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Arena do acampamento

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por  em Sab Set 21, 2013 3:49 pm


Carol:




Ortografia - 25/15 - Infelizmente houveram muitos erros de acentuação e nas palavras.
Coerência - 25/22 - Alguns pequenos desvios, mas nada que não possa ser contornado.
Criatividade - 25/20 - Fora a pequena competição, não teve nada demais.
Uso de armas e poderes - 25/21 - Você descreveu bem a os poderes. Também pecou um pouco pela falta de descrição dos seus ataques com o arco.



Total: - Ganho: 78 XP.
         - Perdas: 3 MP.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Charles M. Walker em Ter Set 24, 2013 8:39 am






Filho de Poseidon!



Eu havia parado de treinar um pouco desde quando encontrei com os gêmeos Bertolazzo na arena. Talvez eu estivesse completamente traumatizado e agora eu precisasse de um psicólogo pra não ter pesadelos com os segredos do chalé doze.

Enfim, eu levantei por volta das oito e meia da manhã, o calor no acampamento era cada dia mais forte, fiquei com medo de sair do chalé e derreter. Fui obrigado a vestir uma roupa decente... coloquei minha camiseta laranja, obrigatória no acampamento e um shorts jeans, também calcei o primeiro par de tênis que encontrei e peguei todas as armas que eu tinha (que não eram muitas).

Já estava no horário de treino com monstros, acho que se eu enfrentei uma harpia e enfrentei aquela estranha amizade entre Aaron e Pietro, não tinha nenhum problema eu tentar lutar contra um monstro. As jaulas estavam descobertas e o Rancho Triplo G havia mandando vários monstros para o acampamento.

Eu escolhi lutar contra uma criatura não tão forte, mas também não tão fraca. O Cão Infernal me pareceu uma boa ideia, então me aproximei da jaula dele e peguei a chave correta para abrir os cadeados. Assim que o fiz, puxei o portão da jaula e o cão saiu rosnando e babando para mim. Seu tamanho era razoável, não me pareceu ser grande, mas também não parecia tão pequeno... era médio.

Encarei o monstro, com um olhar maligno do tipo "deixa eu te matar?", o monstro retribuiu com o mesmo olhar feroz. Aquilo não era uma batalha de olhares, então eu decidi agir e desembainhei a minha espada, correndo na direção do cão o mais rápido que consegui. A intenção era acertá-lo em uma de suas patas, mas não consegui. O monstro rapidamente detectou o meu ataque e deu um pulo, eu me abaixei e ele passou por cima de mim. Acho que nunca levei um susto maior do que nesse momento, pois pensei que ele iria cair em cima do meu belo corpo... aliás, eu nem sei como ele conseguiu pular a uma distância tão grande.

Ele se virou pra mim e levantou uma das patas, logo ele tentou pisar em mim, mas fui ágil o bastante pra me desviar. Aproveitando que o cão se distraiu, avancei novamente contra ele e acertei minha espada em sua pata dianteira da esquerda. Ele ganiu, fazendo um barulho insuportável e jogou o próprio corpo contra mim, novamente pensei que seria esmagado, mas consegui correr antes dessa tragédia acontecer.

Decidi que era a hora de tomar medidas drásticas, peguei meu pingente e o transformei em um tridente. Era leve e fácil de manusear, logo eu mirei na direção do cão infernal. Ele me encarou e rosnou ferozmente, em pouco tempo ele já estava caminhando na minha direção, na intenção de me fazer em pedacinhos, era a hora perfeita para usar a minha arma.

Me afastei o mais rápido que eu pude e me concentrei em mirar a cabeça do cão infernal... contei até três e lancei a arma. Ela zuniu pelo ar e acertou em cheio o meu alvo, o monstro saltou para trás e fez barulhos de desespero, era agora que eu deveria atacar de verdade. Apertei meu broche de golfinho e ele se transformou em uma armadura.

Fui para trás do cão infernal e me pendurei na cauda dele, ele tentou me morder várias vezes, mas o tridente o atrapalhava nessa tarefa, consegui chegar no lombo dele bem no momento em que o tridente desgrudou do lugar onde estava e saiu voando, até acertar uma parede e voltar a ser pingente. Só que agora o monstro não tinha mais saída, cravei a minha espada no corpo dele o mais fundo que consegui e me joguei no chão, o impacto foi mais forte do que eu imaginei que seria.

Assim, eu senti que o cão não estava mais presente... havia se dissolvido numa nuvem de pó dourado, retirei o elmo da minha armadura e com muita dificuldade, sentindo todos os ossos do meu corpo doerem, me levantei. A armadura virou um broche, busquei o meu pingente e embainhei novamente a minha espada. Meu nariz estava com um pouco de sangue, então decidi voltar pro meu chalé para tratar os ferimentos da minha queda...

Armas usadas:
♒ Tridente de Poseidon - Um pingente que ao ser ativado se transforma em um tridente com pontas afiadíssimas, ele é muito leve para um filho de Poseidon, mas extremamente pesado pra outro semideus. Ele pode ser lançado no inimigo e fazer um belo estrago. [By: Apolo] [Obrigatório]

♒ Espada dos terremotos - Esta espada é capaz de invocar um tremor no solo da batalha, feita em puro bronze celestial. O poder só pode ser usado uma vez por batalha e atinge seus aliados se for em conjunto. [Obrigatório]

♒ Broche de golfinho - Este broche, ao ser ativado, se transforma em uma armadura que cobre seu corpo inteiro. Ela é leve para filhos de Poseidon, isto é, não atrapalha nos movimentos. [By: Apolo] [Opcional]
 

Poderes usados:
Level 1

Perícia com Tridentes [Iniciante]: Por serem filhos de Poseidon, vocês possuem uma intimidade única com o tridente, a marca de seu pai, e simbolo de seu poder. Em suas mãos todo tridente — E semelhantes, como lanças ou dardos — Se tornam mais leves, e fáceis de manusear. Confere aos filhos de Poseidon nível Inicial à Perícia com Tridentes e Lanças.



Onde: Arena .-. ♒ Com: Cão Infernal 'u'  ♒ Vestindo: Roupas '-'



THANKS APOLO FROM PJO ALLIANCE

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por  em Ter Set 24, 2013 7:52 pm

Charles:
Ortografia - 25/25 - Parabéns, nenhum erro.
Coerência - 25/25 - Ótimo. 
Criatividade - 25/20 - Um pouco criativo.
Uso de armas e poderes - 25/25 - Usou bem as armas do seu progenitor divino.



Total: - Ganho: 95 XP.
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Seg Out 07, 2013 7:25 am


ARENA CONGELADA

(Leiam a trama)

SE QUISER TREINAR COM A ARENA NORMAL, DEVE SER ATEMPORAL


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Allen Souke em Qui Out 10, 2013 6:56 pm


 
Acampamento
 Pequena Dracaena Boazinha u-u




 Tinha acabado de sair da parede de escalada, que por sinal foi um fracasso. Passei em meu chalé e peguei minha foice e meu escudo. O colar estava no pescoço como sempre. Eu queria treinar, caso enfrentasse algum monstro tinha que estar preparado. Vou direto para a arena com a foice e o escudo em mãos.
Assim que estou subindo o primeiro degrau que levaria a arena, escorrego e caio de rosto na neve. Por sorte, soltei minha foice e ela caiu longe de mim. Meu rosto tinha quase congelado ao entrar em contado direto com a neve. Fico no chão por alguns segundos, quando um semideus desce a escada e passa por mim dizendo:
- Quer ajuda ai?
- Não, não. “Tô” legal.
Levanto-me rapidamente, apanho minha foice e subo para a arena. Alguns semideuses estavam por ali, a maioria garotos. Treinavam combate contra monstros, com suas espadas e suas lanças afiadíssimas. Eu o mais diferente, estava portando uma grande foice. Não liguei. Vou andando até onde tinha várias jaulas e paro na frente de uma que me chamou bastante atenção. Era uma cobra, uma mulher-cobra com duas caudas ao invés de pernas e usava uma armadura metálica. Estava com uma adaga em sua mão e uma faca média na outra. Ela era bastante pequena, era quase da minha altura se não menor. Vou até a jaula dela e tentando dar uma de maioral, abro a jaula da pequena Dracaena.
Assim que abro a jaula da Dracaena, só tive tempo de por meu escudo na frente. Ela enfiou a adaga onde meu estômago se encontrava. Por sorte o escudo era bem resistente e não falhou em bloquear a adagada daquela cobra. Fui para trás rapidamente e me preparo para receber o próximo ataque daquela criatura. Ela investe novamente e prepara outro movimento semelhante ao de antes, só que eu estava preparado. Assim que ela golpeia novamente meu escudo, já empurro o mesmo contra aquele bicho e a afasto de mim. Bem no alcance de minha foice. Com um movimento na horizontal, minha foice passa raspando da cabeça do monstro que se abaixou no susto. Ele olha para mim e começa a sibilar. Contra-atacando ela vem se rastejando rapidamente e quando está pouco próximo de mim, joga a faca em minha direção. Novamente ponho o escudo na frente, só que dessa vez na frente da cabeça. Por sorte o escudo ficava preso no pulso, o que facilitava e muito a minha vida. Por sorte e por azar, a faca ricocheteou no meu objeto de defesa e voltou caindo próximo à mulher-cobra. O pior erro dela foi ela se abaixar bem em minha frente. Não pensei duas vezes, puxei a minha adaga que estava presa no cós do cinto e arremessei a mesma. A adaga passou por um tris da Dracaena que se levantou bem na hora em que a adaga acertou o chão onde antes, sua cabeça estava próxima dali. Vou para cima de aquele ser e a acerto com o cabo da foice. Ela se volta contra mim e começa a dar vários movimentos seguidos no ar, como se estivesse pedindo “vá embora!” Eu não iria fazer isso então com a ponta do cabo de minha foice, empurro pela armadura a Dracaena para trás, depois desfiro um golpe na diagonal com a foice no intuito de feri-la. Só que tinha me esquecido da armadura. Ela não era tão boazinha quanto eu pensava, logo tratou de investir contra mim novamente com sua adaga. Tentei desviar o golpe, mas ele acabou acertando meu pulso de raspão. Tinha começado a sair sangue, então já irritado golpeei o monstro certeiramente em sua cauda esquerda. Foi mais um sibilo do que um grito, o que a mulher-cobra fez. Ela jogou a dessa vez a adaga, e eu consegui para-la usando meu escudo. Olho para mulher desarmada e vou para cima da mesma. Com uma única foiçada, decepo a cabeça da Dracaena, fazendo a mesma virar uma cortina de pó cinza. Ponho minha foice de lado e sento-me no chão da arena, que estava congelado. Imagino como não teria escorregado ali, que sorte. Decido não ficar muito tempo ali, já que estava com sede e fome e já era quase hora do almoço. Pego minha foice, meu escudo e minha adaga e saio de lá, rumo ao meu chalé.
Spoiler:


Perícia com foice - O filho de Deméter mesmo sendo novato tem uma grande habilidade com foices, podendo manipulá-la facilmente.
 
Perícia com Adaga - O filho de Deméter sabe utilizar muito bem uma adaga, fazendo movimentos ágeis e incomuns.
Adaga de Bronze
Foice da Natureza: Foice curta, feita de bronze puro. Leve e bastante ágil para o semideus dono dela, mas para os outros que a usarem ela se torna extremamente pesada; sua lâmina também é afiadíssima e é capaz de cortar até as raízes mais resistentes.

 


Post: 00 ~ Roupas: Nymdááys:~ Musica: Shake It Out – Florence And The Machine~ Notas: Frio pah karaleu'~
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Qui Out 10, 2013 7:48 pm

Allen - 
Ortografia: 24/25 - Pequenos erros, quase imperceptíveis, como uma a preposição "a" na frase: Ela jogou "a" dessa vez a adaga.

Coerência: 23/25 - Achei bem coerente apesar de que achei muito fácil a sua luta com ela já que você é nível 2.

Criatividade: 25/25 - Achei bem criativo você ter caído de cara na neve e o jeito que você falou que a dracaena era baixinha e boazinha.

Uso de armas e poderes: 23/25 - Bem, alguns (poucos) golpes foram meio confusos, mas no geral foi bom o uso das armas.

Total -  Ganho:  95 xp
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por David J. Gilmour em Sex Out 11, 2013 2:14 pm

Somente em pensar na ideia de ir treinar eu já ficava com sono, mas a ideia de me levantar e realmente ir treinar era outra coisa. Enquanto andava indo para a Arena minha mente estava totalmente lerda como se estivesse em modo "automático", pois eu apenas pensava na minha cama macia e confortável, porém continuei andando.
Assim que cheguei na arena que estava ocupada principalmente pelos filhos de Apolo treinando com arco e flecha, fiquei olhando eles atirando tentando ver o jeito com que atiravam vendo o movimento de cada músculo, cada movimento minucioso que faziam. Depois de algum tempo apenas olhando simplesmente peguei um arco e coloquei uma flecha na corda, comecei a puxar enquanto arrumava minha coluna deixando ela ereta, minha respiração devagar e meus dedos firmes enquanto seguravam ao redor das penas da flecha, atirei mirando num alvo que estava bem perto de mim, não passava de alguns metros. Depois que soltei a flecha um zunido fraco foi feito, bem diferente dos que eram feitos durante os tiros da Prole de Apolo.
A flecha passou longe do alvo acertando a parede de pedra e quebrando a flecha em duas, comecei a pensar: "Mas o que fiz errado?"
Pelo visto um filho de Apolo havia visto minha tentativa de tiro e foi até mim, falou:

-Espera, você deve usar os músculos dos ombros, não do braço.

Ele pegou um arco e uma flecha, puxou a flecha usando o dedo do meio e o anelar deixando o dedo indicador perto da boca, os músculos dos ombros estavam firmes e fortes, quando ele soltou a flecha com um zunido forte, acertou perto do círculo vermelho como planejado, eu acho, deu um sorriso exibindo seus dentes brancos. Simplesmente passei a mão nos meus olhos tentando afastar o sono, olhei para a cara dele por alguns segundos, peguei uma flecha e fiz as mesmas coisas que ele, mas meus músculos dos ombros não são muito fortes e ficou meio difícil de ficar segurando a flecha. Assim que soltei as penas, o zunido agora estava um pouco mais forte e acertei no pé do alvo, devia ser a falta de mira ou simplesmente a falta treino, porque era a primeira vez que eu segurava um arco.
Fiquei olhando pro alvo pensando no que podia fazer, agora o filho de Apolo voltou para o seu treino e estava bastante concentrado atirando várias flechas em diferentes alvos em diferentes distâncias, acertando todos na mosca. Novamente peguei uma flecha e comecei a puxa-la, meus braços estavam meio tensos, mas mesmo assim continuei tentando segurar a flecha. Mirando no meio do alvo, fiquei parado por alguns instantes até solta-la e acertar novamente o pé do alvo. Logo peguei outra flecha e notei que ela era um pouco mais pesada no lado da seta, as penas não eram suficientemente pesadas para deixa-la calibrada. Assim que coloquei a flecha na corda e puxei ela, mirei um pouco mais acima o alvo como se fosse atirar na parede e assim que atirei, esperei alguns segundos com o arco abaixado até ver que finalmente acertei ele, mesmo sendo longe do objetivo desejado.
Peguei outra flecha e coloquei na corda puxando com uma força extrema porque meus ombros estavam começando a ficar rígidos e sem a elasticidade que eu precisava, assim que puxei a corda com toda a força que consegui soltei rapidamente sem conseguir mirar direito e a flecha acertou o chão. Quando vi ela acertando o chão, simplesmente fiquei brabo e fui para o chalé dormir, afinal ficar vendo eu errar feio, não seria bom para mim.
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por James Di Angelo em Sab Out 12, 2013 10:47 am

 


Treino Atemporal
 

Tomava café da manhã com alguns dos semideuses filhos de Ares que já tinha feito amizade quando descido ir treinar. Volto para o chalé e lá pego minha espada embainhada a ponho na cintura, em seguida prendo meu escudo no antebraço esquerdo. O dia estava ensolarado e por todo parte estava campistas, alguns caminhando, outros treinando, outros apenas conversando entre si. Chego a Arena o local onde eu tinha estado várias vezes e o lugar que me prendia com mais facilidade. Chego perto das jaulas e fico olhando os monstros até que descido que vou enfrentar um lestrigão. Abro a jaula me afasto ficando com minha espada na mão direita e em posição de batalha. Ele sai empunhando alguma coisa nas mãos o que eu acho que é maçãs então penso “o que esse monstro vai fazer com isso, comer?”. Eu me enganei, quando ele olha para mim com a expressão de raiva arremessa uma maça, salto para o lado surpreso com a atitude do mesmo. Eu estou no meio da nuvem de poeira feita pela maça, olho impressionado o chão observando uma cratera como se fosse um meteoro que tinha caído e penso “tenho que tomar cuidado com isso se não viro pudim de James”. Avanço na direção do inimigo rapidamente e em zigue e zague na tentativa de dificultar caso ele lançe a outra maça. Ao chegar próximo dele o mesmo tenta me acertar um soco que desvio passando próximo a minha cabeça junto com uma rajada de vento. Acerto minha espada nas costelas do lestrigão que ruge de dor e com a mão livre tenta me achatar. Salto para trás e vejo o punho do monstro passar a centímetros de meu rosto se encontrando com o chão. Sem perder tempo acerto minha espada no ombro do mesmo que grita de dor no momento em que seu sangue começa a escorrer. Estou a alguns metros de distância do meu inimigo quando ele arremessa a outra maça, solta para o lado e a maça passa colidindo com uma arvore que cai. Agora ele estava desarmado e eu não ia deixar de me dá bom com isso. Avanço rapidamente quando chego próximo sou recebido com socos e chutes, um soco passou de raspão por meu ombro enquanto eu me protejo com o escudo de um chute que faz com que eu der passos para o lado. Meu braço estava dolorido da tentativa de defender o golpe mais não tinha tempo a perder. Avanço mais uma vez, agora desvio dos golpes e acerto minha espada na cocha do lestrigão fazendo surgir um ferimento que sangrava. Não parei por ai, em um giro de corpo minha lâmina passa por toda a extinção da barriga do mesmo que grita de dor e tenta me agarrar. Eu me abaixo no momento exato e em um salto acerto minha espada no rosto do inimigo acertando o olho direito. Ele estava cego e agora mais furioso do que nunca. Afasto-me dando passos para trás enquanto ele girava o braço tentando me acerta ou querendo que eu me afastasse. O lestrição pega uma pedra e lança em minha direção, me jogo no chão para evitar ser esmagado e escuto o barulho da pedra quebrando ao colidir com uma das colunas da arena. Levanto já correndo na direção do monstro que por causa da visão achava que tinha conseguido me vencer estava de guarda baixa. Eu corro na extremidade do lado direito ficando assim mais difícil dele enxergar o que estava acontecendo. Em um salto minha espada penetra uma das costelas do mesmo que grita de dor. Ele consegue me segurar com os braços e começava a me esmagar quando giro minha espada que penetra fundo na barriga do mesmo que se transforma em pó. Ponho uma mão no joelho e a outra no ombro, a dor não é grande mais incômoda. Caminho saindo da arena.

 


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Sab Out 12, 2013 11:27 am

David
Ortografia - 20/25 - Novamente ocorreu a repetição de palavras e a falta de vírgulas.

Coerência - 19/25 - Faltou bastante descrição, o que deixou o texto confuso.

Criatividade - 18/25 - Sinceramente, não vi nada de diferente no seu treino.

Uso de armas e poderes - 19/25 - Poderia ter feito uma descrição bem melhor sobre o uso do arco.


-5HP
76XP - Pode melhorar
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Treino anulado - É proibido postar na arena enquanto está num treino em conjunto.
-5 pontos de respeito às regras.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Ella S. Lanfort em Sab Out 12, 2013 3:44 pm



A Todo Vapor

"...Basta que me se aproxime e olhe no fundo dos meus olhos para que saiba quem sou de verdade."


Não passa das nove  da manhã e o acampamento já se encontra a todo vapor, alguns campistas bem-dispostos treinavam constantemente em quanto outros apenas observavam e conversavam sobre algo que não interessava a prole de Ares, ela caminhava por entre os que conversava em busca de uma de suas amigas mais por sua infelicidade não as encontrou, passará metade de sua noite acordada planejando um treino em grupo e que gostaria de realizar, mas naquele momento teria que se contentar em treinar sozinha. Desta vez a garota já caminhará decidida sobre que tipo de treino realizaria, um que já não frequentava a um bom tempo e que sempre fora seu favorito, a arena de treino com espada e escudo se encontrava parada já que os outros semideuses teriam tirado o dia para outras atividades, a jovem gostava de dias como aqueles pois poderia treinar com mais liberdade já que sabia que não seria interrompida por alguém pedindo ajuda com a espada ou perguntando como prender o escudo no braço.
Lá se encontrava, parada no meio da arena de treino, olhava em sua volta em busca de algo que lhe fosse útil como oponente, mas raramente se encontrava alvos que não fosse bonecos de treino, a jovem nunca gostará de treinar com tais bonecos pois nunca era possível sentir a emoção de golpear um verdadeiro adversário e as poucas vezes que foi privilegiada pela coragem de algum outro campista de enfrentá-la sempre se divertia humilhando os pobres coitados que nunca mais até agora teve vontade de lutar contra a moça novamente.
Ela rodou em círculos por alguns minutos tentando pensar sobre o que poderia usar como adversário até que lhe veio em mente que em algumas de suas conversas com proles de Herácles ouvirá falar que o acampamento disponibilizava alguns monstros capturados nos arredores da floresta como treinos nas arenas, a criança de Ares sentiu os pequenos olhos brilhares só de saber que não teria de treinar com bonecos inanimados novamente e que poderia brincar um pouco com algo que revidaria seus ataques então a garota se colocou em movimento e indo até uma das jaulas escondidas por alguns ramos de árvores, ela olho para ambas e não conseguiu ver nada dentro, imaginará que teria de abrir uma por uma com a finalidade de descobrir com qual monstro desejaria  lutar então com um golpe certeiro com a espada recebida ao se adentrar no camp a garota arrebentou o cadeado da primeira jaula, ela ficou atenta por um momento, o portão se abriu lentamente até bater na jaula ao lado, mas nada de lá saiu deixando a jovem extremamente desapontada com o acontecimento e sentindo o desanimo bater em sua face, ela se virou de costas e deu cerca de dois passos até que foi surpreendida com um cão infernal maior do que de costume pular em suas costas, ladrando ferozmente e tentando lhe abocanhar.
A jovem havia caído ao chão de uma forma que conseguiria se virar com facilidade e por sua sorte o monstro que se encontrava em suas costas tentava mordê-la justamente onde se encontrava sua braçadeira, ela sentia-se feliz por mesmo com uma nova espada não ter aposentado a braçadeira pois caso o contrário agora teria uma destrutiva mordida no braço direito, a menina se virou o mais rápido que pode lançando o cão para o lado e com um pequeno impulso se levantou do chão e armou guarda com a espada em frente a criatura, sentia que aquilo não demoraria muito e que não era o desafiante que esperava, mas poderia derramar um pouco de sangue ao solo da arena, o cão rosnava alto para a jovem e os dois se encontravam frente a frente rodando em direções contrárias assim ainda se mantendo um diante ao outro, com uma estocada rápida a garota tentou ferir o monstro que desviou com sucesso e tentou um contra-ataque pulando contra a garota que  focalizou o pouco de sua força no punho desocupado e efetuou um soco no adversário que foi lançado a uma distância aceitável. O cão havia sido ferido mas ainda conseguia se levantar e automaticamente tinha mais fúria em seus olhos vermelhos, revidando o ataque de Ella, o cão infernal lhe agarrou com a boca uma das penas que por azar estava desprotegida, a garota grunhiu com o efeito da dor, ela não podia permitir que ele ficasse agarrado em uma perna ou que lhe arrancasse um pedaço da mesma então como resposta golpeou com a espada na altura do estômago do monstro que acabou por soltar a perna da menina, a menina se deixou cair pois a dor na perna era grande e não pretendia usar um de seus poderes para abafar a dor, a criatura aproveitou a situação e se colocou por cima da garota que se desviava e se defendia dos ataques com eficaz, estava se cansando daquilo e queria acabar logo então com um descuido do animal a garota alcançou a adaga que trazia sempre presa atrás das costas e por fim fincou a mesma atravessando a garganta no monstro que no mesmo momento saiu de cima da garota e começos a se distância se arrastando pelo chão. Ella não estava disposta a deixar alguém que lhe feriu ir embora então com dificuldade a menina se levantou, tomou a espada em mãos novamente e com um golpe vertical decapitou cão.
Ella puxava o ar com força para os pulmões, mas sentia que mesmo com um monstro de nível tão baixo havia conseguido se exercitar com eficaz e além de tudo agora teria uma cabeça como prêmio, a prole do deus da guerra riu ao imaginar a expressão de Sansa ao se deparar com a cabeça de um cão infernal presa na parede do chalé e com toda certeza a menina de Afrodite não gostaria nada, mas rasgou um pedaço do pano de sua blusa e amarrou na perna para o ferimento não ter tanto contato com o meio exterior com a finalidade de evitar complicações e logo em seguida agarrou a cabeça do monstro e saiu desfilando com a mesma por entre os campistas que passavam por sua frente em quanto rumava até a enfermaria para tratar do ferimento.
"A sede de vingança e guerra esta em meu sangue"
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por  em Sab Out 12, 2013 4:30 pm

Ella

Ortografia - 10/25 - Seu treino está com uma grande quantidade de erros ortográficos.
Coerência - 15/25 - A falta de acentuação complicou a coerência do seu treino.
Criatividade - 10/25 - Acho que você precisa rever no bestiário a descrição sobre o cão infernal, ele não é o monstro mais fácil para uma semideusa no nível 2.
Uso de armas e poderes - 15/25 - Descreveu pouco seus ataques.


Total: - Ganhos: 50 XP.
         - Perdas: -20 HP (queda e mordida na perna).

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Sam Winchester em Dom Out 13, 2013 10:43 pm

Arco e flecha XD
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Eu estava dormindo profundamente em meu chalé até que cai da cama, olhei para o relógio e ainda era 6 horas da manhã, deitei em minha cama novamente tentando voltar a dormir, mas foi em vão então me levantei fui para o banheiro tomei um banho e me vesti de modo simples apenas uma camiseta regata branca, calça jeans e causei um all star peguei meu arco e flecha  e fui para arena. Ao chegar na me dirijo aos alvos e começo a fazer alguns disparos e acabei não acertando todos, em seguida peguei uma flecha a coloquei no arco e mirei com mais atenção no alvo que estava a 10m de distancia e disparei, acertei na mosca bem no centro do alvo, me distanciei mais 5m e dei mais um disparo, mas esse não acertou no centro e sim na extremidade do alvo teitei novamente mirando com mais atenção respirei fundo e disparei e novamente eu acertei no centro exato do alvo, em seguida me distanciei mais 7m, o alvo já estava tão pequeno que eu mal podia velo, mirei um pouco mais acima do alvo porque eu sabia que se mirasse exatamente nele aflecha ia acertar o chão não ele, disparei e acertei em cheio, me distanciei mais ainda fiquei em um local que o alvo era só um ponto no horizonte, respirei fundo mirei no ponto e levantei o arco o apontando para o céu pouco antes de disparar a flecha subiu em alta velocidade e fez um arco ao começar a cair  a qual acertou o alvo em cheio - Eu sou bom - disse com um sorriso no rosto. Comçei a treinar com o arco e flecha de um modo diferente, corria e disparava flechar tentando acertar os alvos, de 5 alvos eu acertei 2 no centro,2 nas extremidades e errei um - Cara atirar correndo é bem mais complicado do que parece - disse um pouco ofegante, teitei mais uma vez só que dessa ves alem de correr e atirar eu tambem rolava pelo chão, dos 5 alvos acertei 3 e errei 2, na terceira tentativa  eu respirei fundo antes de correr e acredite ou não deu certo consegui acertar os 5 alvos - Isso consegui, agora acho melhor ir tomar café - disse enquanto saia da arena  
thanks juuub's @ cp! 


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por  em Seg Out 14, 2013 9:34 am

Sam 

Ortografia - 25/20 - Poucos erros em palavras, mas também faltaram vírgulas.
Coerência - 25/09 - Achei pouco descritivo e rápido, mas deu pra ler direitinho. Não descreveu o frio da arena.
Criatividade - 25/20 - Pouca, mas ainda assim é difícil de ver um treino de arco e flecha com alvos, com o campista em movimento.
Uso de Armas e Poderes - 25/20 - Para um filho de Apolo no nível 1, você foi bom até demais.

PS: Parte da avaliação editada por Apolo porque estava errada -.-'

Total: - Ganhos: 69
         - Perdas: 5 HP.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Sam Winchester em Ter Out 15, 2013 6:43 am

Arco e flecha XD
in your eyes and i will reveal you my soul...

Mais uma vez eu havia me levantado cedo, tomei um banho e me arrumei, peguei meu arco e flecha e fui em direção à arena. Ao chegar percebo que a arena esta vazia, não fique muito surpreso pois era cedo ainda e estava um pouco frio a grama estava coberta por orvalho, em seguida coloque uma flecha em meu arco e mirei em um alvo que estava a 12m de distancia, eu acertei a extremidade do alvo -Ai parece que eu ainda to dormindo- disse bocejando, teitei mais uma vez, ´porem dessa vez mirei com mais atenção e disparei, a flecha acertou em cheio o centro do alvo - Podem aplaudir porque eu sou bom - disse bem confiante, então descido dificultar um pouco mais as coisas, tentando disparar duas flechas de uma só vez, oque não deu muito certo de primeira, pois levei uns 5 minutos só para conseguir segurar as duas flechas no arco, quando consegui mirei o alvo e disparei, porem as flechas não passaram nem preto do alvo, uma das flechas caiu a 3m de mim e a outra acertou uma arvore -Isso parasse que vai ser problemático - disse um pouco desanimado, porem não me deixei abater, então teitei mais uma vez, mas foi a mesma coisa, mas eu não desisti teitei novamente, mas errei outra vez, uma hora já tinha se passado depois que eu começara a treinar , eu já estava ficando exausto, o campo estava coberto de flechas caídas e encravadas por toda parte menos no alvo, resolvi tentar mais uma vez, aquela seria minha ultima tentativa, então cloquei as duas flechas no arco, flexionei um pouco os joelhos parar ganhar mais estabilidade, inspirei fundo e disparei enquanto soltava o ar lentamente, para minha alegria eu acertara o alvo, não foi exatamente no centre na verdade elas acertaram bem na extremidade mesmo - é melhor que errar eu acho - disse em um tom mais alegre e conformado         
thanks juuub's @ cp! 


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Ter Out 15, 2013 6:52 am

Sam
Ortografia - 16/25 - Vi vários erros como "teitei" e o fato de usar números na hora de escrever o texto. Números só devem ser usados pra escrever problemas matemáticos. ;) Também está sem parágrafos, usou gírias como "tô" e faltaram vírgulas em várias partes do texto. 

Coerência - 12/25 - Novamente, você não narrou o frio. Leia a trama, a arena está realmente FRIA, a ponto de congelar e não um friozinho de cair orvalho na grama. 

Criatividade - 17/25 - Nada muito incrível.

Uso de armas e poderes - 20/25 - Poderia descrever melhor o uso do arco.


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Jason Blackwood em Ter Out 15, 2013 7:23 am



Treino com arco, oito horas da manhã no frio...


 
O despertador tocou bem cedo hoje, pois eu treinaria com meu velho companheiro de lutas e mais lutas, meu arco dourado. Enquanto eu levantava e via que o acampamento continuava abaixo de neve e frio, coloquei uma camisa de mangas longas negra, calça jeans larga e sapatos, pendurei meu arco junto de minha aljava nas costas, lentamente dirigi-me à porta saudando alguns irmãos que assim como eu acordavam cedo e por fim rompi a entrada do chalé.
 
Por sorte ser filho de Apolo quer dizer que a temperatura não te afeta, mesmo quando você vai às forjas com aquele calor intenso ou quando uma neve misteriosa consegue penetrar as defesas mágicas do acampamento e congela praticamente tudo, ainda sim meu corpo estava quente.  Durante minha caminhada percebi que até mesmo os sátiros usavam camisas mais fechadas que o normal, uma filha de Afrodite saiu do chalé extremamente elegante parecendo que iria esquiar no Canadá, todo mundo era afetado pelo gelo mágico, até mesmo eu com a Arena. Assim que encontrei a entrada do lugar mais agitado de todos meus olhos não acreditaram.
 
O próprio chão não era mais com cor de terra que levantava a cada impacto no solo, era neve com até algumas pedras enormes de gelo. O semideus que tomava conta dos monstros estava tomando chocolate quente, parecia que não tinha nenhum ser maligno nas jaulas por que não se ouvia nada, via movimento ou formas diferentes, os seres se encolhiam em suas prisões talvez gratos pela primeira vez pelo abrigo. Fitei ao meu redor procurando alguém treinando, sempre que eu entrava nesse lugar estava circundado por campistas praticando a todo o vapor, hoje era apenas eu tentando posicionar um alvo. Limpei os cristais de gelo que se formaram na superfície do meu acessório de treinamento, posicionei no meio da neve e fui para uns trinta metros de distância.
 
Tirei o arco das costas e coloquei uma primeira flecha, essa arma me era tão familiar que talvez eu pudesse atirar com ela de olhos fechado. Puxei o cordão do arco sentido ele retesar e envergar pouco, sempre fora assim para dar maior velocidade a flecha, porém no começo eu achava que iria partir ao meio.  Com a flecha já preparada eu avaliei o vento, todos os movimentos para atirar eu fiz devagar para voltar a ter essa análise do ambiente, mesmo que em missão esses passos sejam automáticos como andar ou respirar. Sem vento para atrapalhas, apenas neve que afetava um pouco minha visão eu deixei minha flecha se deslocar no ar e acertar o alvo, quase no centro.
 
Olhei ao redor na esperança de encontrar outro semideus vindo treinar, apesar do frio e de serem oito e pouca da manhã os semideuses normalmente praticam o dia todo por aqui, algumas vezes até mesmo à noite eu me aventurei neste lugar, mas tive que enganar as harpias para isso. Com uma nova flecha no cordão de minha arma eu voltei a olhar meu alvo,  mirei com maior cautela dessa vez, mesmo sabendo que durante uma missão ou batalha eu não terei tanto espaço para armar meu arco e disparar, treinar assim me deixa mais calmo e preparado, apesar desse movimento de mirar seja algo já repetido para mim inúmeras vezes. Avaliei o vento mais detalhadamente, percebi uma leve brisa gélida que mesmo não me congelando era suficiente para desviar o rumo do meu projétil. Desloquei meu arco um pouco para direita para contrabalancear o vento e atirei.
 
Quando escutei o barulho do dardo acertando o centro do alvo eu sorri, sempre tenho essa reação automática quando tenho bom resultado, seja para fazer difíceis provas na escola como era antes ou para acertar um alvo parado numa distância de trinta metros que eu já fizera outras tantas vezes. Ainda sim foi satisfatório o resultado, repeti mais alguns disparos, queria somente ter certeza que o incidente na floresta durante a missão para meu pai não prejudicara meu desempenho ou minha mira, ainda bem que não. Recolhi as flechas já que tinham pontas venenosas e poderia alguém pisar sem querer, dei um até logo para o garoto que congelava vigiando monstros, sorri e retornei para meu chalé, seria ótimo um chocolate quente.

poderes passivos:
Perícia com o arco II: Você atira flechas com mais precisão que os outros semideuses.

Que calor!: Você nunca sente frio, por mais que o vento esteja gelado ou o ambiente, em qualquer temperatura.

itens usados, no caso meu arco preferido.:
*Arco e flecha envenenados - Um arco feito todo em ouro e uma aljava de flechas infinitas. Cada flecha possui um veneno mortal em sua ponta, caso o inimigo receba mais de três flechadas é fatal. Se a pessoa que empunhar o arco não for um filho de Apolo, o arco esquentará e queimará a mão dela. 



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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Jardel L. Heavensbee em Ter Out 15, 2013 8:29 am




Treinando com a Dracaena.



Dias se passaram desde que o inverno chegou e cada hora ele parece piorar. Desisti de ir à arena treinar pela manhã e pela tarde por conta da neve. A noite ela pareceu diminuir, mas em compensação o frio aumentou; e eu não iria perder uma chance de ficar mais forte. Dito essas palavras de consolação a mim mesmo, levanto da cama e procuro nas gavetas as roupas mais quentes que eu tenho. 
Quase deprimido pensando não ter achado nenhum casaco, olho na próxima gaveta e abraço com muita felicidade o meu casaco de Hogwarts. Fielmente pego minhas caneta-espada, adaga e escudo. Ando rapidamente até a arena, tentando ao máximo evitar qualquer acesso de espirro provocado pelo frio.
Finalmente lá dentro, ouço o som das tochas crepitando e trazendo um pouco de calor para o meu coração. Retiro meu casaco e penduro-o em uns cabides que alguém fez o favor de colocar na entrada da arena, até porque treinar com monstros não é exatamente parado e sem fazer nenhum esforço.
Agora só estava com minha calça jeans e meu capote fino, com o desenho de um centauro armado com um arco na frente. Dirijo-me até as jaulas para escolher meu adversário do dia. Pensei em todos que já enfrentei até hoje, não queria a mesmice de sempre; andei até uma jaula em que ouvia o sibilar de uma cobra. Então ativei minha espada de ferro estígio e libertei a Dracaena de sua prisão.
Com um olhar assassino e segurando firmemente seu escudo e sua espada, ela veio na minha direção. Senti o frio passar por nós e também avancei para o confronto. Start! Seus ataques eram potentes e se estivesse sem meu escudo natural, iria ter poucas chances de enfrenta-la; mesmo assim ela não era muito ágil. E pela forma com a qual eu logo em seguida a feri na sua perna direta, que mais parecia uma cauda de cobra, deduzi que esperteza também não era seu forte.
Dei uma estocada com a intenção de acertar em seu braço, mas ela conseguiu se proteger com seu escudo de ferro; a seguinte foi na direção do braço esquerdo, o que segurava a espada. Consegui fazer um corte nele, mas não sem sair ileso, ela conseguiu fazer um arranhão com suas unhas grandes demais; ainda bem que não foi uma mordida, mesmo que sua parte de cima fosse humana, vai que ela ainda tinha veneno em sua boca.
Irritada com meu repentino avanço, ela vem com toda a intensidade para cima mim. Quase fui jogado contra a parede quando ela me acertou com sua cauda; é claro que como a noite está no céu, meu poder de agilidade aumenta. Assim desvio e levanto meu escudo, fazendo uma prece a Deméter para que o poder do narciso ativasse. Sem esperar pra ver as consequências de uma possível negativa por parte da deusa, ataco a fera no braço em que seu escudo se encontrava; pensando que ela iria retrair o mesmo no último instante, fiquei surpreso ao ver o braço cair, e ouvir o som do objeto tocando o chão.
Agradeço a minha progenitora olimpiana e recuo no momento em que a hesitação da dracaena acaba. Ela volta a si e urra de dor e raiva; eu rio de prazer e habilidade. Tarde de mais eu me desvio e recebo um corte no braço, meu braço quase não se movia direito. Sem nenhuma vergonha deixo cair de meus olhos lágrimas de frustração e infantilidade. Guardo a espada novamente em forma de caneta e pego minha adaga de ouro imperial.
Ao vê-la reluzir a mulher-cobra recua de medo. Eu queria ter mais tempo para me divertir com ela, mas seu ataque podia ter sido pior. Ainda bem que o corte pareceu ser superficial, pelo menos não atingiu muito o osso. Corro com uma raiva imensa emanando de mim, ela também recua; mas meu ataque imbuído de um desespero de viver é rápido e preciso. Atinjo-a bem no seu estômago e quando ela vira pó, digo: requiescat in pace.

Não podia negar minhas origens europeias e ao buscar meu casaco, sou ajudado por outro semideus. Ele me leva até a enfermaria, agradeço a sua ajuda.



ARMAS:

♣ Escudo Natural: Escudo redondo, bastante resistente, pois é feito com a madeira da árvore Yggdrasil (usada apenas pelos filhos de Deméter), também é de fácil manejo. Abençoado por Deméter, contém a imagem de um narciso na sua frente, podendo causar hesitação no ataque do seu inimigo. [Obrigatório] {By: Pã}



§ Caneta Tinteiro "Tenebris": Uma caneta que se tranforma em uma espada longa de ferro estígio; molhe a caneta uma única vez na tinta que a acompanha e a espada se torna venenosa para sempre. [Indestrutível] [By: Nyx]



Adaga de Ouro Imperial


PODERES:

✰ Perícias I: Os guerreiros de Nyx possuem perícia com correntes e espadas longas, podendo manuseá-las perfeitamente sem nunca tê-las tocado antes.

✰ Prole da Noite: Ao anoitecer as habilidades com armas se amplificam.







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Re: Arena do acampamento

Mensagem por  em Ter Out 15, 2013 8:40 am

Enzo

Ortografia - 25/25 - Ótima.
Coerência - 25/25 - Ótima.
Criatividade - 25/15 - Um pouco, pelo menos ao citar seus motivos em treinar com os alvos.
Uso de Armas e Poderes - 25/23 -Você podia ter feito melhor.


Total: - Ganhos: 88 XP.
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Ter Out 15, 2013 8:58 am

JARDEL

Criatividade: 22/25- Mesmo sendo um bom treino não foi algo novo, por isso tirei alguns míseros pontos por que acho que você pode fazer melhor, não estou dizendo que está ruim.


Ortografia: 25/25- Parabéns


Uso de armas e poderes- 25/25- Foi bom, parabéns.


Coerência-: 25/25- Foi boa, parabéns


TOTAL:  + 97 exp

              - 15 de hp

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Amy B. Hughes em Ter Out 15, 2013 9:44 am










let's go!





i'll won't stop



A tarde fria fazia com que a vontade de treinar de Amy quase se esgotasse, quase. A garota levantou-se rapidamente da cama, onde relaxava com um livro em mãos e o colocou no criado-mudo ao lado da cama. Depois de se espreguiçar, Amy dirigiu-se até o banheiro e jogou água no rosto, na tentativa de mandar a preguiça embora. Passando muito tempo com o filho de Hipnos, ela pensou enquanto vestia um casaco e saia do chalé de Macária. Como já dito diversas vezes, o Acampamento estava em pura neve, clima que de certa maneira agradava a Amy. Enquanto ia a caminho da arena com a única arma que usaria desta vez, sua sombra. 
 Como de costume alguns campistas treinavam aqui e ali, por incrível que pareça o local estavam bem povoado para o frio que ali fazia, talvez o fato de uma luta global estar para acontecer o algo assim atiçou a vontade de treinar dos campistas.
 A garota caminhou para perto dos alvos e os apalpou um por um, para ter a certeza de que estavam todos em perfeita ordem. Amy pegou distância novamente e deu uma boa olhada nos mesmos, logo depois virou-se contra o sol e assim tendo sua sombra projetada sentiu a arma em suas costas em descanso. Ela esticou os braços e estralou os dedos quando por fim empunhou o arco, aquela seria a primeira vez que a filha de Macária usaria a arma, provavelmente fosse melhor não abusar da sorte com algum monstro, então optou pelos alvos. Ela ainda lembrava de algumas coisas sobre o instrumento, seu pai havia tentado lhe ensinar anos atrás, de fato ela não havia treinado, só aprendido teoricamente, ela esperava que agora fosse de algum uso.
 Ela estava a 5 metros do primeiro alvo, com o arco na altura do rosto e a alça de mira no lugar que ela julgava certo, a flecha foi colocada. Enquanto ela usava a mão para puxa-la para trás, foi possível ver alguns filhos de Apolo a observarem, aparentemente sem más intenções até ali, bom para Amy. Enfim, quando a flecha foi solta, rodopiou e parou em uma das laterais do alvo. A garota respirou fundo e partiu para a direita, onde outro a esperava. Usando a mesma técnica, colocou a flecha em seu lugar, desta vez fechou um dos olhos e mirou no ponto vermelho, ela queria sentir como se pudesse controlar a flecha com a mente, queria fazer parte dela pelos instantes que ela voava e acertava o alvo de palha; ao dispara-la, Amy não tirou os olhos da mesma, que acabou dando um resultado pelo do que o anterior, não o esperado, mas melhor.
 Alguns alvos depois, Amy achou que estava pronta para testar um longo e menor. A arena estava praticamente vazia quando a garota se dirigia para o outro lado dos alvos, os "experientes", ela sabia que não devia estar indo para lá, não fazia sentido, mas por que não tentar? Quando chegou ao seu destino, colocou a flecha em seu devido lugar e ficou parada alguns instantes apenas encarando o alvo. Seus braços já cansados pendiam para baixo segurando o arco. Assim que sentiu-se pronta o empunhou e ao puxar uma flecha das sombras apareceu, não comum como as usadas anteriormente, uma para um grande final. Ao mirar, ela sabia o que estava fazendo, não tanto quanto uma caçadora de Ártemis, mas mais do que no começo de sua tarde, puxou a flecha até sua bochecha e sem pensar muito, soltou os primeiros dedos, deixando à presa apenas como o indicador, que aos poucos se foi; a parte de trás da flecha raspou no batente, como esperado e continuou seu destino, não antes de deixar um leve machucado na bochecha da garota, ela não se importava, afinal, encarava seu alvo que agora possuía uma flecha, bem no meio.
 Um bom final de tarde , sem dúvidas era o que passava na cabeça de Amy enquanto ela caminhava de volta para o chalé de Macária. Ela esqueceu por um momento de tudo de ruim que estava acontecendo e apenas concentrou-se em sua breve vitoria. 
Spoiler:
Ϯ Arco da Sombra: Um arco feito das sombras, que quando a corda é puxada, uma flecha feita das sombras aparece. Essa flecha, perfurada no inimigo, retira 20 de HP do mesmo. Desativado, o arco virá a sombra do usuário, porém, para ativá-lo, é necessário o filho ter sua sombra projetada.
♥inspired
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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Ter Out 15, 2013 3:30 pm

Amy
Ortografia - 18/25 - Ocorreram alguns erros de digitação e algumas vírgulas fora do lugar,mas no geral foi bom.
Coerência - 22/25 - Boa,mas o template dificultou um pouco a leitura.
Criatividade - 25/15 - Ótima
Uso de Armas e Poderes - 25/23 - Descreveu com detalhe sua arma,gostei.


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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Miya Yuriko Otohime em Qui Out 17, 2013 5:51 pm


Cães, infernais! Ou... Cães infernais?

Entrei na arena que não estava mais sendo iluminada pela luz do sol, e por incrível que pareça já havia um semideus treinando, assisti o treino antes, o semideus estava se esforçando bastante, aliás, teríamos que nos esforçar para a missão trabalhosa que estava por vir. 
Ele tinha a posição de ataque pela direita e o escudo ficava na esquerda, ele parecia entrar em ritmo de combate com os bonecos. Eu pensei se daria para lutar sem um escudo. Pois ele pesa e deixa um guerreiro mais lento, e pelo contrário, eu quero agilidade. Teria que trabalhar minha agilidade, força e pensamento objetivo.
Esperei ele terminar o treino para começar, ele saiu com a face em uma fina camada de suor, com um leve sorriso de satisfação.
Entrei na arena de chão batido, com a minha espada empunhada, e uma foice na cintura do lado esquerdo.
Os bonecos estavam um pouco estraçalhados, mas não era com eles que eu lutaria.
Dei o sinal e libertaram o monstro, era um cão infernal, havia estudado pouco sobre eles, Poderia correr o risco de atacar-lhe o lombo ou o pescoço.
Aquele tinha cerca de três metros e meio, seus olhos mortais me encararam era laranja muito vivo, tenho certeza que se eu encarasse aqueles olhos por mais 4 segundos eu correria daquela arena chorando, tentei ignorar a opressão que seu físico causava no meu psicológico. Ele correu até mim como um cachorro normal correria até seu dono, só que com uma extrema raiva e sede por sangue semi-divino.
Pensei que ele iria me derrubar, mas fiz um movimento circular com o corpo junto a espada, que fez o Cão “ganir”, o que significava que o golpe foi efetivo. Ele voltou-se para mim tentando me encarar, mas eu apenas ignorei e avancei ao seu lado, logo na sua traseira, acertando o seu lombo. “Eles só parecem assustadores, na verdade são bem fracos.” Era o que eu achava! O monstro se desfez em pó e sombras, Logo foi solto outro, esse era maior e mais amedrontador, estava mais distante que na outra vez, frente a frente.
Ele correu em minha direção e por ser grande, chegou mais rápido até meu corpo, eu tentei me esquivar da sua primeira abocanhada, consegui por pouco, acertei com a espada um pouco mais a cima da perna dianteira. Ousei em usar uma habilidade da minha espada, desejei que ela estivesse envolta por ar, ela se tornou um pouco mais pesada por questão de segundos, corri na frente dele, de costas para o Cão que me perseguia e quando senti sua aproximação, eu girei a espada com toda a minha força em um rugido de vento. O monstro ganiu com um dos seus olhos que agora parecia ferido. Ele veio me abocanhar com toda a fúria em seu único olho útil, consegui escapar de outra mordida que daria uma cena brutal.
Eu dei um golpe em seu lombo, mas não surtiu efeito, esse não era o seu ponto físico mais fraco. Mas nessa hora eu pensei demais e não me afastei do monstro, bem naqueles poucos segundos ele conseguiu me acertar um golpe nas costas, me derrubando bruscamente, seu ataque queimava nas minhas costas, eu gritei de dor e derramei algumas lágrimas tentando escapar dele me arrastando no chão de terra alaranjada.
"BURRA! Toma mais cuidado." Respondeu o meu interior.
A dor passou gradualmente, eu tomei forças, levantei e corri para pensar em algo enquanto ele vinha em minha direção, ele era muito alto para eu alcançar seu pescoço por inteiro. Teria que escala-lo... Será que minha foice aguentaria?! Iria arriscar.
O provoquei a besta a correr, estava cansada, não tinha muitas opções.
Corri o máximo que pude e parei de repente jogando meu corpo para o lado em uma cambalhota, o monstro deu apenas mais três passos depois de perceber que eu não estava mais na sua frente, já era o bastante para mim, ele correspondeu tarde, guardei a espada e acertei minha foice em seu lombo e puxei meu corpo para cima com a ajuda da outra mão e dos pés, segurei-o pelo pescoço e puxei a foice do lombo que quase escapara, o machucado das minhas costas deu uma pontada, eu desnorteei com a dor, Escorreguei um pouco e foi o bastante para o meu desespero crescer. Segurei pelo pescoço do monstro com a mão, cravando-lhe as unhas com todas as forças que eu tinha entre a dor e o desespero, enquanto ele se contorcia e tentava me morder sem chances de alcançar meu corpo, Empunhei a foice na mão direita e pressionei a arma contra o pescoço dele, em um corte fatal. PUUUF! Rolei bruscamente no chão tremendo em um misto de dor e adrenalina.
Alguns campistas me ajudaram a levantar do chão e ir até a enfermaria enquanto me parabenizavam, aquilo foi uma loucura.


 Armas utilizadas:

# Cromo-Sword – Uma espada extremamente afiada originalmente de ouro branco. Ela, entretanto, canaliza as energias do filho de Íris mudando gradativamente de cor o que deixa o inimigo tonto. Quando o semideus quiser, três cores lhe serão essenciais. O vermelho dará a sua espada uma cobertura de chamas, o azul uma cobertura de água e o amarelo uma cobertura de ar, podendo, respectivamente queimar, afogar e cortar. 
# Foice de punho pequeno.

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Apolo em Sex Out 18, 2013 11:54 am

Miya

Ortografia - 21/25 - Você usou números e algumas palavras estão "trocadas". Mas não está ruim.

Coerência -
13/25 - É necessário narrar como estava a arena e o frio do acampamento. A menos que seja um treino atemporal.

Criatividade -
22/25 - Achei interessante você narrar a luta de outro semideus, mas acho que você poderia ter feito mais descrições no seu post.

Uso de armas e poderes -
23/25- Se você descrevesse melhor o uso de suas armas, estaria perfeita!

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78XP - Muito bom

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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Lucan Darkvolk em Sex Out 18, 2013 2:28 pm

Acordei oito horas da manhã. Pode parecer cedo, mas em um acampamento cheio de semideuses, isso é tarde. Escovei meus dentes e coloquei uma calça preta. A mesma do ultimo treino, não me importa que esteja furada. Coloquei uma camiseta preta, e por cima uma blusa cinza. Por cima da blusa, coloquei minha jaqueta de couro, pois estava bastante frio. Prendi minha adaga do lado direito da minha cintura, A espada eu levei na mão esquerda, e o elmo eu prendi no cinto, com um barbante, fazendo ali uma "gambiarra". No dedo, estava meu anel do submundo. Aquele anel era um dos melhores presentes que eu poderia ganhar, porque tem o interessante poder de trazer um zumbi para me ajudar a resolver problemas. Útil na vida. Vou até a Arena, para treinar um pouco. Já era pouco mais de nove horas. Segundo o horário, era tempo de lutar com monstros. Fui até a cela e abri a da dracaena, por que me disseram que ela era boa para iniciantes. 
A criatura saiu de lá com o olhar muito, mas muito irritado. Eu me afastei, empunhando a espada. A dracaena me olhava profundamente. 
- Vou chamá-la de Beth. Tudo bem com você, Beth ?
A criatura ficou ainda mais irritada. Nas mão esquerda ela tinha uma rede, e na direita, uma lança. Eu não estava muito afim de ser empalado, então comecei a pensar no que fazer.  
Beth era bastante lenta, e sua lança a deixava muito desajeitada, então resolvi me aproveitar daquilo. Quando ela avançou, eu coloquei meu elmo de Hades, e fiquei invisível. Naturalmente ela poderia ter me notado pelas pegadas na neve, mas estava mais concentrada ficando muito irritada para notar. 
Beth então começou a espetar o ar com sua lança, enquanto eu dei a volta para atacá- la pelas costas. Golpeei a dracaena nas costas, o que não foi agradável para ela. Foi um corte superficial, mas o veneno fazia o ferimento doer mais.  Ela se virou mais rápido do que eu esperava, e me prendeu na rede. Então ela me golpeou com a lança, mas com o cabo. Talvez quisesse me torturar antes de me matar. O golpe fez meu elmo cair, mas graças a rede, ele não foi longe. Resolvi usar meu anel, e chamei meu amigo zumbi. Ele apareceu do lado de fora da rede, ao lado de Beth. 
- Vou chamá-lo de Donald agora. Donald, pega a dracaena. 
Não acredito que Donald teria conseguido matar Beth, mas seu soco a fez soltar a rede. Eu me desvencilhei da armadilha, e me levantei. Peguei a espada, mas deixei o elmo na rede. Beth estava distraída com meu amigo Donald, então eu dei a volta nela. Quando estava atrás do monstro, eu enfiei a espada na nuca dela, com toda a minha força. Donald bateu continência, e desapareceu em uma névoa sinistra. Beth virou uma pilha de pó, e eu sorri. Meu segundo treino foi divertido. 
Saio da Arena devagar, pensando em Beth. Deve ser ruim viver aprisionado, e ser solto para lutar até a morte. Mas ela é um monstro. Mataria semideuses se tivesse chance.



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Re: Arena do acampamento

Mensagem por Convidado em Sex Out 18, 2013 7:52 pm

Lucan
Ortografia - 24/25 - Não achei nem um erro muito grave.

Coerência - 18/25 - Você ainda é um nível baixo e mesmo que seja filho de um dos três grandes,isso não quer dizer que pode acabar tão fácil assim com um monstro.

Criatividade - 13/25 - Quase nula.Seu texto foi muito corrido e não vi emoção nem uma nele.

Uso de armas e poderes - 13/25 - Acho que pode fazer um uso mais elaborado e inteligente delas.

Ganhos : 68 XP
Perdas : - 4 HP

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Re: Arena do acampamento

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