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Coices para cá, coices para lá... {Missão One-Post Henry C. Smith}

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Coices para cá, coices para lá... {Missão One-Post Henry C. Smith}

Mensagem por Hera em Seg Maio 06, 2013 12:57 pm



Coices para cá, coices para lá!

Essa não, parece que um semideus novato deixou os cavalos fugirem do estábulo. Henry, ao perceber que o garoto chorava desesperadamente, decidiu ajudar.

Diretrizes da Missão:

Obs: Nível do semideus: 7
No total, você deve encontrar cinco cavalos perdidos;

No mínimo um deles deve estar com a pata machucada e você deverá encontrar outra maneira de levá-lo para o estábulo;

O segundo cavalo que você encontrar estará com a pata presa em uma armadilha feita por filhos de Hermes que queria brincas, mas nenhum deles está por perto para ajudar a libertar a pata do cavalo;

Um dos cavalos estará sujeito a sua imaginação, seja criativo.

Os outros dois, você deve encontrá-los respondendo os seguintes enigmas que dirão suas localizações:

1 – Esse cavalo está em um lugar onde as águas que lá correm são desafiadoras, as ondas provocadas pelo bater de remos implicam enjôo naqueles que possuem estômago fraco. Você pode resgatá-lo?

2 – Esse cavalo está se assustando com o tilintar de ferro batendo contra ferro. Um ferro quente e outro frio. Onde ele está?

Não se esqueça de narrar quais armas levou e coloque-as, assim como os poderes e perícias utilizados, em code ou spoiler;

Os sistemas tanto de premiação quanto de punição seguem as regras do fórum;

Seja coerente;

Quatro dias para postar (A contagem inciará á meia noite);

Boa sorte ‘u’


thanks juuub's @ cp!
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Re: Coices para cá, coices para lá... {Missão One-Post Henry C. Smith}

Mensagem por Charles M. Walker em Qui Maio 09, 2013 11:07 am

Eu já havia acordado há algum tempo e estava entediado. Decidi não treinar naquela manhã, pois estava cansado demais e queria apenas ficar andando por aíi sem fazer nada. Pensei um pouco sobre que rumo eu tomaria e fui até os estábulos para cuidar dos cavalos, mas ao chegar lá não encontrei o que eu esperava.

Havia uma bagunça total no lugar, feno espalhado por todos os cantos e porteiras abertas e ainda balançando, como se tivessem acabado de serem abertas por algo ou alguém muito forte, fora essa bagunça toda eu só encontrei um garoto chorando desesperado na frente de uma das porteiras.

-O que houve aqui? – Perguntei

Acho que meu tom de voz não foi muito agradável e eu já era conhecido por ser um dos monitores do acampamento, logo, isso só piorou a minha situação e o garoto começou a chorar ainda mais desesperadamente. O garotinho aparentava não ter mais de 10 anos de idade.

-Desculpa, não me leva pro Sr. D! Foi sem querer, eu juro! – Os gritos do semideus eram de partir o coração.

-Eu não vou fazer nada, só me fala o que você fez. – Eu disse. Me abaixei e olhei nos olhos do garoto, que se acalmou instantaneamente.

-Eu fui pegar um cavalo pra poder ir treinar com meu colega... – O garoto soluçou – Daí.. eu abri a portinha de todos pra ver
qual era melhor e eles saíram correndo.

Então o garoto retomou o choro, fiz ele se acalmar e prometi que eu pegaria de volta cada cavalo que ele deixou escapar. Ele sorriu fraco e saiu correndo em direção ao chalé de Hermes, a provável casa dele.

Fui para o meu chalé e peguei minha varinha que estava escondida dentro da minha gaveta. Eu havia passado muito tempo estudando vários feitiços do meu grimório e acho que nunca se sabe quando se irá precisar fazer um feitiço para encontrar cavalos no meio do acampamento e levá-los de volta pro estábulo. Corri os olhos pela área comum dos chalés, acho que não havia nada lá, pois seria meio impossível não achar um cavalo descontrolado no meio de tantos semideuses indo pra lá e pra cá.

Saí do chalé e fui andando pelo acampamento todo, a todo momento eu me virava para ver se tinha algum cavalo, até que encontrei o primeiro. Este estava próximo ao pavilhão do refeitório e estava deitado no chão, parecia estar machucado em uma das patas e eu não sabia como melhorar aquilo, não havia aprendido nenhum feitiço ou algum poder de cura.
Eu tive uma ideia que me pareceu muito boa, havia vários semideuses me rodeando, vendo o que eu faria com o pobre animal. Chamei uns quatro homens que me pareceram mais fortes (em músculos) e depois peguei minha varinha, apontei para o animal e invoquei o feitiço necessário para acalmá-lo.

-Paralysis!

Imediatamente o cavalo foi paralisado e sem poder se mexer, os cinco homens levaram-no de volta para os estábulos, onde um filho de Apolo poderia cuidar do ferimento dele. Pelos meus cálculos, faltavam ainda quatro cavalos para buscar.
Continuei seguindo meu caminho pelo acampamento até chegar nos campos de morango. Havia alguns semideuses colhendo os doces frutos nos campos, mas ninguém parou pra dar atenção ao que eu vi. Com a pata presa em uma parte do cercado, encontrei outro cavalo. O pobre animal parecia atordoado e desesperado por sair daquele lugar e aquilo só faria com que ele ficasse tão machucado quanto seu companheiro.

Me aproximei do animal bem lentamente para não assustá-lo, tentei tocar o lombo dele, mas ele estava agitado demais. Comecei a conversar com ele calmamente, minha voz foi dominando o cavalo e eu consegui fazer com que ele se acalmasse, acariciando-o logo em seguida.

Eu precisava desprendê-lo, mas era difícil demais. Tirei minha faca que sempr ficava comigo na bainha e cortei a cerca, o cavalo permaneceu em transe enquanto eu fazia isso. Não foi muito difícil para eu retirar o pedaço de cerca da pata dele e o conduzi com minha voz e minha beleza para o estábulo. Agora havia dois bons cavalos dentro do local correto, agora só me faltavam três e eu tinha que ser rápido antes que um deles se metesse numa grande enrascada.

-Garoto, você está conduzindo os cavalos? – Gritou uma voz masculina vinda de trás.

-Estou – Respondi e pude ver que era um filho de Apolo falando comigo.

-Na praia! – Ele respondeu

“Ai, meus deuses”, pensei. Um cavalo na praia era a pior coisa que poderia ter naquele acampamento, se ele resolvesse entrar no mar acho que ele morreria afogado, apesar de ele ter nascido das ondas... de qualquer modo, corri para a praia na maior velocidade que eu pude e encontrei o terceiro cavalo trotando feliz na areia, como se estivesse curtindo sua felicidade. Eu não podia paralisá-lo de novo, pois não sabia quantas vezes eu poderia fazer esse feitiço.

-Hey, cavalinho! – Gritei

Não havia ninguém na praia além de mim e do animal e mais uma pequena plateia em volta do local. Eu queria que ele olhasse pra mim para eu poder hipnotizá-lo e tirá-lo da praia. Inesperadamente, ele se assustou com minha voz e sair correndo para dentro do mar, ficando na parte rasa. Decidi que eu iria tentar acalmar o cavalo.

-Venha aqui, eu não vou te fazer nada... – Eu não tinha nada além da voz pra trazer o cavalo de volta.

O cavalo se afastou mais dentro do mar, mais uns dois metros e ele seria levado pelas ondas, então percebi que era a hora de usar a força. Chamei um dos filhos de Apolo que estavam esperando que eu tirasse o cavalo de lá. Retirei a varinha do bolso e olhei para o garoto.

-Quero que me ajude, faça muita força para eu não ser levado pela varinha.

Fiz um movimento com minha “arma” e a apontei para o cavalo.

-Afferte! – Gritei

Imediatamente, senti que o cavalo foi laçado magicamente e a varinha estava trazendo ele pra mim, mas o cavalo era pesado e estava agitado demais. Fiz o máximo de força que eu consegui para não ser arrastado mar adentro junto com o cavalo enquanto o filho de Apolo me puxava para que eu me mantesse preso, depois de muito fazer força eu consegui fazer com que o cavalo parasse de lutar com a varinha e finalmente ele foi puxado para a areia, caindo de lado, mas se levantando em seguida.

Encarei o cavalo e hipnotizei ele, fui o guiando até os estábulos e lá prendi ele na terceira cela. Agora me restavam dois cavalos e meu tempo estava acabando. Havia um cavalo machucado, um cavalo assustado e um cavalo molhado, mas todos felizmente estavam nos estábulos.

Saí dos estábulos sem fazer ideia nenhuma de onde eu deveria ir e esperei que alguém viesse me dar uma informação. Kenny, o monitor do chalé de Hefesto veio até mim e me cutucou.

-Ah, oi Kenny – Eu e ele éramos os únicos que não falávamos nada nas reuniões que havia com os líderes de chalé.

-Henry, você está indo atrás dos cavalos que escaparam?

-Estou, né – Eu disse, como se eu estivesse triste por conta daquilo.

-Vá até as forjas, ele está nos atrapalhando.

Segui o líder de chalé até as forjas do acampamento, aquele lugar não me agradava em nada, era quente, feddo e sujo e também era onde eles construiam umas coisas muito bizarras, realmente eu não nasci pra ser filho de Hefesto, pois não aguentaria nem três minutos trabalhando naquele lugar.

Não havia nenhum filho de Hefesto trabalhando nas forjas por conta do cavalo que tanto os assutava, havia apenas o barulho das máquinhas e ferramentas que eram derrubadas pelo animal que corria desesperadamente entre as mesas de trabalho dos semideuses. Agora eu precisava pensar no que fazer com o animal.

Eu estava hesitante em usar o Paralysis e era perigoso demais usar o Afferte. O cavalo relinchava e dava coices em tudo. Tentei me aproximar dele e fazê-lo se acalmar ao olhar pra mim, fui bem lentamente até o cavalo, mas ele entrou na minha frente e avançou em mim. Me senti lutando com o minotauro, pois ele usou sua cabeça para me jogar para o lado, fazendo com que eu caísse entre duas mesas.

Uma coisa que não recomendo é lutar com um cavalo assustado, estou falando sério... é muito perigoso! Me levantei e desisti de hipnotizar o animal, eu teria que usar o mesmo feitiço de antes para fazer com que o cavalo se acalmasse. Eu juro que se fosse um monstro ele já teria morrido com romãs ácidas no lombo.

Peguei minha varinha e apontei para o cavalo. Invoquei mais uma vez o feitiço Paralysis, um raio esbranquiçado e quase invisível atingiu o cavalo e ele parou de se mexer, como uma estátua de cera.

-Me ajudem! Rápido! – Gritei para os filhos de Hefesto.

Uns três garotos fortes vieram “manobrar” o cavalo paralisado por entre as mesas. Assim que ele saiu da forja, desfiz o feitiço e o hipnotizei de novo, eu já estava ficando bem cansado, mas era necessário usar minha beleza com todos eles se eu quisesse levá-los para o lugar deles. O cavalo tinha partes do corpo pequenas que estavam fumegando, levei-o para o estábulo e o fechei na quarta cela. Agora só faltava um para completar meu serviço.

Conferi se os quatro estavam no lugar certo e saí do estábulo. Fui perguntando para os semideuses que eu encontrava se eles haviam visto o último cavalo, eu estava com medo de que ele tivesse entrado na floresta e sido devorado por monstros. Fiz a pergunta para uns cinco semideuses, até que obtive a resposta de uma filha de Poseidon.

-No lago de canoagem – Disse ela

Fui o mais rápido que eu pude até o local, o lago também estava vazio e dessa vez eu não tinha nem plateia para me ver retirar o cavalo de lá. Assim que cheguei no lago, encontrei o animal bebendo a água cristalina, ele estava distraído e era a hora perfeita para usar o mesmo feitiço que usei na praia, mas eu não conseguiria puxar o cavalo sozinho e só os deuses sabem aonde eu iria parar se eu não conseguisse me manter no chão. Eu tinha que manter o cavalo no lugar pelo menos por um tempo.

Me escondi atrás de um arbusto e apontei minha varinha para o animal distraído. Com uma voz em tom baixo, invoquei o feitiço Cresplan e vi o cavalo se enrolar em cipós que o prendiam no chão. Ele ainda estava com a sela e as rédeas, talvez aquele fosse o cavalo que o garotinho decidiu que ia montar.

Fiquei com muito medo da minha própria ideia, mas decidi colocar meu palno em prática. Fui até o cavalo que lutava para se livrar dos cipós e subi no lombo dele, me desequilibrei e por pouco eu não fui ao chão. Nunca pensei que diria isso, mas... “obrigado, aulas de equitação”.

O feitiço se desfez sozinho e eu puxei as rédeas do cavalo para ele dar ré, involuntariamente ele obedeceu. Ele começou a trotar desesperadamente, mas aos poucos fui acalmando ele usando as técnicas que me foram ensinadas nas aulas do acampamento. Finalmento o cavalo se acalmou e eu o levei para os estábulos em alguns minutos, coloquei-o dentro da cela e o fechei

Me afastei e olhei meu trabalho bem feito. Todos os cavalos estavam bem e em segurança nos estábulos. Já eu estava completamente suado e cansado, mas orgulhoso de mim mesmo..

Armas:
§ Varinha de Salgueiro: Uma varinha de salgueiro com núcleo de corda de coração de dragão; essencial para lhe ajudar na execução dos feitiços do Grimório. Se transforma em uma adaga de prata. {Indestrutível} [By: Nyx](Obrigatório)

Poderes e feitiços:
✾ Hipnose - III: Consegue controlar perfeitamente qualquer pessoa ou criatura que se oponha em seu caminho.Ela fará tudo o que você quiser por até seis turnos.
§ Afferte: Trás o objeto para a sua mão.

§ Paralysis: Paralisa o inimigo por um tempo [Dura dois posts. Duas vezes por missão ou batalha].
§ Cresplan: Faz com que cipós de cor negra comecem a subir em volta do corpo do oponente. São extremamente fortes e difíceis de quebrar. [Dura dois posts. Duas vezes por missão ou batalha]

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Re: Coices para cá, coices para lá... {Missão One-Post Henry C. Smith}

Mensagem por Hera em Qui Maio 09, 2013 1:36 pm

Avaliação

Ortografia:

Não houveram erros ortográficos, entretanto alumas vezes você "engoliu" letras.

Coerência:

Você foi coerente.


Criatividade:

Foi uma missão criativa, principalmente o modo como resgatou os cavalos. Não foi uma narrativa cansativa, mas senti falta de "algo mais".


Uso de arma/poderes:

Você ultilizou bem os poderes herdados de sua mãe.

Recompensas:

145 XP e 95 dracmas
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Re: Coices para cá, coices para lá... {Missão One-Post Henry C. Smith}

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