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Em Busca do Marcador Perdido [Missão One-Post para Allen]

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Em Busca do Marcador Perdido [Missão One-Post para Allen]

Mensagem por  em Sab Out 12, 2013 3:41 pm

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Allen Souke

Em Busca do Marcador Perdido
Fazia alguns dias que o filho de Deméter havia chegado ao acampamento meio-sangue, e, sem ter tempo de ficar viciado nos campos de morango, os mesmos congelaram por alguma ação externa ao local. Por isso o garoto resolveu ficar um pouco no pátio dos chalés e ver um pouco dos campistas filhos de outros deuses.


Foi neste momento que avistou ao longe uma semideusa chorando, ele se aproximou e depois de uma pequena conversa consoladora; descobriu que ela é uma filha de Atena e que havia perdido seu marcador predileto enquanto corria de um cão infernal na beira da floresta. 
O garoto foi até o local e viu que a situação era mais difícil do que pensara, o cão infernal estava deitado ao redor do marcador. Ele teria de enfrenta-lo para reaver o item predileto da semideusa.


REGRAS:

- Você começou a missão no nível 3, por isso use poderes até o nível 3;
- Narre todas as partes da missão;
- Conte também o seu diálogo consolador para a campista;
- Lute bravamente com o cão infernal ladrão, e lembre-se que você é nível 3, por isso sua luta tem que ter no mínimo dois parágrafos;
- No final recupere e devolva o marcador.
- Você tem até o dia 19/10/2013 para postar.


{fim}

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Re: Em Busca do Marcador Perdido [Missão One-Post para Allen]

Mensagem por Allen Souke em Qua Out 16, 2013 3:08 pm



Acampamento
 Em Busca do Marcador Perdido *u*




Depois de uma ótima noite de sono em meu chalé mais que perfeito, levanto-me cedo e saio da minha moradia antes mesmo do sol nascer. Vestido com dois casacos grossos por baixo do grande casaco de moletom verde claro, acompanhado por duas calças e um sapato estilo escalada, ainda tremia de tanto frio que fazia ali.
Só estava com um pequeno punhal de prata em que eu tinha pegado no arsenal do acampamento e meu colar de Grou, nunca o tirava do pescoço. Vou caminhando tranquilamente por meio a neve fofa e assim que chego a meu destino, paro perto dos campos de morango. Fiquei parado por alguns segundos olhando para aquelas pobres frutas congeladas. Queria ficar ali e tentar ajudar aqueles morangos, mas o frio reinava por ali e tinha que sai dali o mais rápido possível senão iria ficar doente.
De volta ao meu chalé, deito em minha cama e tento dormir novamente; só que não consigo. Fico andando por dentro de meu chalé, enquanto o sol ia se levantando bem devagar. Depois de mais um tempo dentro do chalé, troco o punhal por minha adaga de bronze, ponho a arma presa em meu cinto e volto a andar.  Quando o sol já está brilhando forte do lado de fora, saio de lá.
Sem absolutamente nada para fazer, fico andando em meio o pátio dos chalés enquanto os semideuses iam se levantando aos poucos. Não demorou muito para começar o falatório dentro dos chalés e alguns meio-sangues saírem com armas, que sem dúvidas eles estariam indo para a arena treinar. Desviei meu olhar e de longe pude ver uma menina pequena, sentada em uma pedra e com as mãos em seu rosto. Estava chorando.
Os semideuses que passavam por ela, falavam: “Bem feito! Eu disse! Não me escutou!” Isso só a fez chorar mais. Não sabendo da situação, vou ate a menina para tentar descobrir o que está acontecendo. Assim que chego perto da garota, a mesma me olha e diz:
- O que você quer? Veio me criticar também?!
- Não, nada disso. Se puder, vim te ajudar.
- Vá embora! Sai daqui agora! – Disse a menina se levantando da pedra e me empurrando.
Logo que ela me empurra, caio de costas na neve fazendo meu corpo todo estremecer de frio. Não tinha sido um empurrão forte, só perdi o equilíbrio. Rapidamente levanto com um pulo e paro na frente da menina.
- Não vou sair daqui até você me falar o que aconteceu.
Ela estava soluçando agora mas ainda assim, conseguiu falar:
- Eu nem conheço você e você vai me ajudar?
- Vi o que aquelas pessoas fizeram com você e se eu puder ajudá-la, prometo fazer o melhor possível.
- Não tem como, eu já perdi. – Disse ela baixando o olhar.
- Perdeu? É um item? Uma arma? O que é?
- Não é da sua conta, fofoqueiro!
Quando ela terminou de falar essas palavras, percebi que estava mesmo dando uma de fofoqueiro. Eu não era desse jeito, só estava atoa e queria tentar ajudá-la. Logo, continuo a perguntar.
- Deixe-me ajudar você. – Depois de uma pausa continuo – Prazer, meu nome é Allen... Souke. Sou prole de Deméter. E você, quem é?
- Sophie. Sophie Löhr. Sou filha de Atena. – Finalmente a menina tinha parado de chorar.
- Tudo bem Sophie, pode me dizer o que perdeu?
- Eu... Eu perdi meu marcador.
O.K., ela perdeu um marcador... E estava chorando daquele jeito por causa disso?
- Seu marcador? Por que você não compra outro?
- Porque era o meu preferido! E representava minha mãe! – A menina ameaçou chorar
- Tudo bem, tudo bem. Você pode dizer o que aconteceu? Sabe onde perdeu?
- Tá. – Sophie respirou fundo e continuou – Eu tinha saído do meu chalé cedo, enquanto meus irmãos estavam dormindo. Só estava com minha lanterna e meu livro, pretendia ler um pouco na orla da floresta, quando fui surpreendia por um cão infernal. Eu consegui correr, mas deixei cair meu marcador de coruja. Pensei em voltar, mas estava desarmada e atordoada. O cão parou de me seguir e... fim.
- O.K. Entendi. Você então perdeu seu marcador na entrada da floresta?
- Isso.
- Porque um cão infernal estava te perseguindo?
- Exato.
- Pronto. Era só isso que queria saber. – Falo dando as costas para a menina e saio correndo. – Até daqui a pouco. Encontro-te na porta do chalé de Atena!
- Para onde você vai? – Gritou ela.
- Vou em busca de seu marcador!
Entro no meu chalé rapidamente e pego minha foice. Pensei em pegar o escudo, mas odiava manusear uma foice usando um escudo. Com minha adaga presa no cinto, meu colar no pescoço e minha foice em mãos, saio do chalé apressadamente.
Tento andar até à floresta o mais rápido possível. Quando já estou chegando ao começo da grande floresta, vejo um cachorro estranhamente grande deitado em torno de um objeto rosa. Sem dúvidas aquele era o monstro do ataque e ninguém ainda tinha o visto. Um perigo para o acampamento. Abaixo-me rapidamente, pegando um punhado de neve e fazendo uma espécie de bola, jogando contra o cão. Na mesma hora, aquele ser se levantou e rosnou para mim. Pude perceber que seus olhos eram completamente vermelhos, vermelho sangue para ser mais exato. Ele latiu em minha direção fazendo com que eu percebesse o que estava fazendo. Era um monstro, eu joguei uma bola de neve no monstro, logo o monstro me devoraria vivo. Agora era tarde, a luta já estava por vir. Quando tentei pensar novamente, o bicho investiu correndo contra mim.
Cai de costas na neve, com o cão por cima de mim. Como desejei ter meu escudo aqui agora. Aquele cão infernal tentava seguidamente arranhar meu rosto, só que eu conseguia mover minha cabeça para o lado sempre quando um ataque estava por vir, esquivando do movimento. Minhas mãos estavam livres, então fiz a única coisa que me veio à cabeça. Puxei a adaga do meu cinto e tentei enfiar na barriga do monstro. Parecia que ele esperava por esse movimento, e com um pulo, o grande cão foi para trás e voltou a rosnar. Já estava tremendo, tanto de medo e adrenalina quando de frio. Tentei botar a adaga de volta no cinto, mas o cão voltou a atacar. Botei minha foice na frente, pensando que faria o monstro pensar de novo antes de atacar, só que não funcionou. Com outro grande salto, aquele bicho pulou para cima de mim, que por sorte e por azar consegui esquivar ficando de costas para uma arvore, com o cachorro na minha frente. Já estava no começo da floresta.
Sabia que não iria acabar com aquele animal, se pode se dizer assim, então comecei a correr na direção do marcador e assim que peguei o mesmo, corri floresta adentro. Ia abrindo caminho com os braços, nessa hora tinha me esquecido da foice. Torcia para o monstro está atrás de mim, já que já tinha um plano. Olho para trás e vejo aquele cachorro com pelo escuro e olhos vermelhos, vindo em toda velocidade. Parei perto de uma arvore pequena e com tronco um pouco grosso. Sabia que aquela madeira da arvore não era muito dura, ergo minha foice. Não demoraria muito para o cão me pegar e não iria conseguir me safar, então começo com o planejado.
- Ei, bola de pelo! Aqui oh! – Gritei em direção ao cão, que vinha correndo rapidamente. – Desculpe por isso. – Sussurrei para mim mesmo.
Ele chegava cada vez mais perto e quando ele já estava na minha frente, peguei minha foice e cortei o tronco da arvore a minha esquerda. Foi tudo como o planejado, ou quase tudo; aquela arvore demorou muito a tombar e o cão não iria ficar esperando a mesma cair, logo, pulou mais uma vez para cima de mim e dessa vez conseguiu me ferir. As unhas de sua pata direita conseguiram rasgar um pouco da minha pele e ele continuava com as unhas presas em meu peito. Tinha certeza que o corte não tinha sido profundo, mas com aquela grande dor, tanto do machucado quando do peso de monstro, teria que rever essa possibilidade. Enquanto eu gritava e tentava tirar aquele monstro de cima de mim, sentia o sangue escorrer por dentro dos casacos. Cada vez mais o cão cravava suas unhas em meu peito e sabia que não conseguiria suportar por muito tempo. Meu plano tinha ido por agua abaixo, não sabia mais o que fazer. A baba ia caindo em meu rosto dificultando ainda mais minha respiração, tinha que pensar em alguma coisa logo. E rápido.
Não hesitei em fazer a ultima coisa em que veio em minha cabeça: puxei minha adaga do cós de minha calça e tentai enfiar no pescoço do cão infernal. Como o grande cachorro percebeu, pulou para o lado na tentativa de se salvar do meu movimento, só que não foi uma tentativa tão boa assim. Consegui acertar a 'adagada' na pata do monstro bem no momento em que ele tentou se esquivar. Na hora em que a adaga perfurou a carne daquele bicho, ele deu um forte e alto latido de dor. Essa era minha hora, tinha que sair dali. Levantei-me rapidamente e fui correndo confusamente até minha foice que não estava muito longe de mim. O cão já tinha parado de se preocupar com a adaga que estava em sua pata e voltou a tomar sua atenção comigo. Tinha que ser ligeiro senão morreria ali. Assim que o cão pulou novamente para cima de mim, preparei minha foice e desferi um golpe alto na horizontal. Logo quando a lâmina de minha arma entrou em contado com a pele do monstro e ‘perfurou’ a mesma, um imenso rasgo foi feito. As mandíbulas daquele bicho já estavam a alguns centímetros de meu rosto quando ele se dissolveu inteiramente em uma grande contida de poeira dourada. Se não fosse nessa ocasião, seria uma cena bastante bonita. Alguns segundos se passaram até eu perceber o que tinha acontecido. O monstro tinha morrido.
- Graças aos deuses! – Digo enquanto pegava minha adaga novamente.
Já que estava morrendo de cede, passo a mão em um local fora onde o cão tinha pisado e pego um pequeno punhado de neve; tiro os minúsculos pedaços de graveto que estavam na neve e jogo tudo dentro da boca. Depois, me arrependi de ter feito isso, já que a temperatura de meu corpo baixou um pouco me deixando com mais frio ainda.
Não iria ficar mais naquele lugar, já que a qualquer momento eu poderia desmaiar de exaustão de ter travado aquela horrível luta, vou aos tropeços em direção à saída da floresta, fraco, tonto e acima de tudo: arrependido de ter cortado aquela arvore.
Foi uma caminhada bastante longa até o começo da floresta. Assim que chego ao pátio dos chalés, vejo de longe o chalé de Atena. Vou cambaleando até lá com o marcador em meu bolso. Minhas mãos estavam por cima do machucado, não queria que ninguém visse aquilo. Na escadaria do chalé, a pequena Löhr estava sentada com um livro em mãos. Olhei para a mesma e quando ela percebeu que se tratava de mim, não hesitou em dar um grande sorriso.
- De Deméter! – Alguns semideuses costumavam a chamar os outros pelo seu progenitor divino. – Conseguiu?
Sophie não parava de sorrir. Já não tinha mais aquela horrível aparência de uma menina frágil chorando. Mesmo se não tivesse conseguido o marcador perdido, acho que não conseguiria dizer um não para aquela menina.
- Sim, aqui está. – Falo tirando do bolso um marcador de coruja rosa. O símbolo da deusa Atena, corujas.
- M-Meu...
Sophie não conseguiu falar mais nada assim que viu seu marcador. Seus olhos voltaram a se encherem de lágrimas, não de frustração e sim de alegria. Ela correu em meu encontro e um forte abraço, quase me derrubou de novo.
- Muito mais muito obrigado mesmo!
- Não tem de que, pequena Sophie. – Digo afagando seus cabelos. – Se não se importa, eu tenho que ir para meu chalé agora.
- Tudo bem, tudo bem. – Depois de finalmente de soltar ela continua. – Adeus Allen e muitíssimo obrigado por devolver meu marcador!
- Até!
Depois de sair de lá, saio correndo para meu chalé. Eu precisava de um bom e longo banho. Urgente.
Spoiler:


♣ Perícia com foice - O filho de Deméter mesmo sendo novato tem uma grande habilidade com foices, podendo manipulá-la facilmente.
♣ Perícia com Adaga - O filho de Deméter sabe utilizar muito bem uma adaga, fazendo movimentos ágeis e incomuns.
♣ Adaga de Bronze
♣ Foice da Natureza: Foice curta, feita de bronze puro. Leve e bastante ágil para o semideus dono dela, mas para os outros que a usarem ela se torna extremamente pesada; sua lâmina também é afiadíssima e é capaz de cortar até as raízes mais resistentes.


Post: 017~ Roupas: De frio ¬¬’~ Musica: Cosmic Love– Florence And The Machine~ Notas: Minha Primeira Missão *O*~
@ Oops!

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Re: Em Busca do Marcador Perdido [Missão One-Post para Allen]

Mensagem por  em Qua Out 16, 2013 8:49 pm

Avaliação

Você escreve muito bem, mas houveram pequenos erros na ortografia; a acentuação e pontuação foi ótima. Foi bastante criativo e seguiu muito bem as regras colocadas no início da missão. A narração da sua luta foi estupenda, agora teve um momento em que me perdi, mas nada muito grave.


Recompensas: 145 XP e 90 dracmas. 

Perdas: - 10 HP e - 3 MP.

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