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Ficha de Reclamação de Thomas Adams

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Ficha de Reclamação de Thomas Adams

Mensagem por Apolo em Seg Maio 13, 2013 6:57 am

Nome Completo: Thomas Adams
Progenitora: Atena
Idade: 14
Por que deseja ser filho(a) de Atena? Por me considerar inteligente, por gostar de estratégias e porque ela é minha deusa olimpiana favorita.
História: A vida é algo muito complexo, para alguns viver é sobreviver, não se arriscar, não se sacrificar por não conhecer algo mais importante que a si mesmo. Para outros, a vida é o conhecimento do mundo que o cerca, sobreviver a tudo que vier e a tudo que for a busca, é se apaixonar, é arriscar tudo por algo ou alguém. Agora, para mim, a vida é um jogo que a cada jogada pode ser a ultima. Um jogo irritante, perturbador, aterrorizante, que ainda tem apenas uma chance, porém, no fim acaba tudo, a única coisa possível de se fazer é deixar sua marca para não ser esquecido, para sempre lembrarem de que mesmo podendo acabar com tudo isso, aguentou até que o fim viesse...

Hoje seria meu último dia de aula se eu não tivesse que fugir de monstros há quase um dia, ou já se passou um dia? Tudo está muito confuso. Digamos que foi há um dia, eu estava em casa...
- Filho, fez o trabalho de história para amanhã? – meu pai perguntava da cozinha enquanto fritava algo para o café da manhã.
No meu quarto eu lia O Código Da Vinci pela quarta vez. Toda vez que eu lia, encontrava algo que não havia visto antes, talvez por causa de meu défict de atenção (DDA). Mesmo com a dificuldade, eu gostava de ler livros como esse. Na escola, eu sou incrível em história, matemática, educação física e diversas outras matérias que não precisem de muita atenção.
- Sim, pai! Fiz há 2 dias – fecho o livro que segurava e saio em direção a cozinha. Meu iria me chamar como sempre faz depois de me perguntar sobre meus deveres escolares.
- Café da man... – ao se virar com a frigideira na mão direita, meu pai ver que eu já estava sentado na mesa – Um dia você me ensina como faz isso – ele põe ovos em dois pratos e me entrega um deles.
Eu e meu pai não gostamos de conversar enquanto comemos no café da manhã, almoço e jantar. Isso desde sempre, sem motivo algum, talvez fosse por pensarmos enquanto comemos, pelo menos é o que eu acho.
Meu pai parecia pensar a mesma coisa quando fazia uma expressão estranha, parecendo que a mente não está ligada ao corpo, isso explicaria ele ficar pegando comida imaginária que estava ao redor do prato dele. Ele parecia pensar na minha mãe. Eu sempre penso isso porque um dia quando ele me contou um sobre ela, ele fez a mesma expressão. Deve ser isso.
Termino meu café da manhã, ovos, cereais e suco. Mesmo podendo ter um café melhor, eu e meu pai sempre preferimos coisas mais simples como esse. Ajeito minha camiseta azul escuro, coloco minha jaqueta de couro e por fim, minha mochila nas costas.
- Até mais tarde, pai – meu ainda pensava, então fui ignorado.
Após vinte minutos de caminhada, chego ao meu colégio que pouco gosto. Vejo em meu relógio que faltavam 5 minutos para bater o sinal, então acelero meu passo para conseguir não chegar atrasado. Com uma sorte surpreendente, consigo chegar até minha sala antes do sinal bater.
- Hoje foi por pouco, não foi, Thomas? – perguntou minha professora de história. Ela sempre conseguira me fazer ri mesmo não querendo.

No intervalo, fiquei longe de todos como sempre fazia. Apenas pensando, pensando em como deveria ser minha mãe. Então pego um de meus livros, um de mitologia grega – Como minha vida seria mais fácil se eu fosse como eles... – eu pensava inocentemente.
- Pensando como sempre, Thomas? – um flash branco interrompe meus pensamentos como se eu houvesse sendo acordado de um sonho.
- Cara, você não sabe como é perturbador ser interrompido em um pensamento – fico muito feliz por meu amigo, Denis, ter aparecido – Não sei como você consegue suportar tudo e ainda ter um sorriso de verdade.
- Um dia você descobre que a vida é muito melhor do que parece não ser – ele me faz uma de suas frases que me irritam.
Denis é um repetente que há alguns anos sofreu um acidente com a moto de seu pai que ele “pegara emprestada sem pedir”, assim tendo que andar de muletas por um tempo indefinido. Mas além de ser um bagunceiro, Denis é meu amigo, o meu melhor amigo e também o único tirando meu pai.

A última aula acaba e saio da sala feliz porque o dia seguinte seria o ultimo dia de aula do ano, após isso eu poderia ler vários livros, ouvir minhas músicas favoritas, jogar xadrez sozinho, seria incrível. “Seria...”
No caminho para casa, uma sensação estranha, um formigamento, algo realmente estranho. Chego em casa ainda com a sensação, mas nada aparentava estar errado, apenas meu corpo que formigava. Meu pai me ver e sorri enquanto estava sentado em sua poltrona vermelha na sala. Ele estava lendo... Tento ler o nome do livro, mas não consigo. Ele estava com seus óculos para leitura, que então os tira deixando em sua mão direita.
- Filho, poderia levar o lixo para fora? – ele parecia cansado. Seus olhos castanhos cercados por rugas de cansaço, não me deixaram negar seu pedido. No mesmo instante pego o saco com o lixo e sigo até o lado de fora de casa.
Fecho a lata de lixo e olho a rua quase vazia, apenas o vizinho chato que estava tomando suco enquanto parecia tomar sol. Começo ouvir sons estranhos, algo como um rosnado. Então ao me virar, vejo dois homens muito altos e musculosos, com os rostos estranhamos, também olhavam para mim como se eu houvesse feito algo de ruim.
- Olá...? – digo para tentar acalmá-los, mas pareceu que o efeito foi o contrário. Sinto o movimento de algo pelo vento, era o “gigante” levantando os dois braços com as mãos juntos, então com um rápido movimento, ele abaixa seus braços. Por instinto, salto para trás e vejo uma pequena cratera ser formada no chão no local que eu estava.
- Não adianta fugir, meio-sangue! – ele faz outro ataque, o braço direito dele bem em minha direção e me atinge. Sou lançado para longe e rolo no chão três vezes. O outro não perde tempo e salta direcionando um ataque igual ao primeiro do outro gigante, só que esse viria com mais força. Rolo para esquerda e me levanto, mas caio com a onda do ataque do gigante 2.
- Me desculpem, devem ter me confundido. Eu não gosto de brigas...
- Acabem ele! –[color-gray] gritava o meu vizinho irritante.
- Vocês devem estar me confundindo com ele – aponto para o vizinho – Ele ama brigas!
- Será que é aquele cara? – o gigante 2 perguntou para o 1 com uma expressão de dúvida.
- Seu idiota, ele está tentando nos enganar! – o gigante 1 dá um soco no gigante 2.
- Ahh! Só porque é mais velho acha que pode bater em mim?! – os dois gigantes começam a discutir e eu fico paralisado tentando analisar o que acontecia.
Que tipo de ser humano consegue fazer uma cratera como essa?! – centenas de perguntas vinham em minha mente.
De repente alguém me empurra e me puxa.
- Vamos, Thomas! – Denis gritava. Mesmo confuso eu o sigo correndo, mas em pouco tempo, os gigantes percebem minha fuga.
- Ahh! Você o deixou fugir! – os dois gigantes resmungam, mas começam a correr. Mas não estavam nos alcançando, fico feliz por isso, mas então outra dúvida vem até minha mente.
- Denis, como você... Hã?! O que são isso?! – vejo pernas peludas, pareciam de bode.
- Vamos! – ele me leva até um carro e me coloca no banco do motorista. Eu não tinha carteira de habilitação, aliás, tinha apenas 15 anos, mas já havia dirigido o carro de meu pai uma vez. Aprendi um pouco de como dirigir vendo na televisão e em livros.
- Para onde?! – eu perguntei ao Denis que parecia mais nervoso do que eu.
- V-vamos! Nos tire d-daqui! – obedeço rapidamente ele, mas um dos gigantes bate na porta do carro com uma raiva que o deixava ainda mais feio do que é. Mesmo com a batida, o carro não sofre grandes danos e consigo nos tirar de perto dos gigantes.
Começamos a nos aproximar do lugar de onde Denis dissera para mim ir, então minhas dúvidas tomam o controle.
- Denis, agora poderia me dizer o que aqueles gigantes são? O que eles queriam comigo? O que eles quiseram dizer com meio-sangue? – eu tinha mais perguntas, mas ele começara a ri de mim, então paro.
- Aqueles são lestrigões, eles são monstros. Eles querem lhe matar. Pare ali – ele aponta o lugar para eu estacionar o carro, que então estaciono.
Ele desce do carro e eu faço o mesmo. Ele havia parado de rir.
- Então, você é...? – eu estava muito confuso.
- Rápido, ainda não estamos seguros aqui! – ele corre, ou melhor, saltita até a entrada de algo. Então faço o mesmo rapidamente – Cara, bem vindo ao Acampamento Meio-Sangue!
Eu continuo confuso, isso tudo não poderia ser real, só poderia ser um pesadelo - Acorde! Acorde! – Eu não conseguia acordar. Isso poderia ser real?
Denis me leva para dentro do “Acampamento” e me diz sobre o lugar.
- Então você está querendo me dizer que os deuses da mitologia grega existem, os monstros e heróis também? E que ainda sou filho de um deus?! – tudo parecia ser mentira, mas se eu não houvesse fugido de dois gigantes, ou lestrigões, há alguns minutos, eu também diria que é mentira. O mais provável parecia ser o que ele me dizia.
- Sim, Thomas. Você é filho de algum deus, ou melhor, deusa. Aqui vive outros como você... – sons de passos de cavalo, aparentemente próximo.
- Ah! – olho para minha direita e um cavalo que no lugar da cabeça havia um homem sem suas pernas – Você...você é um centauro!
- Inteligente! Sim sou um centauro, sou o diretor de atividades do Acampamento Meio-Sangue. Seja bem-vindo! – ele era bem alto, para olhar seu rosto, eu tinha que olhar para cima e me distanciar um pouco – Me chamo Quíron – o nome me trouxera lembranças de um centauro que treinara famosos heróis.
Tudo faz sentido agora, gigantes existem, meu amigo é meio bode, meio humano, o diretor de um acampamento é um centauro, eu sou filho de uma deusa com o meu pai....Meu pai! Eu peguei o carro dele! Ah! Ficarei de castigo pelo resto da vida! Espera, ele sabia! Por que as chaves do carro dele estariam nele? Ele nunca fez isso! – uma dor de cabeça me deixa tonto, até que então tudo fica escuro e então desmaio.
- Thomas? Thomas.....? – a voz de Quíron e Denis são as últimas coisas que ouço até que apago.
No dia seguinte tudo é explicado.
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