Percy Jackson Olympian Alliance

O Refeitório

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O Refeitório

Mensagem por Administração em Ter Mar 26, 2013 10:52 am


Várias mesas de carvalho espalhadas pelo local, sendo uma para cada chalé do acampamento. Os campistas de chalés diferentes jamais se senta na mesma mesa ou podem ser punidos pelo Sr. D e isso não é nada bom. O refeitório pode ser o paraíso dos gulosos, visto que a bebida que você quiser aparece nos copos e existe uma grande variedade de comida. A única coisa que não se pode esquecer é de oferecer a melhor comida de seu prato aos deuses.

Bom apetite!

Aqui os semideuses cansados podem recuperar até metade da sua vida e energia, basta fazer um bom post que será avaliado pelos mesmos critérios da arena.

Regras do refeitório:
-Você só faz uma refeição por dia.
-Se seu post for ruim, você recuperará apenas parte do HP e MP perdido.
-Não se ganha dracmas ou XP por comer.
-Não faça do refeitório um chat, aquele que fizer isso estará perdendo pontos de respeito às regras.
-O único jeito de aumentar o limite de HP e MP é treinando, se você tiver perdido cinco pontos e fizer um bom post, estará recuperando cinco pontos e não ficará com "HP na reserva" por exemplo, com a barrinha de vida em 120/100.
-Aquele que chegar com o HP a 0, morre.( Não me diga!)
-Posts com menos de cinco linhas serão ignorados.
-Se estiver em missão, não pode postar no refeitório.

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Re: O Refeitório

Mensagem por Jason Blackwood em Ter Maio 14, 2013 1:14 pm


Eating something


Acabara de retornar a uma busca de uma criança perdida na floresta, estava cansado fisicamente, minha energia estava fraca e minha forme era enorme. Mesmo com Sol forte o que já recupera parte de minha energia e o tempo agradável e perfeito para atividades, eu tinha que comer algo urgente.

Sujo das lutas na floresta e com alguns arranhões bem superficiais espalhados pelo corpo andei devagar até o Pavilhão do Refeitório. Olhei no relógio do local que marcavam quase duas horas e os campistas já encerravam suas refeições e a maioria já não estava por lá. Deixei minha aljava e arco no banco, senti meu corpo bem mais leve por que o peso normal de minhas armas me fazia doer as costas, era um grande sintoma de cansaço. Saudei um irmão que perguntou sobre meu resgate e agradeceu em silêncio por eu voltar, ou reclamou, quem sabe.

Peguei um prato e fui até o vasto banquete, havia desde peixes e pernis até saladas variadas, arroz à grega, frango grelhado ou assado, frutas e carne à vontade. Peguei um belo pedaço de pernil, um pouco de arroz com especiarias e temperos gregos, salada e carne assada para terminar o prato. Caminhei até a churrasqueira, agora eu podia rezar com voz baixa, pois não se tinha todo o barulho do jantar. Cortei um pedaço de pernil e joguei nas chamas e também um pouco de arroz dizendo:
-Obrigado deuses por mais um dia no acampamento e refeição, agradeço ao meu pai Apolo por ter ajudado e guiado meu corpo e mente na missão e espero continuar sendo um bom filho.

Afastei da fogueira que crepitava viva e ardente, pude ver a fumaça que agradava aos deuses subir sem tantos desvios pelo fraco vento que passava pelas mesas. Sentei ao lado de minha aljava, durante algumas garfadas e cortes na carne, toquei o copo de prata que havia acima da mesa e um suco roxo tomou toda a superfície interna, era suco de uva. Eu ficava surpreso com a magia dos copos de ter qualquer bebida que quisesse.

Devagar e aproveitando cada pedaço ou porção de comida, fui almoçando observando outros semideuses que faziam o mesmo e alguns sátiros que tocavam suas flautas de junco, deixando o ambiente agradável. Deixei meu prato sujo por cima da mesa, retomei minhas armas e antes de sair do local, agradeci novamente aos deuses por me protegerem na missão.
-Obrigado




POST: Always First NOTES: Cominn back to home WITH: Alone WHERE: Dinning Hall

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Re: O Refeitório

Mensagem por Apolo em Ter Maio 14, 2013 1:21 pm

Você teve criatividade, visto que é difícil fazer um post diferente no refeitório. Foi coerente e não teve praticamente nenhum erro ortográfico.

+22HP e +40MP

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Re: O Refeitório

Mensagem por Jason Blackwood em Qua Maio 15, 2013 2:53 pm


One more lunch


Ontem percebi que o horário mais calmo para comer no refeitório é no final do almoço, quando todos os semideuses já terminaram suas refeições e partido para suas obrigações. Coloquei uma calça jeans escura e uma camisa branca, guardei em uma mochila minha lira, minhas partituras e uma caneta e fui para meu almoço.
Não havia barulho mais no local, algumas harpias retiravam os pratos sujos das mesas e os últimos semideuses terminavam suas refeições. Deixei minha mochila sobre a mesa e peguei meu prato. Como sempre a mesa estava cheia de comidas perfeitas, tinha sérias suspeitas de quem fazia tudo isso, mas jamais perguntei. Servi meu prato com batatas pequenas temperadas com alguma coisa que cheirava tão bem, algumas nozes e castanhas, um pedaço de carne assada e andei até a fogueira.

Fechei os olhos em oração aos deuses, deixava algumas nozes, batatas e um pedaço de carne queimar e liberar uma fumaça que curiosamente era o que agradava os seres divinos:
-Obrigado pelo dia de atividades, Ártemis, uma prece especial por você ajudar seu sobrinho.

Voltei a mesa e coloquei meu prato de lado, meu copo estava cheio de suco de laranja. Com algumas garfadas eu almoçava sem dar atenção à comida, dedilhava minha lira numa nova música que o professor de música ensinou no Anfiteatro. Eram acordes alegres e ritmados, Quando dei conta que uma harpia olhava com raiva para mim, percebi que a hora devia estar avançada, terminei rápido o pouco de comida e fui embora antes que eu tivesse que limpar pratos.




POST: Second meal NOTES: Eat and play are so good WITH: Other demigods WHERE: Dnnig Hall

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Re: O Refeitório

Mensagem por Charles M. Walker em Qua Maio 15, 2013 3:31 pm






Hum... comida!


Imagine alguém que esteja morrendo de fome, multiplique pelo infinito... o resultado será: Henry. O calor estava de matar, eu havia treinado e estava na praia, havia acabado de sair do mar e estava conversando com alguns colegas meus filhos de Hermes e Apolo e meu estômago roncava implorando por um pouco de comida. Vi que já passava de meio-dia e era hora do almoço no pavilhão do refeitório, fui para meu chalé e formamos a fila que era de rotina no acampamento. Todas as minhas irmãs se sentaram a grande mesa de carvalho destinada ao meu chalé enquanto eu me sentei em uma das pontas, era muito estranho ser o único homem no chalé.

Eu peguei um prato e observei a variedade de comidas que havia por lá, me servi com um pedaço de carne assada, coloquei também um pouco de arroz e uma salada de algo que parecia alface fresco. Me aproximei da fogueira e fiquei com um pouco de pena por cortar metade do meu pedaço de carne, mas mesmo assim... cortei e a joguei na fogueira.

-Para minha mãe Perséfone e minha senhora Nyx.

Senti o odor agradável subir, sinal de que os deuses aceitaram minha oferenda, então voltei para minha mesa e devorei avidamente minha comida, logo após toquei na minha taça de prata e ela se encheu com suco de morango, acho que aquilo era a parte mais legal de fazer uma refeição...



Onde: Refeitório ★ Com quem: Meu chalé ★ Vestindo: Sem camisa 8)



Thanks Apolo from PJO Alliance


Última edição por Henry C. Smith em Qui Maio 23, 2013 7:21 am, editado 1 vez(es)

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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Qui Maio 16, 2013 1:34 pm

Luke - Foi um bom post, mas bem comum. > 20HP e 20MP

Henry - Como você é um morto de fome, menino. e.e Post também comum. > 8HP e 20MP

ATUALIZADOS

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Re: O Refeitório

Mensagem por June C. Schmidt em Qui Maio 16, 2013 2:16 pm

Refeitório!
Almoçando junto com o Henry


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Ah! O doce Refeitório. Aquele que satisfaz as pessoas mais famintas e mais gulosas que o mundo já pode ter conhecido e não é de menos, existem tantas guloseimas que eu me perco nesse mar alimentício. Sim, para uma garota falar isso é meio estranho já que a maioria, ou não, gosta de manter o seu corpo alinhado, perfeito e etc. Ok, ok. Também sou assim.

Eu estava sentada ao lado de meu gêmeo na mesa de Perséfone junto com as minhas outras irmãs. Minha camiseta laranja do Acampamento estava amarrotada na ponta e eu usava meu short jeans preto que combinava a cor com o meu tênis. Em um rabo de galo lateral, caindo sobre o meu ombro direito, estava o meu cabelo castanho um pouco mais escuro que os de Henry, mas acho que isso foi depois que os tingi por rebeldia.

Muitos semideuses a nossa volta já enchiam os seus pratos e se encaminhavam a fogueira deixando um pouco do alimento e fazendo pedido aos deuses e motivada por aquilo, também comecei a encher meu prato. Pensei nas coisas que mamãe gostaria realmente de “comer” apesar de saber que não haveria tanta diferença, pois o que importava era o cheiro. No final meu prato tinha algumas batatas, várias verduras e legumes que eu simplesmente amava e um pedaço de filé.

Levantando-me da mesa junto com o meu irmão que me esperava, saímos em disparada em uma corrida silenciosa para ver quem chegava primeiro a fogueira que parecia dançar aos nossos olhos. Coloquei o pé esquerdo entre um passo de Henry, ou seja, entre o pé direito e esquerdo e ele tropeça quase deixando a comida cair. Abafo uma gargalhada e recobro a seriedade apesar do garoto estar me praguejando. Já estava na hora de eu compartilhar um pouco de meus pensamentos com a minha mãe.

Joguei grande parte dos meus legumes e verduras e o cheiro que subiu foi totalmente diferente do que eu esperava. Era tão gostoso que eu mal conseguia explicar, sério. Em minhas preces silenciosas, agradeci minha mãe por tudo que ela vinha fazendo durante todos os meus dezessete anos de vida. Henry murmurava alguma coisa, mas não forcei para ouvir. Era pessoal esse momento.

Voltamos para mesa com os pratos razoavelmente cheios enquanto ele me empurrava e tentava de uma forma divertida se vingar de mim. Eu apenas ria e repetia as mesmas brincadeiras, o que era bom. Era um dia perfeito e eu estava feliz.

Sentamos novamente a mesa e comemos silenciosamente, mas entre garfadas e outras, conversávamos ou comentávamos algo de interessante. Meu copo havia se enchido com suco de tangerina e eu bebia com gosto, pois era o que eu havia pedido.

Terminado o almoço, despedi de meu irmão e saí para o Chalé. Já estava passando da hora de eu me interagir com as minhas perfeitas flores.




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Re: O Refeitório

Mensagem por Hades em Qui Maio 16, 2013 5:25 pm

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Foi um bom post, mas nada muito fora do comum para o refeitório, mesmo assim, é muito difícil criar algo novo neste tópico. Seu post foi coerente e houve nenhum erro gramatical. + 20 HP/ + 20 MP

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Re: O Refeitório

Mensagem por Berit A. Njorthrbiart em Sex Maio 17, 2013 12:45 pm



Primeiro Lanche
Meu lanchinho, meu lanchinho, vou comer, vou comer ...
Exausta! Essa era a palavra que me definia perfeitamente... Depois de muitos treinos, eu não conseguia sentir mais meus membros e foi com um certo grau de dificuldade que cheguei ao pavilhão do refeitório.

Por ser manhã, alguns campistas ainda tinham sua primeira refeição; na mesa do chalé seis, não havia ninguém. Sentei-me na ponta e respirei fundo. "Berit, vamos lá, você tem que ficar forte." dizia a mim mesma... Eu não conseguia deixar essa mania de lado; acho que o fato de eu não ter amigos o acampamento acabava fazendo de mim minha única amiga. Eu tinha que me dar conselhos, brigar comigo mesma. Isso era muito estranho, mas jamais conseguiria mudar meu jeito de ser.

Uma das ninfas parou de súbito ao meu lado, seus olhos cor do fogo me hipnotizaram e o seu perfume de rosas me levou ao delírio; por pouco não adormeci. Ela sobrepôs na mesa um prato e um copo, também como três talheres - um garfo, uma faca e uma colher. Antes de se retirar, me desejou uma boa refeição; agradeci e procurei me concentrar no que eu iria querer. Um BigMac, coca-cola, batas fritas... É, eu pensei que estava no McDonald's

Logo lembrei-me do arroz a grega que meu pai fazia e uma bela porção do alimento pareceu em meu prato; em seguida, foi a vez da deliciosa lasanha vegetariana, e aquele cheiro maravilhoso invadiu minhas narinas! O copo encheu-se rapidamente de suco de maracujá. Estava mais que ótimo, porém eu tinha uma obrigação diante disso tudo.

Levantei-me e fui até a fogueira e joguei um grande pedaço da lasanha e um pouco do arroz nas chamas que crepitavam coloridas de laranja e amarelo: - Mãe, aceite minha oferenda - repeti o processo - Héstia, deusa dos lares, queira aceitar também minha oferta. - Esperei até que o fogo consumisse os alimentos e volte a sentar-me.

Devorei avidamente o conteúdo que sobrara e ao final disso, o estômago continuava a reclamar: HORA DA SOBREMESA! Assim que pensei isso, um pudim tomou conta do prato, bem como um pote de sorvete de chocolate. Minha boca estava cheia de água. A cada mordida eu sentia minhas forças voltarem aos poucos. O pudim logo acabou - sim, eu consegui essa dádiva - e o sorvete também chegou ao fim... Eu deveria ter engordado uns dois quilos :hm:

Já ia me retirando com dificuldade, pois estava tão cheia que mal era capaz de me mover, quando para minha surpresa, um potinho com alguns marshmallows surgiu com um 'puf'. Segurei-o e me dirigi ao chalé, mordiscando os docinhos e tendo alucinações...



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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Sex Maio 17, 2013 2:20 pm

MUITO BOM! Mesmo que no Refeitório não é muito possível ter criatividade, você foi demais. ^^'

+ 5HP + 15MP e... ATUALIZADO!

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Re: O Refeitório

Mensagem por June C. Schmidt em Sex Maio 17, 2013 5:57 pm

Refeitório!
Cheddar, muita vergonha e Coca-Cola!


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E novamente eu me sinto na vontade, como se eu não fizesse isso todo santo dia, de me abastecer no refeitório. Quando cheguei lá, vestindo minha típica camisa laranja, short jeans e uma chinela cravejada de detalhes florais, todos estavam se alimentando e uns e outro jogavam os seus alimentos na fogueira.

Enquanto eu andava passando pela mesa dos filhos de Hermes, eu totalmente desatenta tropecei em alguma coisa e caí. As minhas mãos ficaram sujas de terra assim como o meu joelho e eu incrivelmente e constrangedoramente estava literalmente de quatro. Ergui a cabeça e fitei um garoto com cara de curtidor que me olhava. Ele prendia a risada e segurava um fio na mão.

“A não...” Pensei comigo mesma. Quando olhei para baixo, bem logo se encostando à minha barriga, um fio de pesca estava estendido e eu tinha a certeza de que fora aquilo que me derrubara. Os filhos de Hermes, todos, explodiram em uma risada em conjunto. Minhas bochechas adquiriram um tom escarlate e eu me levantei ligeira, limpando as mãos e os joelhos.

Já sentiu muita vergonha? Bom, me senti assim quando todas as outras mesas viram o que aconteceu e começaram a rir também. Ok. Eu teria que aguentar aquilo. Apenas sorri e acenei como uma boa moça e fui me juntar à mesa dos filhos de Perséfone. Antes de sentar, porém, eu olhei para todos eles e gritei.

- Autógrafos só depois, obrigada. – E mandei um beijo com a mão. Muitos reviraram os olhos, outros apenas continuaram a rir e eu, mesmo morrendo internamente, continuei sem demonstrar nenhum sentimento desses. Olhei para o meu prato vazio e continuei olhando até eu ver que a maior parte das risadas tinha cessado.
Era comum os filhos de Hermes fazerem pegadinhas... Com qualquer um eles poderiam fazer, menos comigo, né? Continuei divagando até perceber que eu não tinha comido nada e o meu estomago estava em protesto. Fiz um biquinho e tentei imaginar qual era o meu desejo alimentício essa hora...

- Hum... – Murmurei comigo mesma e pensei em um hambúrguer e batatas fritas. Trouxeram-me nostalgia das vezes que eu juntava o dinheiro que eu conseguia obter com muita “persuasão” no orfanato e ia ao Burger King comprar um Combo Cheddar. Olhei para o meu copo e logo ele se tornou preenchido com um liquido negro, que era Coca-Cola.

Levantando imediatamente, peguei meu prato e fui até a fogueira. Mandei metade das batatas fritas para o fundo e olhei para o céu, sorrindo.

- A você mamãe e a você Dionísio que tanto me ajudam. – Sussurro para ninguém mais ouvir e volto a meu lugar a mesa. A cada mordida que eu dava no pão, me sentia mais forte... Ou é só meu estomago prestes a explodir com tanta carne, queijo cheddar, batata frita e coca-cola. Deuses... Eu tinha que manerar na minha alimentação.

Depois de ver que o meu prato estava limpo e meu copo também, passo as mãos na barriga e dou algumas batidinhas como um bom velho que joga poker e toma cerveja. Nada demais para um bom dia no refeitório. Aceno para as minhas irmãs e, como Henry não estava ali, não espero para me despedir de ninguém.




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Re: O Refeitório

Mensagem por Perséfone em Sab Maio 18, 2013 5:39 pm

Engraçado, assim foi o seu post! Foi coerente e não muito criativo - o que é quase impossível neste lugar do acampamento - mesmo assim, está ótimo!

10 de HP
20 de MP

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Re: O Refeitório

Mensagem por Jason Blackwood em Qua Maio 29, 2013 8:15 pm

Em fila entraram os filhos de Apolo, claro que não era aquela organização e silêncio enter nós, mas respeitamos tradição de seguir o líder do chalé e sentarmos em nossa mesa. A noite era agradável e realçava a fogueira brilhante em chamas rubras misturadas com laranja quente o que chamava atenção, porém não mais que a bela mesa de comida.

Levantei brincando com um irmão meu pegando seu refrigerante de laranja e bebendo e graças a isso ganhei um cascudo, mas ouvi risadas. Peguei meu prato e servi-me com arroz grego, cheio de tempero e vegetais, coloquei alguns pedaços de carne assada e também batatas feitas em um óleo bem interessante e aromoso.

Fui até a fila para oferecer parte de minha comida aos deuses e enquanto aguardava a minha vez observei a mesa dos outros campistas. Era uma noite bem animada, alguns filhos de Hermes brincavam com outras mesas, a mesa de Afrodite liberava um perfume muito bom e da mesa de Hipnos podia se ouvir roncos dos seus filhos e também ver os filhos de Morfeu tentando ver e manipular os sonhos dele, bem espertos. Quíron sorria ao ver os seus campistas comerem, estava em sua cadeira de rodas mágica e usando um agasalho cinzento feito de lã ou algo assim.

Assim que minha vez de saudar os deuses chegou deixei cair um pedaço de carne, uma pequena porção de arroz e algumas batatas, abaixe a cabeça em reverência e com um agradecimento pequeno e silencioso observei a fumaça sair das chamas. Sentei junto de meus irmãos e comi minha comida acompanhado de um copo cheio de suco de uva. Depois de algumas garfadas, histórias dos meus irmãos e beber meu suco caminhei de volta ao meu chalé para dormir.
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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Qua Maio 29, 2013 9:01 pm

Ficou meio comum. Normal.

10HP e 15MP


ATUALIZADO

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Re: O Refeitório

Mensagem por Jason Blackwood em Qui Maio 30, 2013 4:43 pm

Estava sentado na mesa do chalé de Apolo almoçando junto de meus irmãos de chalé calmamente prevendo que haveria algum problema, que não demorou a acontecer. Antes de começar a comer eu havia entrado no pavilhão de refeitório usando uma calça jeans clara e uma camiseta cinza, carregava comigo minha aljava repleta de flechas nas costas e segurando meu arco na mão, isso por que iria treinar depois da refeição.

Apoiei meu arco na ponta da mesa e coloquei minha aljava sobre o banco e fui até a mesa de jantar servir minha comida. Nesse momento que vi o primeiro sinal de problema, quando um filho de Hermes e outro de Dionísio se estranharam próximo a fogueira. Ignorei esse evento e enchi meu prato com carne para que eu tenha proteína para os músculos ficarem mais fortes durante o treino e vi que no local das frutas alguns filhos de Hermes brincavam com um filho de Dionísio. Os filhos do deus ladrão pegavam as frutas dele e isso só parou quando um rapaz mais velho se aproximou.

Fiz minha prece quieto jogando parte da carne nas chamas, mas minha atenção estava nas outras mesas vendo que aconteceria algo diferente. Cortei minha carne devagar conversando com um irmão meu sobre a nossa aula de instrumentos musicais, ainda tinha certa dificuldade com acordes rápidos da lira e ele me ajudava com a agilidade do dedo. Eu tomava um copo de suco de laranja e terminava meu prato quando ao fundo ouvi:
- Por que você fez meu refrigerante virar fel?
- Pelo mesmo motivo que vocês ficaram pegando as frutas de meu irmão, diversão.

Alguns semideuses filhos de Dionísio riam do copo jogado sobre a mesa e do líquido escorrendo a mesa enquanto alguns filhos de Hermes pegavam frutas e comida para jogar. Abaixei um pouco na minha mesa vendo uma maçã ser atirada pelo filho de Hermes que bebeu fel e logo uma coxa de galinha veio em resposta. Peguei meu prato com um pedaço pequeno da carne que restara e fiquei abaixo da mesa terminando quando ouvi;
- GUERRA DE COMIDA!!!

Depois disso comida era lançada de todo o canto e até mesmo meus irmãos se meteram. Uvas eram jogadas na mesa de Hermes enquanto eles viravam a mesa usando como escudo ou barricada. Peguei meu arco e joguei minha aljava nas costas para sair dali. Usei uma bandeja de prata para defender meu rosto de alguns punhados de batatas voadoras e dei o fora antes que punições fossem dadas por Quíron. Mesmo sujo de comida fui para a Arena treinar um pouco, mas só agora ria de tudo que aconteceu e também do bolo de carne que acertei em um semideus, não sou nenhum santo.
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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Qui Maio 30, 2013 9:24 pm

Atualizado
Um poste criativo e sem erros. Parabéns!
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Re: O Refeitório

Mensagem por June C. Schmidt em Sex Maio 31, 2013 12:26 pm

@

Almoço e Alvoroço (e.e)
POST: 02 ● WHERE: Refeitório! ● WITH: Everebody
Nada como sair da Enfermaria e estar morta de fome. Claro que eu passei no chalé de Perséfone antes para escovar os dentes e tomar um banho para, aí sim, seguir direto para o Refeitório.

O trajeto foi meio difícil para mim. Eu ainda andava mancando por conta de minha perna esquerda perfurada. Essa com toda certeza havia sido a missão mais difícil que eu já tinha enfrentado, sério. Mas apesar de tudo isso, eu ainda tinha cede de vingança por conta daquelas Dracaenae.

Alguns semideuses que passavam por mim sempre me cumprimentavam e outros me perguntavam como tinha sido a missão. Eu, modestamente, dizia que quase fui morta, mas depois ria daquilo como se fosse uma piada e, decididamente não era uma piada.

Quando cheguei ao Refeitório, vários outros semideuses praticamente já se serviam e iam à fogueira. Quando olhei para o céu vi que o sol estava a pino, ou seja, hora do almoço! Manquei mais rapidamente (quase como um sátiro) em direção à mesa de meu chalé e me sentei.

Algumas de minhas irmãs eu já tinha visto no chalé antes de vir para cá, mas as outras estavam fazendo outras atividades e ainda não tinham me visto desde que eu tinha chegado da missão. Elas me parabenizaram e me abraçaram como uma grande família, o que realmente éramos. Quando eu cruzei toda a área com os olhos, vi Pietro.

Ah! Aquele sim era a pessoa que eu estava esperando para ver. Pietro Bertolazzo, o filho de meu mestre Dionísio e o cara mais gato do Acampamento, pelo menos para mim. Quando nossos olhares se cruzaram, o que acontecia frequentemente, eu dei uma piscada e um sorrisinho que ele correspondeu. Bom, meu coração depois disso começou a fazer várias voltas olímpicas em torno de si mesmo e eu com a mente em outro lugar comecei a me servir.

Eu estava com tanta fome que enchi o meu prato com todos os tipos de legumes, verduras, carne e os outros tipos de comidas presentes ali. Levantei-me com o prato em mãos e andei com dificuldade em direção à fogueira.

- Obrigada mamãe por eu ter conseguido completar essa minha missão... – Murmurei e depois olhei de soslaio para Pietro. – E obrigada Afrodite por fazê-lo surgir aqui. – Eu terminei de falar com um sorriso e joguei um pouco de minha comida no fogo saindo mancando de volta a mesa em seguida.

A comida estava uma delicia, eu deveria dizer. Ela sempre estava uma delicia na verdade. O meu copo havia sido enchido com um liquido preto que era Coca-Cola (sinto que eu engordaria muito ali) e já estava quase vazio novamente. O prato só continha um pedaço de filé que já não cabia mais em meu estômago e me levantando para ir embora, uma sombra pairou sobre mim.

Perdi o ar. Sim. Essa era a forma total de dizer que eu levei um susto (extrema e maravilhosamente positivo) quando Pietro tinha vindo ao meu encontro. Olhei para ele com um sorriso tímido e ele me olhou com um sorriso brincalhão.

- Precisa de ajuda? Percebi que está meio mancando. – Ele falou tentando conter o riso e eu revirei os olhos. Saí do banco com cuidado e parei ao seu lado.

- Adoraria, Bertolazzo. – Eu falei imediatamente e ele passou o braço pelo meu. Algumas de minhas irmãs me olharam desconfiadas e tentando não rir, mas eu só pensava na sorte que eu tinha. Já podia ver até os fofoqueiros do Acampamento comentando: “June está saindo com o filho de Dionísio Pietro”. Mas quem disse que eu achava isso ruim?



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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Sex Maio 31, 2013 12:32 pm

Parabéns, gostei do post, criativo e engraçado, apenas tome cuidado com pequenos erros de escrita.
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Re: O Refeitório

Mensagem por Pietro Bertolazzo em Sab Jun 01, 2013 12:04 pm






Almoço


Depois de ter dormido um pouco mais no chalé de Dionísio após meu treino de arco e flecha pela manhã, decidi que iria almoçar. Saí do meu chalé sem muita fome, não era de minha personalidade ser esfomeado que nem muitos dos meus irmãos e irmãs. Fui para o refeitório conversando com uma filha de Hermes sobre os novos monstros na floresta, ela foi pra mesa do chalé dela e eu fui para a do meu. Peguei o prato que me era destinado e me servi com uma salada de rúcula, tomates, batata frita, um bom pedaço de carne bovina e um pouco de arroz e batata-palha. Aquilo estava me dando água na boca.

Fui até a fogueira e cortei metade da carne, jogando-a no fogo.

-Para meu pai, Dionísio.

Sim, era muito estranho oferecer comida ao meu pai na fogueira sendo que ele estava a uns 100 metros dali, mas de qualquer modo, era minha obrigação fazer aquilo. Sentei-me em minha mesa e comecei a comer, olhei para a mesa que estava ao meu lado e vi June mancando e se sentando. Sorri e dei uma piscadela pra ela, a garota pareceu envergonhada, mas feliz.

-Cara, vai lá. - Disse uma de minhas irmãs.
-O que? - Eu disse, me fazendo de desentendido. Pude perceber que as filhas de Afrodite já estavam de olho (ou seria ouvidos?) na nossa conversa.
-Ajuda a June a andar, quem sabe vocês... - Ela disse, mas não completou a fala.

Acabei de comer e aguardei que ela tentasse levantar, assim que vi ela fazer isso, fui até lá. Um de meus irmãos me desejou boa sorte. Sorri para a garota e tentei não me atrapalhar, eu não era filho de Apolo, mas sabia como dar em cima de uma garota sem acabar tropeçando ou gaguejando.

- Precisa de ajuda? Percebi que está meio mancando. - Eu disse, fingindo que aquilo era muito engraçado.

Ela aceitou e eu a levei para seu destino. Ao chegarmos na porta do chalé de Perséfone, nos encaramos por alguns segundos e eu não pude evitar fazer o que não fiz na arena e a beijei rapidamente. Ela olhou pra mim, sorriu e depois entrou no chalé dela.

 



Onde: Refeitório ★ Com quem: June 8)★ Post: 001



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Última edição por Pietro Bertolazzo em Qua Jul 17, 2013 3:55 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Sab Jun 01, 2013 12:08 pm

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Re: O Refeitório

Mensagem por Berit A. Njorthrbiart em Seg Jul 01, 2013 11:09 am



A Esfomeada

Aí aí... como a vidinha no camp era tediosa; sempre as mesmas coisas para fazer: colher morangos, limpar estábulos e treinar. Eu não via a hora de sair em uma missão, deveria ser tão... empolgante?!

De qualquer forma, eu precisava fazer uma refeição reforçada. Deixei o chalé seis vestida naquela minha camiseta que deveria ser laranja e usando um short jeans, meus tênis all star - que infelizmente não tinham asinhas - estavam em um tom de verde ou marrom, quando na verdade sua cor original um dia fora preto... Mas tudo bem, até a vida de certos objetos passam '-'

Quando cheguei ao pavilhão, fui logo para a mesa que estava quase vazia já que Thomy não gostava de se socializar e Cat vivia por aí com um tal 'amigo' seu. Eu havia aprendido a conviver com a solidão, e isso nem era tão ruim quanto pode parecer. Sentei-me e pus-me a brincar com algumas folhinhas secas que estavam caídas sobre a mesa; tive um leve sobressalto quando uma ninfazinha apareceu diante de mim, dizendo:

- Olá, filha de Atena! Bom dia! - ela era muito bonita; as ninfas costumavam me encantar.

Na minha opinião eram o mais próximo da magia nesse universo de monstros e deuses; ninfas são como fadas, delicadas, perfeitas e exercem essa sensação de conforto e segurança quando se está perto delas.

- Bom dia! - respondi vendo-a colocar sobre a mesa um prato, alguns talheres e um grande copo, todos feitos artesanalmente. Ela se curvou e acenou, despedindo-se de mim; era hora de decidir qual seria o lanchinho básico, meu estômago reclamava como se me desse uma bronca, eu estava com muitaaaaaaaa fome: ''que tal uma pilha de panquecas deliciosas com calda de chocolate?'' pensei, e com um estalar de dedos, meu pedido se realizou (está certo que o 'estalar de dedos foi pura coincidência :P); para beber, um copo de chocolate quente era essencial naquele dia em que uma chuvinha gostosa caía sobre os campos, regando nossas frutinhas.

Já ia levando a primeira garfada à boca quando o brilho da fogueira me chamou a atenção; a chuva nunca apagava as chamas mágicas de Héstia; sorri e levantei, jogando algumas panquecas sobre o fogo crepitante e oferecendo-as a mamãe e a Senhora dos Lares. Após isso, voltei para minha mesa e comecei a me deliciar com as maravilhas que estavam umas sobre as outras dentro do prato; elas derretiam na boca e pareciam ter gosto de tudo o que você quisesse. Primeiro era bolo de abacaxi, em seguida, marshmallows quentinhos, depois torta de limão! Não consegui me conter e praticamente as engolia sem mastigar, mas não notara minha voracidade até perceber que algumas filhas de Afrodite do outro lado do refeitória trocavam risadinhas entre si enquanto olhavam para mim. Que se dane! Eu não estava fazendo nada de errado - talvez só tivesse enchido a boca mais do que deveria.

Acabei com as panquecas em menos tempo do que você decifraria um enigma proposto pela Esfinge; o chocolate quente era meu próximo alvo; o líquido descia pela minha garganta dando uma sensação muito agradável, em segundos, o copo estava vazio.

Esperei um pouco até que a comida fosse digerida e já ia me levantando, quando uma tigelinha repleta de marshmallows coloridos surgisse com um PUF ao lado do prato. Peguei-a e levei-a comigo de volta ao chalé, a cada passo, jogava um deles na boca e o mais incrível de tudo é que pareciam nunca se acabar!

POST: 001 NOTAS: Eu me amo 'u' COM: Minha presença me satisfaz :lixa:


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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Qui Jul 04, 2013 8:10 am

Sou toda elogios para esse post.

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Re: O Refeitório

Mensagem por Jardel L. Heavensbee em Sex Jul 12, 2013 12:58 pm


Refeitório

Saborosa Refeição!

 Depois da minha ida à parede de escalada eu havia perdido muita energia, e não tem nada melhor para recuperá-la do que ir ao refeitório.  Na hora em que chego ao pavilhão vejo que o sol está a pino, e o local está apinhado de campistas almoçando.


Vou andando até a grande mesa repleta de uma variedade imensa de deliciosas comidas; antes é claro, tenho de enfrentar uma longa fila para pegar meu prato e os talheres. Finalmente depois de dez minutos esperando e morrendo de fome, começo a escolher a minha refeição. Encho meu prato com um pouco de arroz branco; duas conchas de carne de soja; ponho também bastante salada de alface, que é a minha preferida vista que a alface estava verdinha; e para finalizar ponho um grande pedaço de lasanha, e é uma lasanha mais leve, apenas de queijo e presunto.

Após encher meu prato, sigo pela longa e tortuosa estrada até a fogueira, para ai oferecer parte da minha comida aos deuses. Chegando lá ofereço metade da minha salada à minha mãe Deméter, por sempre me ajudar nas horas em que mais precisei; jogo parte da minha lasanha para minha irmã Perséfone, por ser tão legal comigo; e também sacrifico parte do meu arroz e da minha soja pra Héstia, a deusa dos laços familiares.

Sinto o doce aroma que vem da lareira, significava que meu sacrifício foi aceito pelos deuses. Ao termino dessa tarefa, sigo para a minha mesa onde também se encontravam meus outros irmãos. Tenho uma ótima refeição, troco algumas palavras com alguns deles a respeito do lago de canoagem. Depois retorno ao chalé para descansar um pouco e depois talvez treinar.


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Re: O Refeitório

Mensagem por Convidado em Sex Jul 12, 2013 8:18 pm

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Re: O Refeitório

Mensagem por Pietro Bertolazzo em Qua Jul 17, 2013 11:36 am






Um morto de fome


Acho que a única frase que me descrevia sentado na minha cama no chalé em pleno sol do meio-dia é: Um morto de fome. Eu havia treinado pela manhã e agora eu descansava no chalé. Minha vida é baseada em "Comer da sono e dormir dá fome", eu tinha optado por dormir, mas a fome acabou vencendo essa batalha.

Me levantei e fui em direção ao refeitório, meu estômago roncava e acho que ouvi ele chorar (-q). As comidas do acampamento eram sempre muito apetitosas, às vezes quando eu preciso chantagear um de meus irmãos, eu deixo eles sem comer e depois obrigo eles a ficarem olhando para o balcão de comida... essa é uma tortura tão horrível que eles acabam fazendo o que eu quero :P

Enfim, peguei um prato branco e redondo, como a maior parte dos pratos e me dirigi ao balcão. Me servi com tudo o que cabia no prato. Comecei colocando um pouco de arroz, em seguida eu coloquei uma porção de creme de milho, um pouco de ervilhas, um suculento pedaço de carne e por fim coloquei uma salada de rúcula e um pedaço de frango grelhado. 

Eu estava praticamente inundando o prato com saliva, mas me lembrei que tinha que oferecer comida aos deuses. Meu pai estava ali ao lado, pensei em chegar pra ele e dizer "Toma, velho gordo, escolhe o que quiser", mas era perigoso demais. Acabei indo até a fogueira e joguei metade de uma das carnes.

-Para Poseidon, meu senhor. - Depois joguei um pedaço de outra carne - Para Afrodite, que ouça minhas preces.

Em seguida, me sentei ao lado de uma irmã, toquei o copo da mesa e vi suco de uva aparecer. Então finalmente saciei minha fome.
 



Onde: Refeitório ★ Com quem: Pessoas ★ Post: 002



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