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Ficha de Reclamação de Lucas Lafayette.

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Ficha de Reclamação de Lucas Lafayette.

Mensagem por Apolo em Seg Maio 13, 2013 7:08 am

Nome Completo: Lucas Lafayette.
Progenitora: Deméter
Idade: 16
Por que deseja ser filho(a) de Deméter? Deméter, para mim, é a deusa com quem mais me indentifíco, minha personalide diria que é a padrão dos filhos dela. Além do mais, é uma ótima deusa e sempre gostei das plantas e do trabalho de Deméter no mundo.
História: Nasci numa cidade do interior de uma cidade da Califórnia. Eu achava uma cidade chata, realmente não gostava muito dela. Não sabia nada sobre mim a não ser quer fui adotado ainda bebê. Não conhecia meus pais biológicos, mas sentia que era especial. Quando tinha oito anos, meus pais adotivos disseram que eu tinha um pai e que eles sabiam quem era. Fiquei muito feliz, mas só por um minuto. Quando eu disse que ''tinha'', estava falando sério, eu tinha um pai até um dia antes de me falarem que ele existia. Fui ao enterro dele e o vi pela primeira e última vez. Fiquei impressionado quando vi que ele se parecia comigo mais que imaginava, não se percebia isso, mas eu via que os traços do rosto dele pareciam com os meus. Disseram-me que ele morreu enquanto estava em cidades próximas, fazendo expedições. Era um cientista e arqueólogo, pelo que sei, ele adorava muito plantas e mitologia grega, mas eu não sabia bem por que. Conheceu minha mãe, que ninguém sabia quem, na minha cidade natal. Ele teria vindo para desvendar mistérios de uma caverna desconhecida da região. Por incrível que pareça ele morreu com um sorriso no rosto. Depois de todos terem ido embora, fiquei por um tempo para examinar a lápide. Uma linda e grande árvore apareceu do nada contornando o túmulo com seus galhos longos e o nome do meu pai brilhou na pedra como fogos de artifício. Ele se chamava Robert Lafayette, um nome sobrenome francês que eu gostava muito, sempre que o ouvia me sentia mais importante. Em fim... Agora sabia por que meu sobrenome não era igual á dos meus pais adotivos, queriam preservar a família Lafayette, sabendo que não restavam muitos ainda. Cinco anos depois, descobri coisas esquisitas sobre mim que não sabia. Meus pais me contaram que quando tinha só cinco meses, o conteúdo de minha frauda era ótimo adubo do mundo, perceberam quando jogaram minha frauda sem querer na nossa horta humilde, eu fiquei um pouco envergonhando, mas logo esqueci. Também contaram que uma vez, quando eu tinha cinco anos folhas, muitas, mas muitas folhas me perseguiram enquanto eu corria no campo com os cavalos. Já não sabia o que eu era, mas sabia que as plantas tinham alguma coisa a ver de quem eu era ou da minha mãe. Todo o dia depois disso minha cabeça girava de confusão. Ia muito para uma cachoeira perto da minha cidade para pensar e ler um pouco. Um dia eu acabei dormindo com o livro no rosto. Eu acordei quando já era noite, eu estava com muito medo, mas um musgo verde e brilhante no chão frio me guiou para um túnel. Eu comecei a ouvir coisas estranhas atrás de mim, pareciam monstros, mas eu não acreditava muito nisso. Os grunhidos ficaram cada vez mais fortes e eu comecei a correr no túnel antigo feito de pedras. Eu corria cada vez mais rápido com medo do que poderia estar atrás de mim. O túnel acabou e eu me vi em meio a muitas árvores de diferentes tamanhos, algumas maiores que edifícios. Eu corri e quando olhei para trás vi que realmente eram monstros, algo praticamente impossível. Agora eu estava em frente a um grande penhasco, eu não pensei duas vezes, preferia o penhasco aos monstros, com certeza. Pulei, um pulo suicida. Eu vi que uma ponte feita nada menos de madeira viva, daquelas árvores que estavam atrás de mim, apareceu, Era como um grande tronco de árvore. Uma voz doce de uma mulher disse:
- Venha, você precisa vir.
Corri e corri, até que a ponte acabou, mas eu já não estava mais na minha cidade e muito menos naquele lugar mágico, algo melhor ainda... Eu fui escorregando por uma colina lamacenta até chegar sentado no pé da mesma, admirando um grande acampamento. E junto comigo estava uma mochila e uma carta branca e delicada na minha mão com letras grandes, porém lindas e verdes dizendo:

Agora você está seguro, não se preocupe com seus pais. Eles já sabem onde está. Desejo que você seja muito feliz.

Sua mãe D.

Levantei-me e me deparei com criaturas da mitologia grega, iguais ás dos livros que lia e dos contos do meu país. Um centauro chegou, sorriu e me disse estendendo a mão para eu me levantar:
- Bem vindo, filho de Deméter.
Naquele mesmo momento percebi que era um semideus, eu era filho da deusa Deméter, mesmo que não estivesse acreditando muito no momento. Dei um sorriso e me levantei, abobado com tantas maravilhas.

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