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Aaron procura a pedra de Dionísio

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Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Dom Nov 10, 2013 6:43 pm


Mano \õ/






Gritando desesperadamente, sem saber o que aconteceria com ele, Aaron caiu em algo macio que parecia cheio de molas, quicou e caiu no chão. Depois de alguns minutos assimilando tudo o que tinha acontecido, ele decidiu abrir os olhos. A primeira coisa que viu foram as pernas de alguém vestindo um sapato de grife e calças jeans.

O lado de Aaron queimava, realmente, as mãos de Apolo eram quentes demais para a pele de um semideus, mas aquilo era o de menos naquele momento. Ele olhou pra cima e viu que era seu irmão que estava ao lado, bebendo uma xícara de algo fumegante. Com certeza não era leite, provavelmente, era vinho. O garoto tirou a xícara da boca e olhou para Aaron.

-É normal gêmeos caírem de outra dimensão assim? - O semideus perguntou, parecia despreocupado em ver se Aaron tinha quebrado algum osso.

-O que eu estou fazendo aqui? Eu devia ir atrás de uma pedra e...

-Drogas de novo, Aaron? Nós já conversamos sobre isso uma vez...

-Não, seu tapado! Uma pedra pra salvar Perséfone ou algo assim.

Aaron se levantou e tateou seus bolsos, em busca de algo que encontrou dentro de sua jaqueta. Era um pedaço de papel amassado com algumas instruções em grego que dizia:

"Você está destinado a encontrar a pedra do vinho, escondida na Casa Grande, no porão, um lugar jamais explorado pelos semideuses. Você não pode levar o seu irmão até lá, mas pode pedir que ele o ajude a encontrar o local. Seja rápido se quiser ficar vivo.

Assinado,
Apolo. "

Também encontrou um mapa que nada mais era do que uma seta, apontando para a Casa Grande.

-Mano... - disse Aaron - Preciso que você me acompanhe.

Regras:
-Você tem até 21h40min do dia 12/11/2013 pra postar.
-Seja descritivo.
-Leve Pietro até a Casa Grande e comece a procurar pela entrada do porão.
-Narre desde o momento que foi lançado.
-Boa sorte, não morra. Você tem um amante que quer seu corpo nu -qq

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Última edição por Apolo em Qua Nov 13, 2013 12:37 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Aaron Bertolazzo em Ter Nov 12, 2013 4:37 pm

E lá vamos nós -.-


Sabe aquela estranha sensação que você sente quando pula de um lugar um pouco alto? Aquele frio na barriga que dura poucos segundos até você aterrissar em solo seguro? Então, foi basicamente isso que sentir quando Apolo literalmente me jogou do Olimpo, só que meu frio na barriga demorou mais do que poucos segundos. Enquanto caia, gritando desesperadamente, pensei nós anos felizes que vivi no acampamento junto com meu irmão e o quanto era injusto morrer assim, quando do nada cai em algo macio que parecia cheio de molas – talvez uma cama? -, a lei da reação ágil, me impulsionando pra cima e em seguida cai no chão com um baque oco. Demorei um pouco para apurar meus sentidos “Se eu estava morto, então por que eu estava sentindo o cheiro de vinho e o chulé do meu gêmeo?” Quando finalmente entendi que havia algo de errado ali e curiosidade começou a incomodar, abri os olho, e deparando com um par de sapados que eu conhecia muito bem.
Meu corpo ainda queimava no local em que Apolo havia me tocado, o que me deu ainda mais vontade de xingar aquele deus purpurinado. Sentei para que observar meu irmão bebendo uma xícara de algo fumegante numa posição no mínimo frescurenta de mais. Se não estivesse fumegando, eu poderia jurar que era vinho...se bem que vindo do meu irmão pode se esperar de tudo. Pietro me lançou um olhar intrigado e falou algo sobre outra dimensão que eu não entendi muito bem. Obvio que não liguei para seu total descaso com meu bem estar, naquele momento estava confuso de mais para pensar em qualquer outra coisa que não fosse a missão.
-O que eu estou fazendo aqui? Eu devia ir atrás de uma pedra e... – Olhei em volta, finalmente me dando conta que estava de volta ao acampamento, no meu chalé. Tentei pensar em algum motivo pra ter voltado, mas nada me veio à cabeça e infelizmente fui interrompido pelo meu amante irmão tentando me lembrar do meu passado negro com produtos químicos ‘-‘
-Não, seu tapado! Uma pedra pra salvar Perséfone ou algo assim. – Rosnei em resposta, já estava irritando por causa das brincadeiras de Apolo, não tinha que aguentar as do meu irmão também. Levantei, sentindo a conhecida sensação de precisar me movimentar, tateei minhas roupas em busca de alguma pista e senti um volume em minha jaqueta, algo que com certeza não estava ali mais cedo. Tirei da jaqueta um pedaço de papel amassado com algumas instruções em grego: 
"Você está destinado a encontrar a pedra do vinho, escondida na Casa Grande, no porão, um lugar jamais explorado pelos semideuses. Você não pode levar o seu irmão até lá, mas pode pedir que ele o ajude a encontrar o local. Seja rápido se quiser ficar vivo.  
Assinado,
Apolo. "
Junto com o adorado bilhete encontrei um mapa que nada mais era do que uma seta, apontando para a Casa Grande. Ri ironicamente e olhei para o teto, como se pudesse ver Apolo lá encima – Muito legal...e não poderia me falar isso antes, né? Aproposito, adorei o desenho de criança de 5 anos de idade, “Senhor das Artes” – Despejei aquilo com a maior quantidade de sarcasmos que consegui reunir, amassei novamente os papais, os recoloquei de volta no bolço da jaqueta e olhei meu irmão. Pietro me encara com uma expressão que misturava medo e incompreensão...como se não tivesse me visto surtar.
 
-Mano...Preciso que você me acompanhe. – Falei, em seguindo dando o meu melhor sorriso, porém este não surtiu efeito, pois ele ainda me olhava abobalhado. Respirei fundo, tirei novamente o papel da minha jaqueta, o joguei no meu irmão, esperei impacientemente que ele lesse e em seguida puxei Pietro comigo – Vem, temos o acampamento pra salvar, não dá tempo pra tomar chá – Disse enquanto caminha as passos rápidos para a Casa Grande com Pietro no meu encalço.

 


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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Qua Nov 13, 2013 11:37 am


Eu me esqueci...








-Eu não estou tomando chá. Eu fui na cozinha hoje e esquentei vinho, coloquei na garrafa de café... - Pietro começou a contar sua história, enrolando para não sair do chalé.

-Eu não quero saber, Pietro. Você leu o papel?

-Está em branco. Se quiser que eu te ajude em alguma coisa, pode começar parando de jogar lixo em mim.

Aaron pegou o papel da mão de Pietro, as inscrições continuavam lá, mas talvez seu irmão não as pudesse enxergar, pois aquela missão fora destinada a Aaron e não a Pietro. De qualquer forma, ele fez o irmão largar a xícara de vinho e o empurrou até a Casa Grande.

O filho de Dionísio só se esqueceu de um detalhe... já passava da meia-noite. Se já passava desta hora, as harpias estavam fazendo a ronda. Aaron não teve tempo de completar o seu pensamento quando algo o agarrou pelos ombros e o levou para o alto. Pietro se assustou, mas não conseguia entrar no chalé para pegar suas armas...

Aaron precisava de um plano para se livrar das garras do monstro antes que fosse tarde demais.

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-Livre-se das garras da harpia com algum plano.
-Narre todo o meu post do seu ponto de vista.
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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Aaron Bertolazzo em Sex Nov 15, 2013 11:06 am

E lá vamos nós -.-


Nem preciso comentar que ignorei completamente a história ridícula do meu irmão sobre como era bom vinho fervido. Se fosse em uma situação normal, eu até que ouviria atentamente e até experimentaria, mas isso não era uma situação normal, era o futuro do acampamento. Então, diante dessas circunstâncias apenas lancei um olhar irritado para Pietro, o censurando - Eu não quero saber, Pietro. Você leu o papel?
-Está em branco. Se quiser que eu te ajude em alguma coisa, pode começar parando de jogar lixo em mim - Pietro bufou irritado pela primeira vez, provavelmente por não está entendendo coisa alguma, e estancou aonde estava, dificultando ainda mais as coisas pra mim.
 
Peguei arranquei o papel da mão de Pietro, para mim as inscrições continuavam lá. Olhei intrigado para o papel e depois para Pietro. “Se esse filho de uma meretriz estiver de gozação com a minha cara...”  Suspirei, não havia tempo para explicações, forcei meu irmão a larga a xicara e o puxei pela orelha para a Cara Grande.
O sol ainda não havia nascido, talvez Apolo estivesse se divertindo de mais brincando conosco para dar atenção ao resto do mundo, mas isso de alguma forma era bom pois eu não queria topar com nem um campista e parar para explicar o que estava fazendo ali, porém eu tinha a sensação de que estava esquecendo de algo e isso para um semideus nunca é bom. Tentei forçar minha cabeça a lembrar de algo quando do nada senti garras afiada me agarrarem pelo ombro e me erguerem. Só tinha um monstro no acampamento que tinha total aceso pelo local e passe livre para fazer isso com os campistas: As Harpias.
Praguejei em grego pela minha burrice e pelo canto do olho vi meu irmão tentar voltar para o chalé atrás de uma das suas armas, mas por algum motivo não conseguia entrar. “Já faz 5 anos que esse imprestável está no acampamento e até hoje não aprendeu que sempre tem que ter uma arma do lado?!”  Pelo visto eu teria que resolver aquilo sozinho.
Nunca havia tentado antes, mas já havia ouvido meu irmão falar sobre um dos poderes que tínhamos e que consistia basicamente em deixar o oponente tonto. “Até que uma Harpia bêbada viria a calhar agora...” Concentrei-me ao máximo, seguindo as instrução que Pietro havia dado, e em poucos segundos senti a mostrenga perde um pouco de altitude, bambear para os lados e afrouxar um pouco o aperto nos meus ombros.Perfeito, era tudo o que precisava.
Agarrei os pés de galinha no monstro com força, quase fincando minhas unhas nesta, a mostrenga soltou um pio e finalmente liberou meus ombros. Soltei seus pés, cai no chão dando uma cambalhota logo me colocando de pé, desembainhei minha espada e olhei desafiador para o monstro.
Pode vir brincar, querida. – Praticamente obedecendo ao meu comando e já menos tonta, a Harpia veio voando na minha direção a uma altura mínima. Tentei desferi um golpe vertical no peito dela, mas a criatura não era tão burra assim, demonstrando uma velocidade surpreendente a criatura se desvio do meu ataque passando por debaixo do meu braço e parando atrás de mim, mas não sem antes aproveitar para arranhar minhas costelas com suas garras. Senti a ardência no local, porem consegui ignorar essa, virei dando um giro de 180 junto com minha espada antes que a Harpia inventasse de me pegar pelos ombros novamente, ela conseguiu evitar a espada apenas se afastando um pouco para trás, em contra ponto eu avancei e consegui dar uma estoca na sua barriga, um golpe que, esperava eu, fosse suficiente para desintegra-la.  
 
 
Poderes:
Tontura I: Meus filhos podem deixar o inimigo tonto por apenas 1 turno [10 MP]

 


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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Sab Nov 16, 2013 11:43 am


Ajuda fraternal








Pietro tinha certeza de que havia retirado suas armas do chalé, ele só as tirava da bainha para dormir. Como todos os monitores faziam... mas o garoto percebeu que aquela luta era do irmão. Ele havia sido mandado por Apolo para defender o acampamento, enquanto Pietro se recusou a ir, pois estava pressentindo que sua utilidade seria outra... e ele estava certo, mas isso é outra história.

O tombo que Aaron levou foi grande, ele já havia ganhado a sua primeira contusão em batalha. Ele conseguiu derrotar a mulher-galinha. Pietro correu até ele, verificando se ele estava bem.

-Machucou muito? - Perguntou o irmão, ele não tinha poderes, não tinha armas... só havia sua voz para ajudar.

-Só meu pescoço e minhas costelas, mas... eu vou sobreviver.

-Pra onde temos que ir? Eu não sei porque você me trouxe... cara, eu tô confuso.

-Cara - Aaron suspirou - Apolo disse que eu preciso achar uma pedra que está no porão da Casa Grande, você não pode entrar lá, mas pode me ajudar a encontrar a entrada e em... qualquer problema futuro. Entendeu?

-Entendi. - Pietro saiu correndo - Vamos rápido!

Aaron seguiu o irmão até a Casa Grande.

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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Aaron Bertolazzo em Dom Nov 17, 2013 9:14 pm

E lá vamos nós -.-


Quando a mostrenga se desintegrou em pó, senti parte da minha tenção passar, mas também senti os danos da luta. Meu pescoço latejava por causa da cambalhota na hora da queda e minhas costelas estavam ardendo mais do que na hora em que foram atingidas ficando um pouco difícil de respirar. Eu podia sentir a adrenalina se esvaindo.
Ouvi passos, irei para os lado um pouco alarmado. “Fala sério, só o que me faltava era ter acordado alguém -.- “ Vi que era apenas meu irmão correndo até mim e deixei escapar um suspiro, quase tinha esquecido da sua presença.
-Machucou muito? - Perguntou Pietro, parecendo realmente preocupado. Talvez tenha sentindo um pouco da dor e do desconforto que eu estava tendo por causa da nossa conexão...um pouco inexplicável (?)
-Só meu pescoço e minhas costelas, mas... eu vou sobreviver. – Passei uma mão pela nuca e pude sentir um nó se formando ali. Eu iria precisar de uma bolsa de gelo e uma boa dose de vinho mais tarde.
-Pra onde temos que ir? Eu não sei porque você me trouxe... cara, eu tô confuso. – Eu pude ver uma pontada de agonia nos olhos do meu irmão. Sabia o quanto ele detestava ficar sem saber das coisas e aquilo até que me fez sorrir um pouco.
 
-Cara – Suspirei, sentindo os primeiros sintomas do cansaço - Apolo disse que eu preciso achar uma pedra que está no porão da Casa Grande, você não pode entrar lá, mas pode me ajudar a encontrar a entrada e em... qualquer problema futuro. Entendeu? – O olhei diretamente nos olhos para saber que eu não estava de brincadeira. Pietro ergueu a sobrancelha e tivemos um tipo de conversa silenciosa, uma coisa que havíamos desenvolvido com o tempo, em seguida deu de ombros, teu um tapinha no meu ombro e disse - Entendi. – Esboçando uma reação diferente da que eu imaginava, ele saio correndo na minha frente e gritou - Vamos rápido! - Sorri animado com aquilo e o segui.

Ao chegarmos na varanda da Casa Grande, vimos a mesa de cartado e duas cadeiras, aonde normalmente nosso pai e Quiron ficavam durante o dia. Pietro abriu a porta da frente tentando produzir o menor barulho passível, mas, graças as dobradiças que nunca viram óleo na vida, ele não teve sucesso. Entramos na casa com a ponta dos pés e pelo menos isso conseguimos fazer direito, graças a habilidade de sair de fininho das festas. Passamos por um corredor curto e estreito que dava direto para uma sala com alguma poltronas e uma mesinha no centro, poderia se passar facilmente por uma sala de estar comum se não fosse pela cabeça empalhada de um leopardo que ressonava alto. Olhei para meu irmão, mechei os lábios sem produzir nem um som, fazendo uma pergunta silenciosa – Aonde? - Ele deu de ombro e começou a tatear as paredes, como se estivesse atrás de uma passagem secreta...que tapado.

 


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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Seg Nov 18, 2013 9:19 am


Ajuda fraternal








Pietro estava quase certo. Ele apalpava as paredes, tentando achar uma passagem secreta, mas nenhum porão fica nas paredes, eles costumam ficar no subsolo. O gêmeo mais forte e bonito sentiu que o chão abaixo dele ficara oco. Francamente, como ninguém nunca tinha percebido isso antes?

Havia um porão na Casa Grande! Não era mentira de Apolo. Até porque o deus que representa a luz da verdade não poderia mentir, por isso nunca fez pegadinhas com semideuses. Aaron chutou o chão, numa tentativa de abri-lo, mas não teve sucesso.

-Bom... eu achei o porão. - Sussurrou Pietro - Só não sei como abrir.

-Ótimo - Disse Aaron, com ironia. - Ainda não entendi porque Apolo fez você vir sofrer junto comigo.

-Eu viria, nem que Apolo proibisse. - Disse Pietro. Aaron sorriu, mas não era um bom momento para um abraço.

O semideus mais fraco agachou-se e tocou o chão. Pietro sentiu que deveria pegar algo numa estante, saiu de perto de Aaron e correu até os livros da biblioteca.

-O que você está fazendo, seu tapado? - Perguntou Aaron.
-Ajudando - Disse Pietro - É pra isso que eu vim, né?

Pietro tirou algo da estante, Aaron pensou que ele iria iniciar uma leitura relaxante em vez de ajudar, mas o objeto retirado do livro não era um livro... era uma chave. Pietro entregou-a para Aaron. O semideus andou até achar algo que parecesse com uma fechadura e encontrou.

Ele colocou a chave na abertura do porão e empurrou uma pequena porta, grande o suficiente apenas para duas pessoas passarem tranquilamente... e isso não foi uma estimativa, foi um dado real, pois dois homens encapuzados saíram de dentro do porão.

No momento do susto, Pietro empurrou Aaron para dentro do porão e fechou a porta, mas a chave estava com Aaron. O garoto não sabia o que eram aqueles homens encapuzados e tudo aconteceu tão rápido que ele não pôde assimilar muito bem a sua situação. O porão era iluminado por lamparinas e parecia percorrer o acampamento todo e não apenas a Casa Grande.

Não havia nada armazenado no local. O filho de Dionísio pôde ouvir barulho de pessoas caindo, móveis arrastados e vidro se quebrando bem acima dele. O pressentimento de gêmeos queria tomar todo o corpo e a mente de Aaron, mas ele precisava encontrar a pedra se quisesse ajudar o irmão.

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-Ande pelo porão até chegar ao fim, onde encontrará um terceiro homem encapuzado.
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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Aaron Bertolazzo em Qua Nov 20, 2013 4:51 pm

E lá vamos nós -.-


Pietro continuava a apalpava as paredes e eu já estava por adotar sua lógica insana quando ele chamou minha atenção, dizendo que o chão em que ele estava pisando era oco. Joguei os braços para cima, em comemoração, me arrastei até os pés do meu irmão e bati com os nós dos dedos no solo. Realmente tinha algo ali. Mas como podia? Tantas pessoas passavam por ali e eu nunca havia ouvido falar de um porão na Casa Grande.
Meu irmão me ajudou a levantar e já em pé tentei abrir um buraco no solo a força, mas nada consegui além de uma dorzinha no pé.
-Bom... eu achei o porão. – Meu irmão disse baixinho, afinal, ainda não queríamos chamar a atenção de ninguém - Só não sei como abrir.
-Ótimo – Falei praticamente cuspindo ironia. Passei a mão pelos meus cabelos, exasperado, e deixei meu ombros caírem. O cansaço e o desanimo já estavam ameaçando me tomar por inteiro - Ainda não entendi porque Apolo fez você vir sofrer junto comigo.
 
Notando meu desanimo, Pietro colocou uma mão no meu ombro, apertou de leve este, esboçou um sorriso confiante e disse - Eu viria, nem que Apolo proibisse. -  No mesmo instante me senti feliz por ter meu irmão ali, saber que podia contar com ele pra tudo era algo inexplicável e incentivante.
Passado um pouco o momento fraternal, agachei de novo e comecei a procurar alguma pista ou sinal que pudesse denunciar a entrada do porão. Notei que meu irmão se afastava para o lado contrário do que seria a entrada do porão, indo em direção a uma estante de livros grossos, com capas de couro e de aparência muita velha.
-O que você está fazendo, seu tapado? – Suspirei pesada mente e passei novamente a mão pelos cabelos, ato que sempre fazia quando estava sobre pressão.
-Ajudando – Respondeu meu irmão com a cara mais lívida do mundo, quase me obrigando a revirar os olhos - É pra isso que eu vim, né?
Pietro tirou um dos livros mais grossos da estante e o assoprou, fazendo com que um monte de poeira se desprendesse deste. ” Isso irmão, agora é mesmo uma ótima hora para se ler -.- “  Eu já estava prestes a levantar e dar uns cascudos no meu irmão ele puxou um objeto retirado do livro ,uma chave. Ele me olhou desafiador, como se dissesse “eu sou foda”, e me jogou a chave. Procurei loucamente uma fechadura e rapidamente encontrei esta um pouco escondida.
A chave se encachou perfeitamente na fechadura, produzindo um click em seguida, denunciando que a abertura do porão estava destrancada. Empurrei uma pequena porta, mas antes que eu pudesse enxergar algo lá dentro apareceram dois homens encapuzados de lá. O que eles eram e o que estavam fazendo ali? Essa é uma boa pergunta.
 
No calor do momento, o estabanado do meu irmão acabou por me jogar para dentro do porão mofado e fechou a porta antes mesmo que desse tempo para eu puxa-lo comigo. Tentei respirar fundo e me adaptar ao ambiente, talvez ali tivesse algo com que pudesse ajudar Pietro. Notei que o porão era iluminado por lamparinas, mas isso não fazia ser menos sombrio, e parecia ser enorme para caber apenas em baixo da Casa Grande.
 
Percebi também que não havia nada armazenado no local e ainda podia ouvir barulho de pessoas caindo, móveis arrastados e vidro se quebrando na sala em que a pouco tempo estivera. Senti um gosto metálico na boca e meu peito subia e descia numa velocidade estranha, como se eu tivesse acabado de sair de uma maratona. Foquei em ignorar o medo e a angustia que subiam pela minha barriga em saber parcialmente o que estava acontecendo com o meu irmão e tentei prosseguir…sabia que precisava achar a pedra para poder ajudar meu irmão.
Aos tropeços, pois minhas pernas estavam bambas, prossegui o caminho daquele túnel que apenas titubeava, mas não se dividia, porem no meio do caminho foi obrigado a parar por causa de uma sombra escura que se encontrava a alguns metros a minha frente, mais um homem encapuzado. Como reflexo levei a mão esquerda até a espada, mas a sombra pareceu esboçar nem uma reação.
-Quem são vocês? O que fizeram com meu irmão? - Senti minha voz falhar por conta do ódio e da raiva excessiva – Eu juro que se os seus colegas encostarem um dedo se quer nos sapatos de grife dele...– Desembainhei a espada, pronto para a luta e deixando a ameaça pairar no ar.

 


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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Qui Nov 21, 2013 7:49 am


O roubo da pedra








O homem encapuzado sorriu de modo maligno, pareceu fazer uma contagem e um grito foi ouvido. Aaron reconheceu que era a voz de Pietro. O inimigo não esboçou nenhuma reação até ser ouvido o barulho de um corpo caindo no chão e em seguida, algo parecido com uma chuva de livros e uma coisa amadeirada e extremamente pesada atingindo o chão.

O homem encapuzado à frente de Aaron rosnou. Novamente gritos de Pietro foram ouvidos misturados a um choro agonizante e seus passos levaram o irmão a crer que ele tinha saído da Casa Grande correndo.

-Não se preocupe... não queremos nada com seu irmão. - Disse o homem. - Mas pela sua segurança, sugiro que fique longe da pedra.

-Eu vou pegar a pedra. Vou salvar o acampamento. - Disse Aaron, mas não soou tão corajoso quando sentia suas mãos arderem.

-Não se depender de mim. - O homem sorriu e retirou uma espada da bainha - Está disposto a lutar?

Aaron fingiu que ia fugir, recuando alguns passos, mas em seguida avançou com grande fúria e acertou um corte no rosto do homem encapuzado. Ele viu o sangue pingar no chão...

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-Lute com o homem até ele fugir e pegue a pedra. Ele tem os poderes dos filhos de Despina até o nível 15 e a espada dele congela que a toca.
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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Aaron Bertolazzo em Sab Nov 23, 2013 6:07 pm

A única parte que estava a mostra no rosto do homem era boca e esta esboçou um sorrisinho,fazendo a ira borbulhar no meu estomago. Segundos depois um grito foi ouvido. Engoli em seco reconhecendo imediatamente a voz do meu irmão. Segui do grito veio o barulho da sala da Casa Grande sendo toda destruída, o que me fez pensar em como o acampamento inteiro ainda não havia despertado.

Ouvi o sombrinha a minha frente rosna,tirando minha atenção de lá de cima. Uma corrente de vento perpassou por minha espinha,fazendo os cabelos na minha nuca se eriçarem e novamente gritos do meu irmão foram ouvidos misturados a um choro agonizante,pude ouvir passos apressados e depois o silencio tomou conta do local acima de mim.

-Não se preocupe... não queremos nada com seu irmão. - Pronunciou finalmente o sombrinha,sua voz era arrastada e rouca. Trinquei os dentes,me controlando para não soltar nem um palavrão e segurei mais firme o cabo da espada quando percebi que minha mão estava tremendo. “Como ele pode dizer isso? Mentiroso de merda” - Mas pela sua segurança, sugiro que fique longe da pedra.

-Eu vou pegar a pedra. Vou salvar o acampamento. - Falei,mas não consegui colocar todo o ódio que estava sentindo quando senti uma ardência estranha na mão que segurava a espada.

-Não se depender de mim. - Sombrinha esboçou novamente aquele sorriso idiota e desembainhou a espada- Está disposto a lutar?

De imediato lembrei do ultimo treino que havia feito com meu irmão e de uma tática de luta que ele havia me ensinado. Recuei alguns passos como ele havia feito, só para em seguida avançar com toda a fúria que eu estava acumulando. Acabei por pegar o sombrinha de surpresa e acertei um corte em seu rosto e foi com grande prazer que vi um filete de sangue escorrer pingar no chão.

Não demorou muito para o sombrinha reagir,vindo em minha direção com a espada erguida. Consegui defender com a minha própria espada, mas infelizmente ele era rápido. Com um chute no meu estomago ele abriu minha guarda e assim conseguiu dar um golpe vertical no meu peito. Minha jaqueta foi rasgada e consequentemente minha blusa do acampamento também. Ótimo,mais uma lembrancinha da missão. No momento eu não senti nada, mas logo alguma coisa liquida escorreu pelo meu tórax ,eu não duvidava nada que fosse sangue, sabia que o corte fora algo superficial,mas o ferimento ardia ,só que era uma ardência diferente daquela provocada por uma queimadura de fogo...

Deu alguns passos para trás. Passei minha mão disfarçadamente no ferimento, olhei fixamente para meu sangue que parecia mais vinho, acredite em mim deu vontade de provar. O sombrinha tirou o capuz,mostrando um sorriso triunfante para mim, e deu alguns passos para trás,como um gato brincando com a comida. Prepotente,a luta ainda não estava ganham,eu não iria desistir. Simplesmente ignorei as dores, não era tarefa difícil.

Girei a espada no ar, tentando intimidar meu oponente, porém não tive sucesso. O homem balançou a cabeça como num gesto de desprezo e voltou a avançar contra mim, que fiz o mesmo. Segundos mais tardes ambos nos encontramos, o sombrinha tentou perfurar meu joelho com a ponta da espada, enquanto eu alvejava cravar a espada no ombro do sombrinha. Com os sentidos já um pouco atentos , consegui ferir o adversário e escapar apenas com um leve ferimento na coxa direita,que tinha a mesma ardência estranha do peito.

Afastei-me aos poucos do homem novamente, sempre observando os movimentos que o mesma fazia, pois não queria ser novamente surpreendido. Sombrinha já não tinha mais o sorriso idiota no rosto e caminhava lentamente e levemente tonto,efeito cousado pela minha espada, na minha direção. Sua espada já posicionada para um futuro ataque e, ao aproximar-se o suficiente desferiu novamente um golpe de perfuração na altura do meu pescoço. Tomado por uma agilidade incrível,agachei a tempo de evitar o golpe e viu que agora tinha uma brecha para finalizar definitivamente aquele duelo. Levantei com minha espada para cima, achatando a parte plana desta com sucesso no queixo de seu oponente. A manobra havia sido arriscada, porém, funcionou com sucesso, afinal, não queria matá-lo - Xeque Mate - disse eu. Desferi um chute certeiro na mão em que ele segurava a espada,derrubando esta e consequentemente o desarmando - Vá embora. - Afastei a espada o suficiente para que o homem pudesse concorda com a cabeça e continuei na mesma posição até ter certeza de que ele não estava mais ali.

Suspirei aliviado e cansado,mas não havia tempo para olhar as feridas. Olhei para trás, aonde o túnel continuava por uns 5 metros e depois de abria aonde parecia ser uma cúpula. Caminhei/me arrastei até lá,parando na entrada da cúpula ,vi que no centro desta tinha um pedestal e neste tinha uma pedra de tom arroxeada bem acomodada encima de uma almofada. Peguei esta e imaginando como tudo que eu havia feito tinha sido por causa daquilo. 


Última edição por Aaron Bertolazzo em Sex Nov 29, 2013 10:14 am, editado 1 vez(es)

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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Seg Nov 25, 2013 7:34 am


Desespero








Aaron correu para fora do porão, ele se deparou com a cena mais aterrorizante que já vira em toda a sua vida. Na janela da Casa Grande, que ficava a alguns centímetros dali, havia um corpo agonizante, gemendo e sem forças. Seu braço estava fechado sobre a janela e o sangue pingava sincronizadamente dali. O vidro da janela estava quebrado.

Tudo levava a crer que Pietro colocou o braço do homem no peitoril da janela e fechou a janela com todas as forças, acertando a guilhotina sobre o braço do rapaz encapuzado... aliás. Todo o rosto dele sangrava. Também ao lado de Aaron, uma das estantes estava caída sobre um segundo corpo. Este já estava morto.

O semideus decidir não cutucar os vilões. Apenas olhou para a porta e viu uma marca de mão feita com sangue. Ele se aproximou e colocou sua mão sobre a marca, eram exatamente do mesmo tamanho... então aquela mão só podia ser de Pietro!

-Não... - Murmurou Aaron, ao ver que havia um rastro de gotas de sangue saindo da Casa Grande. - Não, não... - Sua voz foi ficando mais alta.

Ele seguiu toda a trilha de sangue, deixando suas lágrimas caírem enquanto esperava que aquilo acabasse com a cena de seu irmão caído no chão, agonizando ou comido por harpias. Para a surpresa do garoto, aquilo acabava na maçaneta do chalé doze.

Ele abriu a porta de seu chalé rapidamente, quando viu que a trilha ficava agora mais cheia de sangue, era um pequeno filete que passava por todas as camas e acabava na porta do quarto de seu irmão gêmeo. Quando Aaron abriu a porta, viu todas as roupas de Pietro jogadas no chão.

Absolutamente todas as roupas tinham alguma marca de sangue, sua camiseta estava empapada, sua calça também e até mesmo as roupas de baixo como as meias e a cueca. Parecia que tinham tentado dissecar o garoto ainda vestido. Ele ouviu o barulho do chuveiro, vindo do banheiro de Pietro.

Aaron abriu a porta. Pietro estava encostado sobre o box, de costas para ele e sentado no chão. A água pingava sobre ele e ia para o ralo completamente vermelha. Pietro se levantou e olhou para Aaron. Levantou as mãos e mostrou que havia todo tipo de corte sobre ele.

Tinha um corte enorme sobre as duas mãos do garoto, um em sua coxa direita, dois entre seu peitoral, três na barriga e um superficial na canela. Ambos não estava se fechando e só um havia parado de sangrar.

-Pietro... o que aconteceu? O que você fez?

Pietro não respondeu, apenas se virou e abaixou a cabeça.

-Pietro Bertolazzo, se você não me responder agora o que aconteceu com você, eu juro que... - Aaron ia pensar numa ameaça.
-Abra o porão pelo quarto de Pietro. Guarde a maldita pedra! - Respondeu Pietro, mas era a voz de Apolo. Aaron se assustou.

Regras:
-Você tem até 10h50min do dia 23/11/2013 pra postar.
-Seja descritivo.
-Pegue a chave do quarto de Pietro e abra a passagem secreta do porão. Lá haverá um altar circular com um brilho roxo no meio, descreva-o.
-Narre todo o meu post do seu ponto de vista.
-Boa sorte.


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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Aaron Bertolazzo em Seg Dez 02, 2013 11:02 am

Assim que garanti que a pedra estava segura num dos bolsos da minha jaqueta, rumei para fora do porão - ou, como eu estava preferindo agora chamar, minha nova definição do inferno - Chegando na sala da Casa Grande, tive que levar uma mão a boca para impedir o grito de terror entalado em minha garganta. Numa das janelas do lugar havia um dos caras encapuzados, gemendo de dor e sem forças. Ele estava com o braço empresado na janela e o sangue pingava compassadamente dali. O que um dia foi o vidro da janela estava só os cacos pelo chão. Do meu outro lado, a estante de livros mofados se encontra tombada encima do sombrinha 3 que estava assombrosamente quieto.
Eu sinceramente não sabia como meu irmão tinha feito aquilo, mas me deixava alegre saber que ele tinha conseguido se livrar daqueles caras e que não era ele no lugar deles.
Decidi deixar os sombrinhas quietos, afinal de contas, eles mereciam aquilo. Porem a centelha de esperança de que meu irmão estivesse bem se apagou quando olhei para a porta e viu uma marca de mão feita com sangue. Temeroso, aproximei da marca e colocou sua mão sobre esta, se encaixava perfeitamente...aquela mão só podia ser do meu irmão!
 
-Não... – Consegui pronunciar ao ver que havia um rastro de gotas de sangue saindo da Casa Grande. - Não, não... –Engoli em seco, fazendo com minha voz ficasse mais alta.
Apressado, segui a trilha de sangue, não conseguindo mais conter as lagrimas e teimosamente pensando que aquilo só podia ser uma das brincadeiras de mal gosto do meu irmão...não podia ser mais do que aquilo. De repente a verdade bateu, fria e dura como nossa inimiga: Eu nunca seria o mesmo se perdesse meu irmão. De longe Pietro era a pessoa mais importante para mim no mundo inteiro, e eu nunca me perdoaria se algo tivesse acontecido com ele por minha culpa...aquela missão era minha, não devia tê-lo metido nisso.
Sequei as lagrimas que embasavam minha visão, e percebi que a trilha tinha me levado até a porta do meu chalé. Abriu a porta do chalé rapidamente, pronto para dar um grito pedindo socorro, quando vi que a trilha ficava agora mais cheia de sangue, era um pequeno filete que passava por todas as camas e acabava na porta do quarto separado do meu irmão.Com as mãos e apernas tremendo, adentrei o quarto do meu irmão e vi as tão amadas roupas de grife do meu irmão espalhadas pelo chão.
 
Um soluço escapou pelo meus lábios quando vi que desde a camisa até a cueca estava empada de sangue. O que será que tinha acontecido com ele¿. Ao ouvir o barulho do chuveiro vindo do banheiro do me meu irmão, invadi aquele compartimento como uma réplica do diabo da tasmânia, meu desenho favorito. Para meu alivio, ou talvez não, Pietro estava encostado sobre o box, de costas para mim e sentado no chão. A água pingava sobre ele e ia para o ralo completamente vermelha. Meu irmão se levantou e virou para mim. Levantou as mãos e mostrou que tinha um corte enorme sobre as duas mãos do garoto, um em sua coxa direita, dois entre seu peitoral, três na barriga e um superficial na canela. Os dois maiores não estavam se fechando e só um havia parado de sangrar.
 
-Pietro... o que aconteceu? O que você fez? – Falei quando finalmente encontrei minha voz. Havia perdido ela em algum lugar diante daquela situação digna de um filme como os Jogos Mortais. Para piorar minha situação, meu irmão ainda estava fazendo c* doce, pois apenas e se virou e abaixou a cabeça, evitando me responder.
 
-Pietro Bertolazzo, se você não me responder agora o que aconteceu com você, eu juro que... – Tentei pensar numa ameaça digna, mas fui interrompido por ele.
-Abra o porão pelo quarto de Pietro. Guarde a maldita pedra! –Meu irmão abriu a boca, mas a voz que saio foi a do deus purpurinado. Tentei pensar numa explicação lógica para, mas minha cabeça que nunca tinha prestado direito estava entrando em curto circuito. Fiz tudo no automático, quando dei por mim já estava no porão que havia construído com meu irmão, estava com a pedra em mão e diante de mim estava um altar que emitia uma luz arroxeada um pouco fantasmagórica. Aproximei e coloquei a pedra lá. Quase que imediatamente a luz se intensificou, se propagando por todo o porão e me forçando a cobrir os olhos com um braço, de tão forte que era. Eu podia sentir a energia e o poder emanando daquele lugar.

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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

Mensagem por Apolo em Seg Dez 02, 2013 11:36 am


Fraternal








Apolo não aguentava mais esperar. Todos já estavam prestes a acordar, Enzo havia acabado de chegar e nem sinal da presença de Aaron. Temendo que seu peão estivesse morto, o deus-sol saiu do Olimpo e apareceu no Acampamento Meio-Sangue.

Ele poderia confessar que se assustou com o frio que tomava o local, mas não achou que aquilo fosse um grande desafio... mas ele sentiu a aproximação de Despina. Os semideuses não tinham muito tempo, ele teria que chamar Perséfone o mais rápido possível.

Apolo correu até o chalé de Dionísio e atravessou a porta do quarto de Pietro tranquilamente, sem precisar abri-la, como um fantasma. Abriu a porta do banheiro e viu o irmão de Aaron tentando livrar-se do sangue, parecia prestes a desmaiar. De algum modo, Apolo sentiu que deveria ajudar, mas não podia fazer nada, a missão ainda era de Aaron.

O deus fechou o chuveiro e arrastou Pietro até sua cama. Um toque de Apolo na testa do garoto foi o suficiente para garantir que ele não morreria e para parar o sangramento.

-Agora... cadê a pedra? - Perguntou-se Apolo.

Nesse momento, Aaron voltou do porão e deu de cara com o deus no quarto do irmão. Olhou para Pietro, que estava desacordado, depois encarou o deus louro.

-O que você fez com ele? - Perguntou, enfurecido.
-Nada demais, só evitei que ele morresse - Disse Apolo, indiferente. - De nada

Aaron suspirou, aliviado. Explicou para o deus o que ele tinha feito com a pedra e Apolo levou uma das mãos ao rosto. Antes de voltar para o Olimpo, ele pediu que o semideus ajudasse Pietro a se recuperar. Assim que o deus sumiu, Aaron foi até uma das adegas de dentro do chalé e escolheu o vinho que ele mais gostava.

Se aproximou da cama de Pietro e pegou uma taça. Ele nunca pensou que precisaria fazer aquilo com Pietro, mas por vezes já sonhou com o irmão indo o socorrer de alguma coisa que aconteceu. Colocou o vinho dentro de um copo e empurrou o corpo do irmão, fazendo com que ele ficasse meio sentado.

Colocou o vinho na boca de seu gêmeo. Ele engoliu lentamente, desacordado. Depois de cinco ou seis goles, finalmente abriu os olhos e olhou para Aaron.

-Domaine Meo Camuzet, 2001. - Disse Pietro... - Depois fechou os olhos e logo estava encarando o irmão. - Oi, branquelo.

Aaron não pode conter um sorriso. Pietro contou-lhe que ele estava desarmado e as espadas daqueles homens encapuzados eram realmente afiadas. Por sorte, ele ainda tinha um pouco de inteligência e aquele vinho quente havia dado forças para ele.

-Mas por favor... vista-se! - Disse Aaron, vendo que os cortes estavam cicatrizando.

Com alguma dificuldade, Pietro ficou em pé e colocou roupas novas. Aaron saiu do quarto, indo para sua cama descansar um pouco.

-Calma aí, velho. - Pediu Pietro, antes do irmão sair.
-O que?
-Não quer mesmo experimentar o vinho quente? Ainda está frio... Despina deve estar longe.

Então, os dois irmãos se uniram num momento fraternal que seria único. Aaron experimentou o tal vinho e tomou quase a garrafa inteira e os gêmeos curtiram um momento de paz... que não durou mais que um dia.

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Re: Aaron procura a pedra de Dionísio

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