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A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

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A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

Mensagem por Perséfone em Sab Dez 07, 2013 12:08 pm

Perséfone, the Spring
Se o inverno chegou, a primavera não estará distante
Quando chegamos ao acampamento, não demorou muito até que eu a visse, como uma fada do inverno. Despina era muito bela e tinha um rosto tão doce que custei a acreditar que uma criatura perversa. Não ousei falar nada durante a pequena discussão que ela teve com Apolo. Só sabia de uma coisa, o Acampamento não ficaria de pé por muito mais tempo. Apolo pediu que eu fosse até os Campos de Morango, para tentar controlar a situação por lá. Eu o obedeci, não porque sentisse medo dele, mas porque sabia que era meu dever.

***

Espalhei a mensagem da melhor forma possível, através do eco. Cada semideus que a ouviu, transmitiu aos demais... outros simplesmente fugiram.

"Todos precisam estar nos campos de Morangos com as armas que acharem necessárias. Agora. E isto não é um pedido, meus jovens, é uma rodem, obedeçam. Caso contrário, vocês pagaram as consequências de um lar destruído."

A concentração no lugar aumentava cada vez mais, e era possível ouvir burburinhos em todos os lugares. Se mais delongas, me dirigi até o local indicado.

***

A cena que vi deixou que algumas lágrimas escorressem de meus olhos. O que um dia deveria ter sido uma linda plantação dos morangos mais deliciosos do mundo, hoje não passava de um vasto campo invadido por seres exatamente iguais. Folhas congeladas voavam por todos os lados. Despina havia enviado muitas cópias de seus comparsas para acabarem de vez com aquilo ali, mas ainda tínhamos uma esperança. Ao longe, comecei a avistar pequenos grupos entrando em ação. Com um sorriso, abençoei a todos para que aquilo desse certo. Aquela menina mimada não ia ganhar dessa vez novamente. Eu era a filha preferida de Deméter, tínhamos muitos deuses à nosso favor. O Destino tinha que nos ser manso... pelos deuses, pensei, que esta luta não seja em vão.

Regras:
*Vocês tem até o dia 23/12 para postar.
*Qualquer semideus que não estiver no Olimpo pode postar aqui.
*Poderão enfrentar um clone por level (level 3, enfrenta três, e etc.)
*Os posts tem que ter no mínimo 10 linhas.
*Sejam coerentes.
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Re: A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

Mensagem por Pietro Bertolazzo em Dom Dez 08, 2013 11:27 am




It's my time!


I'll save the camp...







Vestindo: Agasalhos de grife ♕ Com: Clones ♕ Onde: Campos de Morango ♕ Post: 001



Eu não pude aproveitar sequer um momento com meu irmão. Francamente, a vida de semideus era horrível! Há tanto tempo eu não ria ou me divertia com Aaron e agora ele fora simplesmente arrebatado e eu fiquei sozinho no meu chalé novamente. Um sentimento de raiva tomou conta de meu corpo. Era tudo por conta de Despina! Aquela deusa idiota deveria parar de tentar destruir o acampamento e ficar calada no canto dela.

Era quase noite quando todos viram o grande tornado se formar nos céus. Eu já sabia, aliás, todos nós sabíamos... a grande idiota havia chegado. Fiquei assistindo a cena de dentro do meu chalé, pela janela do sótão. Eu sabia que eu seria escolhido como líder de qualquer batalha, por ser o semideus mais forte naquele lugar.

Decidi não ver o que ia acontecer com Apolo e Despina, mas vi que o comparsa da deusa havia se multiplicado e corrido para os campos de morango. Perséfone olhou para mim e eu já sabia o que fazer. Desci as escadas e saí do meu chalé levando minhas duas espadas e o meu escudo, além de um cantil com vinho para emergências.

Enquanto a deusa das flores corria para os campos, eu percorri a trilha dos chalés chutando as portas, enquanto Perséfone gritava e o eco chegava no ouvido de todos os semideuses. Foram alguns minutos até os corajosos saírem de seus chalés e logo estarem nos campos de morango.

Meus olhos estavam vermelhos de indignação. Aqueles clones malditos usavam suas espadas para destruírem completamente cada fruta que encontravam. Não aguentei e me lancei na direção do primeiro que encontrei, acertei-lhe um chute na nuca. Ele caiu de boca no chão e se levantou em seguida, com um filete de sangue em seus dentes e nariz.

Logo o clone tentou me acertar com sua espada, mas meu escudo me defendeu. Novamente, acertei mais um chute, desta vez no queixo dele. Ouvi um estalar de ossos e ele caiu de costas no chão... o famoso "efeito chicote". Ele provavelmente teve suas vértebras quebradas. Pisei sobre o estômago do clone com toda a força e vi ele perder o ar. Em seguida, usei minha espada de vinho para furá-lo na garganta, abrindo um buraco do qual escorreu muito sangue.

-Um já foi... - Eu disse. Aquilo seria uma cena de guerra, pois os clones eram humanos normais.

Mal pude concluir meus pensamentos quando senti uma mão agarrando meu pescoço e tentando me enforcar. Num momento de desespero, desferi três punhaladas com o cabo da espada para trás. Duas acertaram a perna do clone e uma acertou o ponto fraco dos homens. Obviamente, aquilo doeu muito e ele acabou perdendo a força para me segurar. O que eu fiz a seguir foi, de longe, a coisa mais perigosa que eu já vivi.

Eu lutei contra aqueles homens enquanto ajudava Aaron a encontrar a tal da pedra, mas acabei quase morto, pois errei muito e estava desarmado, agora eu já sabia o que fazer e e tinha minhas armas comigo. Na maior agilidade que eu tive, cortei o braço do homem com um corte vertical, a lâmina de minha espada passou a milímetros de meu rosto.

Assim que o homem me largou, eu novamente acertei-lhe mais uma punhalada, mas agora com a ponta da espada. Acertei o olho do homem, que agora sangrava e estava cego. Sem saber o que fazer, ele tentou me acertar um golpe com sua espada, mas eu simplesmente o desarmei com um golpe "lâmina X lâmina" e acertei o meu escudo em sua cabeça. Rapidamente, meu inimigo desmaiou. Era o fim do segundo.

A terceira luta, eu acho que nem posso chamar de luta. Foi mais um golpe fatal. Um dos clones lutava com um semideus, vendo que meu aliado estava perdendo, eu simplesmente acertei a ponta de minha espada em suas costas e a enterrei o mais fundo que pude, até a lâmina sair pela barriga, em seguida, retirei minha espada de seu corpo e vi o clone cair no chão.

Eu poderia ser facilmente confundido com um filho de Ares, se não fosse pela minha beleza estonteante e meus traços de alegria e malícia, afinal, onde eu passava, deixava um rastro de sangue.

Na quarta luta, eu levei meu primeiro golpe. Um dos inimigos saiu do além-mundo e me acertou um chute nas costas. Graças à minha agilidade, consegui me apoiar no chão e me levantar em segundos. Me virei no momento em que o clone tentava acertar meu pescoço com sua espada. Me defendi usando o escudo, minhas costas doíam, mas eu não podia pensar na dor naquele momento.

Tentei desarmá-lo com minha espada e ele fez o mesmo, aproveitei que ele estava distraído em tentar derrubar minha espada e lhe acertei um chute no peito. Ele praticamente voou para trás e caiu no meio dos morangos. Não perdi tempo com draminhas desnecessários, tratei de colocar a minha espada em sua bochecha e enterrá-la, até a lâmina atravessar a boca do rapaz. Nunca havia sido tão violento em toda a minha vida, todos os semideuses que me viam, me olhavam com medo, pois sabiam que eu costumava me irritar fácil.

Vendo que eu era a maior ameaça naquele lugar, três caras se uniram para tentar me bater. Bati minha espada no chão e produzi um tremor que sacudiu todo o acampamento. Os homens caíram no chão e começaram a afundar. O motivo? A terra estava virando lama, pois eu estava invocando água do mar, mas que ficava no subterrâneo, a pressão era tão forte que eles não conseguiam nem mesmo falar. Quando estavam a cerca de dois metros no chão, eu parei de fazer a água se movimentar e a terra simplesmente cedeu sobre eles e eu fiz a água evaporar. E foi assim que eu enterrei alguém vivo pela primeira vez.

Já estava ficando muito cansado de todas aquelas batalhas. Mesmo assim, segui em frente, ainda havia muitos inimigos para serem derrotados e os morangos estavam sendo destruídos cada vez mais rapidamente. Avancei em direção a um grupo de clones, que se uniam para destruir morangos em grande velocidade.

Coloquei meus poderes em ação. Olhei para cada um deles e rapidamente alguma coisa branca e dura estava envolvendo todo o corpo deles. Era gelo! Isso significava que meu plano estava funcionando. Assim que eu vi que aquele grupo não podia mais se mexer, simplesmente acertei minha espada duas vezes no pescoço de cada um deles, matando-os rapidamente. Fiquei com medo de estar me tornando psicopata, pois estava achando aquilo muito legal. Contei cinco clones mortos, mais sete de antes.... isso significava que eu era responsável pela morte de doze inimigos.

Continuei avançando pelas plantações até ser novamente agarrado por trás e preso pelo pescoço. Mas desta vez, mais um homem apareceu, com a espada nas mãos. Por reflexo, eu acertei a minha espada nele e ele acabou derrubando a dele. Meu ar já estava acabando e eu precisava me livrar das mãos daquele clone. Fiz uma prece aos deuses e coloquei a ponta da minha espada sobre a coxa do rapaz, cravando-a o mais fundo que pude. Acabei sendo desarmado e ele não largou meu pescoço.

Numa tentativa desesperada, retirei minha espada marítima da bainha e aproveitei a tontura causada no inimigo para acertar água marinha em sua ferida. Ela começou a arder e fui solto, caí no chão apoiado em minhas pernas e braços. Assim que recuperei o ar, cravei minha espada na nuca do clone e recuperei a minha arma. O outro clone tentou fugir, mas eu o acertei mais uma vez e acabei decepando um de seus dedos, logo ele morreria.

Agora eu já estava cansado demais. Saí dos campos de morango e passei a dar ordens aos outros semideuses, para que vencessem aquela batalha antes que tudo fosse destruído. Enquanto isso, bebia meu vinho, para poder recuperar as forças que eu perdi.

Armas:
Espada de vinho: Uma espada roxa, feita de bronze celestial com um cabo dourado. Só pode ser empunhada por filhos de Dioniso ou mênades, quando se acerta um golpe no corpo do adversário, produz uma sensação de embriaguez no corpo do oponente, fazendo com que ele fique tonto por 2 turnos. (Item Obrigatório)

⇝Espada marítima - Esta espada nunca perde o corte e nunca enferruja. Ela é capaz de invocar água salgada de sua lâmina e esta pode atingir o inimigo, causando-lhe um bela distração [By: Apolo] [Obrigatório] [Obrigatório]

⇝ Escudo celestial - Este escudo é muito forte, ele se transforma em um relógio de pulso e quando ativado, você pode fazer com que ele cresça cobrindo seu corpo inteiro. [Obrigatório]

Poderes:
Agilidade II: Meus filhos podem se locomover muito rápido, chegando a velocidade de um filho de Hermes.

Cura pelo vinho III: Agora minhas proles poderão recuperar 45 HP/MP por vez que tocar em algo derivado das vinhas.

Controle da água – Você tem um controle sobre pequenas quantidades da água, controla cerca de 30 a 40 litros de água no máximo. [15 MP]

Estados físicos – Gelo: - Você pode envolver o oponente em uma camada de água que se solidifica rapidamente, deixando o oponente congelado por um turno. [25 MP]








Notas

Gente, eu não sou tão violento assim 'o'

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Re: A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

Mensagem por Carol Angel em Seg Dez 09, 2013 6:57 pm

Não vejo a hora desse inverno acabar. Não tem quase nada para fazer no Acampamento com esse frio todo.  


Já era quase noite,  eu estava de pijama olhando pela janela do meu chalé enquanto  o tédio me consumia. Com o Acampamento literalmente congelado,  não tinha quase nada para fazer.  Tudo culpa da quela deusa.  De repente a temperatura abaixou uns 10 graus.  Mesmo sendo filha de Apolo pude sentir ela caindo. Algo pareceu vir do céu. 
"É ela..." pensei. 


Como não sou nem um pouco curiosa, fiquei assistindo dali mesmo.  Porém não pude colocar meu plano em pratica.  Não vi  o que aconteceu, fiquei confusa e só voltei  pensar direito quando ouvi o chamado da deusa Perséfone.


 -Todos precisam estar nos campos de Morangos com as armas que acharem necessárias. Agora. E isto não é um pedido, meus jovens, é uma rodem, obedeçam. Caso contrário, vocês pagaram as consequências de um lar destruído. 


A voz da deusa ecoava por todo acampamento e na minha cabeça.  
"Não posso ficar aqui parada. Tenho que fazer algo" Pensei. 


   Corri para o outro lado do chalé e comecei a pegar minhas armas.  
Com minha aljava nas costas; o cinto com a minha dupla de facas na cintura ; e meu arco em mãos, saí do chalé com uma mistura estranha de camiseta do "camp" , calça do pijama e armas. 


 Corri até os campos de morangos, onde deveria ter morangos. Mas agora não tinha quase nada, estava tudo congelado. E o pouco que restava estava sendo destruido por  "coisas" idênticas.   


Aqueles clones enviados por Despina destruíam tudo o que viam pela frente com suas espadas. Não precisei chegar muito perto deles. 


Me coloquei em posição e encaixei uma flecha no meu arco. Puxei-a usando o meu rosto como base.  Mirei nas costas de um dos clones e atirei.   


 "Isso!" Pensei.  Minha mira ficava cada dia melhor. O clone se virou, procurando quem atirou a flecha. Preparei outra e atirei.  A flecha foi certeira e o clone caiu no chão,provavelmente morto.


Menos um. Falta um monte. 


Repeti o mesmo movimento mais 9 vezes.  A cada três flechadas, um clone caia morto por causa do veneno das minhas flechas.   


Eu estava colocando minha 10° flecha no arco quando fui "descoberta". Um dos carinhas de Despina veio querer uma luta corpo a corpo. Eu não tinha muito tempo pra soltar o arco  e pegar as minhas facas. Hora dos poderes. 
Olhei fixamente para a espada dele enquanto contava mentalmente. "Um...Dois...Três!" . Como eu esperava, ele soltou a arma. Um "truquezinho" que eu aprendi chamado : queime a mão do seu inimigo para ele não te atacar. 
  
Como eu já estava com a flecha encaixada no arco, e ele estava preocupado de mais com a mão dele queimada, só precisei atirar e "bum!" menos um.  
Atirei mais algumas vezes, mas a minha sorte mudou. Errei por poucos centímetros. Hora de agir. 


Avistei um grupo de 3 clones destruindo uma parte dos campos de morango desprotegida. Fui caminhando até lá cantando uma canção.  Não era uma canção qualquer, mas sim uma canção que faz as pessoas ou qualquer inimigo meu... Digamos, tirar um soninho. 
Eles se viram para mim, com uma cara furiosas de "Ei...Não ta vendo que eu to ocupado destruindo esses morangos?" . Eu apenas respirei fundo e continuei a cantar de uma forma doce e suave. Pensei em coisas boas como o acampamento salvo. Eles pensaram em me atacar, porém a música já tinha feito efeito neles. Muito mal conseguiram levantar a espada e caíram no sono. Não perdi tempo. Preparei a flecha e atirei em cada um três vezes. Só pro precaução.  


Olhei em volta e minha ficha caiu. Eu tinha matado oito clones.  Eu nunca tinha matado "pessoas" assim.  Olhei para o meu arco e para os clones mortos por causa do veneno.   
Me senti totalmente cansada. Minha adrenalina abaixou e eu tive que parar um pouco para recuperar o folego.  Saí do meio do combate, tinha que ter algum lugar com um pouquinho de iluminação solar, só pra eu recuperar um pouco as minhas forças.  Olhei para um novo grupo de campistas chagando para lutar.  
Acho que aquela deusa escolheu o acampamento errado para atacar.




armas:


*Arco e flecha envenenados - Um arco feito todo em ouro e uma aljava de flechas infinitas. Cada flecha possui um veneno mortal em sua ponta, caso o inimigo receba mais de três flechadas é fatal. Se a pessoa que empunhar o arco não for um filho de Apolo, o arco esquentará e queimará a mão dela. [By: Zeus '-'] [Obrigatório]


♭Encrenca Em Dobro – Dupla de facas de bronze celestial que vem em um cinto para colocar na cintura. Quando colocadas juntas, se transforma em uma adaga de ouro imperial. [Recompensa da missão “O Mistério do Barril Roubado”][By: Pã]


poderes:

Perícia com o arco II: Você atira flechas com mais precisão que os outros semideuses.

Que calor!: Você nunca sente frio, por mais que o vento esteja gelado ou o ambiente, em qualquer temperatura.



Chamas I: Ao olhar para uma arma, pode fazer com que ela esquente até 100ºC, tornando-a impossível de ser empunhada. [15 MP]



Canção do sono: Você entoa uma melodia, capaz de fazer o inimigo dormir [2 turnos] [10 MP]






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Re: A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

Mensagem por Lillian Rousseau em Qua Dez 11, 2013 10:08 am





Mal chegara ao tal acampamento e já havia me metido em mais problemas. Aparentemente todos os semideuses estavam em guerra contra uma deusa do frio. E para descontar a sua fúria, esta lançara seu poder sobre o acampamento.  Não que eu abominasse o frio, achava o inverno um tempo perfeito; entretanto a temperatura ali era anormal. O tempo antes frio diminuíra uns 10 graus e continuava a diminuir.
 
“Todos precisam estar nos campos de Morangos com as armas que acharem necessárias. Agora. E isto não é um pedido, meus jovens, é uma rodem, obedeçam. Caso contrário, vocês pagaram as consequências de um lar destruído.”, uma voz feminina e poderosa ecoou pelo acampamento. Uns fugiram e outros se puseram a lutar.
 
Apesar de já ter sido reclamada e parte de minhas dúvidas tiradas, eu não sabia ao certo o que poderia fazer para ajudar.
 
- Isso é tão problemático... – murmurei para mim enquanto pegava minha adaga, cobertor e flauta. Apesar de ser novata e não saber lidar muito bem com aquelas armas mágicas, eu sabia que poderia conseguir algo com luta corpo a corpo, já que por insistência de Rick tive que aprender uma modalidade de luta. E apesar de muito preguiçosa e desinteressada, optei por luta livre.
 
Caminhei junto a outros semideuses, em direção aos campos. Este se encontrava completamente congelado, o frio era tanto que as plantações queimaram, não como o fogo que queima a vida, mas o gelo quando muito forte realmente chegava a queimar as coisas. E a deusa, Despina acredito eu, parecia estar furiosa.
 
Um exército do que parecia ser clones de uma só pessoas encapuzada avançava pelos campos. Os filhos de Apolo eram extremamente rápidos em atingir o inimigo, apenas encontravam um lugar seguro e se punham a ataca-los, entretanto eles tinham que tomar cuidado para não serem descobertos.
 
Já os demais semideuses pareciam máquinas de matar, literalmente... Analisei o campo de batalha minuciosamente, não sabia se havia chances para nós, porem lutaria. Assustei-me ao sentir uma mão tocar meu ombro e virei-me deparando-me com um dos encapuzados.
 
O encapuzado segurou a gola de minha blusa e puxou-me para trás, desequilibrando-me e forçando-me a voltar. Não podia ver seu rosto, mas seus lábios estavam contorcidos numa expressão que aparentava prazer. Ela me empurrou e disse algo como “Vocês não irão nos vencer”, aquela palavras me afetaram. Por que tudo o que eu poderia descobrir, encontraria aqui e se nós perdêssemos, tudo estaria perdido para mim. Mas não iria demonstrar que aquilo me afetava, ao invés disso apenas mostrei meu melhor sorriso irônico e empurrei-o de volta. Uma pessoa normal, ou quem sabe sensata, teria fugido neste momento, já eu apenas fiquei ali parada esperando o golpe do rapaz, e ele não demorou nem cinco segundos para chegar. O soco foi certeiro em minha face. Vi como ele havia feito, e tive certeza de que poderia copiar, talvez depois que minha cabeça parasse de rodar e não houvesse mais pontos negros em minha visão.
 
Ele se preparava para mais soco. Sabia que seria atacada por mais socos e que não havia ninguém ao redor que pudesse interceder por mim, estavam ocupados em suas próprias batalhas por isso não me prolonguei mais em minha “recuperação” dos sentidos e preparei-me para me defender. Já sabia o efeito que um soco dado com força e precisão tinha, não queria mais apanhar e muito menos ser tocada por aquelas mãos malditas. O segundo soco não demorou para chegar.
 
Desviei para trás e o punho da clone passou por um triz de meu nariz, não esperei muito e tentei atingi-la. Punho cerrado, base firme, impulso. Foi a vez do clone desviar e tentar me atacar, dessa vez com um chute que atingiu o lado esquerdo de minha barriga.
 
Respirei fundo, precisava de uma tática, ou no mínimo conseguir poderes do além ou de um deus que fosse com a minha cara, para ter a força de um touro e garras de tigre para estraçalhar a maldita cópia. Como não tinha a segunda coisa, escolhi ficar com a primeira, apesar de não ser nenhuma grande estrategista como os filhos de Atena. Deixei minha mente trabalhar e uma ideia se formou em minha cabeça, ao mesmo tempo em que levava um soco no estômago e outro no rosto.
 
Senti o cheiro de sangue quando cai no chão e uma dor aguda percorreu minha face, além é claro da falta de ar momentânea. Passei as costas de minha mão em meu nariz confirmando nada mais que o óbvio: ele estava sangrando, talvez também estivesse com alguns hematomas pelo rosto, mas nada que fosse preocupante, isso era tão normal comparada as histórias que ouvi junto a fogueira. O clone estava rindo, era uma risada sarcástica e ao mesmo tempo irônica; e eu sabia que se continuasse no chão ele me chutaria até perder a consciência para logo então matar-me e ir para o próximo oponente.
 
Vi-o aproximar-se de mim, e no momento que ele colocou o pé para trás para um chute, dei uma espécie de cambalhota para trás e levantando-me rapidamente, parando de pé. Minha respiração estava rasa e o sangue ainda escorria pelo meu nariz, mas eu conseguia continuar, apesar das dores. Isso apenas enfureceu o já irritado agressor.
 
Ele avançou estendendo o braço e agarrando minhas loiras madeixas, com força começou a puxá-las na intenção de girar-me para que eu me desequilibrasse e caísse. Ao invés disso, soquei seu nariz e dei duas joelhadas em sua barriga. Os golpes foram o bastante para tirar um gemido de dor de meu oponente, fazendo com que ele soltasse meu cabelo.
 
Meu couro cabeludo ardia, mas a satisfação de ver a expressão de dor, assim que o capuz caiu, de meu oponente era muito maior que a sensação da dor. Sem esperar a recuperação do clone, avancei. Segurei com ambas as mãos o cabelo dele e empurrei sua cabeça para baixo aproveitando que este já estava meio contorcido, no mesmo instante levantei meu joelho esquerdo com força dando uma joelhada forte no nariz dele, o fazendo sangrar. Estávamos quites.
 
Ele emitiu outro som de dor e cambaleou para trás depois de desgarrar-me de seu cabelo numa segunda joelhada. Ele limpou o sangue que cobria seu rosto e com o punho cerrado (de raiva, com certeza) avançou novamente para cima mim. Por sorte consegui desviar de vários dos golpes irados dele, apesar de bom em luta; a habilidade era previsível demais, contudo alguns socos e chutes acertaram-me em cheio, fazendo com que dessa vez fosse eu a emitir sons de dor. Não gostava de parecer fraca e nem de ser fraca, e já estava de saco cheio de ficar ali brigando com ele, queria acabar logo esta luta, tanto quanto queria matá-lo.
 
Assim que ele deu um outro chute na lateral de meu corpo, aproveitei a oportunidade e segurei a perna dele, para então desequilibra-lo com um chute na perna que o sustentava. O ex-encapuzado foi ao chão com força, batendo as costas numa pedra. Chutei-o uma, duas, três vezes na barriga até perceber que a respiração dele estava falha e que agora ele estava de bruços tentando se levantar ou quem sabe engatinhar para longe. Dei mais um chute na barriga dele quando este havia conseguido ficar de quatro, e logo em seguida agarrei o cabelo dele com força.
 
O rapaz abriu um sorriso irônico e bati a cabeça dele no chão vezes o bastante para que ele perdesse a consciência. Sentei no chão ofegando e sentindo as dores dos hematomas e ferimentos já que agora toda a adrenalina anestésica já se esvaia de meu corpo, para a minha desgraça. Nariz sangrando, cortes superiores, hematomas negros e uma torção que provavelmente iria inchar.
 
Peguei minha adaga e levei ao pescoço do rapaz, apesar de estar inconsciente ele daria trabalho quando acordasse. Engoli em seco, virei o rapaz de bruços e parei para reparar nele. Não passava de um adolescente, como todos nós. Cabelos castanhos comuns e provavelmente deveria ser um semideus. Engoli em seco, filho de quem? Poderia ser meu irmão. A adrenalina havia acabado e com ela tinha ido toda minha coragem para tirar a vida de alguém.
 
Sentei-me sobre o corpo do rapaz inconsciente e cobri-me com meu cobertor começando a tocar uma música calma em minha flauta, para enfraquecer nosso oponente. Não iria mata-lo, não conseguiria tal feito.

Observações:

Armas:
Ϯ Flauta Mágica: Pode fazer com que usuários mais fracos durmam e com que usuários mais fortes fiquem sonolentos, além de funcionar como um escudo invisível quando for de sua vontade. Se quiser reverter o feitiço basta tocar a canção ao contrário. Dura 2 rodadas. [By: Nyx] (Obrigatório)
 
Ϯ Adaga Transfiguradora: Uma adaga de prata que pode se transformar em uma espada também de prata quando o botão vermelho no punhal é acionado. A lâmina de ambas as armas causa sonolência no usuário que atinge. [By: Nyx] (Obrigatório)
 
Ϯ Cobertor da Invisibilidade - Cubra-se com o cobertor da invisibilidade e torne-se invisível. [By: Nyx] (Opcional)
 
Poderes:
Levar em consideração este poder na parte em que dou uma cambalhota.
Voo inicial: Pode voar um pouco sem suar suas asas, como levitar. [10 MP]
 

 

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Re: A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

Mensagem por Apolo em Ter Dez 17, 2013 3:25 pm

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Re: A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

Mensagem por Convidado em Ter Dez 17, 2013 5:17 pm

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Re: A Trama - Campos Congelados (A batalha Semideusa)

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