente você não iria possuir um nível alto, logo, lutar contra um ciclope seria pedir para ir à enfermaria. Sem contar que como você narrou, o monstro te atacou e você colocou a lança na frente para uma suposta defesa. A lança quebrou. E o golpe do adversário, o golpe parou ali mesmo? Com um soco de um ciclope adulto tu voarias longe, vamos ter um pouco de coerência.

Você escreve bem, corrigindo esses errinhos sem duvidas nenhuma será reclamado. Boa sorte.

- Reprovado-


malz qualquer coisa, ainda estou me acostumando com as avaliações.

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Levih VanHelsing em Seg Fev 17, 2014 1:06 pm


   
Dados do personagem


   NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Frederico Hector Fray

   IDADE: 18

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS:
   Alto 1,80, 63 Kg, moreno, cabelos escuros e olhos de mesma coloração. Um tanto atlético.
   

   5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS:
   Sabe uma pessoa boa feliz, gentil e educada? Bem o Frederico não é. Ele é mesquinho, manipulador e arrogante. Gosta de ver as pessoas sofrer, seu maior prazer é observar alguém ser torturado até a morte.
   

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Dados da reclamação


   QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Hécate

   POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Porque ela é minha mãe ué. Hécate para mim significa poder e destruição, tudo que foi criado e será criado tem um pouco de mágica tudo gira em torno da magia. Você acha que tudo surgiu do além? Não né... Tudo teve um toque de mágica.

   CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)



Luzes piscando, vidros no chão, sangue escorrendo por todo o assoalho e um odor de gás no ar. Havia dois corpos deitado no chão, ambas as gargantas cortadas, era do onde vinha todo aquele sangue, um som de soluçar vinha do lado direito da sala onde havia um amplo salão lotado de livros jogados no chão, folhas de documentos e papeis. No meio de toda aquela confusão havia um jovem de mais ou menos 14 anos, seus olhos estavam vermelhos de tanto chorar, seu rosto estava melado de sangue seco e toda sua roupa da mesma forma, em sua mão direita ele portava uma faca de cozinha, as mesma usadas para cortar carnes com ossos.
Um som de “BOM” vem da porta de entrada e cinco guardas fortemente armados entram na casa e avistam os corpos no chão e em seguida o menino.
- Mão na cabeça! Mão na cabeça! – Berrava o guarda várias vezes.
O menino larga a face e ela cai no chão fazendo um som de “Plim” o menino cai de joelhos com a mão na cabeça, as lagrimas escorriam em seu rosto e caia sobre o chão. O policial o pegou por trás e lhe colocou uma algema e o levou para fora da casa, mal eles haviam saído da residência a mesma explodiu fazendo voar vidros e pedaços de madeira contra os guardas, não sei se foi destino ou algo do tipo, mas as lacas da casa penetrou na costelas dos cinco guardas, um pouco próximo do coração e assim matando ambos. O menino começou a chorar mais e gritar bem alto.
- O QUE FOI QUE EU FIZ? POR QUE ISSO ESTA ACONTECENDO COMIGO?
As algemas do menino se abre só e cai no chão, ele toca os pulsos e olha os corpos dos guardas no chão, seu coração parecia que ia sair pela boco. Ele respira fundo e começa a correr, ele corria com toda suas forças. Na frente de sua ex-casa uma multidão se formava, eram repórteres, curiosos e vizinhos bisbilhoteiros.
O menino volta a caminhar e não mais correr, seu coração começa a ficar mais calmo, ele olha para trás e percebe que já está longe o suficiente, ele escuta sons de sirenes e com certeza eram mais viaturas e ele tinha acabado de se tornar um dos suspeitos de assassinato. Ele se mete no meio da floresta, tentando assim achar alguma cabana abandonada para passar a noite.
Ele caminha por várias horaras dentro da floresta, seu estomago roncava de fome o menino só havia comido um simples café da manhã e caminhado por mais de 4 horas sem comer e beber, a sede e a fome tomava conta de seu corpo, fora o cansaço que lhe dominava.
Para a sorte do pequeno menino ele encontrou uma velha cabana deita de madeira, sua porta estava quebrada, as janelas algumas arrancadas, ele entra na casa e encontra alguns moveis destruídos e outros coberto com algo que em algum dia foi um lençol branco, ele sorri e deita no chão em posição fetal. A noite foi terrível ele não conseguia dormir de modo algum, a cena da morte vinha em sua cabeça, a fome e a sede.
Ele escuta um ruído vindo da escuridão, ele abre seus olhos e olha para o lado, seu coração batia rápido e sua respiração estava ofegante. Será que alguém me achou? Ou os donos da velha casa veio tomar posse novamente. Pensou ele. Ele continua a olhar para a escuridão, sentado e com as mãos abraçadas nos joelhos, o menino nota algo rolar em sua direção e parar próximo aos seus pés ele olha e vê uma linda e suculenta maçã, seu estomago vibra rapidamente. Ele pega a mação, esfrega na sua roupa e dá uma mordida na mesma, saboreando cada pedaço, alimentar-se com fome é a melhor sensação do mundo um alivio. Por sorte a maçã era molhada e nutritiva assim melhorando tanto a sede que ele sentia quanto a fome. O garoto volta a deitar e começa a dormir.
O dia amanhece e os raios de sol entram pela janela quebrada e acerta um feixe de luz na face do menino que começava a despertar pouco a pouco. Ele senta, esfrega os olhos e boceja ele vê sobre uma velha mesa um prato lotado de pães e um copo de suco, seus olhos se encheram de felicidade, ele senta na cadeira e começa a devorar os pães quentinhos com manteiga e bebia goladas e goladas de suco de laranja. Ao terminar de comer o menino começa a arrumar sua nova residência ao seu modo, limpa cada um dos moveis, usa as águas do lago para lavar os lençóis que cobria a mobília. O tempo vai passando e o menino aprendia cada vez mais sobreviver na selva, aprendeu a caçar, pescar, costurar usando espinhos de plantas e todos os dias na hora do café da manhã e jantar ele tinha sua refeição prontinha na mesa, ele sempre se perguntava quem lhe fazia isso e nunca havia descoberto.
Já fazia mais de três anos após o assassinato de seus pais e Frederico continuava aos cuidados de um ser sobrenatural na floresta a quem ele apelidou de “Bruxa da floresta” vez ou outra ele via a presença da mulher no lugar com suas vestes sombrias como a noite e sempre no mesmo horário que ela surgia (Que era a 0:00). Uma noite em uma de suas aparições ela contou ao menino sobre um velho acampamento para crianças especiais e que em alguns dias alguém viria busca-lo.
Assim como foi prometido duas semanas depois surgiu batendo na porta da velha cabana uma menina e uma menino de mais ou menos 22 anos e disse.
- Estamos aqui para lhe levar para o acampamento.
O menino sentiu um embrulho na barriga de felicidade.
Em algumas horas ele já estava na presença de Quíron em uma grande cabana de madeira, que chamam de casa grande, o Centauro lhe contou tudo sobre quem ele era e o que ele era, que sua mãe era Hécate e tinha sido ela que cuidou dele todo esse tempo.
 
P.S: Ate hoje ninguém descobriu onde esta o menino. Ele é um dos maiores suspeitos do assassinato em Long Island.
 
 


   

   
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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Momo em Seg Fev 17, 2014 1:50 pm



Respeitou os conselhos sobre as falas e narrações, parabéns. Mas antes de postar, releia seus textos, algumas partes podem ser desnecessárias e algumas podem ser corrigidas.  Continua com algumas trocas de tempos verbais e a ortografia permanece bem a desejar, preste atenção ao escrever. E sua ida ao acampamento novamente ficou curta e um tanto ‘simples’. Porém, a sua força de vontade é impressionante, sei o quão difícil é postar vezes seguidas, tentando ao máximo agradar; falo isso por experiência própria. O texto não foi um dos melhores, mas consegui focar na história, imaginando as cenas conforme ia lendo.  Então, acho que você merece ser reclamando.

Bem vindo, semideus prole de Hécate.


- Aprovado -


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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Peter Damon em Sex Fev 21, 2014 9:24 pm



Peter Damon

 



Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Peter Damon
IDADE: 17
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Estatura mediana, Miopia, cabelos escuros curtos, olhos escuros, orelhas um pouco pontudas
5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Criativo, Agitado, Portador de Disturbio de personalidade múltipla, engraçado algumas vezes, possui uma certa obsessão por corrigir as pessoas que dizem seu nome errado (se diz 'péter')

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Dylan O'Brien

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): "Oi google, me veja um fórum de pj. Obgd"


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Dionísio

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)?  Acho que meu personagem se encaixaria muito bem no chalé 12

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS) 
  A sirene gritava nos ouvidos de Peter, e ele os tapava com a dor aguda do som perfurando seu tímpanos. Ele implorava para que o barulho parasse. O menino se encolheu ainda mais atrás da caçamba de lixo. Ele não voltaria para o hospital nunca mais. Sentiu as lágrimas surgirem nos olhos mais uma vez enquanto a sirene se afastava. Esperou sentado por alguns minutos, as vozes não estavam mais com ele agora. Sentia-se livre por alguns instantes. Levantou-se e andou para fora do beco onde estava, a luz da lua cheia e o vento do Outono acalmavam Peter e ele enfim se sentiu livre pela primeira vez desde que sua mãe o abandonara no Hospital Psiquiátrico do Oeste de Oregon.
 O menino caminhou por dois quarteirões até parar num café, abriu a porta e ouviu o sino preso na porta tilintar, fazendo um sorriso se espalhar pelo seu rosto. Café era bom. Ele se sentou numa mesa no canto. Peter ouviu a odiada voz familiar ecoar em sua mente. - Café a essa hora da noite Peter, querido. - O menino rosnou baixo você não manda mais em mim Amy Ele falou devagar como se as palavras doessem cada vez que o vento entrava e saia de sua boca - Que bobagem querido, claro que mando em você. Eu sou sua mamãezinha. Peter sentia seu corpo acordar, sua raiva crescer e por fim gritou.  Você não é minha mãe  Todos os que estavam no café olharam o menino que suspirou e notou que sua mãe não estava lá. Ela nunca havia estado realmente. Peter odiava-se por isso, sua mãe não estava lá. Era tudo coisa de sua mente e ele já caía em seus truques novamente. O menino botou o capuz co casaco saiu do café e andou até o beco mais próximo encostando na parede de tijolos e chorando sobre os braços cruzados. 
  Sentia saudade de quando estava tudo bem. De sua vida simples numa cidade pequena do leste. Tudo mudava tão rápido na vida de Peter e ele não sabia realmente quem era. O menino disse a si mesmo em meio a seus soluços Por que não sou como todo mundo? O barulho de outra pessoa despertou-o de seu devaneio pessoal. Ele se levantou e olhou para os lados a procura da origem do barulho, sem respostas aparentes. Ele andou em direção ao escuro do beco. Caminhando lentamente com o coração apertado acelerando. Uma forma de apenas um olho surgiu da escuridão jogando-se por cima de Peter e fazendo-o cair de costas no chão. Sua mente tentava maquinar a imagem inacreditável que passava em seus olhos. A criatura golpeou seu rosto. Sangue escorreu pelo lábio do menino e manchou a calçada de vermelho, foi preciso outro soco para que Peter acordasse para realidade de que estava morrendo. Peter sentia sua vida se esvair aos poucos, sentia-se morto. 
 Foi somente quando Danny despertou, que o corpo de Peter reagiu aos golpes incessantes do monstro. O menino moveu a mão esquerda socando os países baixos da criatura ele se levantou limpando o sangue do rosto, não lembrava de ter sido machucado. Não lembrava-se de nada desde o Colorado. O monstro avançou novamente em sua direção e Danny socou sua enorme pança e o monstro uivou. Danny sentia-se imprudente ao fazer isso mas agarrou-se nas costas do monstro e puxou seus cabelos curtos para trás forçando-o a gritar. a criatura correu em direção ao meio da rua e se jogou no chão. Um toyota negro desviou dos dois raspando e rasgando parte do casaco de Danny. ele bateu a cabeça do monstro no asfalto até que uma van branca se aproximou com gritos apressados, a rua estava enchendo. Danny podia ouvir os gritos de pessoas, o monstro virou-se mantendo Danny por baixo agora, socando-o no peito. O menino tossiu sangue. Um barulho de flecha cortando o vento e o monstro tombou para esquerda. Outro e Danny sentiu-se atingido no ombro esquerdo. Ele olhou para um dardo preso no local, perfurando a blusa. Um tranquilizante... E então, dormiu como dormira da última vez desde o Colorado.


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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por  em Sex Fev 21, 2014 9:53 pm

Apesar de que me confundi um pouco com suas personalidades, acho que a história mesmo resumida, está bem contada e boa (afinal você foi abandonado no sanatório). Por isso, faça o melhor possível no quesito detalhes.

- RECLAMADO - 

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Kit P. LeBlanc em Sab Fev 22, 2014 10:01 pm



Kit P. LeBlanc




Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Kit Perry LeBLanc

IDADE: 16 Anos

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Kit possui uma tonalidade alva em sua pele e cabelos loiros, dispostos a fazer contraste com a mesma. Seus lhos são esplendorosos, como se fossem espelhos D'água. Cm relação a altura, o garoto é alto, medindo cerca de 1, 88 Cm. Tem um bom porte físico, devido a alguns exercícios que fez durante sua estada numa companhia teatral Italiana. Uma curiosidade sobre ele, é que algumas vezes  loiro de seus cabelos são misturados com algumas cores diferentes, ou talvez pintado totalmente por determinada cor. No vestuário, quando não opta por construir algumas roupas, veste-se de forma básica, no entanto confortáveis.

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Kit faz a linha: Tudo depende de como você age comigo. Ele diferentemente do que aparente, é um cara sensível e meigo, exceto quando ele vê que pessoas o querem fazer de idiota ou quando o subestimam. Se existe algo que ele sabe fazer, diga-se de passagem muito bem, é se defender daqueles que o querem oprimir. Por conta dos acontecimentos em sua vida, Kit desenvolve muitas vezes a vontade de se isolar de todos e viver no seu mundo alternativo: Candyfornia. Um mundo no qual ele não precisa provar-se ou fugir, um lugar apenas dele. Kit apesar de um filho da Deusa do Amor e da Beleza, tem uma paixão peculiar por livros e isso se tornou um fascínio para ele durante os naos, bem como seu amor pela música. Ele acredita que ambos juntos são a perfeição do mundo.

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Alexander Ludwig (Gêmeo)

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Através do meu irmão Gêmeo, Leon.


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Afrodite

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)? Bem, desde os primórdios do meu contato com a Mitologia Grega, nunca teve outra divindade que eu mais me assemelhasse do que Afrodite. Muito acreditam que ela seja apenas a Deusa do amor, da sensualidade, ou da beleza. Mas acho que para mim, eu tenho um lado dela que muitas vezes não é tão evidente, a paixão avassaladora e devota pelas coisas que realmente importam para mim. Afrodite é mais do que apenas um perfume, uma dança envolvente. Ela está presente num gesto amoroso, ou naquele momento em que um casal caminha de mãos dadas. Ela é os sentimentos que muitas vezes não compreendemos por serem complexos, é a beleza de uma vida ao lado de alguém que você ama. São apenas alguns motivos pelo qual a escolho, e sempre escolherei.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)


Chapter 1 - You and I
"Baby I'd rather die, without yoü and I."


Pierre passou as mãos por cima da mesa de bebidas e derrubou todos os vidros, quebrando-os no chão. O estouro fez um barulho estridente e Magdalene LeBlanc, irmã do mesmo, correra na direção da sala atordoada:-Pierre, o que está acontecendo? Ficou maluco? - Os olhos do homem faiscavam, tornando-o até temível:-Sai daqui, Magda. Você não sabe de nada, não se meta. - Ele estava visivelmente alterado pela bebida, não era por menos trabalhando e sendo dono de uma das maiores casas noturnas de Marseille. E foi lá que a conhecera, bela e atraente. Aquela mulher fora a salvação, e ao mesmo tempo, sua perdição. Enquanto quebrava as coisas, Pierre percebia que não adiantava nada o fazer, não a traria de volta, nem tampouco faria algo ficar melhor. Magdalene aproximou-se do irmão, pondo a mão em seu ombro, de modo que, talvez a situação se tranquilizasse:-O que houve, Pierre? Fale comigo. Estou aqui. Não há nada na vida que não possa ser resolvido. - Encostando-se na parede, Pierre enfim chorou e falou:-Ela foi embora, Magda. Deixou eles para mim e se foi. Você sabe como eu a amava, e você sabia que ela era diferente. - Magdalene então o abraçou com dificuldade pelo seu peso, que devido ao álcool ficava todo em cima dela:-O que ela disse? - Num gesto lento, Pierre puxara do bolo do paletó um pequeno papel, ao qual após soltá-lo, Magda passou a ler:

"Eu sempre soube que seria algo difícil, você também sabia. Mas o amor nos fez esquecer disso nos momentos que juntos partilhamos bons e eternos momentos. Eu já fiz isso tantas vezes, que é incomum eu te deixar uma carta, quando na verdade, tudo que eu faço é ir embora sabendo que o sofrimento não é opcional para os que eu deixo. Eu estou olhando para eles agora, eles são tão lindos, e de algum jeito eu sei que vão ter vidas excelentes, mesmo que longe de mim. Eles vão ser diferentes, sim eles vão. Isso chega até a ser cômico, vindo de mim, a Deusa das mil faces. Sabe, você é um grande homem Pierre, mas não pelos motivos banais que os que te rodeiam acham, entretanto pelo homem que demonstrou ser por dentro quando estava comigo durante toda gravidez, você é bom e não tenha dúvidas. Mas eu preciso ir, e você agora é tudo que eles tem. Eu vou sempre olhar de longe e tentar meu melhor. É uma promessa, não uma para Sempre. Eu acredito mais na promessa de um coração sincero, do que nas palavras de um Para sempre que acaba dias depois."

Magdalene segurou o papel firme, e ao ver o sofrimento do irmão, tentou contornar a situação:-Pierre, é uma situação difícil, mas você tem a mim, a mamãe. Não está sozinho. - Colocando as mãos fronte a face, Pierre murmurou:-Eu não os quero, não posso. - O rosto de Magdalene se obscureceu diante de tais palavras:-Como assim, Pierre? São seus filhos. - Ainda chorando com as mãos novamente no rosto, o homem dizia:-Não posso, não quero lembrá-la. Não quero nada mais. - E desencostando da parede, Pierre cambaleou pelo corredor embrigado, deixando Magdalene com nada amais que incertezas, naquela noite escura de Outubro.


Chapter 2 - Not Like The Movies
"If you can't see the sign, Wait for it."


O telefone da residência dos Firenzzi tocou, fazendo com que Magdalene Firenzzi corresse na direção do mesmo. Deixara Kit brincando com seu mais novo carrinho na sala anterior. Pegando o telefone d gancho, Magda disse:-Alô!? - Do outro lado, a voz de sua mãe idosa soou tranquila:-Magda, minha querida. Como está? - Sentando numa pequena poltrona posta ao lado do telefone, Magdalene respirou fundo:-Sim, estou. Mas hoje é o dia que juramos esquecer há cinco anos atrás. Nunca conseguimos não é? - A voz pesarosa da idosa, logo se fez notar:-Sim, Pierre era um homem tão jovem, com tanto para viver. O quarto dele continua o mesmo, minha filha. Acredita nisso? - Suspirando brevemente, Magda respondeu:-É, ele era sim. Sabe, as vezes eu penso como ele teria sido como pai, mamãe. Imagino isso sempre que o Kit me pergunta sobre o papai dele. - Isabelle do outro lado da linha sorriu levemente:-Essa separação nunca foi o que eu quis mesmo, mas sabemos que você não poderia ficar com os dois, e eu, bem na minha idade não havia como aguentar. Acho que mesmo com a falta do Pierre, um cresceria ajudando o outro, seriam bons garotos. Leon está ficando cada vez mais travesso. Acredita que outro dia ele pediu para eu tirar foto dele no jardim? - Magdalene gargalhou: -Ai mamãe, Kit é bastante tranquilo, as vezes. Ele agora descobriu um Karaokê do Lorenzo, passa o dia todo jurando que já sabe cantar. Na escola sempre elogiam-no. - A mulher respirou fundo, prosseguindo:-Pierre gostaria tanto de ver isso, acho que aquela atitude dele deixou de fazer com que ele tivesse a cura da vida dele com os meninos.

-Tia! - Kit pulara na barra do vestido de Magda, e Isabelle pode ouvir do outro lado:-Um momentinho, mamãe. - Pondo a mão em frente ao fone, Magda questionou o pequeno:-Oi, meu amor. - Olhando para a tia, Kit disse explicando balançando as pequenas mãos:-Tia, Kit tava vendo aquele livro do patinho feio, as imagens são o Kit. - Magdalene  respondera:-Kit não é o patinho feio. Agora deixa eu falar cm a vovó no telefone. Oi mamãe, voltei. - A mulher jogara os cabelos para trás, colocando o fone uma vez mais no ouvido:-Kit está cada dia mais obcecado pelas histórias que Lorenzo trás para ele. - Do outro lado, Isabelle dizia com uma voz serena:-Nossa, que coisa mais linda. Leon está vendo TV. Estou olhando daqui, porque se descuidar, adeus casa. Não.. Leon, não pegue o telefone, volte pra TV. - Uma voz substituíra a de Isabelle ao telefone:-Olá, aqui é o Leon. Oie. - Magdalene explodiu numa gargalhada do outro lado:-Oi, amor da tia. - Numa voz engraçada, Leon dizia:-A Senhora vem ver as minhas fotos? - Numa tentativa de deixá-lo feliz, Magda disse:-Sim, a tia vai. - Ouvindo a risadinha feliz do sobrinho no outro lado da linha, Magda ouviu também o momento no qual a mãe tomara o objeto e repreendera o menino:-Nunca mais repita isso, Leon. Desculpe, Magda, eu te avisei como era o processo. Enfim, filha. Liguei para falar disso e de outro assunto, aquele assunto. - A voz de Belle mudou no fone e prosseguiu:-Acho que isso uma hora ou outra vai afetá-los e na carta do Pierre falava daquele lugar nos Estados Unidos. - A outra mulher , segurou firme o fone e disse:-Mamãe, não podemos prever nada, mas podemos protegê-los o máximo que pudermos de toda e qualquer coisa. - Assentindo, Isabelle disse:-Bem, preciso ir agora, vou levar Leon para dar uma volta pela praça. Vou te ligar depois para falarmos mais, minha filha. - Respondendo a mãe, Magdalene disse:-Tudo bem, mamãe. Vou dar um banho no Kit e esperar o Lorenzo chegar do trabalho. Te amo, mamãe. - Serenamente, Isabelle retribuíra o dito pela filha:-Amo você também, filha. Beijo no Pequeno Kit. - Como última fala, Magda disse:-Para Leon também.


Chapter 3 - Paparazzi
"It's so magical, we'd be so fantastical."


Leon LeBlanc ~ Marseille - França

O obturador da máquina fotográfica não parava de fazer barulho, e o garoto loiro exibia diversas poses. Leon LeBlanc havia se tornado a sensação do momento entre os juvenis da moda, com sua beleza encantadora e suas feições altamente notáveis. Nâo havia um fotógrafo em Marseille ou Paris, que não o tivesse fotografado antes. Com pouco menos de quinze anos, Leon era tido como um dos mais promissores modelos da futura geração. Por uma última vez o obturador disparou, e a imagem dele sentado encarando a câmera ficou marcada nas lentes da mesma:-Boa, Leon. Esse ensaio é um dos seus pontos chaves para tentar as grandes marcas logo. Você não tem apenas um lado fotogênico, mas todo seu aspecto é pronto para um clique. - O fotógrafo dizia indo cumprimentar o jovem garoto. Leon o olhou com sorriso radiante:-Talento de nascença, tudo natural e muito bem feito, sabe? - Dando uma piscadela para o fotógrafo, o menino deu um sobressalto ao olhar para seu relógio:-Já são oito da noite? Minha avó deve ter ligado muito. - O celular havia sido deixado na mochila com seus pertences no vestiário. Leon correu o mais rápido que pode, até ver a mochila pendurada num cabide acima do grande banco. Sacando o celular da bolsa, LeBlanc vira as vinte chamadas perdidas de suas avó:-Droga! - Teclando o número, ele ligou de volta. Enquanto o celular chamava, ele pensava no que havia, para que sua avó não o atendesse. Foram mais três chamadas posteriores, nada de resultado. Decidiu ir pegar um Táxi para casa.

Quando chegara em frente a casa, mal acreditara na imagem formada diante de seus olhos. Por a casa ser afastada, jamais notariam a porta arrombada. Leon olhou perplexo e soltando a mochila no chão, eis que correu rapidamente até a porta e não tardara a entrar e ver no que a sua casa se transformara. Com olhos tristes, mas ao mesmo tempo amedrontados, o menino caminhou pela sala e viu os sofás revirados, bem como, a TV quebrada no chão. Um pedaço de madeira estava largado no chão, e Leon o pegara a começar a caminhar pela casa. Até aquele momento, não havia indício de presença, ou quem fizera aquela brutalidade. O que Leon viu em seguida foi o que mais o assustou. Um grupo de mais ou menos cinco pessoas se encontrava na cozinha, bem como, uma criatura com pés de cabra:-Ai meu Deus. Socorro. - Houve susto de ambas as partes, quando Leon resolvera gritar. Com a madeira pronta para bater em algum, Leon ouvira:-Calma, garoto. - Olhando esbugalhado para os pés de cabra, Leon indagou:-Quem são vocês? O que é você? Cadê minha avó. - Com expressões tristes e intrigadas, todos se calaram e apenas aquela criatura falou:-Leon, vai ser difícil, mas precisa me ouvir. Eu sou um Sátiro, sou o socorro. Vai precisar vir conosco agora.

Kit LeBlanc ~ Florença - Itália

O menino segurou as flores ganhas pelas professora do coral e agradeceu de forma educada:-Obrigado, Srtª Fiorin. - Ela me abraçou e após, disse:-Você deu a sua marca nesta apresentação, e sinceramente me mostrou que entende muito mais do que aqueles livros que carrega de cima para baixo. - Magdalene apareceu juntamente com Lorenzo logo após os cumprimentos da professora e abraçaram o menino:-Parabéns, meu amor. Estou orgulhosa. - Disse a mulher, enquanto o marido dava tapinhas nas costas de Kit:-Foi muito bom. Sua voz estava realmente algo esplêndido, menino. - Segurando firme o ramalhete, Kit disse:-Foi pela, vovó. Nunca a vi, abracei, mas é um sonho que eu posso tornar realidade numa realidade futura. Dedico isso à ela. E agora eu e meu irmão estamos muito mais longe um do outro. - Exibiu semblante pensativo, e Magdalene tocou seu ombro:-Vai vê-lo o mais rápido possível, querido. Há coisas complicadas, e você sabe. Ele te contou. - Lorenzo, olhando a mulher e o sobrinho, dissera certo d que aquilo que ele sabia era verdade:-A família americana vai cuidar muito bem dele. Aliás, daqui há pouco serão adultos. - Assentindo, Kit olhara uma vez mais para o Auditório, e então a conversa findou, bem como, a estada no local. Se foram a comemorar a bela apresentação do garoto.

Mais tarde naquele mesmo dia, sentado na janela do seu quarto, Kit abria a carta que já lera mais de mil vezes. Aquela carta que havia mudado a sua forma de ver as coisas, de pensar que haviam limites num mundo totalmente simétrico. Cuidadosamente, passou a ler um trecho:

"É muita coisa para pedir que alguém acredite, não é como falar da fantástica fábrica de chocolates do Wonka, mas eu peço que realmente venha. O mundo está cada dia mais catastrófico para os como nós, e não quero que algo ruim aconteça com você, sob hipótese alguma. Aquele Sátiro estava certo ao dizer que eu possuía uma missão maior, assim como a minha outra parte, você. Olha, eu agora já estou me adaptando aqui, temos muitas coisas fantásticas. Praticamente eu sou um dos mais populares do nosso chalé, já que a maioria está se omitindo com medo de se pronunciar sempre, e sou do tipo que jamais se cala. Eu não sei como está a sua vida agora, nem o que acontece, da mesma forma como nunca soube nada além de que era meu irmão e amava livros, mas eu sei que ainda vamos recuperar uma parte que a vida tirou, mas só há duas formas disso acontecer: Tragédia ou sua própria vontade. Precisa ser forte e procurar a sua verdadeira casa, sua verdadeira mãe. Eu a vi, ela é linda, e eu queria que a visse também. Não há esperança, entretanto há uma forma melhor de viver(Fora o brilho da vida, claro!). Vou esperar você aqui, maninho. Não importa o tempo."

Ao dobrar a carta, Kit não a reabriu durante dois anos, não havendo dali para frente nenhum contato, até o dia em que não lhe aconteceu uma tragédia ,mas sim, quebraram o meu coração da pior forma.


The Final Chapter - Wide Awake
"God knows that I tried, Seeing the bright side. But I'm not blind anymore."


"Olá, caro irmão. Peço perdão por nunca ter respondido sua carta, bem como, por ser tão irracional a ponto de preferir ficar num lugar, por um alguém que agora eu sei que nunca valeu apena. Já ouvi aquela frase: Eu queria saber naquele tempo, o que eu sei agora?, nunca a senti tão presente na minha vida. Hoje é meu aniversário de dezesseis, e é o dia mais triste da minha vida, mais do que o dia que eu soube que meu pai ou minha mãe me levariam para casa. Não houve um dia na minha vida, um sequer, no qual eu não pensasse no que estava fazendo nesse acampamento, chamado de Meio - Sangue. Em todo esse tempo eu maquiei a minha vida com um pincel de Pseudo-verdades, as quais me trouxeram um final amargo, eu sorri estando triste, mas acima de tudo, eu cai do ponto mais alto que alguém poderia. Com certeza, agora você deve ser um líder por aí, deve ser a estrela que um dia eu quis, deve provavelmente até amar, como eu obviamente não pude. Talvez a vida tenha sido injusta para nós desde o começo, entretanto como Ariel, sempre acreditei que algo seria possível, e eu teria trocado a minha voz pela chance de fazer qualquer coisa dar certo para quem eu amei. Daria. Agora eu encontro-me aqui, fronte ao mar e escrevendo isso, porque eu abri os meus lhos, ou pelo menos estou tentando, e ainda que doa, eu preciso saber que não há Ariels, Belas, ou Auroras. Não há Peter Pan, Branca de neve, nem tão pouco uma rainha má, ou talvez haja. Há pessoas más, realmente ruins, e que não precisam de feitiços ou encantamentos para destruir alguém, precisam apenas das palavras certas para ferir. Palavras sempre vão ser a pior e a melhor arma para construir ou destruir,e acho que não preciso dizer o que houve no meu caso. Só quero que saiba, que errei, mas ainda penso em você todos os dias, e não importa  oque vai acontecer amanhã, a gente vai se ver. A vida desenha caminhos, mas temos o nosso lápis, e hoje eu vou desenhar uma nova história. Apenas me espere."

Kit colocara a carta no correio uma hora depois, releu-a por diversas vezes, e acreditava que tinha dito o suficiente. De cabeça feita, sabia qual seria seu próximo passo para curar o coração esmagado, seria deixar tudo para trás naquela noite de cinco de novembro. Ele sabia dessa vez para onde ir. Ele iria achar o coração da sua existência: O Acampamento Meio - Sangue. Mas não num conto de fadas onde precisava ser salvo, entretanto num mundo onde ele poderia mudar cada ladrilho que pisasse, um lugar onde ele finalmente aprenderia a crescer.


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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Apolo em Sab Fev 22, 2014 10:16 pm

Kit

Sua história está simplesmente... foda!  Uma das melhores e mais criativas até hoje. Só achei que você deveria ter dado enter nas falas, mas creio que tenha sido um erro na edição, se não ffor, apenas corrija isso. Parabéns, filho de Afrodite.

-RECLAMADO-

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Charles M. Walker em Seg Fev 24, 2014 2:44 pm

NÃO É PRA AVALIAR, ESTOU SÓ POSTANDO MINHA LINDA HISTÓRIA '-'



Charles M. Walker




Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Charles Miller Walker

IDADE: Dezoito anos

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Charles parece ser bem mais velho e bem mais homem do que é. Seu corpo se desenvolveu rapidamente ele se tornou um garoto alto, com pequenos olhos intensamente azuis. Não demorou muito para se tornar musculoso. Tem pêlos por todo o corpo e sua barba é o que mais se destaca, pois contrasta com sua pele bronzeada.

Seu nariz é ligeiramente pontudo e seus lábios são finos e bem avermelhados, o garoto foi definido das formas mais vulgares possíveis: pegável, gostoso, tes... bem, não posso repetir todas aqui.

O semideus possui uma cicatriz no lábio superior, devido a uma queda que sofreu quando era pequeno. Seu sorriso é misterioso, nunca se sabe se ele está sendo irônico, simpático ou está planejando matar alguém. Seus dentes são bastante brancos e endireitados. Ele é quase perfeito, mas claro que tem suas imperfeições como qualquer ser humano. Porém, seus defeitos são mais psicológicos do que físicos.

Seu olhar é profundo e misterioso, como se ele escondesse um grande segredo. Geralmente, seus olhos também possuem um brilho muito forte, que chega a deixar as pessoas que o olham diretamente nos olhos ligeiramente constrangidas, como se elas se esquecessem do que estavam fazendo.

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Charles é uma boa pessoa no geral, apesar de ter bons motivos para ser revoltado ou rebelde. Ele é engraçado... e essa é sua característica mais marcante, o sorriso dele é contagiante, sempre que conta uma piada ou uma história, faz os  outros rirem. O garoto também é educado e sabe ser elegante. Não gosta muito de se socializar com as pessoas, mas mesmo assim, ele se junta nos grupos ao seu redor para conversar.

Ele é simpático e durão quando se trata de sentimentos, ou seja, a coisa mais difícil do mundo é Charles chorar. Mas... ele não é perfeito, também tem seus defeitos como qualquer outra pessoa no mundo. Ele não é muito esperto e nem inteligente, ele tem bastante conhecimento, mas não sabe usar isso na hora da batalha.  Além disso, possui um ar arrogante e uma expressão esnobe em seu rosto, assim quando as pessoas olham para ele, já o julgam, apesar do garoto não ser nada disso.

Charles também é uma pessoa vaidosa e apesar de vir de família rica, não é muito apegado ao dinheiro. Ele não consegue sair de casa (ou de seu chalé, no caso de um semideus) sem se olhar no espelho e está sempre cuidando de si mesmo. Mas como qualquer homem, ele não vive só disso, apenas gosta de estar apresentável em qualquer situação. Charles é homossexual e odeia ouvir "Você é bonito demais pra isso". Gosta de esconder o que pensa, xinga as pessoas apenas em sua mente, nunca fala mal por trás ou na cara.

O garoto normalmente não se apaixona facilmente, para ele dizer "Eu te amo" é uma coisa muito forte e só deve ser dita quando se tiver certeza de que ama a pessoa.

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Chace *u*

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Um dia eu e uns amigos decidimos criar um fórum, daí eu fiz esse fórum -'


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? '-'

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)?  '-'

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS) Havia uma mulher sentada no tribunal do júri de Londres. Vestia uma roupa social e parecia estar grávida, mas mesmo assim, aguardava ansiosamente para que chegasse algum momento em seu destino.

Essa mulher era uma empresária inglesa, chamada Carla Walker. Tinha trinta anos e depois de passar boa parte de sua vida estudando moda, se tornou uma grande estilista. Sua vida mudou depois de alguns anos, ela conheceu um homem, casou-se com ele e depois se divorciou.

Muito tempo depois, Carla engravidou e não contou para a família quem era o pai. Apenas amou o bebê já no seu útero com todas as forças. Mas... naquele momento, Carla aguardava uma audiência com o juiz do fórum londrino. Alguns meses atrás, a moça havia recebido a notícia de que suas roupas haviam sido plagiadas por uma mulher em Mantes-la-Jolie e abriu um processo que rodou a Europa.

Agora ele estava em sua última parte, Carla Walker estava próxima de ganhar mais de dez mil euros como indenização, mas assim que chegou no tribunal e se sentou, ela sentiu fortes dores na barriga, como se seu útero se contraísse. Tentou disfarçar que estava com dor, para não desconcentrar aqueles que julgariam o caso do plágio.

-Pois bem – Disse o juiz – Carla Miller Walker, conte o porquê de acusar Nicolle Chevalier de plágio.

Carla abriu a boca pra falar, mas o que saiu foi um gemido de dor e em seguida um soluço, como se ela tivesse ficado surpresa de repente.  Ela se levantou na maior velocidade possível. Todos no tribunal ficaram surpresos. A bolsa de Carla havia estourado, ela estava entrando em trabalho de parto.

Dentro de quinze minutos, Carla já estava dentro do carro de um dos funcionários do fórum, sendo levada para o hospital mais próximo.

...

Charles nasceu às 23h54 do dia 24 de outubro de 1995. A mãe o amou no instante em que o viu e deixou de trabalhar para criar o garoto. Sempre foi uma mulher rica e pra melhorar a situação, ela ganhou o processo, então ela pôde parar de trabalhar por um ano e mimou seu filho por todo esse tempo.

Tudo começou a piorar na vida do garoto quando em dezembro de 1996, a mãe descobriu ter um tumor próximo ao coração. Ela começou o tratamento imediatamente, mas mesmo assim... no dia 22 de fevereiro de 1997, Charles estava no colo do avô, com um ano de idade. A visão que todos tinham era um túmulo grandioso escrito “Aqui jaz Carla Miller Walker, amada pela família e amigos.”

A partir daí, Charles foi morar com seus avós em Berlim. O avô tinha 56 anos e a avó tinha 52, eram um casal feliz, mas o único dinheiro que tinham vinha de Carla e do tio de Charles, Henry Walker.

A renda diminuiu, não passavam necessidade, mas era uma renda bem menor em comparação com o luxo que o garoto tinha na mansão de Carla. Mas Charles não ligava para isso, afinal, ele tinha só dois anos de idade, então enquanto ele pudesse comer terra, estava tudo maravilhoso.

...

Entrou na escola aos seis anos de idade. O colégio público de Berlim era um ambiente desagradável, cheio de valentões e meninas fúteis. Charles se sentia deslocado naquele lugar, não tinha amigos com quem brincar e só havia um professor com o qual ele podia conversar, mas mesmo assim, eram apenas algumas palavras. Ele estudava história, geografia e inglês como ninguém.

Quando chegava em casa, Charles contava tudo o que acontecia em sua vida para a avó, que fingia prestar atenção. Em geral, ela apenas balançava a cabeça, como se concordasse com as palavras do neto.

Mas... um dia, a velha prestou atenção no que o garoto dizia e se preocupou.

-Vovó, eu vi um homem hoje – Dizia Charles, desenhando na mesa da cozinha enquanto a senhora lavava as louças do jantar – Ele era muito estranho, era grandão assim – A criança abriu os braços – E ainda... tinha um olho só. Eu fiquei com medo dele, sabe? Eu corri o mais rápido que eu consegui, mas ele veio atrás de mim. Eu entrei dentro da escola e ele ficou do lado de fora, viu como eu sou esperto?

A senhora largou as louças e balbuciou algo como “Sim... muito esperto.” Durante dois anos, a velha ouviu o garoto relatar encontros com cobras gigantes, mulheres bonitas com dentes de vampiro, mulheres com asas... então ela resolveu pesquisar sobre aquilo.

Ela entrou em sites de mitologia e descobriu que o que o garoto via era real e não apenas imaginação. No outro dia, os avós de Charles foram com ele até o colégio e pediram para falar com um dos professores do garoto.

Quem apareceu foi um homem numa cadeira de rodas, barbudo e com olhos profundos, como se não dormisse há dias. Os avós o acompanharam até uma sala e contaram ao homem o que o garoto dizia estar vendo.

-Senhor e Senhora Walker – O professor pigarreou – O neto de vocês é filho de um deus grego.

-Como? – Disse o avô – Você está louco!

-Preciso levá-lo pra um lugar seguro, uma hora ele não vai mais aguentar fugir dos ataques dessas criaturas e vai acabar morrendo! É isso que vocês querem?! – Berrou o professor, evitando o início de uma discussão.

-Não, senhor. – Disse a avó, olhando para seu marido.

O professor entrou na sala em que Charles estudava e pediu que ele o acompanhasse. O semideus foi levado para o acampamento meio-sangue no dia 12 de setembro de 2002, com sete anos de idade. Continuou a estudar com os filhos de Atena e com catorze anos, conheceu a paixão de verdade, quando conheceu um filho de Afrodite que o ensinou a falar francês. Tudo o que Charles queria era poder beijá-lo, mas um dia, seu professor entrou na floresta e três semanas depois, alguém trouxe o corpo deformado do rapaz, morto pela peste.


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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Aiden J. Williams em Qua Mar 05, 2014 12:27 am



Aiden J. Williams

 



Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Aiden Joseph Williams

IDADE: 17 anos

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Meu cabelo normalmente é curto com uma franja estranha, negros. Meus olhos às vezes, são azuis outras, verdes. Meu nariz é normal, acho que sou magrelo demais, não aparento, mas sou forte. Minha boca é perfeita, minhas pernas são finas, não concordo com isso, sou consideravelmente alto.  

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Amigo, sincero, autentico, alegre, leal

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Logan Lerman

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Amiguinhos mandaram.


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Hefesto

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Bem, por algum motivo sempre gostei de mexer com objetos e o que eu adorava fazer quando criança era desmontá-los e voltar a montá-los. Lembro-me da minha mãe dizer você é igual seu pai. Minhas amigas sempre foram as ferramentas e algumas peças que minha mãe trazia do trabalho.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)
Nasci no dia vinte e cinco de novembro, no ano de 1997. O dia de meu nascimento, de acordo com minha mãe, foi um dos mais belos possíveis: Ensolarado, calmo, sem nuvens no céu - minha mãe brincava dizendo que Apolo permitiu um dia muito belo.
 
Nasci no período da manhã. Minha mãe tinha saído, fora visitar meus avós - seus pais -, e, no caminho, a bolsa rompeu. Sorte... Isso estava comigo desde pequeno, pois ela estava sozinha na rua, mas estava perto do posto de saúde. De lá poderiam encaminhá-la para o hospital da cidade vizinha.
 
Um carro, de um conhecido de minha mãe, parou bem ao lado dela. Quem era? Nem imagino, minha mãe me falava sempre muitas coisas, mas nunca me disse quem era. Mas sempre disse que era alguém importante pra mim - que eu levava no sentido de: Graças a ele nasci num lugar que preste -, o importante é que ele me ajudou, eu acho.
 
Meu pai... Minha mãe dizia ser uma divindade grega. Podem dizer que ela era louca e tudo mais, mas ela era uma mãe incrível. Amava qualquer tipo de projeto, era uma ótima desenhista, mas trocou um futuro brilhante de... Não lembro o que... Mas ela deixou tudo por mim. Sempre que brigamos, ela me diz isso, e isso dói. E muito. Às vezes os pais não sabem medir as palavras.
 
Por isso: Sou super esforçado na escola, minhas notas são sempre boas - Ótimas se levar em consideração que tenho TDAH e dislexia -, e sou ótimo, acreditem ou não, em matemática. Simplesmente entendo com facilidade, assim como sou em Artes. E educação física - mas essa eu nem ligo muito, são aulas chatas.
 
Lembro-me muito pouco de minha infância. Só sei que, desde pequeno, tenho um portfólio onde desenhei diversas criaturas mitológicas e algumas ferramentas que eu realmente não sabia o que era. Minha mãe as amava. Mas meu portfólio só tinha desenhos um tanto que... Infantis. Mas, a partir dos doze, meus desenhos evoluíram. E muito.
 
Minha mãe sempre me dizia para focar-me no que eu era bom - e eu achava que ela falava sobre assistir séries. Meus desenhos evoluíam aos poucos, até que comecei a desenhar projetos de bigas. Pois é, herdei de minha mãe o amor por coisas antigas, e pela mitologia grega.
 
Juntamos dinheiro por três anos, e quando completei quinze anos fomos para Wyoming, há quilômetros daqui.
 
A Viagem foi legal. E minha mãe me contou uma coisa bem chata de se ouvir: Ela teria de me deixar.
 
Minha mãe pegou meu portfólio, folheando os desenhos... As górgonas, tendo a Medusa um destaque maior que Esteno e Euryale, um basilisco, um minotauro, a Equidna, espíritos da tempestade, Pégasos, Karpois... Todos com suas histórias, habilidades, vantagens e fraquezas descritos abaixo do desenho. Então... O acampamento. Bom, na verdade era a entrada para um lugar onde tinha escrito 'Camp Half-Blood'... Ao menos é o que eu lembrava de meu sonho, e o desenhei. E, então, veio à explicação sobre o lugar. Tudo, um mundo diferente, sabe?
 
E, bom, foi assim... Aliás, minha mãe tinha câncer. Pois é, tinha. Ela faleceu uma semana depois de me dar a localização do camp. Parentes? Nenhum aqui, consegui que ela pudesse ser enterrada lá próximo ao camp... E, bom, o chalé onze era acolhedor. Em pouco tempo eu já tinha superado isso. Não soube do julgamento dela, mas acho que ela teria ido para um lugar justo, não?
 
Enfim, ela não me contou quem era meu pai... Ela realmente gostava de fazer jogos. Pura maldade dela - brincadeira, mas essas brincadeiras eram normais entre nós dois.
 
[/color]
O Primeiro Dia No Acampamento

 
Minha mãe havia falecido a, mais ou menos, quatro dias. É, demorei quatro dias pra poder criar coragem pra vir pra cá. E bem, decidi percorrer todos Estados Unidos sozinho. Até que em certa parte da viagem encontrei um garoto que fugia de alguma coisa que não quis me contar. Ele era notavelmente baixo, irritado e gostava de me pedir para protegê-lo. Vai entender. Até que certo ponto, chegamos ao tão sonhado acampamento. Ele simplesmente entrou feliz eu não, fiquei com medo de entrar. Levei muito tempo e ele todo dia vinha tentar me convencer. No último dia, tomei coragem e fui com ele . Subi a colina, passei perto do local onde minha mãe fora enterrada. Quíron dizia que o acampamento estaria de portas abertas para mim, pra hora que eu me sentisse a vontade de vir. Já tinha terminado meus estudos... Estava pronto para entrar na Aeronáutica, ia ter um bom emprego lá... Minha vida estava feita, sério... Mas, enfim, desta vez Tique não estava a meu favor.
 
'Quem é meu Pai?', essa pergunta me assombrou por um dia todo. Ficar no chalé onze, como um indefinido, não era nem um pouco legal... Eu me sentia sem identidade. Apenas mais uma formiga. Mais um espaço ocupado. Mas era, em parte, divertido... Os filhos de Hermes são legais, todos brincalhões e tudo mais. Só não gostei quando mexeram em meu portfólio. Até que levei isso numa boa. Eles tinham uma brincadeira estranha: Adivinhar de quem o indefinido é filho. Folhearam meu portfólio, pra, no fim, me dizerem: - Belos desenhos. Tem mãos ágeis para desenhar. Talvez filho de Atena, ou até de Hermes... Quem sabe... Hefesto?
 
Então todos riram com o último deus. Provavelmente eu estava com a expressão: 'Hey, sou novo, não me deixe boiando'. O Filho de Hermes disse sorrindo: - Sua estatura... Filhos de Hefesto costumam ser super musculosos. Bom, você é o que as meninas chamam de 'Gato' e tudo mais. Definido e tal... Mas... Os filhos de Hefesto parecem touros. Assim como os de Ares. Você tem cara de ser mais um dos filhos de Hermes, somos muitos... Como pode ver.
 
Acabei por rir junto a eles. Talvez Atena... Deusa da inteligência e estratégia em batalha. Desenhos... Se não me engano ela também tinha o dom das artes. Mas, espera... Minha mãe era uma mortal, o que significa que eu tenho um pai divino. Minha mãe me disse isso. Será que sou filho de Hermes mesmo? Ai deuses, eles conseguem fazer o que eu fazia com meus amigos: Deixá-los confusos.
 
Deitei-me na minha cama, olhando para o teto do chalé. Então respirei fundo. Mas logo comecei a tossir. Malditos filhos de Hermes, banharam o ar do chalé com perfume!
 
Levantei-me o mais rápido que pude, fugindo por uma das janelas do chalé. Todos saíram rindo - inclusive eu mesmo. Fiquei sentado na grama fofa e gelada, passando minhas mãos nela. Em Washigton D.C., realmente, eu não tinha tempo pra aproveitar isso.
 
A grama estava um pouco molhada. Sentado ali me fez lembrar de minhas brincadeiras com meus primos no 'Campinho'. Fiquei olhando para o chalé onze, que se esvaziava bem rápido, com os Stoll rindo, e muito.
 
Respirei fundo o ar delicioso do lado de fora do chalé - diferente de lá dentro -, sorrindo. Começo de uma vida nova, não? Talvez seja bom... Ou não.
 


[...]

 
 
Ainda naquela manhã, depois de um tempo sentado na grama, fui para o refeitório... Logo almoçaríamos, e eu estava com muita fome.
 
Sentei-me numa mesa junto aos outros indefinidos, estávamos todos conversando e rindo, muito. Acenei para Arthur que estava em outra mesa. Normalmente fico quieto... Eu acho. Desta vez foi bem assim, apenas ria. Logo vi campistas de Apolo chegarem... Alguns deles tinham instrumentos musicais... Em seguida os campistas de Afrodite... Várias Barbies e Kens juntos, todos numa mesa. Em outra mesa estavam filhos de Atena, todos conversando... O que eu não sei, mas não acho que fosse sobre Estratégias e tudo mais. Havia três mesas vazias, onde ficavam os filhos dos Três grandes... Também haviam filhos de deuses Menores em outras mesas. Mas uma mesa me chamava atenção, a mais silenciosa: A Mesa com Campistas de Hefesto.
 
Eles brincavam com pequenos objetos em suas mãos, mas quase não conversavam. Poucas vezes via um deles rindo, e acho que o Líder do Chalé me notou.
 
Desviei o olhar da mesa e comecei a mexer em meus dedos, um tanto nervoso.
 
Enrolei muito, mas comi apenas um pouco de batatas... Eu me sentia desconfortável ali, pra ser sincero. Não que eles não fossem acolhedores e tudo mais, mas é que eu me sentia observado. Isso é muito chato. E batata é muito bom.
 
Eu estava com fome sim, mas não estava a fim de comer. Por fim, tudo que comi, além das batatas, foi uma maçã. E, mesmo sendo estranho, eu estava satisfeito.
 
Logo estávamos todos saindo, e eu fiquei todo aquele tempo em silêncio. Mas era pela perda de minha mãe, talvez eu não tenha superado isso ainda. Quando saí do refeitório, pensei em ir tentar a parede de escalada, mas acabei indo para o topo da colina meio-sangue.
 

[...]

 
 
Lá eu sentia uma leve brisa em meu rosto, era aconchegante. Podia ver grande parte do acampamento, e também um dragãozão. Eu ainda não tinha me acostumado com a ideia de 'Vida Nova' e tal... Mas eu sei que logo iria.
 
Então gelei, quando vi o monitor do chalé de Hefesto se aproximando. Não fiz nada de errado, mas ele dava medo. Sei que tenho dezessete e tal, mas eu tenho direito de ter medo de um cara que tem quase dois metros de altura, não?
 
Ele tinha a pele morena e cheia de cicatrizes, provavelmente por causa do tal 'Trabalho em Forjas'. O cara simplesmente deu um sorriso, seus dentes eram tão brancos que pareciam que quase fiquei cego. Ele se sentou ao meu lado perguntando: - Como vão as coisas no chalé de Hermes?
 
Então a cena da manhã toda se passou em meus olhos, até que respondi: - Tirando o fato que eles amam nos sacanear, ta tudo indo bem. E as coisas no chalé de Hefesto? Vocês tem quantos Transformers? - Pensei que levaria um soco, mas ele apenas riu. Então disse: - Certo, é confidencial, mas: Já fizemos um, mas Sr. D não pode saber.
 
Mesmo ele rindo, eu podia jurar que era verdade. Eu já tinha visto um projeto dos filhos de Hefesto, são tão incríveis quanto os dos filhos de Atena - claro que vi em um sonho meu, o que eu vi a entrada do camp e tudo mais, mas vi! -, mas logo me toquei que era uma brincadeira. Pensei que os filhos de Hefesto não tinham senso de humor, sério.
 
Ficamos mais um tempo conversando, em tão ele chegou ao meu temor: A Fogueira. E então ele me explicou melhor como funciona a fogueira: - Bom, todos nos reunimos, deixando os indefinidos numa mesa separada. Então apenas os observamos, esperando que fossem reclamados... Normalmente fazem uma oferenda e o deus o reclama, fazendo um 'Holograma' surgir acima do campista, com o símbolo do deus. Por exemplo, Afrodite é uma pomba, Poseidon um tridente... E Hefesto, um Machado em Chamas. Um campista, certa vez, começou a correr de um lado para o outro achando que sua cabeça estava em chamas. Uma pena eu não ter visto.
 
Ele riu contando sobre o campista. Mas, realmente, deve ser estranho ter fogo acima da cabeça. Acho que eu ia pedir pra que jogassem água em mim até eu apagar. Acabei rindo com ele, e logo nos despedimos. Prometemo-nos estar na fogueira hoje, e esquecemo-nos de nos apresentar. Mas tudo bem, já estava quase noite... Então eu tinha de ir para o chalé e já me vestir, antes que os campistas de Hermes resolvessem tacar fogo em minhas roupas.
 

[...]

 
 
Já estava vestido para ir à fogueira - Na verdade só estava com uma camisa do camp e um jeans escuro, e um tênis normal.
 
Enfim, fui pra lá o mais rápido que pude, e nem prestei atenção no caminho - mesmo não tendo muita coisa pra olhar. Fiquei sentado na mesa, então Quíron começou a falar. Não prestei atenção, estava tentando descobrir de quem poderia vir a ser filho. Apolo, quem sabe? Gosto de Arco e Flecha... Eu até poderia ser de Hermes e tal, só que não. Dionísio, talvez? Já que, ao menos antes da morte de minha mãe, ninguém consegui ser tão desastrado - parecendo bêbado - quanto eu. Ares... Nunca, não sou 'marrento'... Deuses, pra qualquer um que eu pudesse ser eu seria estranho. Filho de Hermes: Não muito criativo para brincadeiras. Dionísio: Não gosto de bebidas alcoólicas. Hefesto: Falo demais. talvez Hypnos, já que eu to sempre com sono e preguiça.
 
Eu estava tão perdido em meus pensamentos que não vi que alguns campistas acabaram de ser reclamados. E, adivinhem só, eu era o próximo!
 
Levantei-me mega sem jeito - eu realmente não gosto que voltem a atenção para mim. Vários pares de olhos, todos voltados para mim! Aquilo era horrível. Não que eu seja antissocial, mas é que... Ser o centro das atenções não é legal.
 
Quase tive um ataque de risos, de tão nervoso que estava. Consegui me controlar, enquanto Quíron falava... E logo uma luz laranja um pouco mais forte toma conta dali. E, deuses, era da minha cabeça. Legal, agora eu brilho. Ou melhor, minha cabeça brilha.
 
Ninguém ali me conhecia, apenas o meu irmão mais velho - é, o monitor do chalé de Hefesto – e Arthur, que sorriu pra mim novamente. Sentei-me a mesa de Hefesto, conversei com meus... Irmãos. Algum tempo depois, Arthie veio. - Certo, sou filho de Hefesto... E você? – Sorri e ele disse:   - Apenas descubra. – E saiu, fiquei lá, pasmado.



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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Arthur H. Crowford em Qua Mar 05, 2014 3:32 am



Arthur Howler Crowford

 



Dados do personagem




NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Arthur Howler Crowford



IDADE: 13



5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Arthur é magricelo, não pesa mais que uns 50k. tem uma aparência equivalente a sua idade de 13 anos, com cabelos loiros e olhos cor de caramelo, orelhas e dentes pontudos e bem afiados, nariz e boca pequena e um queixo bem…normal.


Seus braços e pernas são finos e suas mãos e pés são pequenos, fazendo jus à altura de 1.56cm do menino. Tem uma voz típica de quem acabou de entrar na adolescência, sendo ela nem tão grave nem tão aguda.  


5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Arthur é a pessoa mais inquieta e hiperativa que você vai conhecer, ele literalmente não consegue ficar em um lugar só. Vive se distraindo com tudo e é bastante intrometido, adorando sempre dar sua opinião e participar de todas as coisas que acontecem tanto no chalé quanto com seus amigos.



É amigável e brincalhão, vive contando piadas e fazendo pegadinha nos amigos e nos irmãos, detesta o silencio e a solidão e odeia ser deixado de fora de alguma coisa.  Arthur é bastante comilão e come qualquer coisa, desde alfafa até um xis bacon duplo com o dobro de bacon – que por sinal é o seu prato favorito – e tem um metabolismo extremamente rápido e não importa o quão ele tente “ficar mais forte” nunca sai do próprio peso.


Também é bastante rápido, discreto e quieto quando quer ser. Geralmente só quando precisa se infiltrar em um chalé despercebido para poder passar o tempo com algum amigo ou então “adquirir” algum produto ou artefato necessário.



PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Thomas Brodie
Sangster

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Google


Dados da reclamação




QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Hermes


POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Escolhi Hermes porque acho que seria interessante ter um personagem com as características e traços de um filho de Hermes, acredito que vai ser bastante divertido desenvolver o personagem e aproveitar o jogo co o mesmo

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS) 

A Neve brilhava branca na montanha a noite, não havia uma pegada para se ver, uma mulher caminhava sozinha, carregando um bebe no seu colo enquanto o vento uivante cortante, passando pela mesma e fazendo-a tremer, mesmo com as varias camadas de roupas protegendo seu corpo, o frio continuava sendo impiedoso.




 A mulher tinha finalmente alcançado seu destino : um pequeno orfanato gerenciado por uma igreja logo ao lado do mesmo, ela colocou o bebe na porta com uma lagrima no seu rosto e disse – Talvez um dia nos veremos de novo, precioso – Acontece que isso nunca aconteceu, porque um pouco depois ela foi morta por uma avalanche aleatória. Triste né não? Não, não é. Isso que dá querer me abandonar, megera.




Então, eu sou o Arthur (Nome chique né não? Rei e coisa assim) e eu vou contar minha triste e penosa história de vida (buu-huu-huu). Enfim! Eu nasci por volta de 2000, talvez um ano a mais ou a menos…as freiras que me adotaram não sabiam dizer, mas oficialmente eu tenho 13 anos e faço meu aniversário em junho (aceito presentes!). Eu nasci num dia bem frio, mas bem frio mesmo. Contaram-me que foi o dia mais frio do ano, e isso no meio do verão! Mas ó que coisa né não? Ah sim! Isso tudo aconteceu em Cardiff, uma cidadezinha inglesa (que antes era uma cidade Celta! The more you know ~) bem desconhecida e monótona, tem muita coisa lá não… mas eu ainda acho extremamente incrível. Bom, pra entender como eu descobri como eu descobri que era  um semideus vamos ter que primeiro recapitular a história inteira da minha vida ( Não, não precisa não, mas…é, vou colocar igual.)




Bom… deixe-me ver…do começo não tenho muito que falar não jovi… como eu já falei anteriormente eu acabei por crescer em um orfanato cristão, lugar perfeito pra uma criança com orelhas e dentes pontudos com síndrome de atenção e completamente hiperativa né não? Nem preciso dizer que eu vivia sendo colocado de castigo… mas as freiras eram mais demonias do que eu… viviam pegando no meu pé e sempre me fazendo ajoelhar naquela porcaria de milho e ficavam loucas sempre que eu brincava com o Lucca (que nada mais era que minha cobra de estimação que eu tinha achado no meio do pátio). Eu não me dava bem com as crianças de lá… isso porque eu vivia passando trote e roubando os almoços deles… sabe como é, coisa de criança mesmo.




Enfim, a vida lá era uma lindeza extrema… ou melhor, seria, se não fosse por uma pessoa : O Padre José. Ele era um senhor de meia idade baixinho e gorducho, ele era diferente dos outros padres que só vinham para examinar e iam embora… ele usava um tipo de bandana preta com uma cruz no meio, uma capa também preta que mais lembrava esses exorcistas de filme e sempre andava carregando um violão e um livro enorme. Ele nos visitava uma vez por semana e sempre trazia comida e alguns brinquedos para as crianças… ele era bem legal com todo mundo mas era bem mais comigo, geralmente eu ganhava mais brinquedos e mais atenção. Agora parando pra pensar era um comportamento bem estranho para um padre normal… mas não é como se ele fosse um padre normal… se é que vocês me entendem (se você é meio lento, ele era um sátiro *piscadinha do olho esquerdo*)




Continuando, foi assim até os meus onze-doze anos, quando as treta louca começaram a pegar. Nessa época foi quando as freiras começaram a pegar no meu pé ainda mais freneticamente… eu não entendia exatamente o que tinha acontecido… elas tinham “sumido” por uma semana só pra depois voltar dizendo que tinham ido a um sermão de emergência que não podiam perder. História mais mal contada que isso só a pequena sereia (por que por favor né, que tipo de príncipe casa com uma menina muda que conheceu há dois dias?) mas voltando a minha história, foi nessa época que elas começaram a tentar-me… machucar. Eu não ficava mais ajoelhado em milho, mas sim em pregos. E não apanhava mais, levava chicotadas… sem falar que o Padre parou de ir visitar… foi ai que eu decidi que não dava mais… eu passei pela janela (que era minúscula, mas eu era ainda menor) e desci de uma arvore que tinha ali perto. Não precisei pular a cerca, só joguei minhas coisas pro outro lado e passei de ladinho, finalmente livre daquela prisão. Mas será que eu estava realmente livre? ( Câmera foca no orfanato enquanto Arthur corre na escuridão. Fim do ato um. (por motivos técnicos não teremos um ato dois ou qualquer ato posterior))




Eu passei alguns dias nas ruas, sobrevivendo do jeito que dava… hora fazendo uns bicos, hora roubando ( e não, não me envergonho disso, sobreviver era a única coisa importante e eu sem duvida faria isso novamente.) hora se escondendo – embora eu não sabia do que eu devia me esconder, eu simplesmente sabia que devia…era tipo um oitavo sentido (porque eu não tenho nem o sexto nem o sétimo.)




Agora… aqui a coisa fica um pouco confusa… eu não lembro exatamente dos eventos que precederam (ui, chique) a minha chegada ao acampamento meio-sangue, só lembro que certo dia eu tava fugindo, não de um monstro ou algo assim, mas da policia mesmo… é, a coisa tava preta. Deixa eu explicar melhor. Eu talvez tivesse feito alguns amigos que não eram as melhores influencias para um pré-adolescente com bastante tempo livre... mesmo assim, continuei amigo deles, hora e outra cometendo um “pequeno” delitozinho ali e aqui… coisa de criança.




 Acontece que quando você junta vários pequenos delitos eles se tornam em um grande… e ai que deu merda… nós fomos obrigados a fugir… não só da cidade, mas do pais também. Como? Bom, um dos caras de lá tinha um tio que tralhava com um cara que conhecia outro cara que podia nos colocar em um navio pra América sem ninguém saber… ia ser a maior – e melhor – aventura da minha vida, e eu fui, rumando para o norte (nota : o destino em si pode não ter sido para o norte, para mais informações, favor consulte a professora de geografia mais próxima.)no navio pesqueiro, quem diria… um jovem semideus olhando pro horizonte e vendo sua terra natal se afastar cada vez mais… que coisa linda, até caiu um olho na minha lagrima.




A Viagem em si foi bem… bleh. Eu não fiz nada por uns dois meses, só fiquei olhando pro céu, jogando e brigando com os caras, escrevendo cartas e jogando na água – coisa que eu fazia bastante,  tipo mandar cartas pra pessoas que não existem e destruir elas, era tipo o que vocês pessoas chamam de hobbies – enfim, essas coisas que a gente faz pra matar o tempo quando tá em um navio pesqueiro fugindo da policia Britânica pra recomeçar uma vida de furtos e saques no pais da liberdade! Ou algo assim. Pelo menos a comida era boa, 20% de todo o peixe que eu pudesse pescar era legalmente meu, sem falar que eu podia trocar o peixe por varias outras coisas… varias… (mas não isso que você tá pensando não jovi)




Quando finalmente chegamos à América, já se tinha passado… bom, eu não fazia a menor ideia. Eu parei de contar no segundo mês… então provavelmente tinha passado mais de dois meses, é, algo assim, certeza. Mas a questão era que finalmente eu podia ver a ilha de Manhattan e no meio dela, a estatua da liberdade (não pisquei nenhuma vez.) era estranhamente… chato. Sei lá, era tão… bleh, não conseguia ver toda aquela “maravilha” que todo mundo diz… acho que a vida tinha feito isso comigo, sei lá.




Enfim, quando o navio tava quase atracando… adivinha? Treta. Pois é, parece que tava tendo um tipo de incêndio e pá… o capitão queria ir para outro porto, mas infelizmente não foi assim que funcionou não… meio que eles gritaram “Piratas a bordo!” e uma fumaça louca lá cobriu todo o convés… senti-me muito num filme de pirata antigo… só que invés de espada eu tava usando um gancho pendurado em uma das redes como arma, não sabia pra que, só sabia que qualquer fio do dragão que se aproximasse de mim ia levar na cara.




Só que meio que toda a tripulação meio que morreu e quando a fumaça toda baixou só tinha umas freiras malignas se alimentando da carne de gente morta… tudo muito comum e normal. Eu as nomeei de as três freiras motoqueiras do inferno. (Elas não tinham motos, mas era um nome muito mais legal que “freiras do inferno” então… é)




-Gkaaaash! Você sabe o problema que foi caçar você semideuszinho? você matou todas essas pessoas! Se tivesse ficado em casa seguro com a gente, ninguém teria que ter morrido… ninguém além de você, é claro. – Disse a primeira das três freiras, jogando um pedaço de tripa fora da boca enquanto lambia o rosto… nem vomitei.




-Arg, a carne mortal tem um gosto tão ruim, prefiro comer um porco cru a me alimentar com outro desses VERMES! Mas não se preocupe querido, somos piedosas e vamos te matar rapidamente. – Disse a segunda, lambendo os beiços
-Rapidamente! Rapidamente! – A Terceira repetiu, animada.




-Dá pra você parar com isso? Você sabe que eu odeio quando você repete o que eu falo! – A segunda retrucou, sibilando a língua que parecia de cobra




-É, nós odeia! Nós odeia! – a Terceira gritou enquanto erguia um de seus braços feios.




-Silencio as duas, é hora do jantar! – Ela riu, se aproximando de mim. As duas outras vieram junto, com um sorriso maléfico e uns duzentos dentes em cada boca, definitivamente era meu fim. Pois é, ai eu morri triturado por elas e fim da minha histó—- nah brincadeira, aconteceu o seguinte : uma explosão de luz e fumaça as cegou. Enquanto alguém me puxou pela mão e me arrastou pra fora do barco… foi tudo muito rápido e muito psicodélico… parte de mim achava que eu tava drogado, já outra parte…concordava.




Enfim, a gente correu que é uma desgrama, foi uma maldita correria… e dava o tempo todo pra ouvir elas logo atrás… eu me sentia entre a vida e a morte… e mesmo assim tava me divertindo pra karai… fazer o que né, gente retardada é assim mesmo… mas por fim nós finalmente as despistamos e eu pude ver quem tava comigo esse tempo todo. E quando eu olhei, eu fiquei de queixo caído, era o Padre José, só que bem… ele tava sem a capa e sem a bandana… e ele tinha chifres e cascos… ele era um sátiro é. Ok. (Lembram que eu falei antes? Ahn ahn? Legal né?) e junto a ele tava meu fiel companheiro Lucca, a serpente azul.




Ah sim, vale a pena citar que o Padre José tinha me ensinado tudo sobre mitologia, simplesmente dizendo que “quando fosse o tempo eu usaria todo esse conhecimento em batalha como um semideus grego vivendo em um acampamento no meio de uma cidade nos estados unidos onde criaturas gregas da mitologia e filhos de deuses com mortais vivem em harmonia” um completo anagrama que demoraria anos para ser resolvido e decifrado, mas eu nunca tinha pensado pra parar nisso… (olhada dramática para o Horizonte)




-Padre José, mas como? – Perguntei curioso, olhando para o Padre José, ainda meio surpreso que ele era um sátiro. –Meu nome não é Padre José meu filho… meu verdadeiro nome é… Blond José! – Padr—digo Blond José disse, colocando um óculos escuro e tirando seu violão das costas, que se transformou em uma besta medieval portátil, Blond José e eu conversamos um tempo, sobre as freiras motoqueiras do inferno e como ele tinha corrido contra o tempo para me encontrar antes delas, e que também tinha encontrado uma ótima loja com as latinhas mais saborosas da região.




Por fim decidimos sair, viajando sempre de noite e evitando a todo o custo chamar qualquer atenção, foi fácil pra mim, mas difícil para Blond José que não estava acostumado a ser discreto e sorrateiro. Ele sempre me dizia que o acampamento estava próximo, e ficava me contando sobre tudo que tinha lá… eu tava ansioso pra chegar lá e tomar um banho quente… e só isso. É.
A menos de duas horas de viagem para o acampamento, eu e Blond José estávamos acabados... Completamente famintos e privados de todo e qualquer sono… éramos nada mais que dois corpos andando… e foi ai que elas atacaram… mais veloz que um leão, mais discreta que aquele carrapato que se acopla na suas costas e fica sugando o sangue a tarde inteira, mais forte que um hipopótamo e mais bravas que sua namorada de tpm, elas apareceram, furiosas e malignas, com sorrisos estampados nos rostos e garras enormes e cheias de sangue.




A Terceira abriu a boca pra falar, mas foi interrompida por uma flechada bem no meio da testa, Blond José já estava recarregando a besta com outra flecha quando a segunda guinchou em sua direção, Blond José então deu um pulo pra trás, recuando e acertando-a com uma flechada no estomago, porem isso deu uma deixa para que a primeira o acertasse com a garra no pescoço, bem a tempo de ser ferida e ter que recuar… no fim só restou eu, dois montes de areia e o corpo de Blond José… eu me ajoelhei, chorando pelo meu único amigo enquanto uma voz sibilava na minha cabeça “Blond José is morto” era tudo o que eu ouvia, repetindo o tempo todo, eu nem percebi que uma delas ainda estava ali, viva, se aproximando de mim.




Quando ela estava prestes a dar o bote, Lucca interferiu, se enroscando na perna dela e dando diversas mordidas dolorosas de cobra… mas é claro que Lucca era só uma cobra contra uma criatura obviamente superior e Lucca foi… rasgada em duas… assim como meu coração… acabei vomitando novamente, enquanto a criatura avançava lentamente em minha direção… foi ai que eu me lembro de ter falado algo como “Pai… se você realmente é um deus… por favor, me ajude.” E é claro que nada aconteceu. Quer dizer, nada não, eu senti o braço da criatura atravessar o meu estomago, o que foi seguido de uma agradável e serena dor descomunal seguida de desmaio. 




Eu realmente pensei que eu tinha morrido, mas no fim eu acordei em uma cama quentinha com algo na minha boca que parecia bolo de cenoura com cobertura de caramelo e canela. Sim, eu tinha sido salvo por algum campista aleatório e tava por lá. Eu passei de duas a seis semanas na ala médica (e o tempo inteiro eu passei dormindo) me recuperando da dor que eu passei, tanto a física quando a mental… mas depois de uns três meses eu já tava novinho em folha.




Como todo o campista novato, eu fui atribuído ao chalé de Hermes, me falaram que eu devia tomar cuidado com as pegadinhas e os “mãos-leves” de lá, eles é que deviam ter tomado cuidado comigo, coitados… no fim da semana eu já tinha dinheiro o suficiente pra comprar uma fazenda pequena… na internet. Com o passar do tempo, eu fui aceitando a ideia de ser semideus, não era tão difícil… claro, sempre tinha as vigas que eram uma desgraça total, e eu achava a captura de bandeiras o maior saco de todos… mas é… era meu lar, e eu gostava.




Eu nunca fui reclamado por nenhum deus, foi ai que meus irmãos me explicaram que aqueles que não são reclamados geralmente são filhos de Hermes... e eu meio que já sabia, por que né? Qualquer um que comparar eu com qualquer outro filho de Hermes vai ver que as diferenças são quase nulas – só a beleza exuberante e a pequena diferença de altura – mas fora isso, eu era igual. Ah sim, eu também fiz alguns amigos de outros chalés, não lembro exatamente como… cabeça ainda tá confusa, afinal de conta não faz nem dois meses que eu sai da cama… mas é, eu tinha alguns amigos, algumas pessoas pra me protegerem caso eu precisasse… pela primeira vez eu não tava sozinho… isso realmente era uma coisa boa.

 

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Apolo em Qua Mar 05, 2014 8:01 am

Aiden

Devo dizer que sua história não está algo tão incrível quanto deveria ser esperado, porém, também não está ruim a ponto de ser reprovado. Foram alguns erros leves como repetição de palavras em um pouco de falta de descrição, mas... foi um bom teste. Bem vindo, filho de Hefesto!

-RECLAMADO-

Arthur

O excesso de lugares-comum e esse tom humorístico derrubado que você colocou deixaram sua história esquisita, mas ainda assim, não daria para te reprovar, pois ficou boa o suficiente para ser reclamado. Bem vindo ao acampamento!

-RECLAMADO-

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Natalie R. Graham em Sex Mar 07, 2014 6:55 pm



Natalie R. Graham

 

 

Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Natalie River Graham

IDADE: 15 anos.

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Tem estrutura mediana, com um metro e setenta e dois centímetros e o peso um pouco acima do ideal para dua altura, mas como ela gosta de realçar quando fazem piada com isso "é tudo músculo". Tem olhos verdes e cabelos ruivos lisos com cachos nas pontas e uma franja jogada de lado. É forte, mesmo que não aparente, devido ao intenso treinamento que pratica todo dia na arena.
 
 
Aparenta ser mais velha, o que ela considera uma vantagem para comprar bebidas e entrar em festas. Tem olhos relativamente puxados, nariz pequeno e boca larga, porem fina.  

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Natalie nunca foi alguém fácil de se conviver, é rude em maior parte do tempo e vive dando opinião nos assuntos dos outros, apesar de não ter más intenções sobre isso. Desde pequena sofre com hiperatividade, déficit de atenção e dislexia, o que a tornou naturalmente péssima na escola. Por esta razão, além de notas vergonhosas, levava suspensões semanais por mau comportamento e causar confusões entre os alunos e professores da escola.
 
 
É vista como grosseira pelo fato de geralmente dar apelidos considerados não muito carinhosos aos colegas, fazer piadas de mau gosto e brincadeiras onde as chances são altas de alguém sair ferido. Apesar de seu terceiro psicólogo viver repetindo que "este é apenas o jeito dela de demonstrar afeto".
 
 
Quase sempre age impulsivamente e nunca pensa antes de tomar uma decisão, certa de que o modo correto de fazer as coisas é da maneira que parece mais simples, sem se preocupar com os resultados. Além de impulsiva, é agressiva e é principalmente caracterizada por gritar xingamentos nas piores situações e bater em alguém por instinto.
 
 

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Alina Kovalenko

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Por um amigo meu.  

 
Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Ares

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? A personalidade agressiva e impulsiva de Natalie deixam claro que seu pai seria Ares, mas além disso, guerra sempre foi o assunto de maior interesse da garota, e, é claro, a única matéria que ela ia bem na escola era quando se tratavam de guerras em história ou até em geografia.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS(MÍNIMO 30 LINHAS)
 
Mesmo que canadenses são conhecidos por sua gentileza, isso certamente não se aplica a todos. Uma das raras exceções é Natalie, que apesar de ter nascido e morado pelos primeiros onze anos de sua vida em Vancouver, é uma das pessoas mais agressivas que você possivelmente terá a infelicidade de conhecer. Mesmo ainda quando era criança muitos culpavam a péssima criação e aos maus tratos da mãe, outros diziam que era o jeito dela ou até mesmo assim que ela nascera.
 
Foi criada por sua mãe em uma casa pequena no centro da cidade. A mãe, Madeleine, era uma viúva alcoólatra que saía de manhã para trabalhar como policial e voltava de madrugada, geralmente bêbada. Quando ainda era mais nova, Natalie não sabia como lidar com tais situações, o que resultava em violência e lesões por todo o corpo. Ela contava a filha o pai dela havia morrido em um acidente de carro quando ela ainda estava grávida e nunca teve a chance de conhecê-lo, mas a sensação de conforto e agitação, como uma antiga memória permanecia toda vez que ela pensava em seu pai.
 
A escola não era muito melhor para ela, já que seus problemas com dislexia e TDAH a faziam uma péssima aluna e o seu relacionamento com as outras crianças sempre terminavam em brigas constantes e tapas ou coisas piores.
Quando ela tinha dez anos sua mãe foi despedida por aparecer bêbada na delegacia. Isso causou alguns meses de dificuldade na família por culpa do alcoolismo de Madeleine e o inicio do uso de drogas dela. Com medo de sua irmã se tornar uma viciada e prejudicar ainda mais a filha, seu tio que morava nos Estados Unidos, Alfred, entrou na justiça para ter a guarda da sobrinha. E conseguiu.
 
Alfred Graham era jovem, havia acabado de terminar a faculdade de direito e mal havia conseguido um emprego, mas já morava na grande Nova York e criava uma garota de dez anos, por si próprio. Ele era um dos únicos de muitos familiares que realmente gostava de Natalie, e surpreendentemente o sentimento era mútuo.
Desde então ela passou a viver num apartamento em uma das áreas mais movimentadas da cidade, o que foi um grande choque, mas ela se acostumou rápido e preferiu daquele jeito. Na escola que frequentava as coisas foram um pouco mais fácil que eram no Canadá. Foi mais fácil para se enturmar e fazer amizades, porem as tendências violentas continuavam.
 
Passado dois anos a vida continuava tranquila para Natalie e seu tio, acabou sendo mais fácil para os dois. Ela fazia companhia para ele, que se sentia sozinho com frequência e ele dava-lhe mais atenção e cuidados que havia tido com sua mãe. Mas em um dia comum de aula Alfred a buscou mais cedo da escola e eles pegaram um avião para Vancouver. Ao chegar lá, seu tio despencou a chorar. Sua avó materna e seu o ex-namorado de sua mãe, Francis, estavam reunidos lá também para dar-lhe a noticia que sua mãe estava de coma, e suas chances de recuperação eram pequenas. O clima era tenso e o hospital ficava longe do aeroporto, ninguém ousava dizer uma palavra sem ser “Eu sinto muito” ou “Também estamos tristes, Natalie”.
 
Já no hospital as coisas complicaram. Aparentemente a saúde dela tinha piorado desde que sua avó, Elizabeth e Francis haviam deixado o local. O médico, chamado Ivan Edelstein, chegou para contar-lhes a situação de Madeleine. Ela havia tido uma overdose por excesso de heroína em seu corpo. Felizmente ela havia chegado ao hospital antes que algo mais trágico acontecesse, mas sua saúde era frágil.
 
Felizmente, ela estava consciente quando eles chegaram lá. Francis Le mandou um sorriso antes de se retirar, assim fez Elizabeth, eles já haviam falado com ela mais cedo. Deixaram Natalie e Alfred sozinhos com Madd, porém ela pediu para falar com cada um individualmente, fazendo a filha ir comer algumas coisa ou conversar com a avó ou seu ex-padrasto. Ela gostava dele até, ele morava perto da casa delas em Vancouver e trabalhava na mesma delegacia que sua mãe, eles namoraram por uns três anos, quando Natalie tinha seis a nove anos, mas não deu certo, pois ele não suportava o alcoolismo. Mesmo depois de terminarem ambos continuaram mantendo um bom relacionamento e ele fora quem suportava Madeleine em seus problemas e tentava a manter longe da bebida e das drogas.
 
O papo com Francis não fora ruim, mas o clima pesado realmente atrapalhava a situação. Ele estava realmente afetado, e Natalie suspeitava que apesar de ter terminado a relação ele continuava tendo sentimentos por ela. Mas uns quinze minutos de conversa se passaram e nenhuma notícia de sua mãe nem de Alf, e, já impaciente, resolveu ir lá.
Não fora uma boa ideia, ao chegar lá, os dois choravam. Alfred segurava em uma mão um papel amassado e a outra acariciava os cabelos ruivos dela. Ao ouvirem a porta, ambos se viraram, tentaram secara as lágrimas e o mais curioso, ele imediatamente escondeu o papel em seu casaco de Baseball. Seu tio saiu, sorriu mais uma vez para Madeleine e foi se reunir aos outros.
 
Sua mãe apertou sua mãe assim que ela chegou perto, murmurando “me desculpa” várias vezes. Elas tinham perdido o contato por alguns meses, talvez um ano, e aquela era a primeira vez em dois anos que ela tocava a mãe. Nem tentou não chorar, se tentasse nunca se perdoaria. Ela não tinha muito a dizer e nem conseguia falar muito, mas deixou claro uma coisa: “Acredite na carta”.
 
A frase era, no mínimo, incompleta. Que carta? A que seu tio segurava? Deveria ser. Sua mãe adormecera seu coração ainda bateu por mais sete horas, que ela gastou dormindo. Em consequência, ela ficou no Canadá por mais alguns dias, para poder permanecer no velório da própria mãe.
 
Voltando a Nova York voltar à vida cotidiana foi duro, é claro. Segundo Alf minha mãe tinha insistido que nós lêssemos a carta de volta em casa sozinhos.  Mas no momento nenhum de nós estava emocionalmente estável para isso. Então se passaram alguns meses, e muitas coisas aconteceram neste período de tempo. O mais chocante fora que Alfred finalmente havia encontrado alguém que ele realmente gostava. O nome dela era Alice, Alice Jones. Ela era uma engenheira de trinta e um anos que havia se separado de seu ex-marido faz tempo, deixando do casamento um garoto, Peter, que não deveria ter mais que três ou quatro anos de idade. Eles começaram a sair e a relação melhorava a cada mês.
 
No décimo terceiro aniversário de Natalie eles decidiram abrir a carta. Alice concordou em sair com Peter para eles irem ao parque ou fazer algo assim, sabendo que a situação era complicada.
 
No envelope havia apenas um “Para Natalie e Alfred” rabiscado com a letra típica de Madeleine.
 
Seu tio começou a ler em voz alta “Antes que leia, quero pedir que vocês, por favor, acreditem em mim. Ainda que pareça loucura eu o prometi que te contaria a verdade, mais cedo ou mais tarde.
 Querida Natalie, a verdade é que seu pai não morreu de um acidente de carro, nem nunca morreu. Contudo ele não poderia te ver então preferi mentir. Não sei se sou a melhor parar de explicar essas coisas, tem um local onde seu pai pediu para você ficar. Acho que eles te informarão melhor sobre o assunto.
Alfred leve-a lá, por favor. Aposto que deve achar que são apenas delírios de uma viciada, mas dê uma chance.
Ah, e tem mais alguma coisa, seu tio não poderá entrar lá, filha. Chame alguém que possa ir do lado de fora.
Farm Road 3.141
Long Island, New York 11954
Boa sorte,
Madeleine Graham.”
 
Natalie estava com os olhos molhados, mesmo que não quisesse admitir. Já Alfred chorava em alta voz, ele sempre tinha sido um bebê quando se tratava de choros. Ela soltou uma risada amargurada. “Nada disso é real você sabe... Vamos chegar lá e perceber que o local nem existe.”
Mas ele a olhou com os óculos molhados do choro. “Vamos mesmo assim.”
 




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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Perséfone em Sex Mar 07, 2014 7:33 pm

NATALIE

Parabéns! Sua ficha contém alguns erros, mas nada grave. Sei que serpa uma ótima campista!

RECLAMADA.

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Cassel Manning em Sab Mar 08, 2014 3:46 pm



Cassel Manning




Dados do personagem


NOME COMPLETO (SEM ABREVIAÇÕES): Cassel Manning

IDADE: 15

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS: Alto, com 1,87, magro, pele clara, cabelos castanhos e olhos cor de avelã.

5 OU MAIS CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS: Apesar de exibir um semblante calmo, ele é impaciente. Ele é sério, mas gosta de fazer as pessoas rirem, então as piadas irônicas são constantes em sua rotina. Geralmente, não tem um bom relacionamento em grupo, por isso, na maioria das situações, é solitário. Ele é inteligente e curioso e quando não sabe de alguma coisa, ele vai atrás e mata a sua curiosidade. Ele pensa rápido, mas não é muito de agir.

PESSOA USADA NO AVATAR (PP): Simon Van Meervenne

COMO VOCÊ ENCONTROU ESTE FÓRUM? (RESPOSTA OPCIONAL): Acho que pelo Google mesmo


Dados da reclamação


QUAL DEUS(A) VOCÊ DESEJA SE TORNAR FILHO? Hécate

POR QUE QUER SER FILHO DE TAL DEUS(A)("MEU DEUS PREFERIDO" E "GOSTEI DOS PODERES" NÃO É RESPOSTA)? Eu sempre fui muito obcecado pela magia, e como todos sabem, Hécate é a deusa da magia. Ela é uma deusa muito poderosa, e eu gostaria de ser filho de uma deusa poderosa e herdar um pouco desse poder. É claro que ele provém de sua magia, mas eu a considero muito poderosa por ser também a deusa das encruzilhadas. Em situações mais extremas, encruzilhadas podem ser mortais, podem te salvar ou te matar, e é por isso que Hécate é tão poderosa, ela tem poder sobre a vida e a morte.

CONTE SUA HISTÓRIA; DESDE SEU NASCIMENTO ATÉ QUANDO DESCOBRIU SER SEMIDEUS (MÍNIMO 30 LINHAS)
Meu pai me contou que o dia em que eu nasci fora o dia mais feliz de sua vida, e também o mais triste. Horas depois de me trazer ao mundo, minha mãe nos abandonou, e me deixou chorando por um colo de mãe. Desde então, meu pai me criou sozinho em um pequeno apartamento no subúrbio de Nova Iorque, com o máximo de conforto possível que o seu salário de professor podia proporcionar.
Eu sempre fui uma criança quieta. Meu pai era ocupado demais com as suas aulas, e sem uma mãe para me dar atenção, eu parei de falar assim que soltei minhas primeiras palavras. Na escola, eu me esforçava, pois sabia que nada alegraria mais o meu pai do que ver o seu filho ir mais longe do que ele próprio jamais foi. Eu não tinha muitos amigos, e em geral eram colegas, pessoas com quem eu fazia trabalhos em grupo e comentava sobre as aulas. Eu nunca me apegara a ninguém, e ninguém nunca se apegara a mim.
Eu cresci, solitário, e ainda por cima, meu pai me ignorava por "ser parecido demais com a minha mãe". Eu não entendia, pois nunca havia visto minha mãe. Não havia fotos. Era como se ela não existisse. Quando eu fiz doze anos, as coisas começaram a ficar estranhas. Quando eu me irritava, as portas e janelas se fechavam sozinhas, e nunca havia vento. Meu pai, diante de tais eventos, passou a me ignorar por completo, e parou de falar comigo. Eu tentava falar com ele, mas ele fingia que eu não estava ali. Um dia, eu me irritei de verdade, e os pratos dentro dos armários voaram de encontro ao chão e se espatifaram. Eu me sentia uma completa aberração, e tentava ao máximo permanecer calmo para não causar eventuais acidentes.
Quando eu fiz quinze anos, a minha vida mudou por completo. Era um dia qualquer, e eu estava voltando para casa a pé, já que meu pai se recusava a acreditar que eu existia. Quando eu cheguei a uma esquina, pude ver que a rua estava interditada. Na ponta dos pés, por sobre a cabeça de vários curiosos, descobri que se tratava de um acidente de carro. As pessoas se amontoavam na calçada, e não havia jeito de eu passar. Voltei então pela rua que me levara até ali para pegar um atalho por um beco comprido entre dois prédios. Eu não costumava passar por ali, mas decidi tentar. Quando eu cheguei na metade do caminho por entre os edifícios, ouvi cascos raspando contra o asfalto, ao mesmo tempo em que alguém parecia tilintar um triângulo de metal. Eu não dei bola para o tilintar, mas me espantei com os cacos, pois não havia cavalos a solta em Nova Iorque. Quando eu me virei, levei o maior susto da minha vida, e o maior soco também. Eu fui de encontro ao chão e quando me recuperei do choque, descobri pernas assimétricas aos meus pés. Uma era peluda, com o casco que eu ouvira, e a outra era de metal dourado. As pernas poderiam passar por uma fantasia, pois vários malucos andavam fantasiados pelas ruas de Nova Iorque, mas os cabelos não poderiam ser uma simples peruca. Eram de fogo, e o calor destes chegava a mim. O seu rosto era estranhamente bonito, apesar das presas que desciam por seus lábios, e eu o reconheci de imediato. Era Anne, uma garota de minha escola. Uma das populares. Nós nunca trocamos uma palavra e, apesar de suas pernas anormais e de seu cabelo de fogo, me surpreendi por ser ela a me atacar. Tentei me levantar, mas ela me chutou com a perna peluda, e uma dor lancinante subiu por minha perna. Eu grunhi e tentei me afastar, mas de novo, ela me chutou na mesma perna, e eu quase desmaiei. Ela parecia pronta para o terceiro chute, quando ela voou alguns metros para trás. Eu não entendi, mas não perdi tempo e me levantei. Então me lembrei de meus ataques. Apesar de tudo, eu não estava tendo um ataque de raiva naquele momento, mas sentia uma necessidade enorme de fugir daquele lugar e me salvar. Ela se recompôs e correu em minha direção, mas eu coloquei uma mão entre nós dois, me sentindo estúpido. Ela voou mais uma vez, dessa vez para mais longe, e eu corri para a multidão que circulava fora beco afora. Eu estava quase lá, quando esbarrei em alguém. Me senti culpado instantaneamente, pois duas muletas caíram ao meu lado. Quando eu vasculhei a calçada, encontrei o garoto estranho de minha sala, Aloysius. Obviamente, ele era aleijado, e eu não imaginava encontrá-lo naquela parte da cidade. Me surpreendi ainda mais quando ele perguntou, agitado:
- Você está bem?
- Estou, é claro, mas e você ? - respondi, e num salto, me levantei e o ajudei a se levantar também.
Ele não me respondeu e concentrou sua atenção no beco escuro. Então eu ouvi, os cascos e o tilintar da perna de metal. Me preparei para correr para longe, quando vi o garoto, em um salto que eu julgava impossível, derrubar a coisa com um chute que envolvia os dois pés juntos. Ele se virou para mim e correu em minha direção. Quando chegou perto, ele gritou "Corre!" e passou por mim. Eu corri.

Quando estávamos longe o bastante, paramos a nossa corrida e nos largamos em um banco de uma praça próxima. Eu não pude deixar de notar o seu jeito estranho de correr, além do fato de que ele podia correr. Aleijados não deveriam poder correr, mas ele correu, e muito mais rápido do que eu. Quando nos acalmamos, ele me encarou e eu notei o boné que ele sempre usava. Eu sempre achei que ele tinha alguma falha e que o boné era a sua solução. Ele se levantou abruptamente e disse:
- Precisamos conversar.
- Tudo bem. - Eu respondi.
- Aqui não. Vamos para a sua casa.
Eu me levantei e nós andamos lado a lado até a minha casa. Eu estranhei o seu tom imperial, mas ele acabara de chutar a criatura estranha que estava atrás de mim, então eu julguei que levá-lo até a minha casa não seria um problema.
Quando chegamos lá, o carro de meu pai estava estacionado. Eu não sabia mesmo qual seria sua reação, pois eu nunca trouxera ninguém para casa. Mas talvez, ele nem percebesse, afinal, sua atenção não estava exatamente voltada para mim. Quando nós entramos pela porta da frente, porém, ele estava sentado à bancada da cozinha, e quando nos viu, deu um salto e se levantou. Ele parecia assustado, e aquela era a primeira vez em algumas semanas que ele olhava para mim. Aloysius levantou as mãos em um sinal de paz e se sentou em uma poltrona, sem ser convidado. Então, ele desatou a explicar a situação toda, e meu pai pareceu entender aos poucos, mas eu não. Não engolira aquela história até o dia seguinte, quando eles me levaram para o tal acampamento, e tudo fez sentido.
Meu pai, ele explicara, me ignorara por causa de meus poderes. Eu realmente parecia com a minha mãe, afinal. Ele sempre soubera que ela era Hécate, deusa da magia, mas não podia simplesmente me contar. Os ataques de raiva manifestavam os meus poderes, que até então, não passavam de mover as coisas. Eu parecia preso em um sonho, mas aos poucos me acostumei com ideia de ficar lá. Eu era um semideus, e precisava de proteção e treinamento contra os monstros que estavam a espreita lá fora, como aquela empousa (eles a chamaram assim) que me atacara naquele beco, e o acampamento era o lugar certo para isso.

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Re: Fichas de reclamação.

Mensagem por Momo em Dom Mar 09, 2014 12:36 pm

 Cassel Manning

Texto bom, sem muitos erros na pontuação e na ortografia. As respostas também ficaram boas. Só que a luta com a Empousa ficou um pouco confusa e rápida, mas tirando isso, ficou muito bom. Bem vindo, filho de Hécate.

-- Reclamado --

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