Percy Jackson Olympian Alliance

Ficha da Caçadora Mary Darkrose

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Ficha da Caçadora Mary Darkrose

Mensagem por Luce Price em Qua Maio 15, 2013 2:14 pm

Nome Completo: Mary Darkrose
Idade: 16
Raça: Semideusa
Espécie: Nenhuma
Progenitor: Desconhecido
Progenitora: Afrodite
Possui algum irmão ou irmã? Nenhum
História da Personagem: Eu vivia com minha tia, meu primo e meu pai em uma casa grande em Nova York. Meu pai trabalhava em Manhattan e passava a maior parte de seu tempo por lá, então eu passava a maior parte do tempo com minha tia e meu primo. Eu não conhecia minha mãe e sempre que eu perguntava para o meu pai, ele sempre respondia a mesma coisa: "Ela era uma modelo, que veio passar as férias aqui em Nova York. A gente se conheceu e nos apaixonamos, depois de nove meses você nasceu. E logo após ela teve que voltar ao trabalho e nunca mais voltou.", e logo após me responder ele ficava bravo comigo e me mandava ir pro quarto.
Eu sempre fui boa aluna na escola, não era nem nerd, nem popular. Eu me considerava neutra. Era amiga da maioria das meninas, tirando uma ou outra que eu não me dava bem, e amiga de todos os meninos, mas tinha mais intimidade com uns do que com outros.
Eu, como toda pessoa, tinha meus dias bons e ruins. Mas, nos dias ruins, sempre tinha a minha amiga Arya, para me dá apoio e me ajudar. Nós éramos carne e unha, nunca ficávamos separadas. Quase nunca brigávamos, e quando brigávamos, eram brigas bestas e nós ficávamos no máximo cinco minutos sem nos falarmos. Ela era a única que me entendia e eu a única que entendia ela.
Nunca tinha tido um namorado, e não me importava com isso, preferia que fossem meus amigos a meus namorados. É claro, alguns olhavam pra mim. Um "garoto" parecia que me observava como se eu fosse um experimento químico ou um monstro até.
Eu quase nunca saia de casa, meu lazer era na maioria das vezes o shopping, isso por que meu pai era super protetor e só me deixava sair acompanhada.

Como você entrou para a caçada? O "garoto" que ficava me observando na verdade era um sátiro, que me levou pro acampamento meio-sangue, onde fui reclamada, sendo filha de Afrodite. Descobri que tinha vários irmãos e irmãs, todos muito bonitos, claro, por que são filhos da deusa da Beleza. No acampamento aprendi muitas coisas, mas principalmente como me defender de monstros. Todo dia depois do treino eu ia aos campos de morango, colher alguns. Um dia quando voltava de lá, uma luz rosa tremeluziu na minha frente e logo em seguida apareceu uma mulher de cabelos loiros e olhos azuis. Era a mulher mais bonita que tinha visto. Ela falou que era minha mãe e que queria conversar comigo. Andamos até a floresta e lá continuamos conversando até que ela teve que ir embora. Ela voltou outras vezes para falar comigo e com alguns outros irmãos recém-chegados. Um dia, enquanto ela andava comigo e conversávamos, um raio retumbou e ela disse:
- Ops, Zeus descobriu minhas fugas! Filha até mais, acho! - e logo depois tremeluziu em uma luz rosa e sumiu.
Depois daquele dia ela nunca mais voltou e nem se comunicou por mensagem de Íris. Talvez por que Zeus deve te-lá punido por suas escapadas ou algo do tipo. No começo tentei me convencer que era só isso, mas depois de um tempo pensando assim notei que eu só queria me enganar e não notar que ela tinha nos abandonado de novo. Comecei a sentir muita raiva por minha mãe ter me abandonado mais uma vez. Queria quebrar toda a mobília do chalé de Afrodite e matar todos os monstros disponíveis na face da Terra. Não conseguia conter minha raiva. Passava quase todas as noites chorando com raiva dela e os dias passava caminhando na floresta e treinando na arena, para desestressar. Um dia quando andava na floresta, vi um cervo dourado correndo e logo em seguida uma mulher com um arco e um capuz prateado apareceu na minha frente seguindo o cervo. Levantei o meu chicote por causa do susto e a mulher apontou o arco com uma flecha para mim. Ela olhou pra mim com cara de surpresa e depois tirou o capuz e deixou a mostra os cabelos ruivos. Eu abaixei o chicote e fiquei olhando pra ela com um olhar de como se estivesse impressionada e realmente estava. Ela era muito bonita, uma beleza radiante. Ela sorriu e disse:
- Olá semideusa, sou Ártemis. Como se chamas? – perguntou gentilmente
Forcei a voz a sair e disse: - Olá Lady Ártemis, me chamo Mary Darkrose. Filha de Afrodite. – quando disse o nome de minha mãe fiz uma pequena careta. Ela deve ter notado a careta, por que perguntou:
- O que foi? Não gosta da sua mãe? – e depois deu uma risadinha – Eu também não, sem ofensas.
Ri e depois disse o que eu sentia para ela e tudo o que tinha acontecido. Ela não falou nada por um tempo e só me escutou. No final, depois que escutou toda a minha revolta disse:
- Querida, tenho uma proposta para fazer a você. É a única exceção que irei abrir. Gostaria de se juntar a caçada e ser imortal? – perguntou com delicadeza.
Pensei por alguns segundos e disse: - Sim, Lady Ártemis.
- Então só precisa dizer o juramento das caçadoras e assim te farei uma das minhas.
Respirei fundo e disse: - Eu me comprometo com Ártemis. Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto á Caçada.
Ela deu um sorriso e disse pra eu pegar minhas coisas no chalé, que ela iria me levar para junto das caçadoras. Fiz o que ela disse o mais rápido possível e logo estava junto com as outras caçadoras.

Primeira caçada: Estava caçando com as outras caçadoras como sempre. Eu ainda era inexperiente, então sempre era passada pra trás e as outras caçadoras resolviam mais rápido as batalhas. Já cansada disso, fiquei com uma flecha preparada no arco esperando algum monstro aparecer.
De repente apareceu um cão infernal meio raivoso na nossa frente. Fiquei feliz e empolgada e logo gritei: - Deixem que eu cuido desse! – e atirei a flecha nele. Ela acertou sua pata direita.
Ele começou a uivar de dor e eu peguei outra flecha pra atirar nele. Mas, sem querer atingi uma caçadora no rosto quando tirava a flecha. Pedi desculpas, e nesse meio tempo o cão infernal pulou em cima de mim. Algumas outras caçadoras se aproximaram pra me ajudar mais eu gritei: - Deixem! Eu resolvo! – e elas se afastaram.
Tentava desviar do cão que queria morder meu rosto, me virando de um lado pro outro tentando derruba ló. Notei finalmente que eu ainda segurava a flecha na mão, passei meu braço pra baixo do corpo do cão e enfiei a flecha na barriga do mesmo. Ele parou de tentar me morder e uivou de dor, começou a andar pra trás. Levantei-me e peguei minha faca na bota. Aproximei-me do cão e chutei-lhe a cara e depois chutei suas costelas derrubando-o no chão. Depois que ele estava caído no chão, enfiei a faca no pescoço dele e esperei ele se transformar em pó. Respirei fundo e depois me juntei novamente as outras caçadoras.

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