Percy Jackson Olympian Alliance

[FP] - Leah Volcius

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[FP] - Leah Volcius

Mensagem por Convidado em Qua Jul 10, 2013 8:12 am



Leah Volcius


NOME: Leah Volcius

IDADE: 16 anos

NACIONALIDADE: Los Angeles, Califórnia

3 CARACTERÍSTICAS FÍSICAS Cabelos negros, olhos claros e muito bela.

3 CARACTERÍSTICAS PSICOLÓGICAS Amável, romântica e carinhosa.

COMO DESCOBRIU SER UM MEIO-SANGUE: Bom, estava numa boa no colégio um dia, e um garoto de muletas e um chapéu muito estranho começou a me seguir, como não sou nem um pouco besta, perguntei para o garoto o que ele queria. Ele começou a falar sobre como o meu cheiro ficava fraco com todo o perfume que eu estava usando. Começou a falar sobre o tal “acampamento meio-sangue”, deuses gregos e tudo mais, me disse que ele era um sátiro que deveria me proteger até que eu estivesse segura no acampamento. Foi incrível minha aceitação, eu sentia que não poderia ser uma simples mortal.

FAÇA UM TESTE DE AÇÃO AONDE NARRE AO MENOS UMA BATALHA COM QUALQUER MONSTRO DE SUA ESCOLHA: Alguns dias depois que cheguei ao acampamento, estava no chalé após o almoço, estava ouvindo música e cantarolando, entediada.
Já estava cansada de ficar parada e resolvi ir até a arena de combates, para o meu primeiro treino. Saí do chalé e caminhei tranquila e inocentemente até a arena.
O dia estava agradável, o Sol brilhando no céu, nuvens branquinhas e uma brisa suave. O canto agradável dos pássaros e as risadinhas das ninfas vindo da floresta... Tudo perfeitamente normal.
Enquanto caminhava até a arena comecei a pensar nos últimos dias que estive aqui no acampamento, é confuso acreditar que sou uma semideusa, é confuso acreditar nisso quando se acreditava em apenas um Deus... Porem estou feliz com essa “nova vida”, tem sido agradável.
Nos últimos dias aprendi um pouco sobre o acampamento e sobre os monstros, sobre os deuses gregos, sobre as histórias de heróis, tudo era muito fascinante até o momento...
Cheguei á arena, havia alguns semideuses lá, batalhando entre si...
_Hey! – Um garoto estava acenando para mim.
Olhei para os lados para saber se não estava enganada, mas não havia mais ninguém, só eu.
O garoto veio em minha direção.
_Você é a garota nova, não é? Leah, se não me engano. – Ele disse sorrindo.
_Sim, sou.  – Respondi retribuindo o sorrindo.
_Bacana... Sou o Pedro, filho de Apolo. – Ele estendeu a mão e eu apertei. – Você veio treinar? Sabe como usar uma espada, ou um arco?
_Hãm... Eu fazia aulas de esgrima no colégio... É a mesma coisa, não?
_Claro... – Ele riu. – Posso te ajudar se quiser... Quer começar com o que?
_Eu não sei... Como meu primeiro treino, queria algo emocionante, sabe?
_Você não tem uma espada né? Adagas, nada?
_Não... – Respondi um pouco envergonhada.
A coisa mais importante que um semideus tem que obrigatoriamente ter, é uma arma. Sem armas nós não somos nada.
_Tudo bem... Vamos pegar alguma coisa no arsenal para você.
Pedro me deixou escolher qualquer arma que eu quisesse. Eram tantas coisas que eu fiquei em duvida do que usar.
Escolhi uma espada longa de bronze celestial. Ela era inteira prata, com o punho dourado e entalhes vermelhos. Ela era um pouco pesada, mas acho que daria para utilizá-la bem.
Mostrei a Pedro algumas das coisas que aprendi nas aulas de esgrima e por incrível que pareça consegui desarmá-lo. Eu era uma das melhores esgrimistas do colégio.
Ficamos “batalhando” por algum tempo...
_Você não queria que seu primeiro treino fosse emocionante? – Ele perguntou sorrindo.
_Sim... Eu acho. – Eu ri.
_O que acha de um monstro?
_Sozinha?
_Você não está sozinha. O garanhão esta aqui. – Ele apontou para si mesmo e riu.
_Há algum monstro que esteja á meu nível de habilidades? Por que eu sou apenas uma indefinida qualquer, que não saberia como matar um monstro mesmo que estivesse á beira da morte...
_Tudo bem, eu vou te ajudar caso não consiga.
_Tudo bem... Manda a ver.
Pedro caminhou até uma porta ali perto. Quando ele abriu, saiu um cão horroroso, medindo uns 2 metros ou mais, gordo, e com presas maiores que meus braços.
Senti um calafrio e uma pontada no estomago.
“É hoje que eu morro”, pensei.
Quando o cão me viu veio correndo, rosnando e latindo muito alto. Minha única opção era correr, mas isso seria muito ridículo.
O cão veio em alta velocidade, quando ele deu um salto que me derrubaria, eu me abaixei e ele deu um tipo de cambalhota demoníaca.
Ele se levantou, sacudiu a poeira e voltou correndo em minha direção.
_Ataque-o! – Pedro gritou.
_Como? – Gritei de volta sem olhá-lo...
Minhas pernas estavam bem tremulas, meu coração acelerado...
_EI!!! – Pedro gritou, chamando a atenção do monstro.
Corri desengonçadamente, dando a volta no monstro. Ele já não prestava atenção em mim. Foi bem difícil alcançar o monstro, sendo ele enorme e eu uma formiguinha... Mas nada é impossível.
Estava chegando bem perto do monstro, mas ele virou-se em minha direção e me deu uma patada. Fui para um lado e minha espada para outro, e o pior, cai por cima do meu braço... Ele doía muito, mas não iria deixar que isso me atrapalhasse.
Pedro gritou novamente para chamar atenção do cão.
Levantar e correr seria minha única opção, mas não poderia perder essa batalha.
Corri em direção a minha espada e o monstro ia em direção a Pedro. Escorreguei na areia e peguei minha espada e continuei correndo.
Ele corria em alta velocidade, quando dei um grito que fez com que ele me olhasse e voltasse para minha direção, parei de correr e quando ele ia chegando mais perto levantei minha espada, mas o máximo que consegui fazer, foi um pequeno corte perto de seu peito, isso me deixou frustrada.
Senti um frio na minha espinha, os pelos do meu corpo se arrepiaram... Eu precisava matar aquele monstro, ou eu me sentiria uma idiota pro resto da vida.
_EI!!! QUER CARNE FRESCA MONSTRENGO? – Pedro gritou novamente chamando atenção do monstro.
O cão saiu correndo em direção ao garoto.
Quando ele estava próximo de Pedro eu gritei e ele correu em minha direção novamente. Estávamos brincando de “bobinho” com o bicho.
Quando vi que ele iria saltar para me apunhalar, levantei minha espada e cortei-o por baixo.
Meus olhos estavam fechados, quando abri, havia apenas um pó dourado no ar.
Pedro veio correndo em minha direção me parabenizar.
Imagine a felicidade da “indefinida qualquer”? Com certeza a luta mais marcante para o meu primeiro treino.




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