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Arena do acampamento

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Sab Jun 01, 2013 7:51 pm

Ortografia: 25/25 - Excelente, o teste não tem nenhum erro

Coerência: 24/25 - Ótimo treino, bastante coerente

Criatividade: 25/25 - Muito bem, gostei da descrição do local, da luta e da descrição dos sentimentos

Uso de Armas e Poderes: 25/25 - Utilizou bem seus poderes e armas.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Pietro Bertolazzo em Seg Jun 10, 2013 11:03 am






Contra o escorpião


O clima no acampamento havia enlouquecido. Passamos uma semana no frio e eu mal pude levantar-me para treinar, filhos de Deméter, Apolo e Dionísio odeiam o frio, talvez por que é quando as plantas secam ou o sol parece não fazer muito bem o seu trabalho. De qualquer modo, o frio finalmente passou, a segunda-feira amanheceu com um clima fresco, mas isso só durou uma hora, pois às sete da manhã o sol já começava a fritar as cabeças dos semideuses. Filhos de Despina e Quione ficaram trancados em seus chalés o dia inteiro por conta da brusca virada no tempo e finalmente nós conseguimos sair para irmos a arena.

Eu queria treinar, mas a arena ficou cheia o dia inteiro. Eu fiquei o tempo todo fazendo algo em meu chalé, comendo besteirinhas e dediquei algumas horas a apenas ficar com June e fazê-la feliz. Só pude visitar a arena durante a noite, antes que as harpias fossem liberadas. O último treino era o de combate aos monstros, há muito tempo eu não lutava contra eles, então fui até meu chalé. Peguei meu tirso e o coloquei nas costas, embainhei minha espada e meu escudo de videiras. Era pesado, mas eu já tinha me acostumado.

Respirei fundo e corri em direção a arena, ela tinha uma aparência sombria durante a noite e eu só via filhos de Nyx, Tártaro e outros deuses das trevas lutando. Ignorei este fato e observei cada jaula da arena, andando por entre elas... os semideuses ali presentes me olhavam com cara de deboche e raiva, como se eu estivesse invadindo o território deles. Eu apenas olhei para qual monstro enfrentaria, eu queria impressionar os filhos de primordiais, então abri a jaula de um monstro que eu não tinha certeza se conseguiria derrotar... o escorpião gigante.

O monstrão saiu de sua jaula, retirei minha espada da bainha e corri para o centro da arena. Senti o escorpião me perseguindo por onde eu ia.

-Non ci credo! - Repetia eu - Porque eu fiz isso?

Então me virei e encarei o escorpião, ele tentou me atacar usando sua cauda, mas um reflexo de batalha me fez rolar para o lado e proteger minha cabeça com o escudo, fazendo o escorpião cravar o ferrão no chão da arena. Ouvi um "uuuuuuh" vindo das arquibancadas. Mamma mia!, eles realmente queriam ver eu derrotar ou morrer pro monstro.

Eu tive uma ideia muito louca, seria algo que só daria certo em filmes marmelósticos, mas mesmo assim... eu tinha que tentar ou uma hora eu morreria esmagado por aquele ferrão assustador. Enquanto o monstro tentava se soltar, eu pulei em cima dele como se fosse um cavalo e cravei minha espada nas aberturas entre a carapaça dele. O monstro fez um barulho horrível e depois tentou me acertar com seu ferrão, usei minha velocidade de leopardo e consegui saltar, o escorpião havia ficado tonto e acabou cravando a cauda no próprio corpo.

Ele caiu no chão, com dor e eu consegui desferir vários golpes nele com minha espada. Logo depois, guardei a arma e peguei meu tirso, desferindo um forte golpe na cabeça do escorpião. Ele estremeceu e começou a virar pó, dando fim a minha batalha. Os filhos de deuses primordiais me aplaudiram das arquibancadas.



Onde: Arena ★ Com quem: Plateia macabra ★ Post: 002



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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Seg Jun 10, 2013 1:42 pm

Ortografia: 25/25 - Excelente, o teste não tem nenhum erro

Coerência: 25/25 - Ótimo treino, bastante coerente

Criatividade: 25/25 - Muito bem, gostei da descrição do local e da luta.

Uso de Armas e Poderes: 25/25 - Utilizou bem sua arma.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Jake Rivers em Sab Jun 15, 2013 5:41 pm


Meu primeiro treino:


Já estava cansado do chalé de Hermes. Tudo bem que eles são receptivos e tal, só que eu não posso dormir com todo aquele barulho! Estou louco pra ser reclamado, e dormir em um local mais silencioso.


Estou na casinha da arena, onde fica todos os armamentos. Lá tem de tudo, de uma simples faca até um arco pesado e preciso. Peguei uma espada simples e corri pra arena, indiferente.


Em cada setor da arena, estava posicionado um boneco, ele fazia lentos movimentos pro lado e pro outro, que eram para os iniciante. Parei em frente a um deles, e fiquei em posição; corri em sua direção, e fiz um corte em seu ombro. Sem muita perícia, deitei a espada, e o boneco se mexeu, me derrubando. Não acredito que um boneco me acertou! Levantei, e cravei a espada em seu tórax; abri um sorriso bobo, quando o boneco se mexeu novamente e me derrubou, ótimo.


Me levantei, tinha alguns ferimentos, pela mau jeito na queda. Dessa vez, eu sabia o tempo certo dos movimentos do boneco. Peguei e espada, e comecei a fazer consecutivos cortes em seu corpo, com um sorriso. Não deixei passar, quando o boneco se moveu, abaixei senti passar rente ao meu cabelo; levantei novamente, e cravei a espada em sua face. O boneco abaixou, em sinal que tinha perdido. Abri um sorriso, sabia que até um humano qualquer podia derrotar, mas foi um bom começo para um indefinido. Guardei a espada na casinha, e fui almoçar.



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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Dom Jun 16, 2013 10:40 am

Ortografia - 23/25 - Apenas alguns errinhos não muito gritantes.
Coerência - 20/25 - Um treino bastante rápido.
Criatividade -21/15 - Não teve tanta criatividade quanto poderia ter.
Uso de armas e poderes - 18/25 - Faltou descrição quanto ao uso da arma.


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Rick Williams em Seg Jun 17, 2013 5:54 pm



Passeio com Demetria


Passeio pela Arena!



"Um lugar a se ir! "


Acampamento Meio-Sangue era o nome do lugar para onde eu fui depois de ver meu zelador se transformar em um cão gigantesco, seria um asilo de loucos? Será que aquilo acontecera mesmo ou era só besteira de criança da minha mente? Eu tinha apenas 16 anos e já tinha perdido minha mãe, meu pai e outros entes queridos, tudo que eu podia fazer era ficar naquele Acampamento para pessoas com dificuldades com o raciocínio. Eu estava diferente, tinha de usar armaduras, espadas entre outras coisas para sobreviver, eu não era louco mais vi um homem metade-homem e metade-cavalo, isso mesmo, CAVALO! Eu caminhava pelo Acampamento Meio-Sangue até ver a Arena, quis explorar já que sou bastante curioso. Ao chegar lá, sentei em um banco e fiquei pensando na vida para ver se algo legal aconteceria. Eu ficava ali sentado pensando na vida até que eu peguei uma espada e fiquei batendo em um pequeno boneco de pano, eu me sentia bem fazendo aquilo, meus sentidos de luta eram ótimos. Vi uma garrafa de vinho e não consegui resistir, desde novo eu sempre adorava vinho e fazia o possível para tomar, peguei a garrafa e comecei a tomar enquanto olhava para o céu.



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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Demetria Selena Segrets em Seg Jun 17, 2013 6:33 pm

Fazia tempo que havia chegado ali,ok a não tando tempo assm.Me lembro quanto eu fui reclamada,foi uma surpresa para todos e,até os entendo sabe?uma Filha de Iris não se vê todos os dias


E,foi ao meu desses devaneios que chequei a arena.Não havia entrado lá antes mais o local era lindo com seus bonecos de pano que seria de treino e tudo mais sorri e fui pegar uma espada 

Com espadas em mão andei até o local onde os bonecos de treinos ficavam e então vi que não estava só sorri e fui por trás sorrateiramente e coloquei minha espada em seu pescoço Se,eu era louca?nããããooooooo magina sorri e disse
_Olá

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Rick Williams em Seg Jun 17, 2013 6:38 pm

Um frio na barriga me deu naquela hora, senti uma lâmina em meu pescoço, me tremi tanto que até minhas entranhas se mexeram, aquilo não é brincadeira, em apenas 1 dia eu já enfrentei um cão infernal, assim como chamam o pessoal daqui, e agora uma lâmina estava em meu pescoço, não pensei duas vezes e me abaixei já colocando a lâmina a cortar o joelho quando percebo que é uma linda menina, sorri para ela e parei a espada, eu estava espantado e ao mesmo tempo envergonhado, não fui cavalheiro.

-Olá, por que fizeste isso? É perigoso sabia? - Sorri para ela.

A examinei um tempo e vi que ela era uma normal, não tinha partes de égua nem de cabra, eu estava feliz por isso, pelo menos existia pessoas normais ali onde se possa conversar, seria uma boa ela me explicar, ser novato em alguns lugares é péssimo, ninguém fala com você, não liga pra você e é praticamente considerável uma pessoa sem importância e invisível.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Seg Jun 17, 2013 6:56 pm

A arena não é chat. Criem um tópico separado para o passeio.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Jake Rivers em Ter Jun 18, 2013 6:56 pm


Treinando novamente:


Bom, aconteceu muita coisa. Desde a última vez que estava aqui, eu era fraco, todos riam de mim, e eu não dormia bem, por causa dos filhos chatos de Hermes. Agora que fui reclamado como filho de Thanatos, o pessoal me respeitou, e o último que mexeu comigo, apanhou um pouquinho.
Finalmente. Voltei ao local de treino; agora que já tinha meus armamentos, corri para a jaula onde se situavam os monstros. Olhei atentamente a cada um, fitando-os com desgosto, eles percebiam a minha aura, e alguns ficavam quietos. Abri a jaula do cão infernal e corri para o centro da arena, a luta ia começar.


Posicionei o escudo a altura do tórax, e cobri uma parte do meu corpo com a capa. Toquei no meu colar(com o símbolo de foice), e ele rapidamente se transformou em uma. Girei como se soubesse manuseá-la, e deixei que o cão infernal começasse. Ele correu em minha direção, e eu sorri; puxei o escudo em sua direção, e ambos fomos recuados pelo impacto. O cão ficou com um corte leve no tórax, pelas pequenas lâminas do escudo. Dessa vez, eu avancei em sua direção, e tentei efetuar um corte em seu rosto; sem sucesso. Ele bateu a cabeça com força em meu tórax, o que fez eu cair alguns metros atrás, e perder o ar por segundos:


-Hahaha, cof. Eu estava brincando, você nunca me acertaria se eu não deixasse. Cão inútil. - Abri um sorriso, embora soubesse que era mentira.


Me levantei novamente, e fechei os meus olhos. Comecei a ouvir os passos chegando, o cão infernal estava correndo; permaneci ali, com os olhos fechados. Quando ele estava perto, um clone surgiu ao meu lado, e ele seguiu em sua direção; corri para a lateral, e cobri o meu corpo todo com a capa; estava invisível. Andei lentamente em sua direção, quando percebi que o meu clone foi destruído. Foi nesse momento que corri em sua direção, e finquei a foice em seu tórax, e desci mais, rasgando uma boa parte. O cão infernal gemeu, e eu tirei a capa; sorri para ele, suando pelo cansaço.


Ele já estava mais fraco, e eu tive uma pequena vantagem. Pensei isso no momento, e voltei a correr em sua direção; má escolha. O cão mordeu o meu braço com o escudo, e puxou uma parte da pele; gritei, e, sem forças no tal braço, joguei-o no chão da areia. Recuei, e tentei cessar o sangue com a manga da camisa. Novamente, tornei a colocar a capa, me escondendo. Mesmo assim, ele podia sentir o meu cheiro, e ele avançou em minha direção; me esquivei para o lado, e tornei a fincar a foice no mesmo ferimento que fiz; forcei mais para dentro, o que fez eu atingir os orgãos e o seu coração. O cão caiu no chão, eu venci.


Depois de tudo, desativei a foice e o escudo, e corri para a enfermaria. Ela cuidou dos meus ferimentos, e eu voltei para o chalé; deitei, e comecei a pensar, eu sou o cara.


Armas usadas:
♦ Colar com um pingente em forma de foice (Quando o acionar o pingente, se transformará em uma foice, conhecida como a Foice da Morte. O cabo é feito de ouro negro, sua lâmina é de Bronze Sagrado. (Ajuda no controle de almas ) [ By: Thanatos ]

♦ Capa da Invisibilidade - Permite aos filhos da Morte ficarem invisíveis. [ By: Thanatos ] 

♦ Escudo Laminado da Morte - Escudo feito totalmente em ouro negro imperial, com uma caveira em diamante branco em seu centro, e ao olhar para esta o usuário se sente com medo. O escudo é redondo, tendo o tamanho um pouco maior que a circunferência da roda de um caminhão, possuindo lâminas de diamante branco em seu redor. Possui lâminas em forma de losango com a parte frontal com maior tamanho e largura, com seu centro de ouro imperial negro, e as bordas, ou fio da Lâmina, de diamante branco, que corta aço como papel e pode aguentar até mil socos de um centímano. Ao olhar nos olhos da caveira, o oponente pode ter uma visão do submundo, enquanto ele paga seus pecados, dura dois turnos, e dependendo do nível do usuário até mais. Se torna um bracelete negro com um diamante branco cravado. [ By: Thanatos ]



Habilidades usadas:
Duplicar - Os filhos da Morte são capazes de usar a energia astral para fazer até duas duplicatas de ele mesmo [ Dura dois turnos ] [ - 10 de Energia ]
Perícia com Foice I - O filho da Morte consegue manejar uma Foice com extrema habilidade, mesmo nunca tendo tocado em uma, neste nível ainda pode errar seus movimentos, por isso ainda devem treinar para melhorar suas habilidades com esta arma.


Day: Não interessa.    Place: Arena, treinando com um cão infernal.    With: Apenas eu e um cão inútil.      Humor: Tranquilo.            Clothing: Link 
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Hades em Ter Jun 18, 2013 8:49 pm

Ortografia - 24/25 - Apenas alguns erros.

Coerência - 19/25 - Seu treino foi bem descrito, mas ainda sim foi bastante pequeno, tente aumentar um pouco a batalha e quem sabe, a introdução.

Criatividade - 20/25 - Um treino bastante comum, nada além do normal.

Uso de armas e poderes - 21/25 - Usou bem suas armas e poderes, mas podia ter descrito melhor as ações de seu clone.


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Jardel L. Heavensbee em Sab Jun 22, 2013 4:04 pm


Treino I

Bonecos

 Era meu primeiro dia no acampamento e eu estava ansioso para fazer novos amigos, mas, ainda no meu novo chalé nº 4, fico ponderando um pouco sobre o que deveria fazer primeiro. Depois de minutos pensando nas atividades, decido ir para a arena treinar e quem sabe encontrar pessoas para compartilhar meus conhecimentos sobre combate (que era quase nulo). Era umas 14h00minh, eu já havia feito a minha refeição e já tive tempo o suficiente para descansar. Levanto da minha cama e pego minha Foice da Natureza, nunca treinei com uma foice antes, mas ao segurá-la sinto como se sempre soubesse manejá-la há décadas. Ao sair do chalé vejo alguns campistas também seguindo em direção à arena, e pela cara deles devem ser novatos aqui como eu, só gostaria de saber se já foram reclamados. Ao chegar vejo que a arena está cheia, ando até achar uma vaga para treinar. Ao chegar em um boneco vago, me aproximo dele para atacar, nessa hora sou interrompido por alguém me chamando. Calminho ai! Ao me virar vejo um campista que era praticamente dois de mim. O que foi? Indaguei-o ao ver a sua cara feroz. Esse ai é meu. Ele diz com uma voz rude. Mas eu... Antes de terminar de me explicar ele avança em minha direção com a sua espada em punho, sinto meu corpo ficar paralisado de medo, nesse momento consigo sentir uma pulsação vinda da minha arma. Algo está me instigando a me defender, mas não trouxe meu escudo, então decido atacar também. De arma em punho espero o seu ataque chegar, quando a sua espada se aproxima de mim, por reflexo consigo desviar do seu ataque com a minha foice e aproveito esse momento para bater na mão dele com o cabo da arma. Sua espada cai no chão e ele olha para mim segurando sua mão dolorida e diz, parece que você não é um completo inútil, pode ficar com esse lixo de boneco. Ele pega sua espada de volta e sai em direção a algum local afastado do meu na arena. Após recuperar o fôlego dessa pequena luta, eu me volto para o meu primeiro objetivo desde que entrei neste local, e parado na minha frente se encontra o boneco de treinamento. Olho para seus olhos de botões e imagino nele a face do garoto que há poucos instantes tentará acabar comigo. Seguro minha arma com firmeza, dou um salto, e com uma mira precisa parto eu o parto em dois e vejo a areia terminar de ir ao chão. Pego o saco que um dia já foi o objeto de treinamento e deixo com alguns semideuses que diziam estar recolhendo, pois o treinamento com bonecos já estava prestes à acabar. Na saída da arena vejo aquele garoto que me atacou, ele estava com a mão enfaixada e indo em direção ao chalé de Ares. Sigo para o meu chalé pensando em dormir um pouco antes de fazer mais alguma atividade.



SPOILERS


Armas

Foice da natureza - Uma foice leve, com uma lâmina afiada, tem o controle sobre pequenas plantas, fazendo-as crescerem ou morrerem ao seu favor.
Poderes Ativos

Nenhum.
Poderes Passivos

Perícia com foice - O filho de Deméter mesmo sendo novato tem uma grande habilidade com foices, podendo manipulá-la facilmente.



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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Carol Angel em Sab Jun 22, 2013 4:24 pm

O sol estava entrando no meu quarto e batendo no meu olho.  Não tive escolha a não ser levantar.  Olhei no relógio, meio sonolenta ainda, e vi que eram 5h e 30m da manhã. Não, me confundi era 06h30min.
 Fui para o banheiro e tomei um banho para despertar. Depois de colocar a minha roupa fiquei olhando para o meu quarto. Não tinha muito que fazer. Meus irmãos ainda estavam dormindo. Logo tenho a ideia de fazer um treino.
Pego meu arco e minha aljava e saio do chalé nas pontas dos pés e me coloquei a caminho da arena. 
 A arena estava vazia. Ótimo, ninguém ia ver o meu treino. Ainda não sou muito boa com o arco.
 Entrei na arena e fui caminhando até uns alvos enfileirados lado a lado.
Vou para frente do primeiro alvo. Preparo uma flecha, com um pouco de dificuldade. Respiro fundo, miro e atiro. Para minha sorte, não havia ninguém olhando. Eu errei feio. 
 - Poxa Carol. Que "fail". – pensei.
 Para ter uma ideia, o alvo era dividido com círculos com as seguintes numerações: 5, 10, 30,50. E eu acertei no 5. Cara, e na pontinha.
 Preparei outra flecha, ainda com um pouco de dificuldade. Mirei novamente no alvo 1 e atirei.
Bem eu melhorei.  Acertei no 10, quase no 30.
 -uhuuu! – comemorei baixo. Acho que tive um pouco de sorte.
 Fui para o segundo alvo.  Preparei a flecha, fiquei olhando o alvo por um tempo depois mirei no 50, respirei fundo e atirei.
Por pouco não acerto.  
 Eu já estava ficando cansada. Decidi que seria a minha ultima tentativa. Alguma coisa me dizia que eu ia acertar.
Preparei a ultima flecha, agora eu estava com menos dificuldade, mirei, respirando fundo atirei.
 Comecei a pular feito uma doida. Comemorando por acertar, finalmente, no 50. Bem não foi no centro. Mas foi na marca 50. Então valeu.
 Peguei de volta as minhas flechas e as guardei de volta na minha aljava.
 O sol estava brilhando, devia ser 7h ou quase isso. Sai da arena saltitando em direção ao chalé.

Arma:
*Arco e flecha envenenados- Um arco feio todo em ouro e uma aljava de flechas infinitas. Cada flecha possui um veneno mortal em sua ponta, caso o inimigo receba mais de três flechadas é fatal. Se a pessoa  que empunhar o arco não for um filho de Apolo, o arco esquentará e queimará a mão dela. [by: Zeus '-'][obrigatório]

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Ártemis em Sab Jun 22, 2013 8:56 pm

Jardel




Ortografia - 15/25 Houveram diversos erros de pontuação, tente fazer o treino em mais de dois parágrafos da próxima vez. Você também muda muito o tempo de narração.
Coerência - 15/25 
Criatividade - 10/25 Achei clichê.
Uso de armas e poderes - 10/25 Poderia ter usado melhor as armas de sua progenitora.
Total: 50 xp

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Ortografia - 15/25 Houveram erros no tempo de narração, mas não mais do que isso.
Coerência - 15/25
Criatividade - 10/25 Clichê.
Uso de armas e poderes - 15/25 Poderia manusear melhor suas armas.
Total: 55 xp
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Catarina Selene em Sab Jun 22, 2013 9:26 pm

Primeiro Treino
Cão Infernal


Estava no meu chalé o manhã toda lendo um livro meio triste e quando chega á tarde resolvo sair para pensar um pouco.Andando pela floresta...
- Catarina ! – Alguém chamou. Reconheci então a voz de Berit, minha irmã – que cara é essa? Está chateada com alguma coisa? parece longe?
- Não... – disse tentando forçar um sorriso - Só estou um pouco cansada... – Ela franziu as sobrancelhas para mim, preocupada.
- O que houve? Pode falar...
Fiquei em silencio pensando no que dizer. Ela era minha irmã e não queria mentir para ela, mas também não queria bancar a garota mimada e dizer o verdadeiro motivo para eu não estar nem um pouco feliz. Eu queria saber lutar, fazer missões incríveis e contar histórias e compartilhar risos como eles faziam, queria ser reconhecida por alguma coisa, ter algum mérito.
- É apenas cansanço , eu fiquei lendo a tarde toda é só isso. - forcei um sorriso novamente e me senti mal mentindo para ela , me despedi dela com um abraço e continuei caminhando.
Uma fria brisa inaugurava a tarde, fazendo meus cabelos loiros se esvoaçarem ao vento. Fechei os olhos aproveitando aquela situação. Eu poderia ficar ali por horas, se não tivesse que provar a mim mesma e aos outros, que eu era capaz de fazer alguma coisa e poderia pela primeira vez orgulhar minha minha mãe.
Após uma longa caminhada cheguei a arena. Era aqui que eles treinavam e se preparavam para missões. Era aqui que eles combatiam monstros de verdade... Engoli em seco pensando .Respirei fundo. 
Não havia tempo para desistências. O grande problema de pensar em vida normal enquanto está numa arena do acampamento meio-sangue  , era que é simplesmente muito fácil se surpreender quando tem um Cão Infernal na sua frente. Ergui meu braço direito fazendo com que minha Pulseira da Inteligência se transformasse em uma espada de bonze celestial , apontando para a criatura. Novamente estava numa encruzilhada. O que eu faria? Atacaria primeiro? Esperaria ele atacar? 
O bicho resolveu não esperar e atacou abaixando a cabeça e correndo com sua cara feia  na minha direção como um touro enfurecido.
Eu não tive tempo para pensar nem tempo para mais perguntas apenas baixei minha espada cortando o ar. A mesma passou pela cabeça do monstro arranhando-o e fazendo escorrer seu sangue nojento. A partir daí não tive muito tempo para pensar.

O Cão parecia cada vez mais enfurecido e investia contra mim com uma velocidade e força inacreditáveis. Meus braços se moviam ágeis brandindo a espada para defender dos ataques do monstro. Era como se meu corpo estivesse independente de minha mente. Não havia o que questionar e planejar. Os planos vinham a mim enquanto eu lutava, então ou eu me arriscava, ou eu me arriscava. Não havia opção.
Eu não fazia algo senão me defender, e assim eu não conseguiria acabar com isso nunca. O monstro não se cansaria, mas eu sim. E quando isso acontecesse, eu morreria. Não demorou muito para eu perceber isso. O Cão Infernal me pegou desprevenida e me mordeu  no braço, me jogando longe. Eu voei em direção à parede, minha cabeça batendo na mesma com violência. Olhei para meu braço, que agora sangrava. Uma lágrima de dor escorreu pelos meus olhos, e eu me apressei a escondê-la. Não iria ser fraca. Não poderia.
Levantei-me antes que o Cão  pudesse atacar novamente. Dessa vez minha fúria me comandava, meus movimentos rápidos brilhavam a luz da tarde enquanto eu encurralava o bicho para a outra parede. Eu defendia todos seus ataques e o machucava mais ainda. Já estirado no chão o Cão não pode fazer nada senão olhar em meus olhos enquanto, com um sorriso cruel eu cortava sua garganta e finalmente sua cabeça.


 
: . -: 
 -   - :  [?].






Spoiler:
Pulseira da Inteligência >> Assim que ativada, se transforma em uma espada de bronze celestial.




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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Ártemis em Sab Jun 22, 2013 9:32 pm

Ortografia - 15/25 Houveram alguns erros de ortografia bobos e erros de digitação

Coerência - 15/25 Poderia ter detalhado mais sua luta. Isso pode ser concertado com o tempo.

Criatividade - 15/25 

Uso de armas e poderes - 15/25 Dê mais destaque a forma como manuseia sua arma.
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Dom Jun 23, 2013 2:07 pm

Estava na enfermaria, minha irmãzinha mais nova recém chegada e apegada a mim vinha me vistar todos os dias.
- Nick... - disse ela com sua voz doce e velada, parecia um anjinho - O que você fez para parar aqui na enfermaria? - seus olhinhos brilhavam anciosos pela resposta.
Sorri para ela e comecei a contar-lhe a história de meu primeiro MvP.

"Já era noite, mas o brilho da lua era quase tão forte quanto o sol. Encontrava-me em meu chalé de cabeça para baixo em minha cama e com as pernas apoidas na parede. Estranho? Sim, meus caros. Sou estranha. Tavez, só talvez, eu seja a normal e os demais estranhos, mas isso depende do ponto de vista.
Eu estava observando um álbum de fotos velho, comendo jujuba, pois não tinha nada de bom para fazer. Resumindo, estava praticando o bom e velho sedentarismo. Quando a jujuba acabou, guardei o álbum e me levantei. Decidi, finalmente, dar uma volta no acampamento, pois já estava cansada de ficar ali naquele quarto abafado mofando.
Fui em direção à porta quanto tropecei em algo. Com certeza havia uma lâmina no objeto, pois fiz um corte no meu pé que deixou que algumas gotas de sangue brotassem e escorressem. Peguei o objeto em que eu havia tropeçado; Minha adaga.
Ela aclarou minha mente; é claro, como eu não havia pensado em treinar? Olhei no relógio; Eram oito horas, treino de Combate aos monstros.

Coloquei um band-aid no meu machucado, peguei minha adaga, meu açoite, meu escudo e me encaminhei a Arena. Como sempre, eu estava alguns minutos atrasadas. Todos já haviam começado a lutar com diferentes monstros.

- Ah, não sobrou nenhum monstro? – disse para mim mesma, desapontada. Talvez eu não devesse ter dito isto, não se eu soubesse que a "sorte" estava ao meu lado.

Em resposta, ou ao menos o que parecia ser em resposta; ouvi um rugido atrás de mim. Ou melhor, não um rugido. E sim dois rugidos. Engoli em seco. Eu sabia exatamente o que tinha atrás de mim e sabia que não era uma coisa boa. Virei-me devagar e vi-os.
Duas enormes bestas, tão grandes quanto leopardos, de pelo veludo, negro e lustroso, rosnavam para mim. Os dentes pontudos tão afiados quantos as garras, davam-nas um ar ainda mais tenebroso. O que mais me chamou à atenção, foram seus olhos, negros com um toque de vermelho, clamavam por sangue. Engoli em seco, uma sensação estranha passou por mim, a sensação de perigo.
Um calafrio.
Um suspiro.
O medo.
Engoli em seco, parecia que algo estava cortando minha garganta. Um dos cães me olhou e podia jurar que tinha visto um sorriso sádico vindo dele.
Meu coração disparou. E junto com a ele, a vontade de continuar viva. Armei-me com a adaga e os observei.
Os cães começaram a andar ao meu redor, fazendo um círculo com uma distância de 2m para mim. Parecia que estavam pensando do mesmo modo. Encurralar e atacar. Coloquei-me em posição de luta. Quando um ficou cara-a-cara comigo, avancei contra ele, que me observou atentamente.
No último instante fingi que ia passar por baixo dele, mas ao invés disso. Tomei impulso com as pernas e pulei, o mais alto que pude, dando uma pirueta no ar e voltando-me para o outro cão, aquele que estava atrás de mim. (Obs: eles andavam em sincronia, um oposto ao outro)
Sorri marotamente para o Cão número 2. Mandei-lhe um beijo aéreo, mas, como eu havia previsto, ele não ficou desesperado. Ainda possuía os outros sentidos.
Voltei-me para o Cão número 1 e ele me olhava irritadíço. Levantei os braços e comecei uma dança cantarolando uma música suáve de meus tempos de criança. O cão 1 começou a avançar contra mim, mas foi impedido por pétalas de rosas que começaram a cair, ferindo a ele e seu parceiro.
As pétalas que caiam, eram incomum e não me atigiam. Afiadas e com veneno, faziam os cães soltarem latidos de dor, que aos poucos me cortaram o coração. Parei a dança e os encarei. O que estava a minha frente (Cão 1) sangrava ícor e rugia insatisfeito. Avançou contra mim e pulou ficando por cima. Sangue e baba caíam na minha face.
Eu me debatia, mas parecia em vão. Derrepente, uma íra se apossou de mim e o empurrei com uma força incomum.
O cão que eu enfrentava, antes de tocar o chão, desapareceu nas trevas. Arregalei os olhos, como havia sido tão burra a ponto de esquecer isso?
Virei-me para encarar o outro cão (2) e deparei-me com ambos lado à lado. Embainhei minha adaga e peguei meu arco, armando-o com uma flecha.
Todo esse tempo havia passado e eu ainda não tinha conseguido matar um deles. Suspirei pesarosa, teria que usar uma benção contra eles.
Quando comecei a recitar palavras em grego antigo, ambos correram contra mim e desapareceram nas sombras. Engoli em seco e me joguei no chão dando um rolamento para longe de onde eu me encontrava.
'Como lutar contra um inimigo sem saber onde ele vai estar no próximo segundo?', perguntei-me mentalmente e olhei para o lugar onde me encontrava. Lá estavam eles, rosnando para mim.
Fechei os olhos e me concentrei, queria ampliar meus sentidos. Quando os abri novamente, estava com o olfato e audição aguçados, parecia com um felino (abri mão do tato e paladar -q). Em seguida fiz com que minhas asas de arcanjo surgissem em minhas costas. Dessa vez não senti muito dor, apenas um leve incomodo.
Peguei uma espada que se encontrava jogada no chão em meio a sangue seco, pelo e armas quebradas. Alcei voo na direção dos cães, estes, por sua vez, não fizeram-se de rogados e avançaram contra mim.
Um deles desapareceu na sombra, e o outro, que julguei ser o número dois já que aparentava estar cego, ficou no chão; aguardando.
Aguardei de olhos fechados. Ouvi o som de algo que parecia um rugido ao meu lado direito, junto de um odor de sangue seco. Virei-me e com um rápido movimento; o ícor jorrava e uma cabeça caía.

Senti as asas sumirem, devia ter gasto muita energia para conseguir mantê-las. A queda que levei me faria desmaia, se não fosse o instinto de continuar. A espada já não estava em minha posse, tinha ido parar do outro lado da arena. 'O que fazer quando quase não tem energia?', perguntei-me pensativa.

Eu podia não ter sentindo a dor da queda, mas por dentro vinha uma dor agonizante, como se eu tivesse quebrado algum osso. Torci para não ter sido da perna.

- Somos apenas eu e você agora não é? - Eu mais resmunguei do que falei. Levantei-me sentindo uma dor agúda por dentro. Devia ter quebrado algum osso da coluna, mas nem assim me daria por vencida.
Agarrei meu arco e novamente o armei com uma flecha. Comecei a falar em grego antigo para invocar a encantamento Psiquê. Senti minha visão escurecer, essa era minha última pocentagem de energia...
Soltei a flecha. Ouvi-a ser lançada em alta velocidade e encontrar-se contra algo que em seguida explodiu.
Depois disso, de nada me lembro.
Apenas acordei na enfermaria, praticamente toda quebrada."


Quando olhei para minha irmãzinha, esta estava dormindo na cadeira. Chamei por um dos filhos de Apolo e pedi que a levassem para o chalé de Eros à pedido meu.

Armas Usadas


•Adaga de Bronze [ Item Padrão ]
• Arco de Ouro encrustado de Ruby - É incrivelmente leve e se transforma em um anel de ouro com uma pedra de Ruby para facilitar o transporte.
• Aljava com flechas de ouro - são muito fortes, cada flecha acertada com precisão tira 80HP. [By: Eros](Obrigatório)
• Armadura do Amor - Uma armadura completa de Prata Celestial e banhado com o suco do Pomo de Ouro. Sendo assim, tendo uma cor irresistível de Prata com Ouro dos deuses. Quem a toca-la senão o semideus portador, ficará com o corpo revestido com o mesmo material o impossibilitando de se locomover. [By: Eros](Obrigatorio)



Poderes Usados



Nível 5

Perícia com arcos → Você é tão habilidoso com arcos e flechas que é até confundido com filhos de Apolo ou caçadoras de Ártemis.

Nível 8

Chuva de Pétalas → Fazendo uma curta dança, começará a chover pétalas de rosas vermelhas que antes mesmo de percebidas, começam a cortar envenenando a vítima.

Nível 9

Ira → Chega uma hora em sua vida que o amor, infelizmente, acaba e se transforma em ódio e raiva. Como és neto de Ares, não deixa passar nenhum desaforo. Usando esse poder, suas forças são ampliadas em 50x para que possa lutar e extravasar sua raiva.
Nível 11

Ampliação dos sentidos → Para alcança-lo, deve abrir mão de um ou outro, VISÃO, AUDIÇÃO, PALADAR, TATO E OLFATO. Feito isso, se concentre no que deseja ampliar e senta-o 100x mais.
Obs: Abri mão do tato e paladar
Nível 17

Beijo aéreo → Levando a mão aos lábios, dê um beijinho estalado enviando-o pelo ar em direção ao destinatário. Como o é cego, tal beijo cega à vítima e é perseguidor
Habilidades
Asas
• Arcanjo - a partir do nível 30, meu filho poderá invocar asas de arcanjos, com cerca de 3m em cada, podendo fazer longas viagens sem se cansar e podendo carregar alguém consigo. Por ser grande, causa dor ao invoca-la
Encatamentos
Psiquê - Level 30: Você poderá afetar a alma do inimigo com flechas danificando-a e refletindo o golpe no ser físico;

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Dom Jun 23, 2013 3:30 pm

Ortografia - 20/25 - Evite usar siglas como PvM, pois você está interpretando e não no chat.

Coerência - 22/25 - Apenas algumas partes meio confusas.

Criatividade - 25/25 - Criativo!

Uso de armas e poderes - 24/25.

-5HP e -15MP


91XP - Parabéns

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Lysander Scamander em Qui Jun 27, 2013 10:52 pm



Adhara C. Horváth


Estava no meio de uma racional discussão com Travis por conta da discordância que tínhamos em relação a marcas de video-game. Ele dizia que a Sega era melhor, o que é claro, eu não podia concordar sabendo que a Nintendo tinha maiores qualidades, e que o Super Mario era simplesmente meu personagem favorito em todo o mundo, ao contrário do Sonic que era uma grande bola azul que se dizia um ouriço. Na verdade eu nem sabia direito o que era um ouriço, o que dificultava minha relação afetuosa com o azulinho. 

Por fim, expulsei Travis de meu beliche e corri para o banheiro disputando uma corrida perigosa com Connor, mas graças a algumas bolinhas de açúcar, que eu espertamente espalhara pelo chão na noite anterior, consegui ultrapassar meu meio-irmão que se espatifou no chão como uma jaca molenga. Quando já estava devidamente trancada no banheiro do chalé percebi que esquecera minhas roupas e meu roupão e fui obrigada a sair do banheiro para buscá-los, assim eu perdi minha vez no banho e tive de esperar no fim da fila por longas duas horas.

Quando finalmente consegui adentrar no banheiro depois de longas duas horas de espera ele estava mais sujo do que uma vala de esgoto, o que me forçou a fazer a higienização do mesmo antes que pudesse me banhar. Quando finalmente consegui entrar debaixo do chuveiro a água escorreu pelo meu corpo com suavidade relaxando de uma vez todos os meus músculos. Lavei meus cabelos dourados com o shampoo de morango e sequei os mesmos com o secador no modo de secagem rápida. Vesti um moletom desgastado do Pernalongo, pois aquela manhã parecia estar bastante fria, e uma calça jeans larga com botas sete léguas pretas com bolinhas brancas. 

Sai do chalé carregando minhas armas apenas por precaução, mas eu não pretendia treinar em uma manhã gelada como aquela. A questão é que não há muita escolha quando você "topa" com seus irmãos gêmeos mais chatos do mundo e eles lhe fazem uma aposta um tanto tentadora: "Se você vencer aquele ciclope a gente contrabandeia para você todos os jogos da Nintendo." Fitei os garotos tentando encontrar um vestígio de brincadeira em seu olhar, mas eles pareciam estar sendo 100 % sinceros. Suspirei e olhei na direção do ciclope engaiolado. O monstrengo vestiu uma camiseta branca com alguns rasgos que revelavam pequenos hematomas, uma super calça jeans e estava descalço, pois aparentemente não havia um número grande o suficiente para ele. 

Respirei fundo e caminhei na direção das jaulas, onde um filho de Apolo monitorava. Aproximei-me sorrateiramente e dei um cutucão no ombro do garoto que parecia perdido em seus próprios pensamentos. Ele olhou na minha direção um pouco confuso e piscou os olhos algumas vezes até conseguir me enxergar como um ser humano comum. Franzi o cenho e dei de ombros.

- Será que pode soltar aquele camarada para mim?

O garoto deu de ombros e começou a procurar a chave em meio a tantas outras até encontrar uma mediana e prateada e abrir a jaula. O portão rangeu quando ele o arrastou e o ciclope veio andando vagarosamente em minha direção.


Dei alguns passos para trás com um sorriso vacilante no rosto. Não que eu quisesse fazer o tipo "Eu vou acabar com você de uma vez só, Caolho", mas mais do tipo "Cara, estou com uma tremenda vontade de fazer xixi." Revirei os olhos e puxei minha adaga segurando-a com firmeza enquanto encarava o monstro dando cada vez mais passos para trás. Olhei para o que acontecia as minhas costas, eu estava me aproximando do centro da arena, o que era particularmente ruim. Voltei-me para o ciclope e milagrosamente ele se encontrava a três passos de distância de mim. Engoli em seco, parecia melhor atacar primeiro do que "esperar para ver". 


Com a adaga em mãos corri na direção do ciclope e investi contra seu abdômen de geleia. Ele tentou agarrar minha adaga e acabou agarrando o vento após eu abaixar a cabeça para desviar de seu punho enorme. Cravei a adaga em sua barriga e ele arfou de dor, mas me agarrou pelo pescoço e me ergueu no ar. Senti o ar se esvaindo pouco a pouco, mas me eu não podia me entregar. A aposta era muito grande. Segurou o pulso do ciclope com minhas duas mãos e me fiz força para me agarrar ao seu braço. Puxei a faca de bronze do cinto da calça e cravei na mão do monstro fazendo com que ele afrouxasse seu aperto ao redor de meu pescoço e me desse tempo de me soltar.


Deslizei pelo braço do ciclope e me agarrei seu pescoço por trás, cravando minha faca em seu ombro e fazendo com que ele levasse uma das mãos ao mesmo. Aproveitei esse momento e pulei no chão correndo para arrancar minha adaga de sua barriga. Fiz um rasgo em em seu calcanhar, o que fez ele perder o equilíbrio. Agora, o rosto do monstro estava a centímetros do meu e eu só conseguiu sentir meu corpo completamente elétrico. Finquei minha faca em seu rosto e arrastei a faca pelo mesmo causando um corte profundo. O ciclope choramingou e tentou me atingir com sua mão livre, mas acabou perdendo o equilíbrio e caiu no chão rolando no mesmo de dor.


Arregalei os olhos, aquela era minha oportunidade. Pulei em cima do monstro e cravei a faca e a adaga em seu abdômen arrastando-as pela pele do gigante até abrir grandes ferimentos, puxei as duas. Ele urrou de dor e me golpeou com um soco forte fazendo-me voar alguns metros e rasgar o jeans ralando meu joelho. Reprimi um gritinho e manquei até o ciclope aproximando-me de sua cabeça. Finquei a faca em seu pescoço e empurrei ela até o talo, depois encaixei a faca do outro lado e fiz o mesmo. Deslizei as duas pelo pescoço da criatura até decepar-lhe a cabeça e ver um monte de areia no chão.


Manquei até meus irmãos e revirei os olhos.


- Vou querer meu pagamento. - Me dirigi para a enfermaria vagarosamente.

armas:
Faca de Bronze [ Padrão ]

♦ Adaga Rápida: Uma adaga de bronze celestial que faz com que os movimentos do usuário fiquem mais rápidos do que o comum. A chance de errar um golpe é muito remota. [By: Nyx]


poderes:
Reflexos >> Level 2 >> Meus filhos terão os reflexos mais aguçados dos que os outros meio-sangues, podendo se esquivar de ataques com mais facilidade.


 POST: 003  NOTAS: Treino  ONDE: Arena  VESTINDO: Qualquer coisa

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Sex Jun 28, 2013 1:38 pm

Ortografia - 25/25 - Muito bom.

Coerência - 24/25 - Quase lá.

Criatividade - 25/25 - Criativo!

Uso de armas e poderes - 23/25 - Poderia ter sido um pouquinho melhor.


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Michael B. Carter em Dom Jun 30, 2013 4:35 pm



O início da caminhada



Estava deitado em minha cama no chalé de Thanatos, pensando no ideal que havia traçado para mim no mesmo dia em que descobri toda a verdade sobre os deuses, eu não descansaria de minha árdua luta em busca de marcar meu nome na história dos semi-deuses por motivo algum e sabia que para isso seria preciso muito treino, então olhei para o relógio que marcava 19:30 e resolvi ir para a arena em busca de algum desafio.
Resolvi levar todos os presentes que ganhará de meu pai, coloquei o colar com pingente de foice, o bracelete negro e a capa de invisibilidade e fui treinar.
Como a noite já cairá o acampamento estava relativamente vazio no caminho entre meu chalé e a arena, vez ou outra encontrei alguns filhos de outros deuses noturnos vagando por ai ou indo em direção à arena.
Ao chegar na área destinada aos treinos observei as caixas com os monstros enquanto pensava com qual deveria lutar, como era apenas minha primeira luta escolhi uma harpia, tirei meu colar e acionei o pingente, nesse instante minha foice se espandiu e eu desferi alguns golpes no ar para, testando a eficácia da arma sobre minhas mãos, tirei meu bracelete e o transformei-o em escudo, em seguida libertei minha adversária de sua prisão.
A primeira iniciativa partiu dela, ela iria investir em minha direção, mas para dar um tempo de me arrumar fiz um simples movimento com a foice e ela freio seu ataque, eu sempre contava com o medo que as proles de Thanatos inspiram, mas sabia que aquilo não funcionária novamente, passado aquele primeiro momento ela tentou uma nova investida com as garras miradas em meu peito, quando ela se aproximou a atingi com tida força, desequilíbrando-a e a jogando contra o chão.
Parei e fiquei observando até que a harpia voltou ao céu, isso seria rápido, ela não era nescessariamente um desafio, pelo menos foi o que pensei, eu não sabia o quanto estava errado, a criatura tentou um novo ataque, porém agora me surpreendendo com a velocidade e produzindo um corte profundo no ombro esquerdo, senti a pegada do escudo fraquejar, não tive tempo de considerar a proporção do ferimento, pois ela já vinha em minha direção de novo, tentei erguer meu escudo, nesse momento uma dor intensay atravessou toda a extensão de meu braço e i escudo caiu no chão, tinha sido um ferimento mais sério e não iria conseguir me defender da investida, minha adversária acertou as duas garras em meus ombros, nada como o primeiro ataque, mas esse ne jogou de costas no chão por atingir os dois lados de meu corpo.
Daquele jeito não ia vencer, então tive uma ideia, meu escudo ainda estava ao meu lado, transformei a foice em pingente de novo e peguei o escudo com o braço bom, quando o monstro veio em minha direção me esquivei um pouco e atingi a lateral de seu corpo, ela rolou pelo chão dando tempo de por meu plano em prática, transformei meu escudo em bracelete e o coloquei, em seguida me cobri com a capa de invisibilidade e produzi um clone meu com minha habilidade g, expandi minha foice e a segurei firmemente até o momento exato de agir, era hora, a harpia voou em direção ao rosto do clone e o atingiu com força, começou a desferir golpes violentos no corpo caído até que de repente ficou paralisada, eu descobri meu corpo somente para ela ver que eu permanecia vivo e ter uma última visão de seu executor, enquanto ela atacava minha réplica eu cravara minha foice em suas costas, com uma perícia perfeita atingindo na saída o coração.
A criatura deu um grito horrendo e explodiu em uma nuvem de poeira.
Peguei todos os meus itens e os guardei, segui para o meu chalé, com minha primeira vitória de uma grande caminhada.


PODERES:
Spoiler:

Aura do medo - Por ter um cheiro de morte tanto os semideuses mais fracos quantos os mortais sentem medo ao ficar perto de você, hesitando em te atacar.

Perícia com Foice I - O filho da Morte consegue manejar uma Foice com extrema habilidade, mesmo nunca tendo tocado em uma, neste nível ainda pode errar seus movimentos, por isso ainda devem treinar para melhorar suas habilidades com esta arma.

Duplicar - Os filhos da Morte são capazes de usar a energia astral para fazer até duas duplicatas de ele mesmo [ Dura dois turnos ] [ - 10 de Energia ]

ARMAS:
Spoiler:

♦ Colar com um pingente em forma de foice (Quando o acionar o pingente, se transformará em uma foice, conhecida como a Foice da Morte. O cabo é feito de ouro negro, sua lâmina é de Bronze Sagrado. (Ajuda no controle de almas ) [ By: Thanatos ] [Obrigatório]

♦ Capa da Invisibilidade - Permite aos filhos da Morte ficarem invisíveis. [ By: Thanatos ] [Obrigatório]

♦ Escudo Laminado da Morte - Escudo feito totalmente em ouro negro imperial, com uma caveira em diamante branco em seu centro, e ao olhar para esta o usuário se sente com medo. O escudo é redondo, tendo o tamanho um pouco maior que a circunferência da roda de um caminhão, possuindo lâminas de diamante branco em seu redor. Possui lâminas em forma de losango com a parte frontal com maior tamanho e largura, com seu centro de ouro imperial negro, e as bordas, ou fio da Lâmina, de diamante branco, que corta aço como papel e pode aguentar até mil socos de um centímano. Ao olhar nos olhos da caveira, o oponente pode ter uma visão do submundo, enquanto ele paga seus pecados, dura dois turnos, e dependendo do nível do usuário até mais. Se torna um bracelete negro com um diamante branco cravado. [ By: Thanatos ][Opcional]
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Dom Jun 30, 2013 5:38 pm

Atualizado
Ortografia - 23/25 - Esta boa,mas sei que pode fazer melhor.


Coerência - 24/25 - O erro de pequenas palavrinhas prejudicaram esse quesito.

Criatividade - 25/25 - Criativo!

Uso de armas e poderes - 25/25 - Muito bom !


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por James Di Angelo em Seg Jul 01, 2013 2:45 pm

 


Treino
 

Estava deitado em minha cama no chalé de meu pai quando penso no que devo fazer, sair pra conhecer os novos campistas? Não, conhecer principalmente as novatas? Também não, a Arya me mata , há já sei o que vou fazer, levanto e vou até o guarda roupas e fico olhando tentando decidir qual roupa usar, descido usar o de sempre camiseta regata preta, calça saruel, (lembrando não curto muito essas calças mais elas são boas para treinar) em seguida abro o compartimento escondido em meu quarto onde ficam minhas armas, pego o elmo a espada e por ultimo mais não menos importante, a armadura de crânio de ciclope, ponho todo o meu arsenal que é bem pequeno em cima de minha cama, pego um pano e começo a polir os itens depois de fazer isso visto a camiseta e a calça, pois estava pronto para treinar, ponho a armadura e a espada embainhada na parte de trás das costas e saio com o elmo embaixo do braço. O dia estava ensolarado o que não me agradava nem um pouco e já diminuía meu entusiasmo em treinar, mais fora isso parecia normal a não ser pelos novos campistas que ainda não conhecia e por está mais movimentado, nem parecia o mesmo acampamento quando cheguei, saio caminhando e comprimento alguns campistas que me olhavam com um aceno com a cabeça, estava fazendo calor e já estava chateado com isso quando chego na arena e sem perder tempo vou até as jaulas e escolho um lestrigão. Preparo-me ponho meu elmo e abro a jaula e corro ficando a uma distância segura inicialmente, em seguida o monstro sai com um porrete com pontas de ferro (nada gentil na minha opinião)ele olha para mim com cara de raiva e eu correspondo com um sorriso sarcástico e falo:


- Iai grandão, vamos brincar um pouco?

Ele cospe no chão um ato de desrespeito e falo:

- Vou te matar.


Fecho a cara para ele e falo já sentindo o sangue esquentar e subir a cabeça:

- Não, eu que vou te matar desgraçado, se prepara!

Ele corre em minha direção, não esperava a iniciativa dele mais até que gostei, o lestrigão tenta me acertar com o porrete mais desvio e a arma bate no chão levantando uma nuvem de poeira e então era minha vez de atacar, rapidamente tiro minha espada e acerto a mão direita dele que segurava o porrete que imediatamente solta e ele é obrigado a soltar por causa da dor, de repente por falta de atenção ou por rapidez do monstro sou atingido por um soco que faz com que eu desse passos cambaleando um pouco, quando consigo recuperar um pouco o raciocínio vejo o monstro vendo em minha direção, mal tive tempo de sair para o lado e mesmo assim sinto a dor de ter sido atingido, quando olho vejo meu braço esquerdo sangrando, não parecia que o ferimento era profundo mais não era superficial, nesse momento a raiva estava apossada de mim e em um golpe rápido faço um enorme ferimento em toda a extensão do peito dele que grita de dor e volta a me atacar mais me abaixo evitando outro soco, novamente acerto minha espada nele mais dessa vez no joelho, sinto a lamina se encontrar com o osso da perna do lestrigão que grita e me acerta um soco lançando-me com espada em mãos, caio junto a pedras sentindo muita dor no estomago quando abro a boco sinto gosto de sangue e não era apenas gosto, começa a sair sangue que escore pelo meu peito molhando minha camiseta, levanto me apoiando com a espada e falo com a boca cheia de sangue:

- Desgraçado! Vai me pagar por isso.

Ele ainda gritava de dor o golpe foi forte isso era verdade, corro na direção do lestrigão quando desvio de seu porrete e acerto a axila dele partindo os ligamentos e imobilizando qualquer movimento com o braço esquerdo, ele grita mais ainda e tenta usar o braço ferido mais sem sucesso, então fala:

- O que fez!

- Apenas perdeu o movimento do braço, isso nem se compara ao que vou fazer contigo.

Uso a habilidade de meu elmo e fico invisível, ele fica girando o porrete com o braço direito quando corro na direção do mesmo, desvio da arma sem fazer barulho e passo as costas dele subindo sobre o mesmo e falo sorrindo:

- Vai morrer!


Ele tenta me tirar dele mais como tinha apenas um braço em perfeitas condições e não obteve sucesso a tentar me agarrar, em um golpe rápido cravo minha espada na cabeça do mesmo que cai de joelhos, salto das costas dele e quando olho o que restou dele foi apenas pó, saiu da arena sentindo um pouco de dor no braço e principalmente no estomago.


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Ártemis em Seg Jul 01, 2013 6:25 pm

Ortografia - 15/25 Houveram alguns erros ortográficos gritantes, tente usar algum corretor ortográfico.
Coerência - 24/25 Foi bastante coerente.
Criatividade - 20/25 Achei meio clichê.
Uso de armas e poderes - 20/25 Foi bem na medida do possível

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por James Di Angelo em Qua Jul 03, 2013 2:39 pm

 


Treino
 

Estava em meu quarto fazer malhando sem camisa apenas com um short adequado para o momento quando levanto e me olho no espelho, via cicatrizes das batalhas que tive passava a mão direita em uma delas no braço esquerdo ao mesmo tempo em que lembrava como a ganhei, foi em uma luta contra um lestrigão, depois estava com a mão em outra mais dessa vez bem perto do pescoço, essa tinha foi bem perigosa rolou em uma luta contra uma dracaena, observava meu físico como tinha mudado desde que tinha chegado ao acampamento, abdome bem definido peitoral exposto e músculos, mais o ego continuava da mesma forma e a auto estima também. Abro o guarda roupas e sem demora pego uma blusa vermelha e uma calça saruel branca, (não gosto dessas calças mais elas são boas para trenar) em seguida abro o compartimento onde ficam minhas armas, pego a armadura que já estava com minha espada embainhada presa na parte de trás e meu elmo. Sento na cama e pego a blusa já vestindo, pego um pano qualquer e começo a polir as armas afinal é bonito ter armar bem cuidadas. Levanto visto a calça ponho a armadura e saio do chalé com meu elmo embaixo do braço esquerdo, fora o céu estava escuro e clareando de vez em quando com relâmpagos e raios ao longe, mesmo com o tempo assim tinha muitos campistas andando pelo acampamento alguns curtindo a brisa fria do vento outros conversando entre si, continuo meu caminho até a arena. Ao chegar vejo que a mesma estava bastante movimentada, alguns campistas treinavam outros estavam nas arquibancadas namorando o que já era bem comum depois da chegada de tantos outros semideuses, me direciono até a jaula ponho meu elmo e abro a mesma, de onde sai dois mostro um ciclope e uma dracaena ele empunhava um troco de arvore e ela uma lança com a ponta aparentemente muito afiada, os dois saem com cara de poucos amigos ela fala:


- Hum, que louco esse semideus querer enfrentar ao mesmo tempo uma dracaena e um ciclope, não parece ter raciocínio que está em desvantagem garoto é desonesto sabia, dois contra um, há esqueci não me importo.

O ciclope parecia uma criança olhando para todo lado, nesse momento estava com receio dele atacar os outros semideuses que não estavam espertos e seria um desastre, de repente a dracaena corre em minha direção com a lança pronta pra mim espetar quando me esquivo um pouco e a mesma passa direto com uma velocidade incrível, tiro minha espada e giro ela mostrando habilidade e corro para atacar a garota cobra, nossas armas se encontram no ar fazendo surgir faíscas nenhum de nós estava dispostos a abrir mão de tirar as armas e assim ficamos girando um encarando o outro com cara de raiva, nesse estante sou surpreendido pelo ciclope que estava a menos de dois metros de mim com a arma na alto, mal tive tempo de tirar minha espada do alto e rolar para o lado quando vejo a nuvem de poeira e buraco onde a instantes eu estava, a dracaena tinha feito o mesmo que eu e não estava com cara boa pela ação do parceiro pois fala:

- O que está fazendo cabeça oca?! É para acertar ele e não a mim!

Ele resmunga palavras em grego antigo e fala:

- estava tentando acabar com ele!


Já estava com raiva da discussão deles quando falo:

- O casal vai continuar discutindo ou vai tentar me matar? Se sim deixem a DR para depois.

O ciclope corre em minha direção e tenta me acertar com um golpe em diagonal mais faço um mortal desviando, quando olho para mim vejo pequenos arranhões sorrio e falo:

- Isso ai, tem que tentar me matar.

Corro na direção dele que tenta me acertar um soco mais desvio e acerto min há espada no abdome dele fazendo o ferimento por onde o sangue começava a escorrer, ele grita de dor e eu continuava correndo na direção da dracaena que se assusta a principio mais salto sobre mim, nós rolamos eu dando socos na mesma e ela tentando me morder, paramos de rolar pro meu azar ela ficou sobre mim e dava socos em meu rosto que sangrava, as mordidas continuavam só na tentativa, ela tentava acertar meu pescoço mais toda vez eu tirava ele no momento exato do bote, consigo girar invertendo a posição agora era eu que dava socos com toda a minha força no rosto dela que sangrava, minha espada estava a alguns metros da gente e não daria tempo de pegar ela sem que a garota cobra me atacasse novamente, então continuava com os socas quando sou atingido por um chute nas costas fazendo com que eu voasse em direção da espada, caio sentindo dores e um pouco de dificuldade em respirar tento levantar com a espada servindo de apoio e falo já de pé sentindo o sangue escorrer de meu rosto:

- Desgraçado como ousa me atacar pelas costas, traiçoeiro!

A garota cobra sorrir e fala:

- Nós não ligamos pra isso garoto, apenas em vencer não importa a forma.

Ela avança em minha direção e acerta uma de suas caudas fazendo com que eu caísse e com a lança tenta me acertar no peito mais rolo para o lado, imediatamente ativo a habilidade de meu elmo e fico invisível, eu sabia que ela poderia me sentir então aproveitando que ela tinha ficado impressionada e antes que o efeito disso passasse acerto minha espada no pescoço dela que cai sangrando e logo se transforma em pó. Eu não tinha tempo a perder corro na direção do ciclope que não estava entendendo nada, estava olhando pro local onde sua parceiro tinha morrido abismado e nem se lembrava de mim, acerto minha espada no ombro dele com um salto, minha espada perfura o outro lado mais rapidamente sou atingido por um soco na tentativa de tira-la de ombro do monstro, caio a alguns metros ainda invisível com minha espada, agora ele gritava de dor com o efeito do veneno da lamina de minha espada ao mesmo tempo que girava o tronco com o outro braço tentando evitar minha aproximação, levanto e corro de volta para o ataque desvio do tronco e fazendo o giro sobre ele subo nas costas e sem perder tempo corto a garganta dele que imediatamente se transforma em pó e cai, como eu estava em cima dele caio junto ao pó e fico todo sujo, desativo a habilidade do elmo e com as mãos tento tirar o pó de mim e fala:

- Droga pó de ciclope que sorte a minha.

Saio da arena sentindo o sangue escorrer sobre meu rosto, estava na cara que eu precisava ir a enfermaria, estava com o costume de não ir lá depois das batalhas e isso estava me prejudicando.
 


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Re: Arena do acampamento

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